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História Herege - Interativa - Capítulo 41


Escrita por: e Eriiih


Capítulo 41 - 4.1 - Debts paid


Mariah

A felicidade de ver Naerys morta foi uma coisa terrível e bela que se adonou dos ânimos de cada ser vivo. Não havia restado pessoa nos Sete Reinos que não comemorasse a louvável ocasião de sua morte.

Mariah teve medo. Naerys sabia ser um ser humano desprezível, mas um homem saberia ser pior. O estado em que se encontrava Westeros era digno de pena, Aegon I estaria certamente se revirando em seu túmulo. As disputas dos bastardos eram suficientes para que o autor do ataque contra a Fortaleza tivesse sido uma surpresa completa. Todos esperavam um Targaryen. Davos Baratheon fora um grande balde de água fria nas expectativas de todos.

Para sua felicidade, entretanto, ele não queria reféns. Uma das primeiras coisas que fez no dia seguinte foi chamá-la para uma reunião no escritório. Se ela desejasse ficar, seria bem vinda, mas se sua vontade fosse voltar a Dorne, ele faria os preparativos para que a viagem fosse segura. Obviamente, perguntou sobre Saerella. Se estava morta, se estava bem. Ele mais uma vez acalmou suas preocupações. Ela estava viva, estava sendo cuidada, e seria questionada sobre sua vontade de ficar ou não assim que estivesse em condições. 

Mariah escolhera retornar. Jamais quis partir de Dorne, não foi uma escolha sua. Ao menos, agora tinha a opção de fazê-lo e o controle da situação em que estava, por pior que fosse. Tinha ficado em Porto Real apenas pelo tempo que durara para que os arranjos de viagem fossem feitos. Encontrar um navio. Embalar suas coisas. Depois disso, foi apenas um caminho longo de carruagem até o Portão da Lama.

Ela estava aliviada de não ter sido qualquer um dos filhos de Aegon. Tinha se tornado difícil esperar por um tempo em que retornaria a seu lar, mas ali estava ela, a caminho, finalmente. Mariah não tinha como saber o que a esperava no futuro, o mais provável era que o reinado de Davos não durasse em nada, mas até então, ela podia desfrutar de sua tão dificilmente adquirida paz. Não podia dizer que não estava preocupada, mas isso era um pensamento que guardaria para outro dia. Naquele momento, queria apenas sentir o sol e a brisa marítima no rosto, cada segundo mais próxima de Dorne. O que era de Dorne deveria sempre retornar, ela dissera isso ao irmão repetidamente. Talvez ele próprio não acreditasse que um dia ela voltaria a Lançassolar.

A certeza de Mariah quanto ao tempo de reinado de Davos, entretanto, não se tratava apenas de suposições. Obviamente algum dos bastardos se proclamaria vencedor da coroa e trataria de derrubá-lo em breve, daquilo não restava dúvida. A paz não tendia a durar com instabilidades como aquelas em pleno curso, e Mariah tinha o pedaço de papel que podia fomentar infinitamente a instabilidade. E enquanto quisesse realmente que os Targaryen explodissem uns aos outros, não podia atirá-lo ao ar e deixar que se estapeassem por ele. Fora um golpe de sorte, realmente. Uma coincidência, um acidente, apenas. Enquanto tudo estava acontecendo na sala do trono, qualquer um poderia apanhar a coroa de Naerys para derretê-la por um bom dinheiro, mas não fora aquilo que ela encontrara no chão.

Um pedaço de pergaminho enrolado, era apenas aquilo. Rolou até a ponta de seu sapato, e ela não vira o que era aquilo até horas mais tarde, quando pôde tirá-lo das dobras de seu vestido e lê-lo. Aquele decreto tinha sido escrito para Rhaella Targaryen, mas não citava nomes. Qualquer um poderia usá-lo. “Aquele que estiver em posse desse decreto possui o direito legal à coroa” não era algo muito específico. Certamente não deveria ter escapado, mas não era mais questão sua para quem ele tinha sido escrito, e sim para quem entregaria.

