História Heróis Phantasmas - Capítulo 5


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Categorias Danny Phantom
Visualizações 15
Palavras 3.614
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Recentemente eu assisti ao vídeo do Butch na internet falando sobre a possível versão da Sam Phantom (e alguns dias depois sobre um imaginável spin-off da série T.T). eu confesso que não entendi muito do vídeo devido ao fato de ser em idioma inglês (todo o conteúdo e diálogo são naturalmente neste idioma... DUH) e eu não sei interpretar muito bem tal idioma (não é a minha ‘linguagem nativa’. Eu não sei falar ou entender muito bem em inglês).
Se você está lendo esta história na minha versão em inglês, saiba que eu estou utilizando tradutor online para isso, portanto o texto pode ser muito ‘gramaticamente errado’...
Mas, pulando esse lembrete e retomando ao meu raciocínio...
Eu havia postado essa versão de ‘e se’ um pouco antes do autor original da obra lançar esse contexto do vídeo! OUH. Como se fosse algo ‘tão especial’. Eu sei que isso é bem fácil e previsível de pensar; inclusive muitos outros autores postaram fic desse tema muito antes desta minha... Obras colossais e fascinantes, digamos...
O que importa é: A obra ‘ainda vive’. E possui credibilidade. Quem sabe o autor não leia estas nossas ‘inspirações criativas’ humildes?
Pode ser possível... Eu ficaria feliz com isso! ;D

Capítulo 5 - Capítulo Cinco


Chapter Five

Criança. Ser humano na fase existencial da infância. Que é cogitado ser entre a fase do nascimento e termina até chegar à fase da puberdade.

No sentido mais amplo, a infância da criança é marcada por um conjunto de desenvolvimento e aprendizagem, que serão essenciais para sua próxima etapa existencial.

Adolescência... A fase da descoberta e definição comportamental. A fase das loucuras joviais... Um novo mundo.

Coragem, loucura ou aventura? Ou tudo junto ao mesmo tempo...

Estas análises servem como uma pequena apresentação inicial dos nossos protagonistas destas histórias que serão narradas... O que por si só já se trata de algo muito especial.

A história dessas pequenas vidas e o quanto isso faz o dia melhorar, não serei eu o medidor para isso. Você decidirá o quanto isso valerá para sua vida cotidiana... E tocando neste ponto, vamos continuar.

Falar da vida cotidiana, habitual e excêntrica dessas três crianças impressionantes e das famílias deles. O entrosamento e interação... Isso tudo não é necessário. Basta que você saiba... Estes três farão do mundo algo novo e sensacional.

Até culminar no acidente fantasma, que para muitos seria uma terrível experiência para ser vivenciada, para eles significou um novo passo em suas vidas e algo bem maior que o simples fato em si.

Significou que a vida sempre surpreende e se inova, abrindo novos horizontes... E proporcionando alegria e superações. Tudo o que eles precisaram fazer... Foi não desistirem de ser quem eram.

...

Amity Park... Alguns anos no passado. Algo em torno de quatro anos atrás...

“Pessoal! Vocês estão bem? Ah meu... O que? Ei. Vocês estão bem??? Conseguem me ouvir? Entendem o que eu estou falando? Que merda! Eu vou chamar seus pais, Danny”-

“N-não. Tucker. E-espera. Ai, ai... Eu estou bem. Nós estamos, não é mesmo, Sam?”.

“Eu estou me sentindo com bastante tontura, vertigens. Mas está tudo bem. Nos ajude a ficar de pé antes de qualquer coisa, Tucker”.

“Oh. Ok, tudo bem. Caramba. Que loucura perigosa aconteceu aqui? Eu ainda não sei se vocês dois estão bem... Me parecem pálidos...”

“O que você acha que aconteceria depois de suas moléculas serem tratadas como bolinha de gude em uma batedeira? É claro que não estamos cem por cento, mas relaxe logo”.

