História He's not a Killer He's my boyfriend - Capítulo 13


Escrita por: e RebelCat

Postado
Categorias Histórias Originais
Tags Bipolaridade, Piadas Ruins
Visualizações 16
Palavras 2.573
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Yooooo
Oi gente tudo bem? *Desvia de facas*
Desculpe a demora, eu tava sem criatividade...

Mas o que importa é que tem episódio novo e a série vai voltar a ter episódios semanais (ou mensais, depende do humor da escritora).

Não vamos mais ficar nessa de postar a cada três séculos quando a lua está cheia em uma terça-feira. Prometemos!!

Vamos dar nosso melhor, então aproveitem esse capítulo.

Tchau tchau!

Capítulo 13 - O exame de próstata


- Eu não acredito que deixei você vir comigo... - Arthur resmunga.

Ele e Nicollas estavam caminhando na rua, em direção ao consultório médico, para Arthur fazer o seu exame de próstata. A enfermeira da escola ligou para sua mãe, e aconselhou que o exame seja feito.

O pai de Arthur não ficou muito contente, mas sabe que será pelo bem do garoto.

- Se você não tivesse deixado eu teria te seguido - Nicollas responde, enfiando as mãos nos bolsos e dando de ombros.

- Não duvido... mas por que você quer tanto vir?

- Talvez porque alguem que não vai ser eu vai enfiar o dedo no teu cú?

Arthur estala a língua no céu da boca e responde:

- Você é possessivo pra cacete. É um médico, o trabalho dele é enfiar o dedo no cú dos homens e ver se eles tem algum problema.

- Mesmo assim, só eu devo ter esse direito.

- Você é estranho, pra cacete.

Antes de perceberem, eles estavam na frente do consultório. O prédio é bem compacto, mas não deixa de ser um consultório.

Arthur vai até o balcão e pergunta qual é o andar certo, então ambos os garotos sobem para o terceiro andar, entram na sala e aguardam o nome de Arthur ser chamado.

- Arthur Metria, por favor, se dirija para a sala ao lado. - A atendente do local diz. - Se quizer, pode levar seu amigo junto.

- C-certo... - Arthur responde, revirando os olhos para o sorrisinho de Nicollas.

Ambos os garotos vão para o outro cômodo e aguardam sentados nas cadeiras que estão em frente a porta.

- Muito bem... - Um homem mais velho, cabelos negros, usando um jaleco abre a porta, segurando uma prancheta. - Você deve ser Arthur, certo?

- Sim, sou eu.

- Sou o doutor José Augusto, vou fazer o seu exame. Vamos entrar?

- Claro... - Ele se levanta, e segue para dentro da sala.

- Tem como eu assistir? - Nicollas pergunta, se levantando da cadeira.

- Se o paciente permitir, não vejo problema - José responde, dando de ombros.

- Art~ posso assistir? - Ele pergunta, um sorriso malícioso.

- Puta merda tu quer muito ver meu cú... faz o que quizer, retardado.

- Yey! - Nicollas comemora.

Eles entraram na sala, havia uma cama no canto, uma cadeira ao lado. Havia uma estante cheia de medicamentos e um pacote de luvas de borracha. No canto tangente a cama, havia uma escrivaninha branca.

- Pegue essa camisola - Ele joga um pedaço de tecido branco com bolinhas azuis claras em Arthur - E se troque no banheiro ali - Ele aponta um canto com uma porta branca. - Você - Ele diz, olhando para Nicollas - Sente-se na cadeira naquele canto.

- Okay - Ambos respondem se dirigindo aos seus lugares.

Arthur entra no banheiro exíguo e troca de roupa. Ele estava totalmente exposto para um desconhecido.

Um médico. Arthur repetia em sua mente. Não há nada sexual envolvido...

Ele reflete sobre o que acabara de pensar.

- ...Estou passando tempo demais com Nicollas... Ele é deveras estranho.

- Já está pronto, princesa? - A voz de Nicollas ecoa pelo banheiro.

- Já estou indo... - Ele responde, nem um pouco animado para o que está prestes a acontecer.

Ele sai do banheiro, a camisola era um pouco pequena, o tecido não era muito confortavel e era bem brega. Suas pernas estavam expostas até o nível da cocha, seu peito estava visível, seus cabelos bagunçaram um pouco...

