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História Herege - Interativa - Capítulo 27


Escrita por: e Eriiih


Capítulo 27 - 2.8 - Dragons hate lateness


Viserys

Az cinzas preenchiam o ar como flocos de neve amaldiçoados. A única razão de os presentes não expressarem protestos quanto ao que acontecia era pelo terror puro que percorria a multidão, que, com preces baixas, lágrimas, observava em negação o vento do Vale alimentar as chamas e espalhar o cheiro de carne queimada. As crianças não tinham culpa da estupidez de seus pais em permitirem suas brincadeiras ou os estandartes falsos. Sua única culpa era fazê-lo quando ele estava ali, e quando ele podia ver. Que aquilo servisse de aviso. Daemon não queria se tornar um carrasco aos olhos do povo, mas Viserys não se importava. Alguém tinha de cumprir esse papel. Se fosse ele, que fosse.

Ameaçar crianças era uma via de mão dupla. Podia fazer com que o povo se revoltasse depressa, mas ao executar uma família inteira, incluindo as crianças, mandava outro tipo de mensagem. Ainda mais quando o dragão de escamas cerúleas, brilhantes, tinha decidido por bem se deitar logo ao lado da pira a que incendiara. Viserys tinha esperanças de que ele não tentasse comer a carne dos executados, mas caso tentasse, o que poderia fazer? Haviam limites mesmo para até onde ele poderia ir com o comando de sua besta.

Não tinha dúvidas de que haveria alguma penalidade por parte de Daemon por agir de maneira tão extrema, mas os estandartes, as bandeirolas, que por vezes espreitavam nas janelas de algumas casas, possuíam as cores erradas. O problema de ter um governo que tinha mergulhado em caos absoluto, ele supunha. Daemon fora lento demais. Deveria ter tomado um cavalo e ido até a capital tomar o trono enquanto ainda era tempo. Mas não fora. Daemon era a pessoa inteligente mais burra que Viserys conhecia. Era movido por emoção extrema, com pouco cuidado a detalhes. Isso era bom por um lado, considerando que Viserys sabia, usando disso, como movê-lo em direção às coisas que desejava que fizesse. E era péssimo, por todos os outros lados. Aquilo fazia dele irracional, completamente irracional, especialmente onde menos era favorável. Ir à guerra por impulso era uma estupidez, e infelizmente uma que Daemon corria risco de cometer, caso não houvesse outra pessoa para guiá-lo por perto. Se sentia mais do que apenas um pouco preocupado por deixá-lo sair por aí sem supervisão. Quem sabia que espécie de loucura ele formularia na estrada a caminho de Barreira de Pedra? Esperava que, ao menos, fosse algo que Aegor pudesse cortar assim que ouvisse.

Até que as coisas estivessem resolvidas, ele continuaria seu progresso pelo Vale, onde, tinha certeza, se tornaria uma história para assustar crianças malcriadas. Coma seus vegetais ou o príncipe louco virá queimar você ou se você não for dormir, o príncipe louco virá atrás de você. Era relativamente engraçado imaginar que, enquanto outros seriam conhecidos por proezas em batalha, ele entraria para a história como algo muito mais sutil, e muito mais duradouro. Mesmo que fosse aterrorizando crianças. Seu deus, ao menos, se fartaria com os sacrifícios. Se isso bastasse para deixar as coisas no rumo certo, ele supunha que podia suportar o fardo. Que espalhassem as histórias pelos Sete Reinos. Ou você apoia o Dragão Negro ou alguém aparecerá para cobrar sua lealdade. As pessoas estavam dispostas a pagar o preço por irritar Naerys. Ela não era amada. Jamais o fora. E seu controle sobre o trono era tênue, tanto quanto era possível que fosse. A guerra estava prestes a estourar e ela não entendia o mínimo sobre estratégias de guerra ou quaisquer coisas similares. Ele a observara jogando jogos de tabuleiro com suas damas, e alguém que jogava daquela maneira não duraria em uma guerra. Que Naerys destruísse sua reputação com aquele reinado forjado em estupidez. Quanto mais a odiassem pelo que quer que se dispusesse a fazer, melhor seria para eles depois.

