História Here Comes Forever - Capítulo 16


Escrita por:

Postado
Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Aspen Leger, Carter Woodwork, Celeste Newsome, Eadlyn Schreave, Kriss Ambers, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave, Rainha Amberly, Rei Clarkson
Visualizações 112
Palavras 2.088
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E aí meus bendy's!

Capítulo 16 - Capítulo 16


Maxon saiu do banheiro e fechou a porta. Peguei minha roupa do vaso e comecei a me vestir.

 Penteei meus cabelos e desci ao refeitório, onde Maxon me aguardava com um sorriso de canto.

POV Maxon

Desci ao refeitório e me sentei à mesa, junto a Carol, Celeste, Cody e o idiota do Nick. O garoto me olhava desgostoso. Ignorei-o. Celeste pareceu finalmente notar minha presença e veio irritar-me:

– Como foi sua noite, loiro?

– Boa – respondi apenas. Boa? Minha noite foi ótima!

– Hm. E a da Ames? – perguntou

– Não sei. Nós chegamos e fomos dormir – respondi indiferente.

Percebi que Ames caminhava graciosamente em nossa direção. Ela estava com uma blusa rosa e uma calça jeans. Seus cabelos castanhos, com pontas loiras, caiam delicadamente em seus ombros. Meus olhos desviaram-se para sua clavícula e seu pescoço onde havia duas manchas roxas. Um sorriso se apossou de meus lábios involuntariamente.

– Sobre o que falavam? – perguntou Ames sentando ao eu lado.

– Sobre sua noite de sexo selvagem com o Maxon – respondeu Celeste.

Ames arregalou os olhos e abriu a boca, incrédula. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa minha morena gritou:

– Você contou a eles?!

Celeste começou a rir histericamente junto a Carol. Cody apenas balançou a cabeça em negação rindo fraco e Nick continuou com a mesma cara sem-sal de sempre.

– Ames! Eu não tinha dito nada!

Ames levou suas mãos a boca e suas bochechas se colocaram em um tom escarlate.

– Você se entregou! – disse Celeste em meio aos risos.

Ames enterrou a cabeça no meu ombro, tentando esconder a vergonha que estava sentindo.

– Ok. Já chega! Já podem para agora! – pediu ela, constrangida, mas pelo seu tom de voz era evidente de que estava se divertindo com aquilo tudo.

– O que acha disso, Nick? – perguntou Carol provocando o garoto.

– O que você acha disso? – perguntou no mesmo tom.

– Eu não estou nem ai. Estou feliz pela Ames – respondeu Carol com um sorriso de canto – Já você, está morrendo de ciúmes.

– Vai dizer que não está com ciúmes do loiro? – perguntou cínico.

– Não, não estou – respondeu Carol – Agora você só falta enterrar o Maxon vivo!

– CHEGA! PAREM DE BRIGAR! – gritou Celeste.

– A Celeste está certa – disse Ames – Carol, obrigada, eu também considero muito a sua felicidade – disse sorrindo para a morena, mas logo encarou o metido - Nick, por que não fica na sua?

– Ohhhhhh!!! – todos caçoaram Nick, que cerrou os dentes.

– America, você não sabe com quem está mexendo...

– Sei. Com um babaca.

– Ohhhhhh!!! – todos caçoaram novamente e o garoto sorriu pervertido.

– Você que me aguarde.

– Querido, acho que nem Deus te aguarda – dessa vez, fui eu a me pronunciar.

– Não vou ficar discutindo com um panaca – disse Ames e me deu um selinho – Max, eu gostaria de dar uma volta em algum lugar, vamos?

– Claro, Ames. Tchau Celeste, Carol, Cody e... Você – disse com desprezo.

POV Ames

Ficar no mesmo lugar que Maxon e Nick estava começando a me incomodar. Será que o Nick não percebe que eu gosto do Maxon e que estou com ele?

– Aonde que ir? - perguntei

– Não sei, que tal... Nossa cama? – sorriu malicioso

– Maxon! Faça-me o favor! Que tal um museu?

– Ai, Ames! Você sempre gostou dessas coisas chatas... Que tal... Um cinema?

– De dia? Não! Muito sem-graça!

– Então... Que tal uma passadinha na Times Square?

– Sério?! – perguntei animada – Que legal! Eu topo!

Maxon telefonou para um táxi que em alguns minutos já estava nos esperando. Antes de o táxi chegar, apenas peguei um casaco para caso esfriasse mais. Entramos no táxi e partimos em direção da Times Square.

– E ai? O que acha? É lindo, né? – perguntou Maxon encantado, ao chegarmos ao nosso destino.

– É incrível! Todas essas luzes e outdoors, mesmo estando claro é magnifico... Os prédios, os carros, as pessoas... Uau!

– Quer dar uma volta? – perguntou estendendo a mão para mim, que apenas a segurei como resposta.

