História Hermione Malfoy - Capítulo 5


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Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Harry Potter, Hermione Granger, Lucius Malfoy, Narcissa Black Malfoy, Ronald Weasley
Tags Adotada, Gêmeos, Hermione Granger, Hermione Malfoy, Sangue-puro
Visualizações 372
Palavras 2.934
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


"Sua arte não é avaliada pelo número de comentários que você recebe" mas. Se você passou 6 horas assando um bolo para uma festa, mas ninguém na festa come o seu bolo, ainda é decepcionante."
Li isso uma vez no Tumblr sobre autores e qualquer outra coisa, acho que se encaixa muito bem. Sejam gentis, desculpe pela demora. A vida adulta é uma merda

Capítulo 5 - Capítulo 5 - Interludio


Dizer que Draco Malfoy estava surpreso era um eufemismo, ele chegara em poucas horas em casa, sua mãe esperando na estação, seus olhos confrontando quem quer que ousa-se olhá-la de forma mais demorada. Seu pai estava preso, ele tinha ciência disso.

Os jornais foram rápidos relatando o ocorrido no Profeta Diário, não muito detalhado sobre o que realmente os alunos de Hogwarts faziam no lugar, mas destacando muito bem os nomes presos. E foi por isso que ele se manteve em silencio durante a viagem de volta pra casa, um olhar gelado sustentado e uma cara severa pra alguns que passavam pelo corredor e apontavam para a janelinha da sua cabine. Ele desejou descontar a raiva em alguém.

Os dois Malfoys se apressaram para casa e não foi logo depois que ele tinha tomado banho e lanchado alguma coisa, que sua mãe o arrastara para o cômodo no final do corredor onde ficava o seu quarto, ele nunca tinha reparado muito no lugar antes, a mansão tinha diversos cômodos, muitos trancados também como aquele em específico.

O que ele não esperou era que fosse um quarto de bebê, o quarto tinha uma decoração suave, o tom de lilás e azul combinando muito bem, um berço branco no centro, mas ele podia ver que faltava alguma coisa, um buraco aqui e ali na decoração, como se tivesse sido tirado alguns detalhes.

Ele se preocupara em analisar calmamente o quarto percebendo que sua mãe brevemente respirou fundo diversas vezes, sobrecarregada momentaneamente. Foi por isso que ele engasgou quando percebeu um desenho suave em uma das paredes, dois nomes elegantemente pintados com tinta dourada, inegavelmente seu nome era um deles, mas ‘Aurora’ era um nome que ele não se lembrava de ter ouvido antes.

A respiração de sua mãe era ruidosa, mas ele não ousou virar, seu nome acariciando a pintura, preocupado no que aquilo implicava.

—Nós tínhamos planejados deixa-los juntos no quarto, assim seria mais fácil de lidar com os dois- Draco engoliu em seco quando a mãe continuou- minha tia não parava de me alertar sobre como um de vocês choraria assim que o outro começasse, como era uma má ideia, eu não percebi o quanto eu ansiei por isso- ela riu amarga- até quando eu finalmente percebi que eu não poderia viver isso também.

—Mãe? – ele a encarou, Narcisa passava as mãos pequenas em alguns detalhes entalhados na madeira branca, ele sabia que seus pais perderam um filho, mas esse assunto era um tabu entre as famílias mais nobres, o quão difícil era gerar uma criança, um assunto dolorido, o qual ele nunca ousara falar sobre, ou qualquer um com bom senso ousaria tocar. Mas, que ele uma vez tivera um gêmeo era um pouco chocante, ele sabia as histórias que envolviam irmãos assim, como unidos e como sua magia era forte quando juntos, uma ligação profunda e não entendida por muitos.

Quando a realização o atingiu, ele sentiu-se um pouco vazio, uma dor persistente no peito que ele não tinha esperado sentir- Quando... quando ela morreu?

A mão de Narcisa voou para a própria boca enquanto ela tentava deter um soluço- Eu não sei- ela respirou fundo mais uma vez- eu nem sei se a minha menina está morta- ela finalmente derramou algumas lágrimas e ele a direcionou até um banco no quarto, oferecendo-lhe um lenço que ele sempre guardava no bolso, por insistência de sua mãe.

Ele esperou calado até que ela se recompôs- eu nunca cheguei a vê-la realmente- sua voz era magoada, e ela tocou o seu rosto- você era tão lindo, Draco. Eu aposto que ela era também. Eu não soube até a manha seguinte em que você foi trazido para mim, Aurora havia sido levada, eu não fui capaz de olhar para Lucius por meses e...

Draco ergueu as sobrancelhas surpreso, mas não ousou comentar, deixando sua mãe dizer tudo o que queria- Uma missão deu errada e dias depois o único sobrevivente levou a sua irmã, levou-a de mim- ela soluçou- eu não deixei ninguém chegar perto de você durante um mês, com medo que você fosse levado também, eu não poderia suportar a ideia.

