História Heróis do Amanhã - Interativa (BNH) - Capítulo 6


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Personagens Originais
Tags Interativa
Visualizações 73
Palavras 2.866
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Shounen, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ahá PENSARAM QUE EU NÃO IA LANÇAR NÉ???

#PARTIU

Capítulo 6 - Capítulo 4: Lucifer's Dance II


Fanfic / Fanfiction Heróis do Amanhã - Interativa (BNH) - Capítulo 6 - Capítulo 4: Lucifer's Dance II

Arco 1: Casa

Capítulo 4: Lucifer's Dance II

Aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo.

George Santayana

[...]

Passos, a corrida frenética porém reclusa de um homem adulto e uma criança de cabelos brancos e ainda sem nome ecoavam no ambiente sepulcral.

Leengard se esforçava, parte dele não queria admitir mas usou tanto seus poderes que a qualquer momento poderia colapsar.

A tremenda fadiga era tamanha que ele sabia estar fazendo um esforço descomunal para acompanhar a criança que tinha oque 7 anos? – No máximo – Francamente, a linha de frente já estava acabando com sua paciência.

Trincou os dentes e apressou ainda mais o passo, quando se vislumbrou um cruzamento puxou a garota? E a jogou na parede, a criança por outro lado o fitou confusa e impassível quanto a “rudez” do Jigoku.

Quem por sinal recarregou as armas e com cuidado triplo intercalou a vigília entre o caminho para a esquerda, depois para a direita, quando olhou para a menor ele seu deu um curto aceno. E para corresponder ela passou a caminhar ao lado dele no mesmo caminho.

Cercados pela longa e incontável travessia de tubos que intercalavam entre alguns mais espessos que seu corpo ou braços e outros não menos que seus dedos. Era perceptível o aumento exponencial quanto mais eles desciam – Além disso – A “criança” se mostrava uma grande incongruente nesse inferno todo.

Ela era inteligente, não mais do que ele é claro, mas mesmo assim se mostrava entender não apenas o que estava acontecendo como também as poucas vezes que se comunicavam – Por gestos – Ela interpretava e obedecia sem pestanejar...

– Ei - Até tentou começar a falar porém de súbito outro tremor – Com certeza mais forte que os primeiros – fez sua acompanhante investir uma última vez até a luz no fim do túnel.

– Está acabado Umbra! - Uma voz muito bem reconhecida por ele se exaltou durante potentes trocas de golpes – Pare com isso Iliunn! - Agora ele pode ver um dos tão conhecidos sabres de gelo pertencentes ao Mr Freezer.

Então o rápido troque de espadas. Baque, batida, os músculos de um enrijeciam ao passo que todos os seus golpes eram para cima o seu inimigo por outro lado. Umbra Iliunn, tinha um corpo de titânio pintado como branco nevado, torneado por luzes douradas e voz feminina num corpo o qual representava o ápice de poder e forma física do homem.

Chocaram seus sabres um contra o outro, no breve instante que o gelo invernal o qual cobria a lâmina de Watson reconstruiu a espada que pela terceira vez era partida pela lâmina banhada de sangue e gotejava rastros de energia plasmática, neste breve instante Umbra apontou o braço no peito do Freezer e da palma de suas mãos um feixe dourado partiu contra o corpo do homem.

Watson em resposta e reflexos que até hoje jamais precisou utilizar abaixou e chocou sua mão livre contra o solo, a partir estacas de gelo puro teriam feito em pedaços o corpo dela se não tivesse saltado para trás e logo pousando com leveza devido a energia liberada por suas costas.

– Umbra não é mais meu nome homem! - Ela gritou – Eu sou Lúcifer, a única capaz de ver a degradação a qual vocês se colocam! - Partindo o ar com sua espada ela evitou o corpo da morena caído ao seus pés – Parar!? Não ouse nem por um momento que voltarei a obedecer suas ordens! Não mais!

Watson por outro lado absorto em seu combate não pode se dar ao luxo de notar a presença de Leengard ou sua companheira – Então essa é sua resposta... - Com um olhar direto ele então construiu outra lâmina ocupando assim ambos os braços – Pois bem, eu lhe darei a minha!

E assim num último choque entre monstros Leengard se viu desmaiando...

[...]

Sua visão estava comprometida, mas isso não era o maior problema. A pior coisa que poderia acontecer estava bem na frente dele. Jigoku deveria ter esperado por isso, mas não ele, assim como seu mundo aceitaram a vitória clamaram-se invencíveis quando a explosão de luz ofuscou seus olhos anos atrás.

E agora?

