História Heroes of the World - Interativa - Capítulo 3


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alfa, Heroes, Heróis, Interativa, Luta, Shield, Tropa, World
Visualizações 28
Palavras 2.964
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Sci-Fi, Survival, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oii gente, desculpe a demora por postar o cap novo e por responder os comentários, mas é que eu tive de viajar e só voltei ontem hehe

Perdão qualquer erro, não tive tempo de revisar -_-'

Capítulo 3 - P1 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Heroes of the World - Interativa - Capítulo 3 - P1 - Capítulo 2

PARTE 1 – PERSEGUINDO O COELHO BRANCO

CAPÍTULO 2

 

I

Cobertura do prédio Bayler, apartamento – Emprestado da SHIELD para as heroínas – Nova York, 26 de Junho de 2015 – 18h25min PM

            Parada em frente a uma imensa janela de vidro, Juniper Brown estava pensativa. Cruzou os braços enquanto batia com os dedos freneticamente na pele. Não queria estar ali junto de outras pessoas tentando perseguir um idoso. Que a diretora Jones se dane e vá para o inferno!

Juni tinha um trabalho para trabalhar, uma banda para tocar, uma faculdade para fazer, coisas para fazer! Sua vida como heroína só acontecia em dias aleatórios, e não “trabalhando” para a SHIELD. Tudo estava começando a ficar tão caótica para Juniper, sua raiva estava prestes a surgir.

            - No que está pensando? – Perguntou Celine se aproximando para ver a vista da cobertura que a SHIELD deu para as meninas ficarem enquanto não fossem chamadas para a missão.

            Retirada de seus pensamentos, Juniper olhou para a mulher ao seu lado e depois voltou a observar a paisagem urbana que se estendida do outro lado da janela:

            - É uma loucura, não é? Saber que estamos fazendo isso... obrigadas.

            - É. Uma tremenda loucura. – A outra confirmou pensativa

            - E mais, eu acho que Jones esconde algo! E eu não gosto disso.

            - E eu não gosto da Jones.

            - O que aconteceu entre vocês?

          - Na época ela ainda era uma simples agente com seu grupo, incluindo o agente Cooper. Eles estavam enfrentando uma gangue, coisa assim, até que tombaram comigo e eu me ofereci para ajudar. Revelei meus poderes animalescos e Jones se admirou com o que tinha visto. Depois me ofereceu um cargo e eu recusei, mas ela insistiu e eu disse um não bem grande. Até que ela disse que um dia eu iria trabalhar para ela. No outro dia, ela virou diretora da SHIELD e cá estamos.

            - Nossa! É verdade! – Juniper falou animada.

            - An? – Perguntou sem entender

            - Seus poderes. Você pode se transformar em animais. Eu vi quando estávamos na cafeteria enfrentando a foca.

            - Ah! Sim, é verdade. – Celine riu. – Mas eu não posso me transformar por mais de cinco horas. É bem chato.

            - Por quê?

            - Meu corpo fica dolorido e me dá muito sono.

            - Que chato... Bem, eu amo animais, por isso estou fazendo uma faculdade de biologia animal.

            - Biologia animal? Isso existe?

            Juniper confirmou com a cabeça.

            - Menina, eu acho que a gente tem muito sobre o que conversar! – Falou com um grande sorriso no rosto.

          

***

 

            Dentro de um quarto pequeno, Park acabava de se jogar na cama de solteiro com a cara enterrada em um travesseiro. “Que tédio!” pensou.

            - Oi. – Uma voz surgiu na porta. – Será que eu posso entrar?

            Park se virou para ver quem era e quando se sentou na cama, viu Sasha encostada no arco da porta com uma maçã na mão.

            - Fique a vontade – Disse Park sorrindo.

            - Sabe, eu vim aqui pra... sei lá, conversar. – Deu um sorriso tímido. – Juni e Celine estão há meia hora ali conversando sobre o quanto animais são incríveis e sobre o quanto a teoria do ovo e da galinha é fascinante.