Maron saberia o que fazer. Ela mesma admitia estar eufórica demais com a perspectiva de ver o castelo de sua infância para se importar com a política naquele momento, não quando a ansiedade roía seu estômago a cada hora acordada. Ao atracarem no porto, Mariah poderia atirar o decreto no oceano se isso lhe garantisse para sempre a satisfação de estar em Dorne. Ela poderia ter beijado o chão se não fosse ser algo extremamente indigno de uma princesa. Tudo estaria bem. Tudo estava bem. Ao inferno com Porto Real e suas intrigas e seu suco de uva aguado que mal passava por vinho. Ali era Dorne. Diria ao primeiro transeunte que passasse qualquer ofensa que quisesse sobre qualquer pessoa da corte Targaryen e o transeunte concordaria com ela. Era bom poder maldizer Naerys o quanto quisesse. Ao inferno com o respeito aos mortos, ela cuspiria na sepultura da mulher se um dia a visse.

Do porto, seguiram a cavalo para Lançassolar. O sol era bem vindo, ainda que escaldante, e ela jamais queria se esquecer da sensação que lhe trazia.

Apesar de não serem bem vindos os dragões ali, havia um deitado preguiçosamente sobre as torres de seu palácio, e Mariah foi obrigada a levantar uma sobrancelha para a cena. Apartentemente, Shaera tinha se feito verdadeiramente apta ao papel que tinha de assumir, e enquanto Mariah apreciasse isso, considerando que queria que sua casa estivesse em mãos competentes, não foi capaz de diminuir o desconforto gerado por aquilo. Tanto tinha comemorado se ver livre dos Targaryen que se esquecera da presença de um deles em seu próprio lar. Um esquecimento infeliz, certamente, e ela apenas suspirou.

Assim que instalada, Mariah decidiu ser hora de falar sobre o decreto, sobre política, sobre tudo. A felicidade de estar de volta não poderia minar o fato de que tinha deveres, e esperou que talvez seu irmão pudesse trazer alguma clareza sobre o assunto. Mas ficou bastante decepcionada.

—O Príncipe se encontra nos Jardins de Água junto de sua esposa e seus sobrinhos. — respondeu a criada que tinha sido chamada.

—O que diabos são os Jardins de Água?! — ela resmungou, sem realmente querer uma explicação. — Mande palavra exigindo seu retorno.

Mariah realmente esperava que aquele dragão no telhado fosse uma fera comportada.

 

Davos

A tomada de Davos do poder tinha sido um sucesso. As pessoas cantavam nas ruas. Tudo bem que estavam cantando porque Naerys estava morta e não porque ele tinha se tornado rei, mas era questão de detalhes. Ele tinha de ficar feliz pelas pequenas coisas. Faria melhor do que ela. A maioria das pessoas faria, mesmo se fosse uma pessoa sem educação. Por agora, seus súditos pareciam tolerá-lo. Era muito mais do que poderia pedir.

Havia tido uma coroação rápida, pequena, assim como a que tinha havido em Ponta Tempestade. Não havia necessidade de estender as coisas daquele modo, nem ele desejava fazê-lo. Para quê? Tudo aquilo que era necessário tinha sido feito. O que tinha agora era apenas trabalho duro pela frente, e com essa parte, não estava particularmente empolgado. Além da administração de recursos, precisava lidar com as respostas dos lordes de Westeros, e não esperava receber qualquer apoio. Exatamente por isso, o fato de estarem totalmente indiferentes a sua tomada do poder era surpreendente. E isso deixava Davos muito cansado, porque ele já não queria ser rei no começo daquela empreitada, meses atrás, e queria muito menos agora. Não era difícil fingir o contrário, mas arcar com todas as consequências era. Davos mal queria ser lorde, que dirá rei de qualquer coisa.

Naerys fora cremada, e teve seu corpo propriamente velado, como exigia a Fé. Mesmo que odiasse o que ela lhe tinha feito, dentro da lei ou não, ele devia aquele respeito mínimo a qualquer pessoa. Havia quem achasse que deveriam esquartejar o cadáver e alimentar ao dragão errante da Fortaleza com eles. Apesar de todos manterem Elaryen bem alimentado, ele não negaria uma refeição extra. Mas era ruim, e Davos ainda queria, inocentemente, ir para algum dos sete céus quando morresse.

