História He's cute and i'm part of the favela - Capítulo 2


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Categorias Pentagon (PTG)
Personagens Hui, Personagens Originais, Yeo One
Tags Changgu, Hui, Huione, Pentagon, Yeo One, Yeohui
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Palavras 1.321
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Capítulo 2



             ⋆⋅⋅⋅⊱∘──────∘⊰⋅⋅⋅⋆



Apesar de ter levado uma leve bronca de sua mãe por ter sido tão distraído a mais velha logo em seguida já estava o bajulando e dizendo que não sabia o que faria com a vida se algo de grave o tivesse acontecido, nada de novo na vida de Hui. Sabia do amor que a sua progenitora sentia por si e que toda sua preocupação tinha fundamento.


Se passaram quase duas semanas do ocorrido, Hui nunca mais nem tocou em seus fones de ouvido dentro de um ônibus que fosse, a menos se estivesse acompanhado de sua mãe que as vezes ia o visitar em seu trabalho e voltavam juntos para casa, ela começou a fazer tal ato com mais frequência com medo de acontecer algo parecido com aquele episódio.


No fundo Hui se sentia bem confortável com a presença da mãe mais vezes ao dia, já que ficava a maior parte do tempo sozinho, só ele trabalhava no quarto andar do prédio de seu chefe, porém algo em seu interior gritava que deveria amadurecer mais emocionalmente e arrumar um lugar só para si, não gostava nenhum um pouco de ficar sozinho, mas uma hora teria que ficar... e se não conseguisse? Infelizmente a senhora Lee não estaria mais consigo em um determinado momento, não queria pensar nisso.





⋆ ⋅ ✦ ⋅ ⋆




Sentado olhando pro nada após se perder em seus pensamentos se deu conta que já estava no seu horário de ir embora após olhar o relógio da parede ao lado, e não vendo sua mãe em lugar algum em todo o andar, resolveu apenas arrumar suas coisas para ir embora antes que começasse a pensar demais novamente e perdesse o horário do bendito ônibus, e outra, não aguentava mais estar todo formal daquele jeito, saiu em direção ao banheiro para se livrar daquelas roupas rapidamente para então colocar as suas mais confortáveis. Arrumou  certamente a mochila em suas costas e passou palas portas da empresa indo direto para o ponto de ônibus despreocupadamente, olhou em seus relógio de pulso vendo que faltavam em torno de uns dez minutos para o ônibus passar, sendo assim resolveu  ir a um mercadinho que tinha em frente ao ponto, já que estava tão perto e por sorte aberto, ele costumava fechar junto do comércio as sete, menos de três minutos para as oito e meia e ele aberto, sorte.


Estava com um salgado na mão pronto para sair do estabelecimento quando ouviu algo do tipo " ô Japa " olhou só por respeito porque sabia que era consigo, era apenas um moço o estendendo seu chaveiro junto das chaves que por algum motivo caira de seu bolso da calça e nem percebera, estranhou um pouco a ação, porém resolveu pensar que não era todo mundo naquela cidade que tinha má índole, pegou seu pertence de boa vontade dizendo um "obrigado" baixo e se retirando dali, odiava ser chamado de "Japa", mas o moço o fez uma boa ação então relevou o gafe.



Tudo estava nos conformes, chegou no ponto e ainda pode comer seus salgado com tranquilidade, a não ser pelas inúmeras pombas que ficavam por ali esperando que ele as alimentasse. Tinha uma sorte danada daquele ônibus nunca ir lotado, podia sentar e dar uma relaxada olhando a paisagem, em sua cabeça seria bem melhor se pudesse pegar o metro, mas a estação era longe e total fora de mão. Demorava imensamente até chegar em seu bairro, onde já se viu ficar quase uma hora dentro de um ônibus? Bem, ali se via bastante, até mais que um hora  ali dentro tinha pessoas que ficavam ( que foi o que aconteceu consigo quando se destraiu ovindo música naquele dia em que ficou perdido ). O importante era estar com a saúde boa e as contas pagas, tudo ótimo.




⋆ ⋅ ✦ ⋅ ⋆




Desceu do ônibus já começando a andar em direção a sua casa, essa que ficava um quarteirão afastada do ponto, só queria se jogar em sua cama depois de um bom banho para depois ir jantar qualquer coisa maravilhosa que sua mãe sempre fazia, com esses pensamentos apressou o passo para chegar mais rápido; tirou a chave do bolso logo em seguida destrancando a porta da sua residência dando de cara com sua mãe e se assustando a ponto de soltar um grito, graças que conseguira o engolir, com isso pousou a mão em cima de seu coração e soltando o ar que havia prendido de uma vez vendo a mais velhar dar um risada leve.



- A senhora não pode me assustar desse jeito não, e se eu tenho um ataque morro do coração? - ela abriu mais o sorriso que estava em seu rosto logo levando uma de suas mãos aos cabelos de Hui e os acariciar


- E mais fácil a sua mãe que ja está velha ter um infarto do que você ai, tão novo e cheio de vida - Hui fez uma expressão descintebte para depois se pronunciar


- Vira essa boca pra lá, ninguém aqui vai infartar não!  - ela apenas deu um suspiro e fitou o filho como se quisesse lembrar de algo e então de repente ela estalou os dedos e falou um baixo "lembrei", deixando Hui curioso sobre o que a mulher a sua frente tinha para lhe falar.



- Ah! Meu filho, um rapaz ligou dizendo que queria falar com você, achei estranho pois você não conhece ninguém, então eu estava duvidando até ele dizer que era o rapaz daquele dia do ônibus, me pediu para falar pra ti que ligasse ou manda se uma mensagem que for pra ele.... Hui? - Era estranho como ele olhava para o nada como se tivesse entrado em estado de choque, sua mãe o viu fechar os olhos com força e balançar a cabeça de leve.


- Oi? Ai, mãe... diz que eu não estou, que fui sei lá para onde, só não fala pra ele que eu cheguei em casa, por favor? Hã? Faz isso por mim, faz?


- Mas porque? Hui! Ele te ajudou, e é assim que você retribui?  Não foi pra isso que eu te eduquei, meu filho pensa sobre o que está me pedindo, isso e muito feio, se não fosse por ele ter parado e ter tido paciência com você talvez você nem estivesse aqui, e bem.



- Não mãe! Não é isso, me desculpe, mas tenho a plena noção de tudo que me falou.. mas e que.. não sei dizer, só  é algo que eu sinto ser maior deixar..... só deixa estar, não e por falta de educação, espero que eu possa te explicar certo um dia - Ele dizia tudo aquilo com um tom e uma seriedade que convenceram sua mãe de que aquilo não era desrespeito. Meio receosa ela concordou dando se por vencida.


- Bom, já que pra você isso tem fundação... bem, mandando completamente o assunto, Hui, eu sei que já está há quase um ano na empresa, mas... não acha que está muito carregado? Sai da faculdade direto para lá, e em vez de sair as cinco, sai as sete e dez. Parece que você anda exausto com tanta coisa para você fazer.


- Mãe, eu só tenho uma carga horária maior por ter só eu no meu departamento, esse ano ainda contratam mais funcionários pelo crescimento da empresa, e é o último ano da faculdade, eu aguento mais cinco meses - sorriu para a mãe antes de fazer uma pergunta - Eu posso ir tomar banho?


- Eh menino, já disse que você não tem que ficar me pedindo se pode isso ou se pode aquilo, não estou com as suas pernas! Quando você vai parar com isso? - Hui deu uma risada sem graça pela repreensão da mãe, deu um beijo no rosto da mesma e saiu para seu quarto afim de tomar o tão desejado banho.






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