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História Here no more - Capítulo 22


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Notas do Autor


E dale capítulo novooooooooooo
Espero que gostem e fiquem mais ansiosas do que eu para essa tour que tá sendo o Duff e a Chelle e o Duff e a Zoë.
Ótima leitura :)))

Capítulo 22 - Fucked


Fanfic / Fanfiction Here no more - Capítulo 22 - Fucked

Duff Mckagan pov

Chupava sem parar o pescoço da loira, que se contorcia sob meu colo, vestindo apenas sua calcinha de renda, animada o suficiente para que eu já soubesse o que estava por vir. Nossa relação podia ser cheia de problemas, mas o sexo sem dúvidas era a melhor parte, tanto para mim quanto para ela.

—Duff, termina logo com essa porra. —Michelle sussurrava em meus ouvidos, de forma desesperada, enquanto me estimulada por baixo da cueca. Eu estava quase cedendo.

Ela estava sob minhas mãos, e eu, literalmente, sob as tuas, então decidi não torturar mais a loira, que implorava por mais, com seus seios expostos, sob meu colo.

(...)

—Quando será sua consulta com o doutor Glusman? — a loira questionou, enquanto tragava seu cigarro de forma descontraída.

—Sexta, pela manhã, se não me engano. —respondi, me recordando do quão inconveniente seria ver o homem que estava fodendo com Zoë.

—Michael, não vou conseguir te acompanhar, tenho planos... —a loira disse cautelosa, evitando meus olhos, como se sentisse muito por não podermos estar juntos naquela consulta idiota. —Zöe está me enchendo com a escolha de seu vestido para cerimônia de Nomeação e eu já havia me comprometido. Depois disso vamos assistir uma peça juntas. —ela deu uma tragada nervosa, como se ter que seguir a amiga como um poodle a incomodasse tanto quanto a mim.

—Você não é a porra do cachorro de madame dela, Chelle. Por que não simplesmente manda ela ir a merda e passa as noites comigo? —despejei sem pensar, estritamente irritado com o fato de Chelle não conseguir dimensionar o quão abusiva era a amizade das duas.

—Não seja injusto! Ela esteve comigo nos momentos que precisei, e agora está indo embora! É o mínimo que posso fazer por ela. —sua voz era trêmula e exaltada, como se fosse alguma espécie de crime proferir qualquer palavra que fosse contra sua amiga. Ri com a situação.

—O que é injusto é você virar as costas para mim, que não vou te abandonar, para perder tempo com aquela mulher, que na primeira oportunidade vira as costas para você! –eu sabia que havia pego pesado, mas era necessário, já estava exausto de ver a loira se arrastando para aquela manipuladora.

—Você está sendo um bosta, Michael. —foi tudo o que conseguiu dizer, me deixando sozinho no quarto.

Sexta- feira

Havia brigado com Chelle dois dias atrás, e nem todo álcool do mundo era capaz de desembuchar sua cara amarrada de minha mente. Mas parecia que eu era o abusivo da história, e não a maldita Kravitz, que havia me perturbado os sonhos duas noites seguidas.

Acordava confuso e excitado após sonhar com a morena, surgindo no mar, nua, com uma cauda de sereia, me enfeitiçando com seus lábios carnudos e olhos vibrantes, capazes de me manipular até os ossos, me matando afogado em seguida. Duas noites com o mesmo pesadelo, ou algo muito semelhante, mas ambos onde Zoë Kravitz estava nua e molhada, fingindo estar interessada em mim.

Cômico.

Chegava a ser ridícula tamanha fixação que tinha por ela, ainda que jamais admitisse em voz alta, ou mesmo para mim mesmo, e para ela? Nem nos meus piores momentos de loucura. porque no final das contas, ela era como a sereia malvada dos meus sonhos, que iria me seduzir, para acabar com minha vida depois.

(...)