            Park riu e Sasha a acompanhou. - E Valerie se juntou a elas e começou a contar sobre as galinhas e animais que tinha na casa de campo de seus pais. – Continuou a moça com seu lindo penteado black power.

            - Elas são legais – Comentou Joy

            - É. – Confirmou Electra.

            As duas ficaram em silêncio por um momento. Sasha olhando para a maçã que carregava e Park olhando para as paredes e teto. Ok. O que falar agora? Ambas pensava ao mesmo tempo.

            - Eu achei que seu nome fosse Joy. – Falou Sasha quebrando o silêncio um tanto que constrangedor.

            - Ah sim! Esse é meu codinome. Sabe, Electra... Miss Universe... Joy! – Disse em tom divertido.

            - Por falar em codinome, a Celine se chama Zôo, mas você sabe qual é o da Juniper? Acho que ela não falou ainda.

            De repente Joy ficou pensativa tentando se lembrar de algo. Respondeu:

            - Olha, eu acho que ouvi a Cretijones falar o codinome dela... Acho que era Junieagilita ou Junieadilitas. Não lembro.

            - Eu acho que é melhor chamá-la de Juniper mesmo – Disse Sasha rindo.

            Park apenas sorriu e concordou com a cabeça.

            - Oi, gente. – Valerie surgiu atrás de Sasha. – Estão falando sobre o quê?

            - Codinomes. – Respondeu Park

            - Miss Universe é um codinome legal, e combina com seus poderes. – Falou Sasha.

            - Não sei – Valerie respondeu um pouco cabisbaixa enquanto entrava no quarto e se sentava em uma poltrona no canto da parede – Meus poderes não estão completos ainda.

          - Como assim? – Perguntou a coreana.

         - Quer dizer, eu tenho todos esses poderes e tal, mas eu não posso voar. Quer dizer, eu não acredito que posso voar como minha mãe diz que vai acontecer, porque sei dar apenas grandes saltos e por isso ela acredita que é questão de tempo até eu poder voar o que seria irado porque voar é meu sonho! Eu corro, tipo, bem rápido, o que é quase que voar! Dá pro gasto, mas eu ainda queria poder voar, sabe, voar! – Valerie, após terminar seu monólogo exaltado com seus olhos brilhando, percebeu que tinha ficado animada demais e ansiosa demais. Recompôs-se e baixou a cabeça um pouco envergonhada e com as bochechas coradas. – Foi mal.

            Sasha e Park se olharam sorrindo.

            - Você vai conseguir, Val. Eu sei que vai. Basta acreditar. – Disse Sasha encorajando a menina.

            Apesar de Valerie não acreditar que um dia irá poder voar, decidiu sorrir para Sasha como sua resposta de agradecimento.

            Celine de repente surgiu atrás de Electra, na porta. Seu rosto tinha uma expressão um pouco preocupada.

            - Gente – Disse ela – Maggie Jones está no telefone.

            As três se olharam e Park revirou os olhos. – Lá vem problema – Falou.

            Na sala de estar, as cinco heroínas se encontravam reunidas em volta de um celular posto em uma mesinha de centro. No visor, o nome de Jones aparecia e logo abaixo as palavras “Atender” e “Recusar” tremiam.

            - Vocês não atenderam? – Perguntou Valerie surpresa.

            - Não – Respondeu Juniper – E, acho que as coisas vão ficar feias pra nós.

            - Por quê? – Perguntou Park.

            - Porque essa já é a sexta ligação de Jones que não atendemos. – Respondeu Celine cruzando os braços.

            - Eita – Disse Sasha arregalando os olhos.

            - Espera. O quê?! – Park, espantada, falou olhando para a tela do celular que vibrava na mesinha.

            De repente, para a surpresa de todas, a ligação de Jones se atendeu sozinha! E mais, colocou automaticamente na viva-voz! Valerie cochichando para Park, perguntou se Jones podia fazer isso e Park apenas deu os ombros.