—O Lorde das Trevas impediu que seu pai se entregasse, ele não iria permitir que isso abalasse de alguma forma seus planos malditos, nós não podemos nos envolver muito na investigação que o Ministério fez, quarenta e cinco dias depois o inquérito foi arquivado, não havia pista nenhuma, nada que pudesse guia-los por mais tempo.

—E vocês desistiram?- ele não pode evitar a acusação em seu tom, parecia que agora que ele sabia a verdade, um aperto comprimia seu peito e ele de repente sentiu falta de uma coisa que ele nunca soubera que ele tinha.

Ela fechou os olhos e inspirou acalmando-se- Houve uma vez em que Lucius ainda tentou algumas coisas secretamente, mas ele de alguma forma descobriu, eu ainda me lembro dele ameaçando você na frente de nós dois, você era só um bebê, tão indefeso, Já nos tinha sido tirado muito e nós não poderíamos perder você também.

Ele balançou a cabeça inconformado, tudo parecendo tão injusto. Por um momento ele gostaria de não saber sobre isso, assim sua respiração não pareceria tão difícil por um momento.

—Escute, Draco- ela agarrou seu rosto, os olhos cinza tão idênticos encarando um ao outro- você sabe o que será cobrado agora?

Ele negou com a cabeça.

—Seu pai falhou mais uma vez, o Lorde das Trevas gosta de ensinar— ela grunhiu a palavra- os seus, gosta de puni-los, eu não vou permitir que outra missão fracassada tire você de mim dessa vez- ela rosnou furiosa- eu não vou permitir que o Lorde das Trevas interfira mais uma vez na vida dos meus filhos.

Ele engoliu em seco. De repente emocionado com aquela mulher tão delicada e forte ao mesmo tempo.

—Você é tão jovem, tão jovem para ser envolvido nisso tudo- ela disse inconformada e ele estremeceu com o significado implícito nas palavras de sua mãe-  eu lhe contei essa história para que você tenha a certeza no seu coração que eu não vou deixar que ele tire você de mim também. Você me entende?

—Sim, mãe- ele achou que apenas acenar fervorosamente seria insuficiente para sua mãe, ela relaxou quando ele confirmou em voz alta.

Ela o abraçou forte e beijou o topo da sua cabeça várias vezes- Eu amo você, querido. Mais do que você imagina- ela sussurrou dessa vez, suas mãos o segurando como se não quisesse soltá-lo, ele não queria ir embora de qualquer maneira.

Ele não duvidava de nenhuma das palavras de sua mãe.

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Ela não falara com Hector por 5 dias, primeiro porque cada vez que lhe dirigia a palavra eles só acabavam brigando e depois ela ainda estava debilitada após o episódio do Ministério.

No terceiro dia, ela pode ouvir uma briga do lado de fora da ala de proteção, Madame Pomfrey e Alvo Dumbledore discutiam com um acalorado Hector Granger, mas no final eles não entraram na ala de proteção. Rony jogava com ela xadrez de bruxo na tentativa de animá-la, o que não era bem sucedida porque ela perdeu mais partidas do que ela era capaz de contar.

Harry mantivera-se mais calado nesses dias e ela foi obrigada varias vezes a se lembrar que Sirius estava morto. Nenhum dos garotos abriu a boca aos demais sobre sua aparência em nenhum momento, mais um segredo que eles guardavam e que de alguma forma estranha fortalecia sua amizade também.

Ela se recusou a olhar no espelho até a noite do primeiro dia, quando não tinha mais ninguém para vê-la comparar as características de Malfoy nela, suas características sua mente sussurrou pra si mesma, ela não se olhou no espelho mais. Inclusive, tinha sido um dos motivos que ela discutira com Hector no segundo dia, ela queria que seus cabelos voltassem a ser castanhos, mas aparentemente não seria possível enquanto ela não estivesse curada.

—Você vai voltar com ele?- Harry sussurrou, eles podiam ouvir a voz de Hector Granger conversando com a medibruxa.

Hermione encolheu os ombros, ela não tinha pensado o contrario- ele ainda é meu pai, Harry- ela resmungou cansada enquanto observava o cavalo de Rony esmagar sua torre, ela bufou irritada e o ruivo lhe deu um sorrisinho de canto.

Harry suspirou aliviado- Você vai contar pra ele?

Hermione fingiu que não sabia a quem ele se referia e ergueu a sobrancelha inquisitiva.

Harry a encarou por alguns segundos, em uma batalha de olhares e eles permaneceriam assim se Rony não tivesse gritado xeque mate e ela se virasse indignada para ele.

