História Hero Helper - Capítulo 8


Escrita por:

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Eijirou Kirishima, Katsuki Bakugou, Midoriya Izuku (Deku), Mina Ashido, Personagens Originais
Tags Bakugou, Bakugouxreader, Boku No Hero, Imagine
Visualizações 150
Palavras 1.285
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá! Sejam bem vindos ❤
O capítulo de hoje é muito especial! Tivr que dividir ele em dois se não ficaria GIGANTE, mas não vou demorar muito pra postar a outra parte!
Tenham uma boa leitura!

Capítulo 8 - O baile da Saviors.


Girei em frente ao espelho da loja, ao som das palminhas animadas da atendente. Às vezes eu me sentia bem mal por não ter uma amiga mulher e ter que resolver todos esses problemas sozinha, como por exemplo; Que vestido se usa em um baile em nerv na frente de todos os nossos colegas de trabalhondar ao lado da pessoa mais importante da noite? Eu realmente não fazia a mínima ideia, pedi uma dica de loja para a heroína da sala ao lado da minha, ela ficou feliz em me indicar essa loja – Que a proposito tem preços altos, mas vestidos lindos.

Doía meu bolso ter que gastar todo aquele dinheiro em um vestido que usaria apenas uma noite da minha vida, contudo, depois daquelas palavras de Shindai eu soube que era realmente importante causar uma boa impressão, ainda mais em uma das primeiras vezes que apareceríamos oficialmente na mídia, durante aquele baile teríamos que dar uma entrevista que seria transmitida ao vivo por alguns canais de televisão, e isso me deixava nervosa.

– Vai levar esse, senhorita? – A moça que me atendia perguntou, com um grande sorriso.

– Sim – Suspirei, deslizando a mão sobre o tecido da saia rodada, provavelmente era a escolha certa – Também preciso de sapatos.

Comprei os sapatos e o vestido, depois fui a um salão e marquei horário para o dia do baile, para fazer o cabelo e uma maquiagem, o básico. Já aparecia muitas vezes na televisão toda suja e suada, era vez de fazer algo diferente.

Durante as duas semanas antes do baile Shindai nos fazia ficar até mais tarde na agencia, treinando o que deveríamos dizer nas entrevistas, Bakugou estava insuportável nos últimos dias, ele odiava cada aspecto daquilo. Tivemos uma reunião com todos os heróis da agencia, em que foi passado a ordem dos acontecimentos do baile, todo o destaque iria para Bakugou, porque ele merece ser reconhecido.

Eu não discordava disso, mesmo que o perverso fosse o diabo, ainda era um herói incrivelmente forte e bem treinado, ele sempre estava na agencia, na hora que eu chegava e na hora em que eu saia, além de não ter aberturas em um combate, a cada dia ficava mais forte, e eu ficava mais inútil, mesmo assim me esforçava para ajuda-lo o máximo possível quando estávamos em ronda ou em uma missão em particular. Entendia o porquê de ele odiar tanto ter uma assistente, ele não precisava, era implacável! O real motivo de eu estar ali era para as pessoas confiarem nele – E isso o deixava ainda mais irritado.

– Vocês dois vão ter que resolver esse problema – Shindai disse para nos dois no meio da reunião na frente de todos os nossos colegas de trabalho, quase morri de vergonha – Porque não queremos que o Japão inteiro saiba que vocês se odeiam.

Kacchan revirou os olhos, ele realmente não tinha pretensão de se dar bem comigo, nem eu tinha! Bem, podíamos fingir no dia do baile.

No fatídico dia eu acordei dez horas da manhã, passei a manhã inteira me preparando psicologicamente, repetindo os passos de dança de um vídeo na internet, eu não sabia dança valsa, e se era um baile, teria valsa, certo? 

Almocei e logo sai de casa, pegando um taxi para ir ao salão.

Eu odeio salões de beleza, mas fiz alguns tratamentos e a cabelereira me convenceu a deixar o cabelo solto, apenas decorado com tranças discretas atrás, fez as minhas unhas, e depois fizeram minha maquiagem, elas estavam animadas porque era a primeira vez que trabalhavam com uma heroína profissional.

Peguei outro taxi e voltei para casa, coloquei meu vestido. Me sentia feliz por ter escolhido ele, combinava com a imagem que Shindai queria que eu passasse, coloquei os sapatos que tinha comprado, sandálias de salto baixinho prateadas, também coloquei dois brincos delicados.