“É. Não seria nada legal os pais do Danny chegarem aqui e descobrirem que nós mexemos nos inventos deles. A bronca seria ainda mais insuportável do que a culpa que já estamos sentindo. Entendeu? Nada de pais que se preocupam demais e são superprotetores...”

Enquanto estes dois adolescentes, que eram apenas vítimas da curiosidade e que acabaram de passar por tal experiência de causar pavor em qualquer um, estiveram reclamando por quase dois minutos seguidos por culpa e raiva dessa bagunça toda, Tucker resolveu ajudá-los a ficarem logo de pé. E ele tentava tranquilizar um pouco esse tumulto de adrenalina causada pelo evento ocorrido...

E foi quando os três notaram que esta não foi uma mera lição de vida, tal susto não acabou. Não foi somente ISSO. Muito mudou. E muito mudará.

Um pouco antes deste surto desenfreado causado por um estranho acidente no maquinário dos pais do jovem rapaz, muito havia sido planejado para este dia... E muito ocorreria sem a menor chance de se controlar tudo isso.

[...]

Jack e Maddie estavam um pouco decepcionados por não terem conseguido ativar o portal fantasma e ainda não puderam efetivar sua principal rota de pesquisa fantasma por conta disso.

Muitos fatores ainda precisavam ser planejados e analisados antes mesmo de considerar uma vitória por abrir tal fenda entre as dimensões humano/ghost.

Muito antes de ser possível a locomoção e transição entre os mundos, era necessário investigar se isso era seguro, se era possível sequer ‘pisar’ em tal solo fantasmagórico...

Se não haveria ‘contaminação’ de alguma amplitude por substâncias prejudiciais... Ou mesmo a administração de sustentação da vida...

Quem vai saber... Já imaginou que se ao entrar em tal ambiente nem seja mais possível ‘sair’ ou que possa haver uma ruptura dimensional distorcendo a realidade ou mesmo o conceito temporal.

Eram muitos fatores a serem elaborados para os experientes e sábios pesquisadores de tais fenômenos, anomalias e existências em geral dos ghost. Jack e Maddie precisariam contabilizar muitos outros fatores e inconstâncias para uma primeira, e incrível, excursão até este mundo. Para serem satisfatórios tais resultados e análises... Eles precisavam entender e investigar o mundo dos fantasmas. Essa coisa toda que foi atrapalhada com o portal ‘se recusando a funcionar direito’!

Mas a frustração começou bem antes disso, antes de ser preciso levantar tais tópicos ou levar em conta tantos fatores adversos e extenuantes...

Isso tudo foi mais que um retrocesso.

Como os Fenton, OS MELHORES CAÇADORES DE ABERRAÇÕES FANTASMAGÓRICAS DO MUNDO INTEIRO, não conseguiram através do intelecto e maquinário, desenvolvido para tal função, e patenteado. Como eles não conseguiram incursionar-se no mundo ghost?

Como eles falharam, como eles não puderam aventurar-se no mundo dos fantasmas?

Isso era quase vergonhoso e irritante, além do habitual. Decepção e vergonha. Dor de cabeça e desânimo... Muitas horas, de muitos dias... Dentro de todo um projeto estruturado, traçado e planejado por muito mais de uma década investida em programação, preparação e construção desta ‘passagem’ interdimensional...

Uma vida, desde que se conheceram, passando pelo período universitário e tudo!

Quaisquer planos... Agora foram tratados como ‘efeito maçante’.

“É hora de uma pausa, meu doce”.

“Ahhhhf. Tudo bem, querida. Um café?”.

“Que tal uma pausa mais extensa?”.

“Sair para almoçar?”.

“Sim, Jack. Já faz algum tempo que não comemos direito...”.

“É. Tem razão. Os projetos podem esperar algumas horas. Agora, vamos dar atenção a essa necessidade fundamental. Encher a pança”.

“Vamos avisar ao Danny e os amiguinhos dele...”.

“Tudo bem, deixe as crianças se divertirem. Eles estão tranquilos no quarto dele...”.

“Bom, então eu vou ao menos deixar um bilhete avisando sobre a nossa saída”.

