História He's cute and i'm part of the favela - Capítulo 1


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Categorias Pentagon (PTG)
Personagens Hui, Personagens Originais, Yeo One
Tags Changgu, Hui, Huione, Pentagon, Yeo One, Yeohui
Visualizações 17
Palavras 1.818
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo 1


           

               ⋆⋅⋅⋅⊱∘──────∘⊰⋅⋅⋅⋆



Quando deram exatamente dez horas da noite a senhora Lee ja ligava desesperadamente no celular de seu filho, por mais que ele já fosse um adulto, ele ainda morava consigo e à falta de notícias do mesmo fazia com que sua preocupação surgisse, nove e meia era o horário dele estar em casa, podia estar sendo uma mãe chata na visão de muitos, porém ela sabia o filho que tinha, avoado, e uma timidez gritante.


Hwitaek ou só Hui, seu filho, tinha receio de perguntar coisas até para si, pedia por favor e se podia fazer tal coisa para tudo, e pra completar não tinha amigos, só sabia da existência dos aproveitadores da faculdade do mesmo, eles só o procuravam pelas matérias. Pensava consigo que poderia ser pior, ja que por algo maior seu menino não sofria nenhum tipo de bullying, bem, os outros só não insistiam em se socializar com ele.



Após inúmeras tentativas mesmo vendo que suas ligações caíam direto em caixa postal, seu coração já estava apertado, e ela continuava a insistir, não iria brigar com seu filho se ele lhe desse uma boa explicação, afinal, nunca em seus vinte e cinco anos fizera isso consigo, era um menino de ouro, tinha por si que era algo ligado o jeito dele e não algo proposital.



⋆ ⋅ ✦ ⋅ ⋆




Há mais de uma hora Hui estava tentando a todo custo saber onde estava, sua vontade de colocar um fone nos ouvidos e escutar uma boa música enquanto voltava de seu meio emprego de contabilista, agora se encontrava em um bairro que nunca havia passado em sua vida, se distraiu e acabou tendo que descer no último ponto do ônibus, tudo estaria mais facil se a bateria de seu celular não tivesse dado os canos.



Já estava quase chorando de nervoso, as ruas pareciam estar todas desertas e aquilo o deixava com medo, além de que nao podia perguntar a ninguém onde tinha ido parar, por mais que só de pensar em parar algum desconhecido o deixasse com constrangimento até porquê sabia que iria gaguejar feito um verdadeiro gago, porém era a única saída; viu um lugar bem iluminado poucos metros à frente, foi para perto do local percebendo ser um condomínio foi seco no lugar onde deveria haver um segurança, -porteiro, seja lá oq fosse- vazio, ninguém estava ali.



Não fazia a minima ideia de que horas eram, sua mãe ja deveria estar uma pilha de nervos, e ele ali, sem saber oq fazer da vida, sentado em frente ao condômino esperando algo divino acontecer, a mochila que antes se situava em suas costas fora colocada ao seu lado na calçada em que estava sentado, abriu a mesma vendo um pacotinho de club social, aquilo parecia a melhor coisa do mundo visto que só estava com o almoço no estômago.

 Já estava no terceiro trio de bolachas quando lembrou que em outro bolso da mochila guardara uma latinha de coca-cola, abriu o outro bolso em desespero vendo a mesma estar realmente ali enrolada em uma sacola, sua felicidade era tamanha que começou a rir consigo mesmo que nenhum louco, levantou-se e abriu latinha após tirar lá de dentro da sacola, a virou de uma vez, assim que tirou a coca da boca virou-se para trás na intenção de guardar o objeto vazio de volta na mochila, porém um baque foi sentido fazendo respingos do que ainda havia na lata voar em seu moletom, aquilo quase o fez infartar, era seu moletom favorito, poxa.



- Ta fazendo oque aqui maluco? - olhou para cima vendo um jovem consideravelmente mais alto que si  parado a sua frente, ele estava de um jeito bem "largado", uma blusa folgada,  uma bermuda, um boné para trás, chinelos , e os cabelos em um tom quase platinado, bem diferente do estilo de Hui que estava com uma simples calça jeans e o seu inseparável moletom azul bebê, seus cabelos, bem, diziam que parecia que ele havia saido direto dos anos oitenta - Não vai me responder não?


- E-eu, eu es-estou per..dido aqui.. - disse tentando o seu máximo para não gaguejar, falhando quase que miseravelmente



- Você não é meio velho pra sair se perdendo por ai não fih?  - ele disse com um olhar debochado



- Oras! - elevou um pouco a voz fazendo o outro olhar para si é dar uma leve risada por ver Hui tentar se impor, e infelizmente  sua estatura baixa não ajudava, ja que essa não era lá das mais intimidadoras - Apenas desci no último ponto por descuido, não sou obrigado à saber todos os bairros daqui não! - ele podia falar lindamente quando estressado, era como se não percebesse que estava falando com um estranho, que era todo errado em se expressar e muito menos que era tímido.



- Mas você não tem um celul- Hui tirou o objeto que iria ser citado do bolso de seu moletom virando o aparelho de frente para o rapaz e apertando varais vezes no botão de iniciar - Sem bateria? - Hui balançou a cabeça em um sim mudo - Nesse caso, mals ae por estar te julgando, porém você real não passa a imagem de alguém adulto e que sabe o que está fazendo, pensei que era um qualquer vagabundando por aqui.