—Você está fazendo um péssimo trabalhar em me animar, Ronald.

Ele riu não repreendido o suficiente e acenou novamente para que o tabuleiro se arrumasse novamente.

—Não é uma boa ideia de qualquer maneira- Harry resmungou enquanto analisava o monte de cartões dos sapos de chocolate que ele trouxera- quem sabe o que eles poderiam fazer com o seu pai. Ou com você.

—Ninguém pode saber, nem mesmo a ordem.

Rony acenou com a cabeça- nem mesmo a Ordem- o ruivo repetiu.

Nada dera muito certo quando eles depositaram os seus problemas na mão de adultos de qualquer maneira. O lembrete de que Dumbledore sabia sobre a profecia envolvendo Harry ecoou em sua mente, enquanto ela encarou rapidamente alguns arranhões na mão do garoto, quando ele quebrara o escritório de diretor no dia anterior.

Eles não poderiam confiar em ninguém.

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Demoraram mais cinco longos dias para que a elfa Dotty pudesse mudar sua aparência novamente ao normal, ao menos para o que era suposto ser. Ela ainda se sentia fraca, mas a maldição de Dolohov já tinha sido detida por completo, eles só precisariam corrigir os efeitos posteriores da maldição.

Mais tarde quando ela olhou no espelho, ela se surpreendeu quando encarou o reflexo por vários segundos e por um momento muito breve percebeu que esperava enxergar os olhos cinza, agora no castanho característico.

Ela acenou com a cabeça indignada consigo mesma, antes de dar as costas ao espelho.

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Draco respirou fundo tentando manter o controle de si mesmo, o controle de sua mente, há exatos dois dias Lord Voldemort exigiu a sua lealdade, Draco não estava preparado para a marca negra. Ele respirou fundo mais uma vez, sua esperança, que fora despertada com o discurso de Narcisa alguns dias antes, totalmente despedaçada aos seus pés.

Ele observou com receio quando Lord Voldemort ergueu a varinha, sua mãe estava no canto, as mãos dobradas e a boca franzida em uma sutil preocupação, ela olhou ansiosamente quando o bruxo mais velho encostou a varinha em seu pulso e antes que Draco fechasse os olhos, uma porta foi escancarada.

—Milorde- o homem era Severo Snape, que se abaixou rapidamente em uma reverencia- me perdoe por interrompê-lo, mas acredito que alguns planos devem ser alterados.

O rosto de Lord Voldemort se contorceu em fúria por breves segundos, antes que ele observasse Snape cuidadosamente, os olhos seguindo cada movimento do mestre de poções.

—Diga, Severo- a voz era aveludada, mas Draco se sentiu tremer brevemente.

—Encantos de detecção foram postos em Hogwarts, feitiços específicos para a Marca Negra, aparentemente, Dumbledore acredita que o numero de membros com a mesma que se infiltraram em Hogwarts há décadas podem vir a se tornar uma ameaça real na escola novamente, ele quer proteger seus alunos- Severo zombou, era claro o quanto Hogwarts definitivamente não era segura nos últimos seis anos, os escândalos da escola sempre abafados.

—E você? Diga-me, você mesmo não possui uma marca, Severo?

Lord Voldemort não estava preocupado com seu servo, muito pelo contrário, ele temia que seus planos fossem frustrados. Como que para comprovar o que iria dizer, o mestre de poções exibiu seu braço, uma parte dele ferido onde ficava a marca. Draco fez uma careta para o estado dos machucados.

—Dumbledore chegou a mim em menos de um minuto, aparentemente, eu era um teste- pelo resmungo Draco poderia dizer que seu padrinho era tudo menos satisfeito- há feitiços que me impediram de avançar pelo terreno da escola, o velhote alterou a ala para reconhecer minha assinatura mágica depois que confirmou que sua proteção não era falha.

Voldemort respirou fundo varias vezes antes de virar e caminhar calmamente até a janela, Draco viu quando o homem apoiou os braços na poltrona ao lado antes que ele se virasse furioso explodindo um pedaço da parede.

Draco engoliu seco e quando encarou a sua mãe, ele percebeu que ela estava calma demais para a situação, quase relaxada. Ele percebeu que em nenhum momento os olhos dela se cruzaram com o de Snape.

Ele sabia que sempre poderia confiar em Narcisa Malfoy.

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—Eu odeio isso- Harry rosnou irritado, ele fazia uma figura engraçada sentado na cadeira de sua penteadeira, quase fora de lugar no quarto em tons de branco, azul e lilás, Hermione não riu de qualquer maneira.

Fazia calor absurdo e ela podia sentir o suor escorrendo pelas costas, não por nenhum esforço físico, mas pelo cansaço de treinar oclumência durante a tarde inteira. Ela mesma poderia manter sua mente muito bem organizada e centrada quase como um dom natural, mas eles treinavam para lidar contra um ataque direto.