POV Maxon

Depois de caminhar durante um bom tempo, decidimos parar para comer. Já eram 16:00 e nossa única refeição havia sido um copo de suco no café da manhã. Acabamos por parar no “Applebee’s”, o restaurante favorito da minha morena. Fizemos nosso pedido e o esperamos chegar, abraçados, trocando beijos e caricias.

Eu nunca pensei que isso pudesse realmente acontecer. Digo, eu e Ames, juntos... Quando éramos apenas bons amigos, eu sempre cogitei a ideia de namorarmos, imaginei nossos passeios, nossas noites e até já cheguei a beijar minha mão, imaginando ser a boca dela. Loucura, né?

Não. Loucura não é nada comparado ao que Ames me faz sentir.

Quando estou perto dela, sinto que tudo está perfeito. Sinto que ela é tudo o que eu preciso. Apenas ela. Quando estou longe, sinto falta. Sinto um aperto no coração e uma saudade indescritível.

– No que está pensando, meu amor? – perguntou Ames roçando nossos narizes. Deixei escapar um sorriso bobo ao ouvir “meu amor”.

– Em como você me deixa insano.

Ames sorriu e mordeu o lábio inferior levemente. Ela estava sexy assim.

– No que você está pensando? – perguntei

– Em como você fica lindo dizendo palavras inteligentes.

– Não são palavras inteligentes – ri – São elocuções cultas, com escopo de ratificar minha afeição e meu fascínio por você - brinquei, me achando o máximo.

Ames riu. Uma gargalhada gostosa que me fez sorrir. Nem eu mesmo sabia de onde havia tirado tantas palavras inteligentes. Nem ao menos sabia se elas faziam alguma coerência com o que eu realmente desejava dizer.

– Adoro quando você dá uma de erudito.

– E eu adoro quando você morde o lábio inferior.

Ames mordeu o beiço e eu sorri.

– É meio involuntário... – riu envergonhada.

– Tão involuntário quanto jogar o cabelo para trás sempre que está nervosa, preocupada com medo ou com vergonha? – perguntei

Ames me encarou intrinsecamente e logo sorriu.

– Você me conhece tão bem...

– Claro. Oito anos tendo que te aturar, você queria o quê? – brinquei e recebi um tapa no peito.

– Mas é sério. Eu não sei tanto assim sobre você. Acho que sou distraída demais para perceber esses tipos de detalhes.

– Não é não. Você consegue, vai... Tenta.

– Hm... Certo. Você tem uma mania estranha de sacodir o cabelo quando está animado – disse rindo e eu apenas concordei, achando engraçado – Você tem uma regra para batatas fritas: Come apenas uma de cada vez quando está feliz, duas quando está preocupado, três quando está cansado e quatro quando está triste. Hm... O que mais? Ah, sim! Você define seu humor de acordo com as músicas que você escuta pela manhã, assim como um personagem de um livro que você gosta. Tem mais? – pensou com ela mesma – Tem! Você usa suas cuecas de acordo com o seu humor!

– Como sabe disso?! – perguntei arregalando os olhos, mas ela não me respondeu, apenas riu.

– É... Acho que eu nem sou tão distraída – concordou consigo mesma.

POV Ames

Olhei para o meu reflexo no espelho. Eu estava acabada. Ontem, eu e Maxon fomos à Times Square, comemos em meu restaurante favorito e ficamos, na maior parte do tempo, trocando abraços e beijos. O único problema foi que todos os táxis que passavam por nós estavam cheios, ou seja, demoramos mais de três horas para voltar para o hotel. Nós chegamos por volta das 2:00 da manhã, e para ajudar, o diretor da Escola solicitou a presença de todos no salão principal agora, às 7:00!

– Ames? – chamou Maxon batendo na porta

– Sim?

– Está viva? – brincou

– Sim, Maxon. Eu estou viva – disse rindo da brincadeirinha idiota – Já estou saindo.

Terminei de me vestir e me avaliei novamente. Hoje estava, infelizmente, um pouco mais frio do que nos últimos dias. Acontece que eu simplesmente não consigo gostar do frio, acho que me acostumei o calor.

Ah,, tanta coisa mudou desde que viemos para cá.

Sai do banheiro e encontrei um Maxon impaciente encostado na cama.

– Estamos atrasados! – exclamou, assim que me viu – Está linda – completou, me dando um selinho, antes de me puxar pelo braço para fora do quarto.

(...)

– Atenção, alunos! Pedi a todos vocês que viessem aqui para lhes informar que iremos embora dia 03 de janeiro!

Todos os alunos fizeram caretas de desaprovação, e antes que alguém pudesse reclamar em voz alta, Cody perguntou:

– Que dia é hoje?

– Sabia que teria um que perguntaria... – disse o diretor rindo – Hoje é dia 27 de dezembro.

Maxon, ao meu lado, colocou a mão na boca como se tivesse acabado de lembrar-se de algo. Ri. Esses dois são tão distraídos!

– Ames, precisamos conversar – disse Maxon me abraçando por trás.