Ao menos tinham Dorne. Isso seria um fator definitivo em angariar mais alianças, quaisquer que fossem. O Norte seria uma dificuldade, tinha certeza de quem quisesse que o príncipe nascido no Norte governasse os Sete Reinos, e minar a influência dele ali seria difícil. Se Daemon pudesse garantir a aliança do Oeste e das Terras Fluviais, seria mais fácil convencer os restantes a se unir a eles. Mais fácil de empurrar a Campina para seu devido lugar, restaurar a ordem perdida nas Terras da Tempestade, e talvez então ganhar o apoio do Norte na empreitada de tomar o trono à força. 

Viserys estava, a bem da verdade farto de todos os senhores do Vale. Queria estar onde as coisas importassem mais, e era incapaz de suportar os bajuladores se reunindo em seu entorno dia após dia. Os covardes, sem culhões para fazer qualquer coisa de útil. Não queria um séquito. Séquitos eram coisas barulhentas, venenosas. Havia lugar para apenas uma coisa venenosa ali, e ele chegara primeiro.


 

Amnesia

Vilirmã era um lugar malcheiroso e feio, e Amnesia odiava ter de aportar ali toda vez que tinha de fazê-lo. Ela sabia que não tinha muita escolha naquele quesito, mas se pudesse, não o faria. Não gostava de viajar por ali, de todo modo. O mar do Norte era frio, e havia muito pouco a ser obtido lá. Ela já tentara por outras vezes, e apesar de ser um antro de piratas e contrabandistas, não se sentia à vontade lá. Felizmente não iria ter de seguir rumo a Porto Branco, apesar de a cidade nortenha ser muito mais agradável do que a que no momento se encontravam. Havia quem quisesse comparar Vilirmã com Pyke, e Amnesia era forçada a discordar dessas pessoas pela comparação grosseira. Pyke não era uma flor, não parecia com uma, nem cheirava como uma, mas havia qualquer coisa dura no ar que era muito diferente de qualquer outra cidade portuária que tivesse visitado. Sentia saudade de casa. Mesmo das torres tortas da fortaleza Greyjoy, que era sua por direito. 

Do deque de seu navio, observava o mercado de peixe com o nariz torcido. Preferiria permanecer ali até que não houvesse nenhuma outra opção, descendo dele apenas para uma coisa ou outra. Nem o ensopado da taverna mais próxima prestava, entretanto, levando a mulher a crer com todas as forças que aquele não passava de um buraco infeliz no meio do nada em uma ilhazinha improdutiva e fedorenta.

E além daquilo tudo, havia a espera e a péssima companhia. Não falava de sua tripulação, é claro. A tripulação do Hellborn trabalhava como uma máquina extremamente bem regulada, que ela tinha escolhido ao longo de seus anos ao mar. O Hellborn tinha sido o navio favorito de seu marido, Quellen Greyjoy, e não houvera qualquer dúvida sobre qual navio tomaria quando a culparam pelo que outra pessoa tinha feito. Ele quereria que ela tomasse posse dele, porque de outro modo ficaria na Frota de Ferro, sob o comando da pessoa que provavelmente o tinha matado, e isso parecia um destino mais do que um pouco cruel para algo que lhe fora tão, tão querido. Não, ela falava do odioso Greyjoy sobrevivente. Um cachorrinho estúpido, com a capacidade intelectual de um peido de gaivota. Amnesia jamais tivera chance de propriamente odiar Erae, mas Harren era um caso totalmente diferente. Seu pai era um imbecil por deixar na mão dele uma força tão relevante em Westeros, mas tampouco fora capaz de acreditar que algum deles houvesse aberto seus outros filhos. Era mais fácil acreditar que ela, uma mulher, tivesse feito qualquer coisa para desestabilizar o balanço de sua família do que seu impossível filho mais novo. Tinha sido um impacto terrível em sua própria Casa, de pessoas que não possuíam muita riqueza, e de quem ela não tivera a oportunidade de se despedir. Amnesia odiou o fato de ter de suportar a incômoda existência do Greyjoy mais novo naquele lugar ridículo enquanto esperavam por notícias.