Me olhei no espelho do banheiro, acho que na minha vida inteira nunca estive tão bonita, isso me deixava um pouco nervosa.

Fiquei mexendo no celular até chegar a hora, e agradeci por não ter encontrado a senhora Otons quando desci as escadas, eu a adorava, mas não queria ouvir meia hora de elogios.

Achei que fosse encontrar um dos carros grandes e negros da agencia, mas encontrei aquele carro esporte vermelho sangue novamente. Por que Bakugou? Me perguntei olhando pars o céu.

Abri a porta e olhei para dentro, ele virou o rosto para mim, me avaliando com aquelas esferas escarlates. Estava usando um terno negro, com uma camisa vermelha bordo por baixo, gravata, colete e blazer, realmente deslumbrante, fui eu que pensei, mas foi ele que disse:

– Está bonita – Comentou.

– Por que você que está me buscando? – Ignorei o seu elogio, não esperava por ele e não estava preparada para recebe-lo, geralmente ignoro coisas que não sei lidar.

– Porque eu quero, entra no carro.

Revirei os olhos e fiz o que ele me pediu, puxando a saia do vestido, me enrolando toda, mas conseguindo me sentar no banco.

– Vai ter que me ajudar a sair depois – Informei – Isso pode ser bom para a sua imagem.

Ele me fuzilou enquanto eu fechava a porta.

– Respondendo a sua pergunta, vim busca-la porque era a penitencia por não querer vir com o carro da agencia, já vai ser um inferno passar a festa inteira do seu lado, eu não ia querer adiantar a tortura se não fosse necessário – Ele disse.

– Bom, que pena – Disse sarcástica, sorrindo falso – Mas pelo menos finja, eu vou fingir muito bem... – Virei o rosto para ele – Ou você não consegue?

Ele franziu o cenho, me encarando de volta, novamente ignorei a proximidade de nossos rostos, também não sabia lidar com isso.

– Fingir que não quero explodir a sua cara? – Perguntou, sua voz soou extremamente sexy para mim e me apavorei com esse pensamento – Vou tentar.

Virei para frente, me afastando o máximo que conseguia naquele carro. Que porcaria de pensamentos são esses S/N?! Ele é o diabo, não caia nas artimanhas do diabo!

Ele ligou o carro e deu a partida, permaneci de braços cruzados o caminho inteiro, olhando pela janela, sentindo o cheiro delicioso que esse maldito carro tem.

Fomos nos aproximando do local do evento, conseguia ver os desenhos que os canhões de luzes faziam no céu nublado, os carros de empresa de todos os lados da rua. Me ajeitei no banco sentindo meu coração acelerar dentro do peito, droga, droga, eu estava ficando nervosa.

Nem precisamos parar antes da cancela, ela abriu sozinha e um montão de flashes começaram a ser disparados em cima de nós, coloquei a mão sobre o peito, sentindo as palmas suadas, aquele nervosismo com certeza seria um problema.

Bakugou parou o carro na frente do tapete vermelho que levava ao grande salão, diante do corredor de fotógrafos e seguranças desnecessários, suspirei colocando a mão no trinque da porta.

– Espere – Ele trancou as portas, o olhei confusa – Não fique nervosa, idiota, você está tremendo.

Olhei para minhas mãos, estavam mesmo. Mas como ele tinha percebido?

– Eu nunca passei por isso – Me expliquei.

– S/N... – Me chamou, olhei para seu rosto – Você é inteligente, e nós treinamos, não é? – Disse, eu estava embasbacada com sua primeira fala gentil para mim – Então ao menos que você seja realmente muito boa em esconder sua burrice, eu confio em você, e agradeceria se você fizesse o mesmo. – Sussurrou, sem desviar o olhar do meu.

Engoli a seco e assenti, ele fez sinal para eu ficar no carro e saiu. Encarei minhas mãos, sem entender quem era aquele cara que tinha acabado de falar comigo, porque não parecia o perverso com quem eu trabalhava diariamente, seu tom era mais calmo e gentil, e ele estava tentando me passar tranquilidade.

Naquele momento entendi que ele não era tão ruim assim.


Notas Finais


Vestido da OC - https://br.pinterest.com/pin/742179213567087566/

Sentimentos conflituosos sobre o Kazinho hein? Dá pra entender, coitada.
Esse baile promete muito, tem uma das passagens que eu mais amo nessa história ❤
Comentem se gostaram!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...