“Deixe também um aviso que temos sanduiches prontos guardados na geladeira, pode ser que os pequenos queiram fazer um lanche enquanto estamos ausentes”.

“Boa ideia, querido. Eu acho que ainda temos um pouco de verduras preparadas de ontem. Eles podem ajeitar um prato bem caprichado e repleto de proteínas e sabor vegetal”.

“sim, isso me faz pensar que é uma pena que a carne não seja do agrado de todos. É tão saborosa... Bom, isso não importa. Você já terminou de escrever, meu bem?”.

“Sim, querido. Já avisei também que a Jazz saiu com algumas amigas da universidade...”.

“Essa é minha garota, já com amigas com alto intelecto e inteligência. E a nossa pequena ainda nem completou o ensino médio...”.

“Certo, certo. Chega de paparicar a nossa filhinha. Eu estou faminta por uma macarronada com molho de gorgonzola e almôndegas”.

“Você falando assim, querida... Tudo bem. Cabelo penteado, barba aparada... Bem perfumado. Vamos sair e nos divertir um montão!”.

E, com isso, o casal Fenton aproveitou dessa desmotivação momentânea para terem uma calorosa refeição romântica e animada.

É uma pena eles não saberem quais seriam as consequências por ‘abandonarem’ o projeto assim... Inacabado.

E a um passo para ser concretizado. Eles não obtiveram essa resposta. E tal resultado alteraria a vida não só dessa família, mas de muitas pessoas.

E, por consequência, o mundo todo.

Uma brilhante e positiva revira-volta dos fatos...

O portal fantasma seria ativado, mesmo sem o ‘toque profissional’ deles... E a experiência teve início!

.

.

.

...

Após estender a mão, Tucker rapidamente ajudou Danny a ficar em pé. Depois apoiou Sam da mesma forma.

Mas algo estranho ocorreu.

Enquanto Sam era puxada para cima, o aperto de suas mãos ‘sumiu’.

Explicando melhor. A mão dela sumiu.

O garoto sofreu um pouco pelo forte ‘impulso’ que isso gerou, com o mesmo se desequilibrando um pouco e dando poucos passos para trás. E o susto não cessou por ai.

Após Tucker quase cair, ele ouviu um som de alguém ‘levemente desesperado’. Era do seu outro amigo, Danny.

“G-gente... Gente! Galera, o que é isto?”

Ao olhar para Danny, Tucker, e até mesmo Sam ao se distrair do próprio problema, ambos constataram algo ainda mais apavorante. Danny estava ‘afundando’... No chão. Sólido. De concreto. Sem buracos ou rupturas...

Não havia resposta para isso; não havia como reparar tal imagem de suas mentes...

Como isso estava acontecendo com os dois?

Após mais esse SUSTO, com uma rápida ajuda de socorro ao amigo, mais uma vez Tucker é surpreendido ao olhar para Sam... Surpreendendo-se por não mais ser capaz de ‘enxergar’ ela.

Ela ‘sumiu’! Ou quase isso...

Ainda era possível ver resquícios da silhueta dela, parada no mesmo lugar, mas Sam estava praticamente invisível...

“Mas que merda é essa?” - Sam disse.

“Que porcaria é essa?” - Danny disse dessa vez...

“Mas o que no mundo está acontecendo aqui?! O que aconteceu com vocês dois?” - Agora foi a vez do Tucker ficar descontrolado por essa pequena crise de pânico coletiva...

Afinal, não era todo dia que duas pessoas totalmente normais acabariam se tornando fantasmas. Então, esse tipo de reação; esse tipo de palavreado e linguajar ‘brusco’, merecia ser desconsiderado...

...

Eles foram se acalmando. Esses ‘eventos’, fenômenos extremamente sobrenaturais se preferir, foram estabilizando-se.

Danny e Sam tentaram segurar as mãos um do outro, na esperança disso tudo já ter acabado e ambos terem voltado ao normal... Obviamente ambos foram levemente decepcionados ao constatarem que tais fenômenos além de não terem encerrado, ainda estavam mais ‘desenvolvidos’.