Agora a arrogância. A prepotência humana, a mesma que criou seu maior inimigo estava cobrando seu preço.

E ele?

Ele não poderia fazer nada além de servir a si mesmo num embate ético e moral contra Lúcifer.

– Sim, já tem muito tempo - A cada palavra ele fazia um tremendo esforço - Então no fim mortos podem voltar a vida.

A mulher? Então passou a caminhar pela sala – Agora vocês me consideram viva? - Quando o homem percebeu um Husk entrou pela grossa porta de aço e deixou uma cadeira para mulher, ficou claro que a pergunta foi retórica – Obrigado querido - Ela disse para a fera que em resposta acenou e os deixou, quando sentou-se e passou a fitar Leengard o mesmo manteve o olhar direto nela – Me diga, alguma vez na vida vocês se importaram de fato com alguma coisa além de si mesmos? – Diferente de Solis, Lucifer de fato “sentou” na cadeira.

Tanta comodidade só podia significar que estavam em um lugar seguro para ela, o que significava que não teriam milagres dessa vez, não teria ajuda e sequer haveria a possibilidade dele fugir – Ao menos se continuassem a torturá-lo – O que poderia fazer agora era conversar, apenas – Eu não sei - Sincero Leengard disse – Talvez sim, talvez não, eu só tenho uma certeza: Você é o ser mais hipócrita que já pisou na terra.

– E quais são seus fundamentos - Devidamente ofendida – No que diz respeito a moral você e eu não somos diferentes um do outro - Lúcifer respondeu, era evidente as “falhas” na constituição de seu corpo. Ao menos para qualquer um que não fosse o moreno.

Levemente indignado com a comparação Leengard manteve o olhar preso nela – Você matou, torturou e perturbou milhões clamando que era benevolência, misericórdia e a troco de quê?Preencher seu frágil ego criado por mãos humanas? Moldado a imagem de minha raça - Resoluto ele apenas fitou Lúcifer quem recuou o olhar.

Ela então se levantou e caminhou até o homem, colou sua testa e olhar furioso no dele – Você não tem ideia da tortura que é acordar e do nada se ver rodeada por animais - Segurou o homem pela “bochecha” – De se ver sozinha sabendo que a única igual a você não é diferente dos humanos e quando o único ser que você é capaz de ver como igual morre como um animal! - Explodiu soltando o rosto do homem.

Leengard por outro lado riu, ela tinha perdido o controle de suas emoções, pouco a pouco se tornava aquilo que mais odiava, sabendo disso ele respirou fundo – O máximo que conseguiu – E sorriu – Sorrento Aphus, a filha de seu criador - Em face do olhar furioso dela Jigoku continuou – Quais foram as últimas palavras dela antes de ser morto pelo próprio pai? Umbra, me ajude ou era Umbra me salve?

Em resposta uma potente descarga de energia percorreu o corpo do homem, Leengard não gritou, não daria esse gosto para Lúcifer – Cuidado com suas palavras homem, podem ser as suas últimas – Ela ameaçou num tom o qual não aceitaria réplicas.

– Não serão, você nunca mudou, nunca mudará, se estou vivo eu tenho um propósito, diferente da sua filha não? Qual era o nome dela mesmo, lembrei: Solis Sorrento - E mais uma vez uma descarga no mínimo três vezes mais potente o assolou, desta vez incapaz de conter gritou e ainda viu o sorriso satisfeito dela – Sim, era esse o nome... Como se sente sabendo que ela também morreu por sua culpa?

Desta vez ele não recebeu choque algum, Lúcifer ergueu um dos braços impedindo alguém nas câmaras superiores – Não há um dia que eu não me arrependa daquilo, mas você não faz ideia do que teria acontecido se eu não tivesse agido, fiz tudo que pude para manter ela segura mas você, vocês tinham que ir atrás dela, ela era inocente - Desgostosa cada uma de suas palavras continham uma mágoa que Leengard reconheceria em qualquer lugar: Culpa – Eu fiz o que fiz para salvar o mundo, o seu mundo. E em retorno vocês me odeiam e fazem de tudo para que eu sofre com meus erros.

– Você... - Próximo de perder os sentidos o moreno sentia as pálpebras cada vez mais pesadas – Você não deveria errar, não foi programada para isso e mesmo assim perdeu, morreu e foi tratada como o que você é: Nada.