Na opinião de Nicollas, ele estava muito sexy.

- Ficou um pouco pequeno, mas não vai fazer diferença - José diz, dando de ombros. - Você prefere ficar deitado, ou de quatro.

- Ah, ele... - Nicollas ia fazer uma piada, mas Arthur apenas deu um olhar, que o fez ficar quieto no mesmo instante.

"Não me faça cometer um homicídio seguido de suicídio". Era o que os olhos dele diziam.

- Prefiro ficar deitado, doutor. - Arthur responde, o olhar sereno.

- Muito bem então. Deite-se de lado nessa cama - Ele aponta para uma pequena cama com estofado de couro falso.

Arthur então faz o que o médico mandou. Ele se deitou de lado, com um braço apoiando o pescoço.

- Não, deixe suas pernas assim... - Ele pega a perna que estava por cima da outra e a move suavimente para o lado, deixando ela cruzada. - E abra mais o espaço entre suas nadegas... - Ele pega a perna de baixo e a afasta um pouco mais da outra, da mesma forma suave. Suas mãos são macias, e quentes...

O rosto de Arthur fica com um tom rosado quando percebe que está totalmente exposto. Vulnerável... A posição que está é totalmente constrangedora para Arthur...

Mas tão bela para um certo albino.

- Certo, agora... - José coloca a luva de borracha, e coloca bastante lubrificante em seus dedos. - Não vai doer, só vai causar um leve desconforto, mas não se preocupe, logo acaba.

- Tá... - Arthiur responde, apenas esperando.
Nicollas observava, o olhar fulminante.
A maneira que o médico tocou nas pernas de Arthur...

E agora, ele está prestes a enfiar o seu dedo no orifício anal dele, onde apenas TRÊS coisas podem passar:

1. Os dedos do NICOLLAS

2. o pênis do NICOLLAS

3. E BOSTA

*NADA MAIS*

Os dedos do médico se aproximam da entrada de Arthur, e a medida que se aproximava, a intensão assassina de Nicollas aumenta.

Quando os dedos de José tocaram a entrada, e Arthur fechou os olhos e mordeu os lábios, Nicollas explodiu.

- AMANEM FUDENDO ISSO! - Ele grita, se levantando da cadeira.

Seu grito assusta tanto Arthur quanto o médico, que afastou seus dedos da entrada de Arthur. Nicollas então pega as luvas de médico, e as coloca.

- SÓ EU POSSO ENFIAR OS DEDOS NO CÚ DELA, EU FAÇO ISSO!

- Dela...? - Arthur se pergunta...

- Enfermeira!! - José grita, e no mesmo instante uma mulher com roupas de enfermeira aparece na porta.

- O que foi, doutor? - Ela pergunta, os olhos fechados, uma expressão simpática.

- Tire ele daqui, antes que ele faça eu errar o exame.

- Sim senhor... - Ela abre os olhos, a iris de um tom vermelho brilhante, sua expressão fica assombrosa.

- Se acha que vai conseguir me... - Nicollas diz, mas antes que percebesse as mãos da enfermeira já estavam em sua cintura, e sua cabeça já estava no chão.

A enfermeira sai da sala com algo semelhante a um cadáver por cima dos ombros.

- ...Você pediu por isso, seu idiota - Arthur diz, em voz baixa.

- Muito bem, vamos continuar.
- ...Okay.

O médico volta a aproximar seus dedos da entrada de Arthur. Quando os dedos dele rossam sua pele, ele morde os lábios com força, e fecha os olhos.
Entrou. Os dedos dele escorregam para dentro com facilidade - graças ao lubrificante.

É estranho. A sensação é estranha, desconfortável... desagradável.

Quando José enfia todo o seu dedo a dentro...
- Muito bem, agora vamos procurar... - Ele empurra seus dedos em direção a uretra.

Ele encontra sua próstata. Quando Arthur enjirece as costas, abafando um grunido de desconforto, o médico diz:

- Encontrei.

Ele começa a cutucar a próstata de Arthur, então começa a tentar encontrar alguma anormalidade.