            - Sim, Srta. Oslo, eu posso! – A voz irritada de Jones surgiu na linha em alto e bom som. – E farei toda vez que seis ligações minhas não forem atendidas.

            - O que é dessa vez? – Perguntou Celine, calma.

            - Está na hora. A missão começou!

 

II

Armazém abandonado próximo a um cais – Nova York, 26 de Junho de 2015 – 19h00min PM

            Escondidos dentro de um grande caminhão de carga, uma equipe de quinze agentes da SHIELD, incluindo Agente Cooper e a Agente Zeta, estavam reunidos com a Tropa Alfa (vestindo seus uniformes) e Antares, o novo contratado da SHIELD.

            - Eu não acredito que você agora trabalha para a Jones – Disse Valerie cochichando para Antares enquanto Cooper e Zeta explicavam o plano de ataque. – Ela é uma chata.

            - Bem – Disse Erick, o Antares, cochichando de volta – Digamos que eu tive que ler os termos de contrato.

            - Então você também está sendo obrigado. – Afirmou.

            - Fazer o quê? Forçar as pessoas é realmente o trabalho dela.

            - Atenção todos! – Disse Cooper, se levantando e indo em direção a uma tela acoplada a fios e preso no caminhão. – Nós encontramos o sujeito que roubou o pen drive da base da SHIELD. Sua identidade é desconhecida e não consta em nosso banco de dados. – A foto de um homem magro apareceu na tela – Só o que temos é uma foto de seu rosto. Por isso, persigam este cara! – Terminou apontando para a foto.

            Zeta tomou a frente e continuou:

            - Além da Tropa Alfa e de Antares, trouxemos vocês aqui – Disse se virando para os outros agentes de uniforme azul escuro. – por que o capanga do Dr. Mal não está só. Com ele estão mais outros quarenta capangas, todos armados... Miss Universe?

            - Aa... desculpa, eu irei prestar atenção. Minha boca é um tumulo – Disse a jovem se ajeitando e sorrindo.

            - Como? – Perguntou Zeta confusa.

            - Oi? – Perguntou Valerie mais confusa ainda.

            - Sua visão... de... raio-x. Lembra?

            - Oh! Sim! É isso, sim, isso! Claro!

            Valerie abriu as portas do caminhão e todos ali a seguiram para fora. Andando de forma lenta e abaixada no meio da noite, os agentes foram preparando suas armas e pistolas enquanto se escondiam atrás de enormes caixas e tonéis (estes seguindo as ordens de Cooper). A Tropa Alfa se juntou com Zeta e Antares e foram para o outro lado dos materiais expostos na doca, na parte que dava de frente para os portões de ferro do grande armazém.

            - Liguem os comunicadores – Disse Zeta para os seis presentes ali.

            Após apertarem uma bolinha dentro do ouvido, Zeta acenou para Valerie e de repente os olhos da moça começaram a brilhar em uma cor embranquecida. Ajeitou-se de modo que pudesse ver o armazém melhor e de repente todo campo de visão de Miss Universe ficou branco com linhas pretas contornando paredes e objetos, e, com borrões vermelhos se movimentando dentro do armazém, estes sendo as pessoas.

            - O que está vendo? – Perguntou Celine.

             - Não é um simples armazém abandonado. É um esconderijo. Têm homens mexendo em computadores, outros assistem TV e tem uns que estão até dormindo! – Respondeu Valerie.

            - Consegue enxergar o capanga mestre? – Perguntou Zeta.

            - Infelizmente não.

            - Tudo bem. – Respondeu Zeta e apertou seu comunicador. – Cooper, eles não estão esperando por nós como pensávamos. É um esconderijo. Estaremos invadindo em cinco segundos!

            Logo todos ouviram uma voz em seus ouvidos:

            - Entendido - Respondeu Cooper no comunicador.