- Meça suas palavras, oxigenado - cruzou os braços batendo o pé direito no chão repetidas vezes, desviou seu olhar pra qualquer lado - Me desculpa... não queri-Bom, se não vai me ajudar me deixa aqui vai, eu só... - de repente como se algo estivesse entalado dentro de si, Hui derramou uma lágrima deixando-se sentar na calçada de novo com as mãos para trás como um apoio, fechou seus olhos respirando fundo, ouviu  uma movimentação e assim que abriu os olhos viu o outro agora sentado ao seu lado lhe estendendo um celular - Eu posso mesmo usar? - o viu assentir - muito obrigado - sussurrou antes de pegar o aparelho e discar o número de sua mãe já sentindo um alívio por dentro, poderia deixar a mãe mais aliviada por saber que estava bem em todo caso.




⋆ ⋅ ✦ ⋅ ⋆





Depois da conversa com sua mãe, a mais velha disse que era pra ele voltar no mesmo instante se pudesse, tinha tirado a sorte grande de ela não ter ficado brava, decidiu que iria pedir um uber para voltar pra casa, antes pedindo perdição para o dono do aparelho, está que foi concedida.



Devolveu-lhe o celular sem nem olhar na cara do mesmo, poxa, não podia tratar sua mãe de forma diferente só por que tinha ao seu lado um completo estranho, porém fora deveras vergonhoso falar com sua mãe em frente ao rapaz, já estava sem moral e se lá se fora o resto que sobrara, e no lugar do estresse em que estava a timidez voltou pra ficar.



- Talvez tenhamos começado com o pé esquerdo, Yeo Changgu - Hui o olhou espatado pela fala repentina e logo direcionou o olhar para a mão estendida em sua direção


- Lee.. Hwi-Hwitaek! - apertou a mão do agora Changgu com o rosto em um tom de vermelho


- quantos anos tem? - perguntou rindo mais pra si próprio 


- vinte e.. cinco - viu Changgu arregalar os olhos e o olhar com espanto


- eita man, eu tenho vinte e três, jurava que você era mais novo, sem querer ser ofensivo


- Mas já sendo né - sussurrou mais para si, porém


- E sério, você tem uma cara de ser mais novo, isso deveria ser um elogio - deu risada - cara, você é todo... bebêzinho, ai sei lá mano, não sei mais de nada, já era pra eu estar em casa - ele dizia esfregando uma das mãos pelo rosto


- O-onde você mora? - perguntou tentando ser mais amigável, isso que era algo raro de se acontecer; viu Changgu apontar para trás - oh! Mora ai? Parece ser bem bonito, bem de... classe média alta


- Talvez.. - ele ficou olhando para o outro lado da rua onde tinha um beco que deveria levar para algum outro bairro, ou algo parecido - seria muito mal educado da minha parte de largar sozinho aqui?


- N-Não, não, você não tem obrigação alguma de ficar aqui comigo - disse meio temeroso de ser deixado ali sozinho de novo.


- Eu sei que não.... bem, de qualquer maneira, to aqui - Hui o encarou durante uns minutos até trazer os joelhos para perto do rosto e descansar o queixo ali, em uma tentativa de se esquentar, estava uma noite..  ou talvez madrugada fresca, não tinha ideia de como o ser ao seu lado estava super numa boa com aquela camisa fina. Se destruiu olhando para seus tênis enquanto batia as pontas uma na outra, tomou um pequeno susto ao ouvir o barulho de um carro se aproximando, como já havia mencionado, aquele bairro era deserto.


Hui se levantou rápido pegando sua mochila e já abrindo um dos inúmeros bolsos a procura de um pouco de dinheiro que sempre guardava para pagar o moço, ja ia entrando no carro quando seu braço foi puxado o fazendo olhar para o autor do feito



- Eu.. eu vou te ver por ai?



- Ah.... q-quem sabe? Já esta tarde, preciso ir, muito obrigado pela gentileza, e ter mantido meus órgãos no lugar -  deu uma leve risada, fazendo com que Changgu fizesse o mesmo - eu trabalho no centro... T-tchau

- Até logo - Changgu disse soltando seu braço e colocando suas mãos nos bolsos da bermuda que usava, na visão do loiro, Hui era uma graça, por mais que seja mais velho, e bom, por mais que muitas das vezes não quisesse nada com nada, aquilo tudo fora muito... inesperado? Seria essa a palavra correta? Quem sabe?  Talvez só..  devesse insistir em algo incerto.e ficar aqui comigo...



Hui se levantou rápido pegando sua mochila e já abrindo um dos inúmeros bolsos a procura de um pouco de dinheiro que sempre guardava para pagar o moço, ja ia entrando no carro quando seu braço foi puxado o fazendo olhar para o autor do feito


- Eu.. eu vou te ver por ai?


- Ah.... q-quem sabe? Já esta tarde, preciso ir, muito obrigado pela gentileza, e ter mantido meus órgãos no lugar -  deu uma leve risada, fazendo com que Changgu fizesse o mesmo - eu trabalho no centro... T-tchau


- Até logo - Changgu disse soltando seu braço e colocando suas mãos nos bolsos da bermuda que usava, na visão do loiro, Hui era uma graça, por mais que seja mais velho, e bom, por mais que muitas das vezes não quisesse nada com nada, aquilo tudo fora muito... inesperado? Seria essa a palavra correta? Quem sabe?  Talvez só..  devesse insistir em algo incerto.



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