Entretanto, Davos cometeu um erro, e por mais que fosse um erro, as pessoas o adoraram mais por aquilo. Ninguém se negava a rir de uma figura odiada sendo desrespeitada por acidente. A música que Aegon IV mandara que tocassem no funeral do primeiro Elaryen foi tocada no de Naerys, porque Argell havia dito que era uma canção sobre luto e pesar, e Davos não falava alto valiriano. Alexa, o bardo, performou na ocasião, mesmo que muita gente se perguntasse como ele ainda estava vivo, inclusive você que está lendo isso. O povo amou Davos pela última cuspida na sepultura da Targaryen.

Naquela manhã, ele precisava falar com o resto dos reféns que ainda mantinha na Fortaleza. Não queria reféns. Estava bem sem eles, e provavelmente seria mais valorizado sem eles. Ao final do dia, pretendia manter apenas Saerella, que estava se recuperando, ainda que vagarosamente. Concordou em mandar crianças da Campina de volta a seus pais, em permitir que cavaleiros do Oeste retornassem a seus lares, e toda a variedade de pessoas sem liberdade que pôde encontrar. Que voltassem todos a suas casas. Davos não tinha nenhum uso para qualquer um deles. Para quê? Não queria manter um reino à base de medo. Não era Maegor. Nenhum Maegor. Todos os Maegors até então tinham sido bem ruins.

A bem da verdade, ele não saberia o que iria fazer se qualquer um dos “legítimos” herdeiros aparecesse para reclamar o trono. Talvez entregar de bom grado, dependendo da situação. Tinha um problema com a antiga governante, mas aquilo não queria dizer que os próximos não seriam bons também. Tinha ouvido sobre as invasões dos homens de ferro contra as Terras Fluviais, e sabia que haviam Targaryens de ambos os lados. No Norte, o caos também reinava, e o resto poderia ser reduzido a caos muito em breve. Talvez fosse necessário um dragão para tornar Westeros uma coisa só de novo. Isso o levava a pensar também sobre sua mais nova filha, adquirida de forma surreal. Rhaella, agora Alyssa, era uma princesa por direito de nascimento, independente de Davos ter ou não a coroa. E ainda que quisesse manter isso quieto, eventualmente, algum dia, o destino bateria à porta, e ela teria de atender. Era difícil pensar dessa maneira, especialmente porque já tinha se apegado à criança, mas precisava pensar no futuro dela também, a despeito do que quer que sentisse. E isso incluía pensar se não deveria entregá-la ao resto de sua família biológica. Mas apenas Alyssa. Edric podia ter o sangue de quem fosse, ainda era um filho seu, e não de qualquer outra pessoa.

Talvez junto ao resto dos Targaryen, Alyssa aprendesse a se portar como era esperado dela. Talvez estivesse melhor junto a eles do que como uma Baratheon, que seria sempre considerada uma traidora, mesmo sem ter nada a ver com qualquer usurpo. Talvez aprendesse a montar dragões como Elaryen. Talvez montasse Elaryen, mas era ainda um talvez. Possibilidades demais e pensamentos demais que não acabavam por prover a ele nenhum alento de qualquer tipo.

Tendo lidado com todos os outros, apenas restava uma pessoa com que Davos precisava tratar naquele dia. E aquela talvez fosse uma das tarefas mais difíceis, porque não podia ser resolvida com promessas de devolver a pessoa a seu lar. Aquilo não bastaria, um discurso decorado. Seria honesto, ele supunha. Teria de ser. O antigo regente quase tinha posto a coroa sobre a própria cabeça. Quem garantia que não tomaria aquela oportunidade para matá-lo e tomar o trono naquele momento?

Ele não falou primeiro. Apenas sentou, de braços cruzados, esperando que Davos dissesse por que ele estava ali. Não tinha reservado para ele qualquer respeito cerimonioso. Ele tinha quase certeza de que Lucerys teria posto os pés por cima da mesa não fosse o receio de qualquer coisa que Davos não entendia. Tinha, outrora, sido a mesa dele, afinal.