Amnesia tivera estado com uma terrível ressaca quando aceitou aquela oferta. Harren não iria concordar com aquilo. Ele próprio tinha cuidado de incriminá-la, de expulsá-la do lugar que tinha passado a ser sua casa. Ela seria capaz de compilar histórias das mais diversas e mais terrível sobre tanto ele quanto Erae, mas não o faria, e apenas pelo despeito de não querer que o mundo soubesse o que quer que eles tivessem a dizer. Não. As histórias que espalhara pelos portos onde passara falavam da incriminação da pobre esposa de Quellon, e demonizavam tanto quanto possível o Senhor das Ilhas de Ferro. Vickon Greyjoy era um imbecil, e quanto mais amplamente o mundo soubesse disso, melhor. Quanto mais grandes senhores o odiassem, melhor, quanto mais sua pequena esposa silenciosa o temesse, melhor. Eventualmente o homem cairia no mesmo ardil em que caíram seus filhos mais velhos. Não. Harren jamais permitiria o retorno de seu bode expiatório, mas se Erae ordenasse, ele não teria escolha.

A bem da verdade, a mulher a deixava curiosa. Pelo que pudera ver dela, não era muito inteligente, mas era obstinada o suficiente por umas dez pessoas. Poderia muito bem decidir que iria voar contra o sol para matá-lo por uma queimadura na pele — Erae parecia ter um número abundante dessas — e com um dragão, uma besta que crescia enorme com um apetite pior ainda, era bastante capaz de fazê-lo. Erae podia muito bem ser uma bomba relógio.

Foi com grande, grande pesar, que não ordenou a seus homens que empalassem Harren assim que pôs os pés em seu navio. Qualquer capitão era um rei no convés de seu navio, e enquanto estivesse no Hellborn, Harren estava sob seu jugo. Subira sem companhia, e com poucas armas — embora qualquer arma fossem mais armas do que Amnesia queria que ele portasse.

—O que você quer, lordezinho? — ela vociferou, de seu canto do deque.

—Sua majestade nos chama. — ele respondeu. 

Ela prontamente o enxotou. O achava ridículo por usar de títulos reais com a Targaryen, que obviamente não podia se importar menos com eles, com tanta pomposidade, como se tivesse um pedaço de madeira enfiado por lugares onde não chega o sol. Tinha visto os navios de Erae horas mais cedo, mas não ousara fazer nada até ser chamada. Afinal de contas, se Erae quisesse saber dela, viria perguntar, teoria que acabara de ser posta à prova.

Encontrou a ambos, e mais capitães ainda, em uma taverna local, que para ela, fedia a peixe podre e puta mal lavada. Não conseguia entender por que Erae escolheria aquele lugar específico para uma reunião, mas se tinha uma coisa a assumir de Erae, era que ela simplesmente não dava a mínima. A contragosto, exigiu que lhe trouxessem cerveja, já que ali, o vinho não seria de qualquer qualidade, e muito menos o rum. Os capitães de Harren a olhavam torto, o nojo mal escondido de quem tinha sido alimentado com estórias amargas e sem qualquer veracidade.

—Aí está você, garota. Já íamos começar sem você se demorasse mais, então você não demore da próxima vez porque Sirena não gosta de atrasos, NÃO É NÃO, SIRENA? — Erae gritou para a janela, e foi brindada com o rugido de seu dragão. — Não falei?

—Começar o que, exatamente? — Amnesia franziu o rosto, entornando metade de sua caneca.

