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História Heroes - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


essa fic ja tava na minha cabeça a muito tempo e decidi escrever, se você está lendo obrigado e me digam oq tão achando

s/n (seu nome)
s/s (seu sobrenome)
altura: 1,62m
cor de cabelo: castanho escuro
individualidade: backpack (vai ser explicada nesse capítulo)
gosta de: gatos e chocolate

Capítulo 1 - Capítulo 1- Teste


Acordei com o despertador tocando aquele toque insuportável e tratei de desligar logo, levantei meio aérea ainda até que tiro o celular da tomada e me deparo com a notificação da minha agenda dizendo "PROVA DE ADMISSÃO!!!!". Arregalei os olhos e me lembrei:

"P*ta merda é hoje"

Eu havia me inscrito no sistema de intercâmbio da escola UA para o curso de heróis no Japão e como eu moro no Brasil e não teria como viajar para o outro lado do mundo para fazer as provas existia uma agência que as aplicava em São Paulo, e hoje era o dia que eu iria fazê-las.

Tomei banho e me arrumei um tanto apressada e fui descendo até a cozinha para comer alguma coisa

—s/n filha! já estava indo te chamar, vamos sair daqui a 15min pra chegarmos no local da prova a tempo, já arrumou tudo que precisa? tem certeza que não tá esquecendo nada?

— já peguei tudo mãe relaxa! — eu disse comendo uma torrada e colocando café num copo grande — tô super ansiosa!

— eu também, se você passar eu não sei o que vou fazer sem você aqui — minha mãe disse um tanto emotiva e dramática

— ah para né mãe você ainda tem meus dois irmãos pra cuidar, eu já tenho 15 anos, vou me dar bem lá!

— hmm — minha mãe suspirou — você sabe que eu só concordei com isso porque sua tia mora na cidade que a UA fica e tô confiando em vocês duas

— eu sei mãe, vou pegar minha mochila e a gente já pode ir — disse segurando o copo e correndo pro meu quarto pegando uma mochila azul com estrelas e colocando uma roupa para a prova prática dentro e dando uma última olhada em mim mesma no espelho antes de descer de novo e indo com a minha mãe para o carro

****

Depois de longas duas horas chegamos no local das provas e eu estava literalmente tremendo de ansiedade, minha mãe foi tentando me acalmar o caminho todo até lá mas não adiantou nada, quando sai do carro minha mãe gritou

— BOA SORTE FILHA VOCÊ VAI SE SAIR BEM EU TE AMO! — nisso eu já tinha virado um pimentão de vergonha pois tinham algumas pessoas olhando para a gente — ARREBENTA ELES E EU VENHO TE BUSCAR AS 14!

— tá mãe! tchau

Olhei pro meu celular e eram 09:45, a prova escrita iria começar as 10 indo até às 11:30 e a prática ao 12:45 logo após o almoço

arrumei meus documentos e entrei no lugar que já estava meio cheio, só 50 pessoas iriam fazer a prova mas mesmo assim eu estava bem nervosa pois só seriam duas vagas para o intercâmbio. Depois de assinar uma lista e ver onde seria a sala da minha prova entrei e esperei começar, para a minha surpresa a prova era simples e graças a ter morado no Japão nos primeiros 5 anos da minha vida na parte do japonês eu me sai muito bem, acabei a prova mais rápido do que o esperado, entreguei e sai da sala andando pelo prédio até um refeitório sentando em um canto e mexendo no meu celular pra passar o tempo e decidi mandar mensagem pra minha amiga


<3 Bruna <3

amiga do céu acabei a prova escrita!!!! -11:02

meudeus e aí como foi???? -11:04

foi de boa até coisa básica, tô com medo é da prova prática -11:05

s/n sua individualidade é uma das mais legais que eu já vi e você treinou desde criança pra isso, você vai arrasar, relaxa aí -11:06

aí tô nervosa -11:07

relaxa e come alguma coisa pra n desmaiar kkkkk -11:07

beleza kkkk -11:08


Bloqueei o celular e abri um pacotinho de bolacha que tinha trago, a ansiedade me deixou sem fome então comi um pouco só pra não desmaiar mesmo. Nesse meio tempo vi várias outras pessoas chegando no refeitório ou andando por aí e pensei comigo mesma que elas também deveriam ser muito boas, algumas até andavam com uma aura de superioridade que podia ser até intimidador, mas achava estranho pois um herói deveria ter um pouco mais de compaixão no coração né?