Com o objetivo de tocarem as mãos, os dois pararam de tremer e regularam a respiração afim de não se comportarem mais como uma ‘menininha medrosa’. Para terem uma desagradável sensação de formigamento ao sentirem ambas as mãos ‘atravessarem’ o espaço individual mutuamente, o espaço que deveria ser preenchido por matéria e átomos; como os mais inteligentes explicariam... As mãos deles estavam intangíveis. Seus corpos poderiam também fazer isso.

“Isso é incrível, impressionante. Emocionante. E quaisquer outros adjetivos favoráveis para algo dessa incomparável surpresa”.

“Gente! Eu não vejo o meu braço...”

“Putz! Cadê minhas pernas...? Eu... Eu ganhei uma ‘cauda de fantasma’?”

“Ah. Eu estou um pouco mareado de tanto ficar flutuando aqui... Me ajudem a ficar ereto. Eu estou girando no ar, faça o favor. Que loucura...”

“Eu não estou entendendo mais nada. Vocês estão ou não estão preocupados, irritados ou fascinados com isso tudo?”

“E isso importa? O que eu sei é que ISSO É INCRÍVEL”.

“Uhuuuu!!! Eu posso voar. Tucker, eu posso voar... Arrrg. De encontro à parede, de novo”.

“Já é a quinta vez, Danny. Sossegue um pouco no chão, que nem a Sam-”

“Que tal desse jeito então Tucker? Está bom para você...?!”

“Ahhhh... Espera. Eu já vou te puxar, aguenta!!!”

“Tucker...” - Danny acabou tropeçando em seu próprio pé, ou o que deveria ser.

“Tucker...” - Sam ‘esticou’ o dorso além do que uma pessoa normal conseguiria...

“Tucker...” - Danny ficou com a cabeça invisível e se assustou demais com isso.

“Tucker...” - Sam afundou novamente pelo chão.

“Tucker...” - Danny precisava ir ao banheiro, mas não conseguia segurar a maçaneta da porta...

“Tucker...” - Sam teve mais um problema...

“Tucker...” - Danny teve mais outro problema, também.

“Tucker...” - “Tucker...” - “Tucker...” - “Tucker...” - “Tucker...” - “Tucker...” - “Tucker...” - “Tucker...” - “Tucker...”

“MERDA! DÁ UM TEMPO, GENTE...!”. - Tucker queria desesperadamente ir chamar os pais do garoto, mas eles não estavam em casa... Esse não foi um dos dias do Tucker. Não importa o quão raro e fantástico seja isso tudo de fantasmas e poderes, não seria algo fácil...

.

.

.

E eles testaram essas coisas esporadicamente pelo resto da tarde, escondidos dos pais do garoto, é óbvio...

...

Já bastaria de esquisitices neste dia, alertar aos pais dele sobre essa ‘tempestade de conteúdo ecto-ghost’; ou como queira chamar, seria somente procurar por ainda mais chateação e problemas...

Dúvidas cercavam aos três adolescentes, mas tal surpresa animadora era ainda mais fantástica do que quaisquer medos por algum possível efeito colateral dessa tola atitude dos mesmos em bisbilhotar e ‘brincar’ com os experimentos de pesquisa do casal especialista no assunto...

Eles tinham superpoderes agora!!!

O que mais jovens adolescentes sonhariam em obter nesta fase da vida de aventuras e desbravamentos acerca do mundo?

O que crianças que sonhavam com muitas coisas fantásticas e surreais poderiam querer a mais depois de obterem algo tão único e exclusivo?

Convenhamos que estas três ‘crianças’ cresceram ouvindo não só sobre histórias de fantasmas e caça aos fantasmas, como também sonhavam com novidades propícias naturalmente desta fase da adolescência normalmente objetivadas...

Neste instante, dúvidas e medos foram sobrepujadas pelo novo e inigualável desejo de se aventurar nesta vibe de poderes...

É claro, isso é algo somente deste primeiro momento e impressão de tal perspectiva eufórica e fascinante.