– Estão dispensados – gritou o diretor.

– Ele nos acordou às sete da manhã para dar um discurso de trinta segundos? Viado – reclamei, ignorando o pedido de Maxon.

– Ames, nós...

Meu telefone começou a tocar e eu o interrompi.

– É a minha mãe. Vamos para um lugar mais silencioso – pedi e o loiro assentiu.

Corremos até as poltronas da recepção e nos sentamos. Atendi.

LIGAÇÃO ON

– Ames?

– Oi, mãe!

– Ames, querida! Que saudades!! – disse ela, animada.

– Eu também estava com saudades, mãe. Ah, espera só um minuto – pedi.

Tirei o telefone da orelha e coloquei no viva-voz para que Maxon pudesse escutar nossa conversa.

– Eu também estava com saudades, sogrinha! – disse Maxon, rindo. Bati em seu peito e mandei-o calar a boca. Eu ainda não havia contado nada para a minha mãe!

– Ai, Maxon. Você ainda acha que um dia eu vou virar sua sogra? Desencalha, meu amor! – disse minha mãe, fazendo-me rir.

– Mãe, nós temos uma surpresa para você – disse brincando com a aliança em meu dedo – Mas quero te mostrar pessoalmente.

– Filha, você está grávida?! – perguntou preocupada.

– O quê?! Não! Mãe, que absurdo!

– É, tia , isso é um absurdo! Nós conhecemos o risco, usamos camisinha! – disse Maxon brincalhão, mas logo depois olhou para mim e com uma cara preocupada sussurrou “Não usamos não!”. Bati em seu peito.

– Maxon, por Deus! Pare de dizer besteiras! – disse minha mãe, rindo.

– Ignora, mãe. Ele é um idiota!

– Eu sei, querida. Eu o ignorei por nove anos, porque deixaria de ignorar logo agora – disse mamãe enfatizando o nove. Acho que ela queria provar que sabia há quanto tempo somos amigos, mas ela infelizmente errou.

– Ai . Essa doeu! – disse Maxon, fingindo estar ofendido.

– Filha, eu vou ter que desligar. Cuide-se. Ah, Maxon, seus pais mandaram um beijo.

– Manda outro. Até, tia .

– Tchau, Mãe! – disse antes de desligar o telefone.

LIGAÇÃO OFF

Guardei o telefone e sorri para o loiro.

– Eu estava com saudades dela – admiti.

– Eu sei, você reparou que ela disse “nove” anos? – perguntou sorrindo largamente.

– É, reparei...

– Você não se lembra de nada? – perguntou Maxon, um pouco decepcionado – Hoje é dia 27 de dezembro!

“Hoje é dia 27 de dezembro”. Tá. E eu com isso? E daí que hoje é dia 27 d...

– AH, MEU DEUS! HOJE É DIA 27 DE DEZEMBRO!!

– Eu sei! Hoje nós faríamos nove anos de amizade!

– Faríamos? – perguntei, arqueando uma sobrancelha.

– É. Nós somos namorados e não amigos – disse de uma forma meio possessiva.

Sorri. – Nossa, faz nove anos!

FLASHBACK ON – POV  (Autora)

Há nove anos, os pais de Ames aguardavam a chegada dos pais de Maxon. Os Singers haviam viajado e não puderam ter um jantar de negócios no Natal com os Schreave, como realizavam todos os anos. A campainha tocou e os Moon entraram.

– Ames, esse aqui é o Maxon. Maxon, essa é a Ames. Filha, por que não vai mostrar seu quarto a ele? - sugeriu Magda

– Oi, Max! – disse a menina, sorrindo simpaticamente.

– Oi.

– Você gosta de bonecas? – perguntou esperançosa.

– Não, por quê?

– Eu queria brincar de "mamãe e filhinha", mas eu não tenho ninguém para ser o papai da Fernandinha – disse abraçando a bonequinha que ganhara.

– Eu posso ser o papai dela, contanto que eu tenha um carro beeeem grande, pode ser?

– Pode. Vem vamos brincar no meu quarto, tem bastante espaço lá.

– Tá bom.

Os dois começaram a subir as escadas, mas o loiro parou a garota no caminho com uma pergunta:

– Ames, nós somos amigos agora?

– Eu acho que sim – respondeu a menina, sorrindo.

FLASHBACK OFF – POV Ames

– Você não conseguia dizer meu nome, e por isso me chamava de Max

– E você me chamava de Ames, mesmo conseguindo dizer America.

– É claro! Eu tinha um apelido, você também tinha que ter um! – disse e nós dois rimos – O que acha de sairmos para comemorar?

– Eu gosto da ideia! Para onde vamos?

– Vamos para o seu lugar favorito quando criança...

Sorri apaixonadamente, fazia anos que eu não ia a esse lugar!

– Nós vamos a um...

– Aham, é exatamente onde você está pensando – disse Maxon, me interrompendo.


Notas Finais


Até!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...