            Zeta se virou para os seis e perguntou com sua voz doce:

            - Preparados? – Todos confirmaram com a cabeça. – Ok. Em posições! Estaremos invadindo em 5... 4... 3... 2... JÁ!

           

***

           

            Dentro do armazém, o capanga do Dr. Mal olhava o pen drive da SHIELD que tanto seu mandante pedira para roubar. “O que contém ali?” Se perguntava.

            - Senhor? – Um de seus aliados se aproximou o distraindo.

            - O quê? – Perguntou com sua voz grave.

            - Ouviu alguma coisa?

            - Como assim?

            - Veja, escute. – Levantaram a cabeça tentando escutar alguma coisa.

            O capanga do Dr. Mal se levanta da cadeira que estava sentando e gritou para que seus homens desligassem a televisão e o rádio que tocava uma música latina alegre.

            Um silêncio tomou conta e todos ali seguravam suas armas com força, atentos, paralisados e olhando desconfiados uns para cara do outro. De repente, a porta de saída do armazém começou a brilhar em uma pequena intensidade. O capanga de Dr. Mal foi se aproximando lentamente mesmo com seu amigo pedindo para que parasse.

            - Shiiu! – Dizia ele como resposta.

            De súbito, a porta de entrada explodiu de forma estrondosa e fragmentos de ferro voaram por todos os lados. Todos ali se levantaram e começaram a atirar imediatamente para frente, na grande fumaça que havia se formado, mas os tiros pareciam em vão. Pararam de atirar na espera de algo ou alguém. Mais um silêncio se alastrou no local.

            - AGORA! – Alguém gritou acima da cabeça dos homens armados.

            Cooper e os outros agentes da SHIELD quebraram o vidro da clarabóia do armazém atirando para todos os lados, seus agentes, descendo em cordas e pulando no chão, começaram a brigar com os capangas e um tiroteio começou. Era tiro e soco para todo lado.

            Da porta quebrada, a Tropa Alfa junto de Zeta e Antares entraram correndo heroicamente.

            - Parece que cheguei a tempo para a festa – Comentou JunieAgillitas enquanto dava um soco em um capanga.

            - Parece que a festa vai começar agora! – Disse Antares com um capanga na mão e o jogando longe com sua super-força.

            Zôo imediatamente se transformou em uma pantera azulada e pulou em cima de dois homens que teimavam em atirar nela em vão. Rasgou o peitoral deles e com outro salto, dessa vez mudando sua forma para uma serpente, pulou em um capanga que se aproximava, o picando no pescoço.

            No canto do armazém, três homens armados encurralaram Joy. Ela com um sorriso falou:

            - É, isso vai doer mais em vocês do que em mim. – De repente os olhos da garota ganharam a coloração lilás fazendo surgir vários círculos psiônicos em volta de seu rosto.

            Os capangas que encurralaram Joy de repente saíram de suas posições de ataque e cada um virou o revolver para a perna do outro. BANG! Eles atiraram na perna dos próprios parceiros, e, depois, sob o domínio de Joy, jogaram as armas longe. Quando voltarem a consciência caíram no chão segurando a perna e gemendo de dor.

            Do outro lado do armazém, Electra soltava seus raios em capangas, que, para ela, pareciam brotar do chão de tantos que viam surgindo. Criava suas bolas de energia elétrica que, ao serem lançadas, se explodiam em vários raios e faíscas no primeiro contato com objeto ou pessoa. Soltou um raio certeiro em um homem armado e pulou por cima de um agente da SHIELD caído o protegendo de ser morto por um cara que iria atirar, lhe deferindo um grande soco com o punho carregado de eletricidade.

            Miss Universe, ao lado de Antares, socava um capanga enquanto o rapaz chutava a barriga de outro e entortava a arma do próximo que aparecia.

            - Não acham que está um pouco quente? – Falou Valerie soprando seu vento gelado em cinco capangas que surgiram, os congelando da cintura para baixo. Depois soltou um raio de calor nos outros que começaram a encurralar o agente Cooper logo adiante.