Não foi muito difícil convencer Dumbledore, realmente, o bruxo idoso estava tentando de tudo para voltar a ganhar a confiança de Harry, inclusive deixar que o mesmo visitasse sua casa durante o verão, não que ele poderia impedir Harry ou Hermione de qualquer maneira. Mas a ligação da sua lareira com a dos Dursleys era uma benção. E Harry estava de ótimo humor toda vez que via alguns dos seus tios estremecerem quando ele saia pela lareira.

Em suma, era um bom verão. Os dois se encararam calmamente e Harry tentava furiosamente contornar a invasão de sua mente, foi com um susto que ao invés de Hermione avançar nas suas horríveis memórias de infância, ele invadiu a mente dela.

—Eu a transformei em tudo o que ele odeia! Eu lhe ensinei o amor e a compaixão, o companheirismo e a lealdade!- Hector gritou, mas era desesperado, o rosto contorcido em dor- se não fosse por mim, você seria como..

Hermione fez uma careta antes de expulsar Harry de sua mente, definitivamente, ela não queria lembrar de suas brigas com seu pai, agora que eles voltaram a se falar, ela não queria pensar no que ela poderia ter sido se tivesse sido criada como uma Malfoy, ela não gostava de pensar que ela poderia ser tudo, mas absolutamente diferente do que ela era agora.

—Eu acho que é melhor fazermos uma pausa- ela ofereceu quando o garoto pareceu se encolher constrangido, ela ergueu uma sobrancelha- sabe, você parecia muito menos constrangido quando avançou em uma memória minha na praia de topless.

Harry gritou indignado e Hermione riu, a atmosfera tensa do lugar pareceu evaporar consideravelmente. Ela decidiu que as memórias de um Harry pequeno sendo castigado por seus tios ou das suas últimas memórias conflitantes sobre a realidade da sua paternidade eram demais para uma tarde.

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Draco esperou impaciente quando viu Blaise e Pansy falarem que precisavam trocar suas vestes pela roupa de Hogwarts, ele já estava preparado há muito tempo, esperando o momento oportuno.

Por mais que o assunto sobre sua irmã não tenha sido tocado nunca mais, a curiosidade o destruía a cada dia que passava e foi por isso que ele leu tudo o que podia sobre na biblioteca. Lord Voldemort proibira os seus pais de procurarem por Aurora e não ele.

Foi por isso que ele riscou a runa em seu pulso, o sangue fluindo em pequenas gotas, então ele recitou o feitiço de ligação. Ele tinha lido sobre gêmeos mágicos uma vez e ele esperava que as histórias fossem verdades, que a ligação absurda de um gêmeo só funcionasse para ele. Ele desejou do fundo do seu coração, sua intenção clara para a magia enquanto ele repetia mais uma vez o encanto.

Então, uma suave e pequena bolinha de luz surgiu a sua frente e Draco riu incrédulo, ele sabia que a pequena luz só surgiria se houvessem chances reais de sua irmã estar ali, ele seguiu loucamente pelos corredores e confirmou que só ele poderia enxergá-la quando ele passou ao redor de um pequeno grupo e nenhum pareceu notar a bola de luz.

Quanto mais ele andava, maior era o seu temor e ele achou que poderia vomitar a qualquer momento. Ele quase se sentiu sortudo e quando passou pelo vagão de Luna Lovegood, ele orou para que não fosse a garota incoerente, foi com alivio que a bolinha seguiu em frente.

Foi como um balde de água fria que a pequena luz repousou em uma Hermione Granger que caminhava pelo corredor junto a ninguém menos que Ronald Weasley, Draco esperou que a luz atravessasse a garota e continuasse em seu caminho, ele tentou ignorar como a pequena luz se espalhou sobre o tronco de Granger antes de desaparecer, e ele jurou que poderia desmaiar a qualquer momento.

Ele respirou fundo quando a garota finalmente o encarou estranhamente.

Draco nunca se sentiu tão fudido em sua jovem vida. Ele quase desejou que ele nunca tivesse tentado o maldito feitiço, ele quase desejou que ela tivesse morrido há anos atrás. E então, ele se arrependeu dois segundos depois que o pensamento veio a sua mente.

Ele queria berrar para o mundo, pela injustiça da sua vida, porque a compreensão do que ser uma Malfoy implicava para Hermione Granger era por um momento, insuportável demais para imaginar.

Foi por esse motivo que ele fugiu.


Notas Finais


Eu me empolguei na parte de Narcisa e isso ficou longo, sorry
O que acharam das mudanças?
Eu não estou enrolando, juro. Só achei que algumas coisas precisavam ser explicadas realmente.


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