—Eu quero fazer uma oferta a você. — ele recitou, se atrapalhando um pouco nas palavras. A situação o fazia nervoso. — Espero que a aceite.

—O que você quer. — era uma demanda, rude e simplesmente. Davos foi obrigado a indagar a si mesmo se Lucerys gostava do buraco onde tinha se enfiado.

—Eu quero fazer uma oferta. Você não tem muito lar para onde ser retornado. — ele cruzou os braços. 

—Não espero que isso signifique que eu vou morrer. 

—Quero que você assuma seu antigo posto de Mão do Rei.

Lucerys levantou, furioso, e provavelmente quase atirou uma cadeira em Davos.

—Nem pensar. Você perdeu a cabeça de vez? “O rei caga e a mão recolhe a merda”. Nem pensar. Não. Eu não vou fazer isso de novo. 

—Pense em todas as coisas boas que você encontrou como Mão. Poder. Influência. Lady Saerella. — Davos sorriu.

Não era uma ameaça, mas poderia muito bem ter sido. Enquanto Davos quisesse dizer que ele podia fazer o bem pelo povo, a verdade era que ninguém tinha uma medida muito boa dele para acreditar em sua pureza de coração. Então apesar de ter sido algo extremamente inocente, foi o suficiente para causar o efeito esperado.

—Você vai deixar ela em paz.

Era uma condição, e Davos deu de ombros. Não pretendia fazer nada a ela, mas ele não precisava saber disso.

—E vou precisar que você desocupe essa sala. Só os deuses sabem o que Naerys fez com os papéis importantes. Tenho medo de olhar para as finanças do reino.

E foi assim que Davos conseguiu uma pessoa qualificada para governar por ele.

 

Elmo

Elmo tinha feito muitas escolhas deploráveis naquele dia. E tinha sido um longo, longo dia. Uma das quais mais se arrependera foi ter acertado Samwell na sala do trono. E em sua defesa, não tinha visto que era ele, não que isso importasse como todo. Sam provavelmente estava morto a esse ponto, e seria retornado a Monte Chifre assim que o governante atual resolvesse o que fazer com o cadáver. Se o governante atual decidisse que deveria fazer alguma coisa com ele. Elmo não sabia quem tinha ficado com o trono, agora que Naerys estava morta, e honestamente não se importava. Ela já ia tarde. Que os Sete Reinos se virassem com ou sem governante. Daemon ou Maegor deveriam aparecer para tomar o trono cedo o suficiente. Não era mais problema seu. Mas queria não ter atingido Sam. Ele não merecia pagar por aquilo. O mal de estar no lugar errado na hora errada, ele pensava. Mas não havia o que fazer pelos mortos, salvo enterrá-los e chorar por eles se fosse o caso. Elmo não achava que fosse capaz de chorar por quem quer que fosse àquele ponto.

Ele tinha pensado que eram mentiras. Por que não seriam? Pessoas condenadas à execução tentavam de tudo para tentar escapar à sentença. Sobretudo alguém como o Velaryon. Elmo decidira checar por si mesmo uma vez que deixou os prisioneiros com qualquer pessoa que pudesse se encarregar deles. Os prisioneiros importantes ficavam nos andares inferiores das celas negras, e ele esperou encontrar Aenara lá. Presa. Talvez torturada, mas viva. E se fosse o caso, ele iria arranjar algum jeito de tirá-la dali, levá-la para um lugar seguro, afastado da Fortaleza Vermelha e de seus jogos de poder.

Cada passo fora como arrastar uma âncora. Pesado, difícil. Ele tinha medo de estar errado, de encontrar o barril, justo como lhe disseram que encontraria. Um medo completamente justificado, mas um medo de todo modo. A palavra de Naerys não valia meio centavo, mas ele precisava acreditar que ela ao menos quereria manter aquilo - a pessoa - que lhe permitia chantageá-lo. Não importava se Naerys tinha ou não matado a mulher de próprio punho.