Como não encontra nada de mais, ele retira seus dedos de dentro de Arthur com calma e devagar, para que não doesse.

- Muito bem - Ele diz, se afastando. - Não tem nada de errado aí em baixo, sua próstata está bem saudável.

Arthur se senta, com cuidado, ainda sentindo um desconforto.

- Sério? Que bom.

- Sim, sim. Pode por suas roupas, e deixar a camisola no banheiro. Seu amigo deve estar te esperando lá na recepção.

- Ah, certo. Muito obrigado.

E assim, Arthur se troca rapidamente, e vai para a recepção. Nicollas está desmaiado em uma cadeira, como se sua alma tivesse cido jogada para fora do corpo. Ele se aproxima do albino, e chama seu nome:

- Nicollas, acorda! - Quando ele percebe que Nicollas não vai acordar tão cedo, ele simplesmente pega um copo de água em um bebedouro, e o joga em sua cara.

- Nicollas!! Vamos em bora de uma vez!!

Então, o albino abre os olhos. Sua expressão fica irritada quando se lembra do que aconteceu.

- Onde. Está. Aquela. Enfermeira?

- Deixa pra lá, você mereceu aquilo. Vamos em bora - Arthur pega Nicollas, e o arrasta para fora do prédio.

Nicollas reclamava o caminho todo:

- Fala sério, quem ela pensa que é?

- Uma enfermeira.

- Ela não tinha o direito de me apagar daquela forma!

- Você estava atrapalhando.

- Da próxima vez que eu ver aquela puta eu vou...

- Da pra parar de reclamar? Fui eu que sofri nessa porcaria.

Nicollas então olha pra Arthur. O rosro dele estava rosado, seu ombros estavam para dentro e sua expressão estava desconfortável.

- Foi tão ruim assim? - Ele pergunta, mesmo sabendo da resposta.

- Claro que foi ruim - Arthur responde. - Ter um homem de 30 e poucos anos enfiando o dedo no meu cú não é uma experiência um tanto agradável. Mesmo ele sendo um médico, não me senti seguro, eu preferia que... - Ele para de falar, seu rosto cora com o pensamento...

- Preferia que...? - Nicollas repete, incentivando o menor a continuar a frase.

- P-preferia que... tivesse - Ele diminuia o tom de voz a cada palavra. - Sido... você.

Nicollas paralisa, e uma brisa bate no rosto de ambos.

Ele então pega a mão de Arthur e começa a arrasta-lo para um pequeno beco entre dois prédios.

- E-ei! O que você está... - Arthur para de falar no momento que Nicollas o prensa entre a parede. Seus olhos vermelhos brilhando na sombra que se encontravam.

Seu alito de menta invade as narinas dele, fazendo seu corpo arrepiar.

- Como que você consegue ser tão lindo? - Ele deposita um beijo calmo e apaixonado nos lábios de Arthur, então diz: - Como eu consegui ser tão sortudo?

Arthur não diz nada, apenas pega na bochecha de Nicollas e o trás para mais perto para beija-lo novamente, só que com mais intensidade e paixão.
Suas línguas dançavam no ritmo da música das batidas dos corações de ambos. Mas eles tiveram que parar para respirar.

- Como será que eu me apaixonei por um assassino? - Arthur pergunta, dando um selinho em Nicollas. - Isso me faz um louco?

- Talvez - Ele responde, dando uma mordida na cartilagem de uma de suas orelhas, fazendo o menor arfar. - Mas é legal ser louco, não é?

- Pode apostar - Ele responde, dando um último beijo nos lábios do albino. Seu albino. - Vamos pra minha casa. Não tem ninguém.

Nicollas abre um sorriso malícioso.

- Você está ficando bem safado - Ele diz, os olhos brilhando escarlate com a luxúria presente. - Adorei.

                                 /-/
 

De fato, não tinha ninguém em casa. Os pais trabalham, e Kana está com Amanda e Laura.

No momento que Arthur abre a porta, Nicollas o agarra pela cintura, e bate a porta.

Nicollas o coloca no braço sofá, e o beijo se inicia. A língua de ambos estavam quentes, igual ao seus corpos. Ele tira sua camisa xadres e a joga no chão, então tira sua blusa preta, revelando seus músculos e pele esbranquiçada. Então ele retira a blusa branca de Arthur.