Não conseguia encarar os olhos atentos de Karl, o doutor que estava fodendo com a Kravitz, anotando algo em sua prancheta, ouvindo atentamente cada mentira que contava sobre meu estado de sobriedade desde a overdose.

Ele me parecia ser o tipo de homem que não bebe, não fuma, e leva uma vida calma e chata em seu apartamento, regado de plantas e revistar de esporte. O filhinho da mamãe, para ser mais específico, cursou medicina com a grana da poupança que os pais criaram assim que nasceu.

Ele me parecia certinho demais para querer se envolver com uma mulher como a Kravitz, que também era careta, mas ao menos fumava maconha. Mas por que aquilo me interessava?

Terminei de relatar meus dias, minha alimentação e como estava me sentindo, e logo Karl me entregou uma relação de papéis, que me pareciam guias de exames, para analisar a veracidade dos fatos.

—Essas são guias para colher o sangue, e a urina, se possível segunda-feira bem cedo. Depois dos resultados, vamos ver a questão dos teus rins e apêndice, já que relatou sua dor ao urinar. —ele dizia, como se fosse salvar minha alma de toda maldade do mundo, me entregando os papéis e um copinho de plástico para o exame de urina.

—Okay. —respondi com tédio, pronto para sair dali e me picar no banheiro mais próximo. Estava limpo há 12 horas e já não aguentava lidar comigo mesmo.

Quando já estava pronto para sair dali, não consegui me controlar, a frase que pulsava forte em seu subconsciente, se materializou em palavras sem que pudesse controla-las.

—Então, você e a Kravitz, hum? —tentei parecer natural, como se não estivesse com ciúmes do homem. Homem este que eu jamais seria.

Ele pareceu surpreso com a pergunta, como se o caso dos dois fosse algo estritamente íntimos e sigiloso. Juro que suas bochechas coraram por alguns segundos, seguido por um sorriso amplo.

—É complicado mas... Acho que ainda é cedo para dizer. —respondeu sorridente. —Ela é uma mulher incrível, sem dúvidas, mas ainda é cedo para afirmar qualquer coisa. —não acreditei em qualquer palavra. Seus olhos indicavam sua rendição a mulher, como se fosse uma espécie de adolescente virgem e apaixonado pela primeira ninfeta que visse em sua frente.

—Fique esperto com ela, é uma jogadora. —foi tudo o que disse, saindo dali sem ao menos esperar uma resposta.

Eu precisava de um pico.


Mais tarde no mesmo dia

Já havia picado todas as veias que conseguia visualizar, mas ainda a melancólica não conseguia me largar, me afundando cada vez mais. Deprimido, enciumado, arrependido por ter fodido tudo com Chelle, mais uma vez.

Alucinei com Zoë outra vez, mas daquela vez, eu era quem a seduzia, sob o balanço das ondas, deixado a mulher completamente submissa as minhas vontades. Seu corpo molhado, seus lábios carnudos e até mesmo as sardas de seu rosto estavam me tirando os sentidos, me deixando confuso.

Estava excitado mas também com nojo. Eu a queria, mas também a repudiava, era confuso. A única certeza que existia, era a necessidade de tirá-la de minha mente de uma única vez, para evitar que qualquer tipo de sentimento que se relacionasse a coração partido ou coisa assim.

Eu tinha Chelle!

Eu tinha Chelle?

Até mesmo a loira parecia estar me abandonando, e eu não conseguia reagir, ou mesmo cair na real de que estava a perdendo. Chelle era tudo o que eu precisava, a única coisa que conseguia, minimamente, me afastar de um possível suicídio.

Depois de minutos do que seria um delírio, me forcei tomar um banho, e vestir a roupa mais apresentável que consegui. Peguei as chaves do carro e dirigi até a joalheria mais próxima, e logo depois até a floricultura, até que por fim me vi apertando a campainha da casa da mulher que não saia da minha cabeça, para pedir Chelle em casamento.



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