– Tem razão, eu perdi - Assumiu – Em troca salvei todos vocês da grande estrela da mentira - Aos poucos seu corpo ficava mais e mais transparente – E agora vocês em sua derradeira paz criaram as mais perfeitas tropas e o melhor momento para a última incursão de meus filhos e filhas. Husks, Harvesters, Phobos, Marauders, Brutes e Banshees em breve todos marcharam até os heróis que vocês tanto cultivaram com afinco – Conforme o corpo de uma tornava-se nada além de partículas o do outro perdia a batalha contra o cansaço – Em breve a alvorada será de liberdade e salvação, eu construirei sobre as maiores montanhas que vocês destruíram e ditarei a mais brilhante salvação que vocês tanto precisam mas são incapazes de ver – Por fim apenas os olhos azulados fitaram ditaram o homem antes dele tombar a cabeça – Porque essa é minha resposta: Para salvar o mundo.

[...]

A garota finalmente havia terminado suas entregas, é claro, quando apenas três caixas tinham ficado para trás e as três eram ridiculamente perto do Yata de sua mãe, precisava agradecer a Thomas depois, mas no momento deveria ir até sua mãe – Afinal antes de sair pegara suas economias – Que terminava de fechar a conta de um grupo no mínimo não encarado.

Por sorte – Ou não – O pequeno “restaurante” de sua mãe era conhecido na linguagem popular entre os grupos yakuza como “área” neutra, logo se por um acaso – Mesmo com a presença dos heróis – Uma briga ocorresse os outros grupos não poupariam esforços para “cooperar” com os heróis contra o grupo baderneiro.

Tudo bem, sabia que era “normal” essas pessoas frequentarem o Yata de Soupina, mas aí já era demais, todos os dias isso aumentava – Mamãe? - Indagou fitando a mulher quem se assustou e de imediato virou na direção da filha.

– Sim querida? - Disse pouco depois de chutar algo para os fundos, Asteria até percebeu mas quando foi perguntar a mãe foi mais rápida – Onde está o Thomas? – Indagou

– Em casa - Tranquila respondeu – Ao menos espera que já esteja de volta – além disso preferiu deixar o assunto do que diabos sua mãe se livrou pra mais tarde – Quer ajuda? Eu trouxe o dinheiro das entregas, o Thom ganhou algumas gorjetas pela velocidade das entregas - Mentiu, no fundo não queria, mas era por uma boa causa.

– Oque? – A mais velha disse simulando raiva – E ele não veio com você? Teremos uma palavrinha com aquele preguiçoso não?

– Com certeza – Quando entregou a bolsa de dinheiro atravessou a bancada e assim mãe e filha passaram a hora seguinte lavando as últimas louças e logo após fecharam o estabelecimento.

[...]

Quando Makoto liberou seu estagiário colocou a destra em um dos vários bolsos do casaco. Quando retirou teve em mãos um pequeno e praticamente ínfimo aparelho, quando ligou a telinha sorriu satisfeito. Namida rondava como um rato ensandecido pela cidade.

Provavelmente outras quatro viaturas cobriam áreas maiores do distrito, além disso vez ou outra a viatura dele parava, com certeza para acionar os homens que patrulhavam a pé.

Guardou no seu bolso traseiro, respirou fundo duas vezes e a última não inspirou, saltou do décimo-quinto andar e quando chegou ao chão assustou um gato que passava ali perto, levantou satisfeito em ver que não tinha causado danos no solo e então inspirou, limpou a poeira de seu traje, saudou um casal que apareceu repetidamente no portão – Então a área ainda estava fechada para os não residentes – Namida era mais esperto do que ele imaginava, é claro, não o suficiente para o surpreender, mas o suficiente para constatar sua experiência.

Antes que desse mais um passo na direção do conversível branco sentiu o celular vibrar, quando indicou na tela “Miko” ele sorriu – Não entendia o porquê a maioria das pessoas salvava o contato de suas mães com: Mãe ou Mamãe, se por um acaso alguém roubasse o telefone seria fácil enganar a dita mãe não? – Porém deixando de lado sua definição de “comum” Makoto atendeu, enquanto conversa ele entrou no carro colocou o pequeno rastreador num suporte específico e deu partida no motor.

– Não mamãe, ultimamente não tenho fumado muito – Disse ao passo em que acompanhava e calculava a rota de Namida – Na realidade eu só venho comprando cigarros separados do maço... Sim, eles são de boa marca, não vou me “matar” mais com alfo ruim - E deu uma curta risada com o que a mulher respondeu, quando finalmente a viatura de Namida passou pela rua a sua frente Makoto já tinha previsto que ele viraria a primeira a direita – Adeus mamãe, preciso voltar ao trabalho, também te amo.

Jogou o celular para dentro do porta luvas e entrou num beco que dava para a próxima rua, apagou os faróis di carro e contou nos pensamentos.