E este foi o princípio de toda essa nova história e fase na vida não mais tão natural desses três amigos.

A verdadeira batalha nem sequer foi começada.

...

Mais tarde, neste mesmo dia, os dois afetados por esta nova estruturação de suas moléculas começaram a sentir os primeiros efeitos colaterais... E a maior parte; o ponto mais difícil e trabalhoso... Foi o fato de tentar esconder isso tudo de seus pais.

Afinal, como justificar o seu filhinho flutuando, ‘infiltrado’ na parede e ainda de cabeça para baixo, no que deveria ser o horário normal para o mesmo estar dormindo e se preparando para a retomada do período escolar?

Ou a princesinha que em quase meia hora seguida de soluços, oscilava entre estar transparente ou afundar pelo piso do quarto e invadir a área de cinema da casa???

Ou o simples fato mais notável possível... Os dois estavam ‘brilhando’!!!

Cada qual precisou enfrentar tais problemas em suas respectivas casas... Somente para manter em segredo um provável problemão que se instalou em suas vidas. Medo de retaliação ou descobrirem que isso é mais sério do que um suposto presente paranormal, manteve aos dois afetados e ao amigo ‘cúmplice’ de boca fechada sobre o assunto para quaisquer outras pessoas em relação a tal conjunto de tudo isso.

Ao longo da noite somente uma solução surgiu na mente deles... E a iniciativa é claro que foi tomada pela pessoa mais esperta do grupo.

Trururu... Trururu... Truru. Clinck (Onomatopeias de telefone tocando)

“Alô? Ah... [...] Sim. Você tem razão, boa ideia, Sam. Agora só me diz como vamos fazer ISSO sem chamar a atenção de todos na casa? Porque, se for me perguntar como está sendo o meu dia... Eu te digo. Eu não estou conseguindo fazer nada normal hoje. Sabe quantos pratos eu já quebrei? Quatro. E eu nem estava segurando eles... Agora me diz, como vamos. [...] Está bem. Ok... Calma. Se você começar a gritar agora, no meio da noite, como é que você espera não acordar ninguém e conseguir ‘fugir um pouco de casa’ a essas horas da madrugada? Eu não sei você, mas eu espero não acabar esbarrando em nenhum poste e causar sobrecarga na energia elétrica da cidade ou ainda pior... Sair flutuando e ir parar no espaço sideral. Tudo bem que eu sou fissurado por estrelas e tudo mais; você conhece muito bem, mas eu não quero correr tal risco... [...] Arf. Ok. Você me convenceu. No parque, daqui a dez minutos? Se chegarmos vivos e inteiros... Mal posso esperar para te encontrar lá. Até...”

Caramba... Quando ela está brava, eu não tenho a menor chance. Tomara que isso não nos meta em ainda mais problemas. Bom, eu não tenho nada a perder, mesmo... E é bom. Eu queria, mesmo, olhar para o rosto dela agora. Errrr... Um rosto amigo; amigo para essas horas e etc. deixa eu ir logo, antes que eu acorde todo mundo e os faça suspeitar ainda mais do meu jeito estranho desse dia, ou madrugada agora...

...

Noite fria de Amity Park.

O parque estava escuro... Isolado. As folhas das árvores balançavam lenta e suavemente. Mas vez ou outra o vento forte as agitava e causava a sensação de noite tenebrosa e assustadora.

Ou energética e radical. Depende de quem é o espectador de tal show da natureza; ou o que sobrou dela nesse pequeno espaço reservado à mesma.

Este fora o passatempo de uma garota no parque, de madrugada. Elaborar pequenos textos mentais como se estivesse compondo um de seus muitos poemas e jornadas criativas diárias. Mas isso é só um reflexo do tédio e ansiedade que a mesma sentia lá, em tal momento.

O mais importante para se analisar sobre esta noite era...

Por que o Danny está demorando tanto??? Se ele tiver voltado a se deitar, eu juro que amanhã eu-

Ruuuhhh... Parece que a noite está mais fria do que eu pensava, me deu até calafrio. Não importa, o mais-

“Ah. Sam... Ei Sam. Eu estou aqui, cheguei”.