—Pois veja só, eu particularmente adoro navios após visitas a bancos braavosi. Sempre tão cheios de ouro. Imagine quantas putas dá pra pagar com um navio inteiro cheio de ouro?


 

Aegor

Haviam sido agradáveis dias de paz que passara no lar de sua infância. A guerra se aproximava, e as consequências disso se aproximavam também, mas apesar de todos os contratempos e más notícias, era reconfortante não ter de esperar rigidamente pela próxima peripécia, pelo próximo absurdo que seu iludido pai decidisse por perpetuar. Esperava-se, e com razão, que qualquer dia, Aegon IV acordasse de manhã cedo e decidisse que o céu era verde e a grama, feita de casca de ovo, e declarasse que quem pensasse diferente seria sentenciado a um destino muito menos do que agradável. Tudo, entretanto, possui seus limites, e sua paz não era exceção. Avistar Daemon na Estrada do Rio era a comprovação disso. Sabia que ele viria, e sabia que isso traria consigo deveres e encargos que não queria ou pretendia cumprir com.

Foi um pequeno alvoroço, apesar de tudo. Ele já o presenciara ao chegar com Meraxes, uma besta magnífica de escamas amarelas, não como ouro, mas como as penas de alguns pássaros que vira sobrevoarem Barreira de Pedra por vezes. Shaera considerara uma escolha de nome pouco auspiciosa, mas para tudo que lhe importava, ela era supersticiosa demais, atribuindo o mesmo destino ao nome escolhido por Daemon. Bestas caídas, ela dissera. Não lhe trará nenhuma sorte nomeá-los junto aos mortos. Para todos os efeitos, Syrax, acompanhando de cima o cavalo de seu meio-irmão, parecia bastante vivo, obrigado, e causando mais terror entre a criadagem no pátio do que era capaz de descrever. Encarou aqueles que, em reações mais extremas, corriam ou gritavam, com desgosto ao fazer seu caminho para junto da criatura de cabelo claro que descia do cavalo. Não tinha grandes cumprimentos para ele, apenas um aceno de cabeça seria o suficiente. Aegor jamais fora uma pessoa de muitas palavras, e as coisas que queria dizer seriam exprimidas o suficiente com o gesto. Parecia mínimo demais aos outros, não haverem provocações, não haver grandes e calorosas boas vindas, mas tanto as pessoas do lugar quanto Daemon tinham plena noção de que, a menos que houvesse uma mudança repentina de humor, tanto para melhor quanto para pior, Aegor não faria nada do tipo. Tampouco houve qualquer reunião entre os répteis. Estavam cientes da presença um do outro, mas não demonstravam qualquer necessidade de reunião. Formalidades foram dispensadas, e ambos seguiram para dentro, para onde quer que fosse propício. Esperava que não aparecesse nenhum dos Bracken para gastar o tempo com bajulações, entretanto. Sua família parecia estranhamente adepta desse tipo de alpinismo social.

Não esperaram até estar dentro do escritório. Quem quer que estivesse ouvindo não estaria recebendo informação inédita, de todo modo. Ao menos, informação inédita que fosse verdadeira. Criados eram a maneira mais certeira de espalhar informações. Ninguém resistia a uma boa fofoca, especialmente de fontes confiáveis como eles e sobre coisas que não se possuía informação.

—Deixou Viserys no Vale. Foi estúpido. Quando você menos esperar, vão atirá-lo de algum precipício. Sabe o quão longe o povo do Vale iria para poder fechar os portões e se isolar da guerra. — ele franziu o nariz. — E deixou Viserys lá. Quem foi que lhe disse que era uma boa ideia? — Daemon abriu a boca para responder, mas foi interrompido. — Não ouse colocar isso na boca de Shaera. Ela não seria estúpida a esse ponto. Quer saber? Não responda. Não sei se quero ter essa informação.

—Se não queria saber, por que perguntou?