Enfim deram um chamado para colocarmos nossas roupas para a prova prática, disseram que primeiro teríamos uma avaliação individual e depois uma conjunta no campo atrás do prédio. Fui até os vestiários me trocar e varias meninas estavam conversando entre elas dizendo como a parte do japonês da prova estava difícil e acabei me animando um pouco mais, obrigado mãe e pai por serem japoneses, quando terminei de me trocar já saí e fui para um corredor onde tinham várias filas para as avaliações individuais, de acordo com minha ficha ia ser avaliada na sala 5 então fui até lá onde tinham duas pessoas encostadas na parede ao lado da porta e parei atrás de um menino que transparecia nervosismo e decidi puxar um papo

— oi! — ele olhou pra mim — da ansiedade né? essa prova — ele continuou olhando pra mim alguns segundos 

— da mesmo! eu tô quase morrendo — ele sorriu e vi que relaxou um pouco, dei um riso baixo 

— eu tava tremendo pegando minha ficha quando cheguei, a moça da secretaria deve ter achado que minha individualidade era tremedeira — disse e nós dois rimos — aliás sou s/n

— Marco, prazer — ele estendeu a mão então chamaram a pessoa da nossa frente e a gente deu um passo pra frente — por que você não deixou a mochila no vestiário?

— ah é que eu meio que preciso dela pra minha individualidade então né, tive que trazer — ele me olhou um pouco confuso — basicamente eu posso me teletransportar pra qualquer item pessoal meu, a mochila é só um exemplo, desde que eu considere alguma coisa material minha eu posso aparecer onde ela está

— caraca que individualidade bacana, a minha é que eu posso me esticar — ele estica um dedo um pouco como demostração — além de que choques não funcionam em mim, como uma borracha

— cara você é tipo o vilão do super choque que maneiro

— sim... — ele disse com um sorriso fraco — mas sabe, eu quero usar ela pra fazer o bem

— é claro, tenho certeza que você consegue — disse com um sorriso sincero e ele sorriu de volta

Nisso a porta se abriu e o menino saiu quieto e logo chamaram o Marco e então ficou eu ali plantada esperando minha vez. Passados um minutos o Marco saiu me mandando um boa sorte baixinho e me chamaram.

A sala era bem grande com um teto bem alto e ela era totalmente branca e com uns armários embutidos na parede que estavam fechados, tinham três pessoas na sala eu entrei e me coloquei em frente a eles e entreguei minha ficha

-s/n s/s certo? — um deles me olhou e eu concordei com a cabeça — individualidade chamada backpack, aqui tem a descrição mas você poderia explica-la com suas palavras?

—sim, claro — comecei — minha individualidade se chama backpack pois geralmente a uso na minha mochila — disse apontando para a minha mochila — eu posso me teletransportar para onde qualquer objeto pessoal meu esteja, contanto que eu ache que algo material me pertence eu consigo me teletransportar para onde ele esteja mesmo não conhecendo esse lugar, meu estilo de luta funciona melhor com a mochila mas pode ser adaptado com qualquer outro objeto

— estilo de luta?— a mulher que estava dentre eles perguntou

— sim, eu treinei diversos estilos de luta desde criança e os aderi a minha individualidade

— poderia nos demonstrar? eu luto com você — a mulher disse e eu arregalei os olhos

— tudo bem

— não precisa se assustar, é uma luta treino para demostrar como usa sua individualidade, não precisa ganhar e você não vai se machucar— ela disse me acalmando

ela andou até o meio da sala e me chamou, ficamos de frente uma pra outra e então começou, ela veio para cima de mim tentando acertar um soco, que eu desviei e tentei acerta-la mas ela foi mais rápida e desviou também, tirei minha mochila lançando para cima e corri em direção a ela mas logo me teletransportei tentando atacar de cima, ela segurou meu soco e foi uma luta de bloqueios até que lancei a mochila para atrás dela e ataquei por trás, ela foi rápida e desviou e trocamos mais uns ataques até que joguei novamente minha mochila pra cima e ela olhou esperando o ataque mas eu fiz isso para enganar e apliquei um golpe para derruba-la e assim se encerrou a luta.