Ninguém veio atrás dele. Elmo tinha tido total privacidade para fazer a descoberta menos aprazível de sua vida inteira. Em um ponto do corredor onde certamente ninguém costumava ir, havia, de fato, um barril de salmoura, grande, de madeira reforçada. Ele tirou dali o cadáver que viera encontrar, e não soube o que fazer com aquela informação. Chorar por cima da carne morta não parecia uma opção que fosse suficiente. Não era. Como resumir o horror daquilo em mais sal para se adicionar ao envólucro da mulher que um dia amara? Não podia fazer aquilo. Tampouco seu estômago decidiu que era uma cena ruim o suficiente para se livrar de qualquer conteúdo que ainda tivesse. O que sentiu podia, entretanto, ser aglutinado e transformado em raiva, no tempo indefinido que passou encarando a cena. Elmo não saberia dizer se tinha ficado ali por minutos ou por dias, mas quando saiu, o sol se punha no horizonte.

Tinha sido menos satisfatório matar Naerys do que ele tinha pensado que seria. Não parecia suficiente, uma vingança. Para ele, ela merecia mais do que uma centena de mortes, e mesmo se pudesse fazer isso, ainda não seria suficiente. Não tivera tempo de sentir absolutamente nada pela morte de seu antigo companheiro de viagens tampouco. Era uma fúria fria, focada, e nada que acontecesse poderia alterar aquilo. 

A Fortaleza Vermelha parecia ter sido invadida, e ele não podia se importar menos. Que o matassem. Que matassem a todos ali dentro. Que queimassem a cidade e fizessem daquilo um monumento para a morte de Aenara. Se o mundo acabasse naquele momento, estaria tudo bem. Tinha feito o que precisava, o que podia fazer. Não tinha nenhuma ambição de ressucitar os mortos. Não era assim que o mundo funcionava, e homens melhores do que ele tinham pagado preços muito altos por tentar reverter a morte. Ele confiava que aquilo que estava morto pertencia aos deuses, mesmo que os odiasse por pôr um fim na vida de uma mulher que não merecia aquilo.

Elmo, entretanto, não era a única pessoa furiosa com aquela situação, e ele percebeu isso tarde demais. Os passos que anunciavam outra presença no longo corredor de pedra eram duros, ritmados. Encarando o cadáver, ele não quisera tomar conhecimento de quem ou do quê se tratava. Não sairia dali. Não queria.

—Elmo. — chamou a voz da pessoa que tinha vindo até ali. Ele percebeu, tarde demais, que se tratava de Loreon, a espada desembainhada e parecendo mais determinado do que ele jamais o tinha visto. 

—Faça o que você veio fazer.

Ele não teve tempo de sentir muita coisa antes de a lâmina lhe perfurar o peito. Entre a quarta e quinta costelas. Elmo sorriu. Loreon tinha aprendido bem.


Notas Finais


>> E aí, Heregefans. Vocês têm outro nome pra isso? eu não tenho, então é isso aí. Voltamos à programação de sempre com o quarto ano dessa lixeira pegando fogo que se tornou Westeros. Alguns avisos, agora!

>> As linhas do tempo! Alguém me perguntou sobre elas, e o negócio é que eu esqueci de ajeitar pra colocar tudo hoje :D Vou ajeitar a tempo pra semana que vem, juro. Aí posto junto a do segundo e do terceiro ano.

>> Herege não é standalone, ou seja, existem outras histórias que acontecerão no mesmo universo, mas quando e como isso vai acontecer vai depender muito. Durante as próximas semanas, eu devo começar uma outra história, não-interativa, sobre todas as modificações que vão acontecer. Eu vou começar no reino de Viserys II, onde vou explicar tudo que houve entre Aegon IV e as irmãs com mais detalhe, e daí, vou seguir, ou seja, haverão resumos dos anos que Herege cobre. Essa história vai continuar desde 170AC, começo do reino de Viserys II até cerca de 320AC, cerca de uma geração depois da que está na série de livros como "tempo atual". Ainda, existe uma shortfic pra ser postada, cerca de 3k palavras, depois que Herege acabar. Ela é fruto de um sonho muito doido e se passa cerca de mil e quinhentos anos depois dessa história aqui. Talvez algum dia haja Herege 2: Electric Boogaloo, e se isso acontecer, vai se passar depois dessa shortfic, num au moderno. Ouvi celulares e aviões em Westeros? Provavelmente não, mas amo mesmo assim.


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