—Às vezes não sou capaz de acreditar no tipo de estupidez que você faz por impulso. Não me olhe assim. — ele grunhiu, o temperamento difícil despontanto nas curvas de seu rosto franzido. — Você é a pessoa inteligente mais burra que eu conheço. Como está Shaera em Qarth? — ele instigou, antes de adentrar o cômodo e fechar a porta. Se achassem que Shaera estava em Essos, melhor.

—Não tive muitas notícias. Não parece ter acontecido nada de novo, apesar. Se houvessem problemas, ela provavelmente escreveria. — Daemon deu de ombros, prontamente se sentando em um dos assentos estofados do cômodo.

—...Shaera não está escrevendo para você?

—Não. Tivemos desentendimentos em… no porto

Aegor queria afundar a cabeça do irmão com um pescotapa. Cinco minutos sem supervisão e o Blackfyre já conseguira fazer duas cagadas diferentes. Decidiu respirar fundo. Respirou fundo cerca de vinte vezes antes de sequer pensar em abrir a boca de novo, ou provavelmente mandaria Daemon ir esfregar o estábulo mais próximo para ver se criaria juízo.

—O que planejava fazer agora?

—Ouvi dizer que o oeste tem sido atacado. E os rumores apontam as Terras Fluviais como atacantes. Há qualquer verdade nisso?

—É extremamente improvável, Daemon. O vaidoso Lorde Tully que nós temos está mais ocupado em cavalgar e brincar de bonecas com o filho do que atacar qualquer coisa. Se alguém está fazendo qualquer coisa é o Tyrell. 

—É o momento ideal, então.

—Para uma aliança ao Oeste? Também tendo a pensar dessa maneira.

Entretanto, apesar de concordar com a propiciedade da aliança, não gostava do caminho para onde aquilo ia. Daemon, pelo que lhe tinha escrito, tinha firmado uma aliança com o próprio casamento a uma Martell, ou ao menos a promessa de um. O povo não estava mais disposto do que a Fé a aceitar poligamia, e portanto, não poderia aplicar a mesma tática nos Lannister. O que lhe dava duas opções, Aegor ou Viserys, e Daemon deixara claro que Viserys tinha melhor uso no Vale.

—Espero que não esteja insinuando que me case com a filha irritante de Arthur Lannister.

—Estou.

—Ninguém a suporta, Daemon. É uma garota vápida, além de ser dada a humores.

—Passe o ano inteiro fora, então, se lhe agradar. — Daemon bufou. — Você só precisa se casar com ela. Os pais da moça certamente estarão muito satisfeitos em vê-la casada com um Targaryen. É uma aliança. Ninguém está pedindo que caia de amores por ela. Mas não é desagradável aos olhos, apesar disso.

—A aparência não compensa o incômodo. — ele reclamou. — Que espécie de benefício teria me casando com ela, além da aliança? Se você disser “acesso aos cofres” eu juro, vou colocá-lo para limpar bosta de dragão.

—O prazer de não precisar se casar com mais ninguém? — ele sugeriu. Pela expressão, ele considerara responder “acesso aos cofres” apenas como desafio, mas nem Daemon duvidava de que ele realmente fosse capaz de fazer aquilo. 

—Nem se a infeliz morrer? — ele arriscou. Pelo que ouvira, Avalon estava lá. E se Avalon estava lá, ele podia esperar caos. Talvez uma ou duas mortes.

—É isso que quer? A promessa de que será a única aliança marcada com um casamento seu?

—Sim. E você não vai descumprir, porque vou me recusar. — e Aegor parecia mais do que satisfeito em se recusar a fazer alguma coisa.

—Você é terrível.

—Claro, porque fui eu que apareci nu na noite de ano novo. Se não tem moral para isso, nem tente falar sobre mim. Juro que enfio seus argumentos no seu cu. Agora, levante sua bunda daí e vá lavar o rosto.

—Por que deveria?

—Por que se você não descer para dar as boas vindas à minha mãe, provavelmente vai entender por que nem eu desafio Barba Bracken.



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