“Danny. Ei, Danny! Que merda de atraso foi esse? Você disse que chegaria em dez minutos. Sabe quanto tempo eu estou esperando aqui?”

“Desculpe, Sam. Mas meu pai estava realizando um lanche noturno na geladeira e eu me senti inseguro para sair até ele ir se deitar novamente”.

“E por acaso nós não descobrimos NOVAS HABILIDADES capazes de resolver esse dilema hoje mesmo?”.

“Eu não sei você, mas eu não estou muito certo se eu conseguiria me mover até aqui desse jeito... Eu já estava tropeçando em tudo somente lá em casa, imagina se eu fizesse algo desse tipo aqui fora? Todos notariam-”.

“Eu sei... Eu sei! Eu é que peço desculpa, Danny. Eu não deveria ter te ligado tão agitada logo de madrugada. O certo seria eu ter ao menos a consideração em esperar que amanhecesse. Mas eu estou muito eufórica e agitada. Isso é muito estranho. Fascinante, mas estranho e assustador. Eu precisava... Não sei. Eu... Eu só queria conversar, sabe?”.

“É. Eu sei. Em casa estava uma agitação enorme por conta daquele portal estar operacional, mas eu também fiquei muito agitado hoje. Você não precisa se desculpar. Você tem todo o direito de ficar nervosa. Até eu também estou.”.

“Mas esses poderes ainda assim são fabulosos e raivosos. Não faz tanto tempo assim, mas eu já gostei deles. É tudo muito diferente e inovador”.

“Tem razão... Oh... Está muito frio agora. A gente deveria mesmo ter esperado até amanhã.”.

“Desculpe”.

“E agora? Quer se sentar e relaxar? Vamos compartilhar sobre tudo que aconteceu conosco esta noite? Eu não sei você, mas tudo o que eu estou querendo agora é relaxar. E quem sabe admirar um pouco as estrelas e a lua, mesmo que não seja tão visível assim...”.

“Eu aceito. Eu também estou precisando disso.”.

“É tão deserto aqui a essa hora”.

“Normalmente não tem muitos invasores da noite perambulando por aqui. Somente um guarda de vigilância circulando o perímetro a cada hora. E ele não checa todos os locais”.

“Oh. Me parece que você está muito informada sobre isso”.

“Bem, todos precisam de algum refúgio em noites de insônia. As vezes eu me refugio aqui até amanhecer”.

“Caramba. Eu não sabia disso”.

“Todas as garotas precisam guardar alguns segredos...”.

“Tudo bem, tudo bem. Você me pegou... Wuuuuahhh... Será que eu posso relaxar um pouquinho aqui? Esse parece um belo refúgio”.

“Sim, sim... Tudo bem.”.

“Eu estou sentindo um pouco de sono agora”.

“Uhu. Eu acho que estou começando a sentir também. quer retornar para casa e ir descansar? Eu acho que já me acalmei o bastante para não precisar mais de uma babysitter para pegar no sono”.

“Está me dizendo que a minha companhia é entediante?”.

“Não. Eu estou dizendo que falar um pouco com você me ajudou a relaxar. Obrigado. Eu precisava colocar um pouco dos nervos em ordem”.

“Oh. Mas está uma noite tão bonita e agradável para me recolher embaixo de um teto sólido e escuro... Se não fosse por esse frio todo... Já sei.”.

“Wuuuuahhh. O que, o que foi? Alguma boa ideia? Ou uma ótima ideia...?”.

“Vem, vamos até aquela árvore ali.”.

“Ah? Qual a diferença? O paisagismo não está bom ainda?”.

“Deixa de sarcasmo... É uma interessante ideia essa minha”.

“Está bem. Eu vou confiar”.

E com isso...

Tanto o Danny quanto a Sam, ambos pedem desculpa pela sobrecarga de estresse e por terem se tratado mutuamente com ignorância... Assim finalizando a noite acerca deste assunto chato e irritante.