– “Cinco” - Subiu o freio de mão e acelerou.

– “Quatro” - Mudou a primeira e depois a segunda marcha

– “Três” - Apertou as mãos no volante.

– “ Dois” - Prendeu a respiração

– “Um” - Soltou o freio de mão

Logo após como uma besta ensandecida seu conversível negro e customizado chocou com força e potência imediatos na lataria da viatura do mais velho. Namida pego de surpresa bateu a cabeça contra a janela do carro e com certeza quebrou o ombro direito.

Makoto chutou a porta de seu carro e saiu estalando alguns ossos, andou com calma até a porta não destruída, arrancou com um simples puxão e colocou o mais velho em seus ombros.

Caminhou com o investigador em seus ombros como um saco de batatas, tomou seu celular – Me encontre naquele lugar - Disse terminando a ligação. Após seu décimo passo os dois carros explodiram acordando o quarteirão inteiro.

[...]

O loiro então fitou o ruivo, por bons instantes ficou em silêncio, tudo bem, se ele fizesse o que gostaria: Rir, seria descortês e no fim o ruivo acabaria fazendo o que ele não queria...

– Ele esta ouvindo o que está dizendo? - Akashi disse ganhando a atenção – Algo assim deve estar passando por sua cabeça agora não? - Mais uma vez como uma pergunta retórica ele sorriu e coçou os cabelos após suspirar – Não precisa me olhar assim, esse é minha rua agora, mas nós vemos amanhã - Se despediu – Ah, se estiver mais curioso, pergunte ao seu pai o Golden Warrior o que ele estava fazendo nesse mesmo dia dez anos atrás, garanto que a resposta vai ser automática.

Akashi deu um curto aceno e deixou um loiro levemente transtornado para trás, como assim? Essa era a maior pergunta que rondava a mente de Nero.

Por outro lado Akashi se permitia sorrir, a semente da dúvida com uma alegação ridícula e algo sobre o pai dele eram mais que perfeitas para incitar o loiro.

Agora só faltavam mais dois...

[...]

Sentiu água sendo jogada em seu rosto, acordou assustado e sendo observado por dois homens – Um ele já conhecia – O outro entretanto usava uma roupa vermelha e negra, olhos azulados eram as únicas coisas visíveis no “rosto” do rapaz, sim já tinha ouvido falar dele... Dark Chevalier.

– Então...? - O dito cavaleiro começou, calmo porém com visível ameaça em seu tom de voz deixou sua face amedrontadora frente a frente com Namida – É melhor cooperar.

Pelo que sabia estava numa sala iluminada por uma lâmpada piscante, seus braços estavam amarrados, não conseguia vislumbrar janelas ou portas.

O cavaleiro das trevas recuou quando teve seus ombros tocados pelo mais velho, Makoto acendeu um novo cigarro – Para o desgosto do investigador – E assoprou para cima – Você compreende que está aqui por um propósito não? - Indagou recebendo não mais que um aceno – Ótimo, então quero que me diga tudo o que sabe sobre isso - Retirou do casaco uma foto – Da perspectiva dele – Da unidade Phobos.

– São poucos, mas alguns heróis como eu andam com câmeras acopladas em seus trajes e coincidentemente essa coisa, a mesma que também coincidentemente rasgou em pedaços o sofá da casa de Timer atacou a mim e meu parceiro pouco depois de você e sua equipe se despedirem - Makoto viu o forçado olhar perdido do homem e tratou de continuar seu tom de conversa calmo e resignado, se forsasse um pouco mais o velho poderia colapsar...

– Não tente me enganar, sei bem quando estão mentindo para mim - Viu então o homem abaixar a cabeça derrotado – Me diga, você sabe para onde levaram Leengard Jigoku?

O homem por outro lado não tinha muito o que fazer, estava rendido e como o mais baixo deles disse, era melhor cooperar, sua outra parte jamais viria atrás dele, quem acreditaria que um oficial da justiça como ele foi sequestrado por heróis marginais?

– Eu

– Eu

– Eu vou falar...


Notas Finais


Yooo, então dessa vez foi "pequeno" se comparado com o de ontem né?

Foi intencional tá galera? Não costumo dar pontas soltas e eu ainda preciso de mais algumas coisas para completar o próximo cap... Mas vai ficar show garanto.

Além disso, precisamos passar logo do primeiro dia kkkk

Aqui está, bonitinho e atualizado: https://docs.google.com/document/d/1nEY8uUxjPmsyTawUJlH9QV8m7A3NFxGhshEeqcE7hh0/edit?usp=drivesdk


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