História .hétero - Capítulo 7


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Haechan, Jaehyun, Mark, Taeyong, Ten, Winwin, Yuta
Tags Colegial, Jaeyong, Markhyuk, Yuwin
Visualizações 100
Palavras 1.093
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


eu demorei? sim
eu tinha excluído? sim
mas eu estou de volta e é o que importa, eu revisei a fanfic, não mudei muita coisa porém depende.

boa leitura nenéns

Capítulo 7 - Sobre fappuccino de morango e gay panic


Quando eu acordei estava na cama macia de Taeyong, sim eu estou na cama do menino que eu gosto, ok consciente, podemos surtar.  O melhor era que ela tinha o cheiro dele dos lençóis ao travesseiro, uma maravilha. Enterrei meu rosto nas cobertas brancas do Lee, aspirando aquele cheirinho de morango característico do mesmo. Porra, é pedir demais para zerar a vida agora?


Levantei meu tronco, sentando em cima da cama e percebi que o Lee não estava ali. Ou ele estava tomando banho ou estava na cozinha fazendo algo para nós. Por favor que seja a primeira opção.


— Carambolas! — escutei um resmungo alto vindo da cozinha, logo concluí que poderíamos descartar as chances de ver o corpinho de Taeyong, uma pena mesmo.


Saí pela porta do quarto, indo em direção às escadas que davam acesso a cozinha e descendo as mesmas. Quando cheguei ao local me deparei com um Lee Taeyong choramingando na bancada e segurando firmemente seu indicador que sangrava consideravelmente.


Corri até o garoto, tomando sua mão e analisando o corte, felizmente, não muito sério. Ai gente, o amor da minha vida tá ferido, vem cá meu bebê que eu eu tô indo cuidar de você.


— Meu deus, Taeyong! Você tem o que? 12 anos?


— Não me reprima, eu ainda sou mais velho que você! — reclamou enquanto se remexia,  fazendo seu dedo ficar ainda mais dolorido. — Tá doendo, Hyun. — espremeu os olhos em uma careta.


— Você tem uma caixa de primeiros socorros? — ele assentiu.


— Está naquela prateleira. — indicou com a outra mão. — Vá rápido, eu vou morrer! — apelou indo sentar-se em um dos banquinhos da bancada.


Segui até a prateleira que o Lee havia me indicado pegando a pequena caixinha branca e levando-a comigo para perto do garoto. Sentei-me em também um dos banquinhos, me posicionando a sua frente.


— Nossa como você é dramático. — ri abrindo a caixinha e retirando de lá gaze, algodão e um remédio para limpar o sangue da ferida e curar com mais facilidade. — Você não vai perder o dedo.


— Você tem certeza do que tá fazendo, né? — olhou-me com desconfiança. Até parece que eu não sei o que eu tô fazendo, esse menino tá duvidando das minhas habilidades?


— Eu sou filho de médico, seu medroso. Sei o que tô fazendo, relaxa. — falei o vendo relaxar seu corpo em cima da bancada.


Após aplicar o remédio no corte, coloquei uma gaze por cima, busquei por algum esparadrapo na caixa branca, dando duas voltas com ele pelo dedo de Taeyong, finalizando o curativo.


— Pronto. — soltei sua mão para guardar os restos dos objetos na caixa de primeiros socorros e colocá-la novamente no lugar onde estava. — Ficou lindo, eu sei. — me gabei enquanto observava o Lee fitar atentamente seu dedo agora enfaixado.


— Eu achei que ia perder o dedo. — enxugou os cantos dos olhos com o polegar.


Ah mentira que ele tava chorando, eu esperaria isso do Ten, mas Taeyong? Taeyong parecia aqueles bad boys de filmes dos anos 60, como John Travolta em Grease.


— Você é sempre tão dramático assim? — debochei, o vendo voltar a sua posição de antes, cortando morangos.


— Eu não sou dramático. — resmungou colocando os morangos no liquidificador que já estava ocupado com algum líquido dentro. — Eu nem mandei você dar beijinho pra sarar mais rápido. — brincou ao ligar o liquidificador.


— Eu posso dar. — falei meio rápido, quase por impulso, Jaehyun sendo idiota e chocando um total de zero pessoas.


— Hum? — virou-se para mim com uma expressão confusa, desligando o eletrodoméstico. — Desculpe, Jae, eu não ouvi por conta do barulho. O que disse?


— Ah… Perguntei o que é isso que está fazendo. — boa, Jaehyun.


— Oh sim, é frappuccino de morango. — o Lee pegou dois copos, despejando o conteúdo do liquidificador neles, pois um canudo em cada e me estendeu um dos copos. — Nunca tomou?


Neguei com a cabeça, eu sabia o que era, Ten vivia me falando sobre todas as bebidas das Starbucks, um café que frequentava bastante, fazendo questão de me falar sua opinião sobre cada um, desnecessário. Tenho certeza que o tailandês já deve ter me falado desse, eu só nunca fui lá. Não é bem essa minha vibe de “Sn a procura do amor da sua vida”, já tenho traumas suficientes causados por Chittaphon e as tais “fanfics” que ele me mostrava quando tínhamos 13 anos.


Tomei o copo em mãos, analisando melhor a bebida cor de rosa. Hm, acho que era para ter chantilly aqui também, não? Bom, é ótimo que não tenha, detesto aquela coisa enjoenta. Levei minha boca até o canudinho sugando a bebida doce, era bom, muito bom. Será que ele deixa eu levar o resto pra casa?


Eu estava bebendo desesperadamente o frappuccino que nem percebi o olhar divertido do Lee direcionado a mim. É nessas horas que a vida poderia aparecer em pessoa e avisar “Olha teu crush tá debochando de ti”.


— Pelo visto você nem gostou, certo? — riu irônico enquanto bebia tranquilamente sua bebida


— Oi? — levantei minha cabeça para olhá-lo, ele estava com aquele bendito sorriso no rosto. Ah como eu amo esse sorriso. — Está debochando de mim, senhor Lee? — olhei desafiador para o moreno.


— Eu? — riu anasalado depositando sua bebida em cima da mesa. — Jamais, senhor Jung.


— Ah não? — também deixei meu copo já vazio em cima da mesa, me aproximando de Taeyong. — Então você não vai ligar se eu fizer isso.


Joguei meu corpo em cima do dele, ficando por cima de seu tronco, distribuindo cosquinhas em sua barriga e pescoço, fazendo o Lee ri alto.


— Jaehyun, p-para! — disse desajeitado rindo escandalosamente. — EU TÔ MORRENDO, IDIOTA.


Ri junto a ele, cessando as cosquinhas. E foi quando eu me deparei que estava em cima de Lee Taeyong e com o rosto relativamente próximo ao dele. Meu gay panic atingiu fortemente e enquanto um lado do meu consciente gritava “Beija! Beija!” o outro berrava “Foge que dá tempo!”. E foi isso que eu fiz.


Eu fugi. Saí correndo da casa do modelo desesperadamente. Ok, sair correndo após um ataque de pânico pelo contato muito próximo com o garoto que eu gosto não foi a coisa mais inteligente a se fazer. Além do mais, eu ainda estava usando um pijama de Taeyong e apenas com um dos meus tênis, no meio de um bairro que eu não conhecia e tão vermelho quanto um tomate.


Ah que ótimo.


Eu só espero que o almoço hoje não seja fígado.


Notas Finais


comentem pra o capítulo sair mais rápido hein, amo vocês, bem vindos de volta


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