Então eles passam a admirar mais a noite... A lua bem vívida e brilhante lá no céu. O vento frio e forte da madrugada... Um momento para relaxarem e repensarem em como ambos irão lidar com essa situação toda. Afinal, ter superpoderes fantasmagóricos não é algo que qualquer um já se deparou antes.

Um momento para ficarem sentados. Costas apoiadas simultaneamente. Olhar vago; distante. No horizonte do céu. Apoiados por uma grande árvore que lá estava... Simplesmente imaginando como usar tais novas habilidades únicas e radicais.

E podendo confiar que o amigo ao lado irá apoiar nesse trajeto intrigante e fascinante.

“Viu?”.

“Ok. Assim um serve de travesseiro ao outro. Legal. Bem aconchegante. Aliviou um pouco o frio, devo admitir”.

“Eu sei. As vezes eu também consigo ser brilhante nas ideias.”.

“Uhu... Agora é hora de contar estrelinhas...”.

“Nossa, você deve estar bastante cansada, mesmo, para fazer esses trocadilhos tão bobinhos e infantis.”.

“Ah, calado. Me deixa relaxar um pouco...”.

“Hummm... Boa noite, Sammy”.

“Hummm... Boa noite, Danny”.

[...]

A partir de tal dia, eles passaram a se encontrar ali para tentar treinarem esses poderes. Alguns dias o Tucker estava junto, em outros dias... Algum dos dois não conseguiu ir... O que importa é que eles estão se esforçando o melhor que podem para que isso não seja um empecilho na vida cotidiana deles.

Isso não impede o fato deles lamentavelmente quebrarem vários materiais frágeis ou ‘se perderem’ durante caminhadas simples e rotineiras por estarem atravessando a parede sem querer...

.

.

.

#Continua...


Notas Finais


Eu estou me sentindo igual ao narrador de todo começo de episódio do desenho animado clássico “The Powerpuff Girls” (Conhecido no Brasil como as Meninas Superpoderosas)... KKKK
Momento referência nostálgica no ar. T.T (mesmo que eu nem tenha assistido tanto assim tal cartoon).
A cidade de... (Não sei se no áudio original dessa obra é assim, mas a dublagem daqui ficou dessa forma).
Eu não sei... Eu só quis falar um pouco disso que acabei pensando agora... XD
...
(Tudo isso de criatividade nesse ‘momento de encontro descontraído’ deles pela madrugada, foi pensado agora por mim. 28/07/2018 às 02:11 AM. Estou cansado!!! kkkk). Revisar e colocar leves romances nisso tudo em conjunto com as personalidades fortes e ousadas. Birra e nervosismo... Nada de tão diferente do cotidiano deles... Esse é um desafio bem hardcore!!! ^^
...
Eu não sei se eu consigo pegar essa ‘sutileza’ nas características dos personagens. Vocês entendem? Eu não quero criar os ‘meus’ personagens... Eu quero continuar a personalidade que eles já possuem... Algo bem próximo ao oficial. Mas é difícil; é tenso. Bom, eu vou tentar fazer isso. ^^
...
Até o próximo capítulo, ou me mandem mensagens... Assim vocês não precisarão ficar esperando tanto tempo assim para conversarem comigo. :P
...
Eu havia preparado este capítulo desde o início do mês (01-08-2018), mas eu tive um pouco de preguiça para postar. E ocorreram alguns ‘impedimentos’ para que eu pudesse fazê-lo logo.
Kkkkkk
Alegria em sua vida! E que nosso Senhor Jesus Cristo nos abençoe sempre! :)
...
Ps.: Existe uma pequena ‘brincadeira’ para crianças aqui no Brasil para ajudar a dormir. Se chama Contar Carneirinhos... Serve para cansar a criança enquanto a mesma se esforça contando o número de alguma coisa... Neste caso eu fiz o trocadilho com as estrelas... ^^
(Eu não sei - e não pesquisei - se nos Estados Unidos também existe algo assim. Então fica aqui minha colaboração de narrativa ^^).


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