História Heterocromia (yaoi) - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Yaoi
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Palavras 987
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpa desaparecer por muito tempo, mas minhas férias acabaram e eu estava adiantando minha matérias para não correr nos dias das provas.

Não sou CDF

Capítulo 7 - Voltando a vida


Sebastian P.O.V's

Acordei e adivinha, meu loirinho estava deitado em cima de mim me amassando em seus braços, ele dormia, com uma face  tão tranquila, e eu lembrei o que tinha acontecido ontem.

Eu transeiiiiiiiii com o meuuuuu loirinhoooo.

Mano eu tô muito feliz, não por ter transado com meu baby, Mas pois agora eu tinha uma certa intimidade com Isaac, ele dormiu  comigo e ainda em cima de mim.

Eu poderia ficar aqui para sempre, sentindo seu cheiro de rosas brancas, com os seus cabelos, leves e macios, batendo em meu rosto, e ter sua respiração contra meu peito.

Eu já sabia que tudo não passava de uma alucinação, mais o que tem sonhar um pouco?

Só de pensar que na vida real eu sou um vagabundo, que mete o Loko no loirinho, nossa, Tomara que eu mesmo, tome bem no meio do cu. 

Espero tomar vergonha na cara, e perceber que eu sou louco por ele.

Porque quando ele acordar e ver, que eu sou um ignorante, ele nunca vai me querer de verdade.

Fiquei o olhando, por umas duas horas, vendo seus lábios fartos, suas coxas me rodiando, lindo, extremamente maravilhoso, sua cintura então? Meu deus, não tenho palavras para me esclarecer, esse moleque com certeza é o amor da minha vida .

Mas né, como a vida não é fácil, porque a alucinação seria?,  tem escola se fudemos até  nós pensamentos então resolvi o acordar.

— ei acorda, loirinho – disse cochichando e acariciando seus cabelos os jogando para trás – vamos nos atrasar para aula – falei levando meu polegar para sua bochecha, e vendo-o abrir seus olhinhos.

Quando ele me olha com aqueles olhos verde água e azul turquesa, eu penso, quem poderia achar isso feio, pelo amor de Deus, não consigo acreditar que na vida real eu maltrato uma criatura adoravél dessas.

—  não  – falou me apertando em um abraço e fechando seus olhinhos novamente.

— oh baby, eu também não quero, mas nós temos que ir para a escola.

— o Sebastian tu é burro pra um cacete – falou o loirinho, indignado,  levantando e ficando em cima do meu colo com uma perna pra cada lado – acorda meu filho, hoje é sábado, esqueceu??

— nossa eu tô muito doido.

— tá cherando cola? – falou dando uma risada gostosa e abaixando seu tronco para me dar um beijo.

— vamos tomar um banho – proporsonei, e ele aceitou.

— separados – falei.

— juntos

— separados – tornei a repetir.

— juntos

— Ash, tabom vamos – concordei.

Ele se levantou correndo como se não ouvesse o amanhã e acabou por tropeçar e cair de cara no chão, mais se apoiando nos joelhos.

— você está bem?? – perguntei preocupado, me lenvantanto correndo, e indo até o mesmo. 

Me abaixei em sua frente acariciando seu rosto, o vendo ficar com vergonha, ao perceber  que estava só de cueca, e por ter caído.

 Sorri para ele o pegando no colo – estilo noiva – e ele colocou sua cabeça encostada em meu peito, com o rosto corado, de vergonha.

O levei para o banheiro, deixando-o em cima da pia, e passando minhas mãos por suas coxas, susurrando que estava indo buscar algo para colocar nos seus arranhões profundos.

 Acabei por buscar nossas toalhas também, e um kit médico.

— voltei.

Ele abaixou a cabeça com uma espressão de vergonha, ao me ver,  fui andando até ele, pegando seu rosto com a mão e falando:

— calma loirinho, cair é humano – sorri de um jeito meigo e reconfortante.

— desculpa.

— pelo que baby?

— ..... – balançou os ombros de forma  que queria falar " não sei".

O abracei, e comecei a ver o seu corpo, a procura de machucados, achei um arranhão no joelho, e peguei o merthiolate, e passei no mesmo.

— aí – gemeu de dor.

— tá ardendo muito?

Balançou a cabeça de forma positiva, segurando meus ombros, e mordendo os lábios, acabando por fechar os olhos, em uma expressão de dor intensa.

Mais porra era só um merthiolate.

Meu deus, que visão linda, me excita para um caramba.

Eu passei novamente o merthiolate, e ele fincou suas unhas grandes em minha pele, deixando belos cortes, e em uma de suas apertadas eu acabei  por gemer de dor, não consiguindo  me segurar, jogando meu  corpo contra o dele, e o segurando por sua cintura lhe dando um belo beijo apaixonante.

Depois que eu me separei, colei minha testa com a dele, e acompanhei sua respiração.

— vamos tomar banho

— vamos – ele disse e começou a desabotuar minha blusa social, única peça de roupa do meu corpo, e eu desci sua box o deixando nu. 

Ele me laçou com suas pernas fartas e eu o segurei, colando nossos troncos, e descendo minhas mãos parando em sua bunda, fazendo nossos membros se tocarem, tirei ele de cima da pia o levando para próximo da banheira.

Liguei a torneira no quente para encher a banheira – ainda com meu loirinho no colo – e esperei ficar uma altura razoável de água.

Por enquanto que enchia, fiquei encarando o meu baby,  o acariciando, e beijando suas bochechas coradas, e gordinhas.

espero que ele não sofra quando voltar para o mundo real, tomara que ele ache alguém que o livre do padrasto, e que ele seja feliz para sempre.

Eu espero ser essa pessoa, então me espere loirinho.

— tá na hora de acordar loirinho – disse lacrimejando – eu t-te a-amo – funguei – t-tchau – falei chorando.

O abracei e senti tudo desaparecer, voltei para meu corpo, aquele estúpido corpo, e inacreditável, acabei de chegar e já me esqueci dele, de quem eu tô falando?, por que eu tô chorando? 

É melhor eu ir cuidar da minha irmã, vai lá que o escroto do meu padrasto tente algo.

Limpei minhas lágrimas descendo as escadas, a vendo brincar com seus brinquedos.

Linda.

Ela é minha vida, nunca a trocaria por ninguém, minha irmã e minha família, o meu porque de viver, o meu tudo.

E nessa noite dormi de conchinha com ela, na verdade sempre durmo assim, tenho medo do meu padrasto, minha bebê nunca vai ser tocada por aquele monstro.

Nunca.

Mas por que eu estava chorando mesmo? 

Aff lembrei amanhã e o primeiro dia de aula.

Vou ter que acordar cedo.










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