O corpo dele parece tão frágil, mas tão belo. Parece que é feito de porcelana. Bendita seja o Deus que criou essa linda criatura.

Nicollas se ajoelha e tira o cinto, as calças e a cueca de Arthur, ficando frente a frente com o membro ereto e pulsante do rapaz. Ele dá uma lambida em toda sua extensão, então o abocanha.

Os gemidos de Arthur enquanto ele faz os movimentos agonizantes de vai e vem com baixa velocidade são realmente belos aos ouvidos do albino.

- M-mais rápido - Ele pede, enfiando as unhas no sofá. - E-eu quero gozar.

- Você não vai gozar ainda - Nicollas responde. - Você é sagitário, certo?

- Sim...? - Ele afirma, confuso com a pergunta.

- Sagitário é um homem meio cavalo - Nicollas começa a tirar o cinto e as calças. - Isso significa... - Quando ele abaixa a cueca, revelando a ereção, ele finaliza o raciocínio - que você sabe cavalgar, não é?

E antes de se dar conta, Nicollas estava deitado no sofá, Arthur por cima dele, segurando o pênis do outro para a penetração.

Vergonhosa. Essa posição é vergonhosa. Ele abaixava seu quadril devagar, e quando sua entrada roçou com a ponta do membro de Nicollas, ele não aguentou e acabou por sentar, e colocar tudo de uma vez. Uma pequena dor fez os olhos de Arthur lacrimejarem.

Ambos arfaram. O membro de Nicollas estava pulsante dentro de Arthur, e ele conseguia sentir ele crescer.

Arthur começou a subir e descer o quadril em movimentos lever e lentos, mas conforme foi se acostumando, a velocidade foi aumentando. Seus gemidos eram altos.

Quando o membro de Nicollas finalmente alcançou sua próstata, Arthur deu um gemido alto e constante, então Nicollas se concentrou em estocar bem naquele ponto.

Os quadris de Arthur se moviam rapidos e com força. Nicollas movia seus quadris na mesma velocidade de Arthur. Ambos gemiam de prazer.

Quando estavam perto do ápice, Nicollas se sentou e agarrou as costas de Arthur para uma estocada forte e profunda. Seu líquido quente se derramou dentro de Arthur, e o dele se derramou no peitoral de Nicollas.

Arfantes, eles finalizam com um beijo calmo.

- Eu te amo, meu louquinho.

- Eu te amo, meu assassino.

                     /-/
 

- Vocês recuperaram a gravação? - O homem grande, com distintivo de polícial, escrito "Chefe de investigação", pergunta para outro, não muito grande, mas bem forte.

- Não conseguimos ainda, Senhor Metria - Sua voz era forte, deixava claro que ele não é um polícial qualquer - Mas não estamos longe. Tenho certeza de que teremos o rosto do Assassino de Suicidas em menos de dez dias.

- Assim espero, quero conseguir uma folga com esse caso - Ele diz, alongando a coluna.

- Você é o chefe, pode tirar uma folga se quiser. Vá ver sua família.

- E deixar o meu pessoal trabalhando sozinho? Não, quando conseguirmos o rosto dele, vai ser eu quem vai colocar as algemas nele.

- Chefe, vá para casa, descanse um pouco. Faz três dias que você só está aqui, pesquisando... Sua esposa e seus filhos devem estar preocupados.

- Está tudo bem, Arthur tem um amigo, e Kana tem suas amigas.

- Espera, Arthur com um amigo? Essa é nova, você sempre teclamava que ele não tinha amigos.

- Bem, ele fez um. Um tal de Nicollas. Ele é um rapaz interessante. Talvez eu tente trazer ele para o ramo polícial, acho que ele tem futuro.

- Bem, boa sorte nisso - O polícial vai em direção a porta do escritório, mas antes de sair, ele para e se vira. - O que eu disse é sério, tire uma folga, tenha uma noite com sua esposa. Vai te fazer se sentir melhor - Ele dá uma piscada, então sai pela porta.

- He, talvez eu faça isso mesmo.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, o próximo capítulo vai sair em breve!

Sejam pacientes, e não cometam homicídio, okay?


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