—olha, parabéns sua individualidade é bem interessante e sua luta não é nada mal — a mulher disse se levantando e mesmo depois da luta ela estava impecável, enquanto eu estava um pouco ofegante e com os cabelos bagunçados 

depois disso eles me fizeram mais algumas perguntas e algumas em japonês para testar meu nível em conversas e então me disseram que eu já poderia ir para o campo, eu agradeci e sai da sala indo onde me instruíram. Chegando lá percebi que mais da metade das pessoas já estavam e fui em busca do Marco pois era a única pessoa que eu conhecia, achei ele encostado na grade do campo de corrida 

— ei Marco, esperou demais? — disse me aproximando

— s/n eai? até que sim, sua avaliação demorou um pouco mais do que o de costume — ele respondeu com um tanto de curiosidade na voz

— pois é aquela mulher quis lutar comigo aí já viu né, tive que ir — disse e ele me olhou mais confuso ainda

— lutar????? mas sua individualidade não é teletransporte?

— sim mas eu disse que usava em lutas e eles quiseram uma demonstração

—p*rra nunca pensei que iriam lutar com a gente, mas enfim pelo jeito a prova em conjunto vai ser só uma corrida de 200m podendo usar as individualidades

— meudeus mas assim alguns não teriam vantagens sobre os outros? — perguntei um tanto indignada

— sim, acho que por isso teve a avaliação individual, vão levar em conta — ele explicou e eu concordei com a cabeça como sinal de que tinha entendido

Após uns minutos foram chegando o resto das pessoas e também os avaliadores que explicaram que seria realmente uma corrida com 5 pessoas por vez podendo usar as individualidades como quiserem, mas não poderia atrapalhar ou colocar em risco os outros corredores, depois da explicação eles foram chamando de 5 em 5 e eu já fui arrumando o que eu tinha em plano, várias das outras pessoas ali também precisavam de algum objeto ou roupa especial para usar as individualidades que tiveram que ser pedidos autorizações anteriormente as inscrições então estava tudo bem levar o que eu tinha levado.

Quando meu grupo foi chamado me posicionei e então o apito soou como sinal de começar a correr, comecei a correr bem rápido e joguei uma manteiga de cacau bem forte a frente e ela voou, logo me teletransportei rolando no chão e continuando correndo já que estava bem na frente do meu grupo mas não tinha chegado na largada ainda, cheguei em primeiro lugar não tão cansada como os outros do meu grupo mas fiquei bem feliz por ter conseguido.

Depois de todas as corridas os avaliadores disseram que em 2 dias o resultado iria chegar por correio com todas as informações da viagem. fiquei ansiosa e fui até o vestiário trocar de roupa novamente e uma menina que estava no meu grupo da corrida veio falar comigo.

— oi, s/n né? — eu concordei com a cabeça — parabéns por ter chegado em primeiro lugar, mas você do nada apareceu lá na frente, como você fez isso?

— teletransporte — respondi dando ombros e vi que ela balançou a cabeça saindo de lá

percebi que algumas outras garotas também olhavam pra mim e tratei de sair de lá rápido antes que arrumassem briga comigo e eu fosse desqualificada, fui rumo a entrada e vi as horas no meu celular, 13:52, sentei na escadaria para esperar minha mãe e o Marco sentou do meu lado

— esperando virem te buscar? — ele perguntou

— exatamente, então eu vi que você também chegou em primeiro alongando suas pernas e só precisou dar 4 passos — comecei a rir — parabéns

— parabéns você também que simplesmente apareceu na frente de todo mundo — disse rindo também e me dando um empurrãozinho no ombro

— enfim eu espero muito que eu consiga passar, é meu sonho ir pra escola onde o all might frequentou, ele é o número um no mundo mano

— pois é eu queria ir também mas sei que minhas chances são pequenas, não sei quase nada de japonês — Marco disse meio cabisbaixo mas já levantando a cabeça de novo — mas se eu não passar tá tudo bem eu fui aceito no curso de heróis de uma escola aqui em São Paulo também, fiz essa prova mais por um sonho mesmo sabe

— meu deus Marco isso é muito legal, juro que se eu passar e for pro Japão vou te chamar e até pagar sua passagem pra você me visitar

— para com isso s/n a gente se conheceu hoje

— mas você já é meu amigo poxa — disse fazendo cara de triste (drama básico)

— que honra, então ok s/n você fez uma promessa

— claro! me passa seu telefone pra gente manter contato entao, se não como eu vou te chamar? — disse passando meu celular pra ele anotar o número e logo mandando um "oi gatinha rs", ele pegou o celular, salvou meu número e respondeu "oi gato rs", nós dois demos risada, então minha mãe chegou me despedi dele rapidamente e fui embora.




Notas Finais


pois é gente esse foi o começo, se tiver algo escrito errado me desculpem
bjos


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