            - Obrigado – Disse ele enquanto atirava em outros.

            - Não têm de que – Ela respondeu dando um salto e transferindo um soco em um capanga o fazendo voar longe.

            Já Juniper parecia ser o alvo das balas, mas ela desviava de todas elas quase que em câmera lenta, chegando até mesmo a pegar uma no ar. Chutou um homem que tentou agarrá-la e com um salto, enroscou as pernas no pescoço de outro e ergueu o corpo para frente o fazendo cair. Deu uma cambalhota e deferiu um soco no estomago do homem armado que estava chegando.

            Uma saraiva de tiros surgiu em direção de Juniper, mas ela correu em direção à parede e de repente começou a andar nela! As balas a acompanhando. Deu um salto para trás e caiu em cima do responsável que estava tentando atingi-la. Pegou sua arma e atirou no homem que ia atacar à agente Zeta de surpresa.

            - Cooper! – Gritou Zeta para o loiro – O capanga do Mal está fugindo com o pen drive na mão! – Mas ele não escutou, pois estava ocupando salvando um agente de ser morto.

            Miss Universe olhou em volta e avistou o homem magro da foto que vira anteriormente. Em sua mão, estava o pendrive da SHIELD.

            - Eu vou atrás dele! – Gritou para Zeta.

            Ao correr atrás do capanga, que já ultrapassava os portões quebrados, Valerie percebeu uma águia sobrevoando sua cabeça, era Zôo. Ao seu lado, Joy, controlava a mente de uns capangas o fazendo atirar em outros, mas quando a coreana viu Valerie e Celine correndo para saída, entendeu logo sobre do que se tratava e chamou Electra e Juniper para irem todas juntas.

            - Ótimo! Ele entrou no carro e está dirigindo a toda velocidade, perfeito! – Falou sarcasticamente Valerie enquanto corria.

            - Joy! – Chamou Electra – Não consegue possuir a mente dele?

            - Está muito longe. – Respondeu a moça. – É quase impossível.

            Ainda correndo, agora em uma rua deserta com algumas casas aqui e ali, Joy pergunta o que iriam fazer e Valerie começou a colocar sua cabeça para funcionar na procura de uma solução, quando, de repente, todas perceberam que, a alguns metros dali, o carro do capanga parou e entrou em uma casa simples e pequena.

            - Eu acho que agora iremos pegar ele – Comentou Electra ofegante.

            Ao chegarem à frente da casa, Miss Universe usou sua visão de raio-x para se certificar de que o capanga não estava planejando nenhuma gracinha. Mas viu ele apenas em um quarto mexendo no computador de forma desesperada.

            Zôo voltou sua forma humana quase que em um tombo.

            - Você está bem? – Perguntou Juniper fazendo a amiga se recompor.

            - Sim... é apenas os poderes, vou ficar bem.

            - Certo. – Falou um pouco preocupada.

            As meninas entraram lentamente na casa escura e caminharam de forma silenciosa em direção ao quarto. Passaram por um corredor macabro e silencioso e chegaram a um quarto. A porta, entreaberta, dava visão a um local escuro iluminado apenas pela forte luz do computador.

            - Cuidado. – Sussurrou Joy – ele pode estar aprontando mesmo assim.

            Ao abrirem a porta, o homem, parado ao lado do computador, as olhava com um sorriso macabro no rosto. Metade do rosto iluminado.

            - Carregamento concluído. – Falou uma voz robótica vindo do computador.

            - Bu! – Disse ele e apertou uma tecla no teclado.

            De repente uma luz intensa começou a surgir vinda do computador. Tanto a Tropa Alfa quanto o capanga tiveram que cobrir os olhos com a intensidade em que a luz ia aumentando.

Tudo estava branco agora. Branco... branco... branco... cinza... cinza... preto.


Notas Finais




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...