História Heterocromia (yaoi) - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Yaoi
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Palavras 1.054
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura

Capítulo 7 - De volta a vida


Isaac P.O.V.'s

Acordei deitado em uma cama, nada confortável, com alguns aparelhos ligados ao meu corpo, macrogotas interligada aos soros, e uma máquina fazendo um barulho extremamente irritante.

Algo ou alguém, abriu a janela me fazendo enxergar um clarão intenso.

Logo percebi que estava em um hospital. Uma mulher se aproximou de mim, com um uniforme branco, e colocou suas mãos em minha testa.

— meu deus, pensei que você estava em estado vegetativo — disse surpresa.

— o-o quê-ê? – me assustei com a notícia

— desculpa te assustar, sou Emilly, a enfermeira que cuidou de você, infelizmente você quase alcançou um estado vegetativo, vou explicar direito as coisas à você mais tarde, preciso te alimentar primeiro.

— o-ok

— me espera aqui, vou trazer sua comida

—....– o que ta acontecendo 

O que é estado vegetativo?, meu deus o que eu estou fazendo aqui.

Eu esperei a tal Emilly voltar, e nada dela aparecer, mas alguns minutos se passaram e ela chega com uma bandeja que contia uma maçã, sopa de legumes e um pedaço de pão francês.

— toma – falou me entregando a bandeja – coma tudo, você precisa de energia.

— tabom

— por enquanto que você come, eu vou te explicar o que ouve ok?

— o-ok

— ok vou começar, então – coçou a cabeça – você entrou em estado vegetativo/coma com seus sete anos, depois de você sobreviver ao ataque terrorista de onze de setembro, infelizmente ouve danos em seu cérebro, por isso ficou desacordado por todo esse tempo, nos estamos em 2009, já faz oito anos desde o incidente, e sinceramente não sei e nem faço ideia de como você está vivo, ou de como você acordou, provavelmente você ainda não sabe ler nem escrever, e não sabe o significados das palavras que eu disse, por ter perdido a metade da sua infância e adolescência, no exato momento você tem 15 anos de idade.

—......– fiquei de queixo caído.

— calma não precisa fazer essa cara, vou ligar imediatamente para seu pai, quer dizer padrasto – falou receosa – seu pai infelizmente não sobreviveu ao ataque, meus pêsames.

— t-tudo bem

— e sua mãe morreu logo após seu coma – falou com seus olhos marejados – me desculpa, eu não devia ter falado tanto, era para seu padrasto te explicar as coisas, mais meio que eu nunca confiei nele.

— obrigado por me contar e por ter cuidado de mim todos esses anos, mais eu não quero chegar perto daquele cara chamado padrasto.

A mulher riu com uma cara de preocupação, mais tentou me explicar:

— você tem que ficar com ele, eu não posso fazer nada, me desculpe.

— tudo bem – suspirei – onde ele mora ?

— Omaha – sorriu – vou ligar para ele e explicar sua condição – falou se levantando – ah esqueci de um detalhe, não tente levantar pois sua prótese não está aqui, eu já trago ela.

— ok, o que é prótese?

— olhe para sua perna

— Eu não tenho perna, meu deus — coloquei a mão na boca. Assustado.

— calma não se assuste

— ... – comecei a chorar de desespero.

— vai ficar tudo bem – disse Emilly, me abraçando. 


Quebra de tempo

Fiquei um tempo no médico pois precisei fazer vários exames de sangue, ressonância e tomografias, para ver se tudo ocorria bem.

Depois de uma semana, eu já estava no avião, proto para ir a Omaha, que no caso ficava um tantinho longe daqui.

Observei a janela do avião vendo as nuvens e os pássaros voando em grupo e sincronia. Todos iguais mais com alguma característica diferente.

Depois de umas longas e entediantes horas, cheguei ao meu destino, logo descendo do avião, e indo procurar minha única mala que tinha quase nada dentro, somente algumas peças de roupa que eu havia encontrado em um armário com meu nome, no hospital.

Peguei meu pertence e fui para o lado de fora do aeroporto, esperar o meu padrasto, que até agora não troquei nenhuma palavra.

Avistei um Audi S8 preto se aproximando de mim, parando ao meu lado, logo o vidro foi aberto revelando um homem que aparentava ser novo, com barba bem feita e o cabelo perfeitamente alinhado, vestido como um empresário, usando óculos pretos e relógio de ouro em seu pulso esquerdo. Ele direcionou seu olhar para mim e deu sinal para eu entrar no carro.

E assim eu fiz.

Fiquei em silêncio o caminho todo, pelo menos até chegar em uma casa branca enorme, foi aí que ele disse:

— estou impressionado – colocou a mão em sua boca — como você cresceu — falou gesticulando com a cabeça.

— quem é você?

— antigamente eu era o motorista de sua mãe, agora sou seu motorista.

— minha mãe… – abaixei o olhar – como ela era?

— incrível…

—...

— vamos seu padrasto está nos esperando.

— ok, vamos – disse abrindo minha porta, e me deparando com uma casa, não quer dizer uma mansão, muito bem arrumada e com um jardim bem feito.

Tinha detalhes dourados puxado mais pra o amarelo e quase toda branca, com janelas redondas em cima e quadradas em baixo.

— linda – eu disse.

— sim, essa é sua casa, vamos entrar.

— sim – disse animado.

— você continua com a Áurea de uma criança, parece que paramos no tempo

— aparece, não lembro de quase nada, só sei falar – dei um sorriso desanimado.

— você vai se acostumar — deu um tapinha em minha costas me encorajando a entrar.

Eu olhei para porta tomando coragem pra tocar a campainha, logo fazendo, vendo a mesma se abrir, meu coração começou a saltar quase saindo pela minha boca.

Quando ela se abriu completamente, dei impulso para meus pés me levarem para dentro, senti um aperto no coração olhando para a parte interna dessa casa, mais continuei caminhando atrás do homem que dizia ser meu motorista.

Ele me levou até um escritório, que já se mostrava organizado e bem planejado.

Avistei uma cadeira com um homem de meia idade, bem vestido e com os olhos verdes esmeraldas, com as mãos dadas em seu queixo, e seus cotovelos apoiados na escrivaninha com vários papéis espalhados por ela.

Logo o homem se pronunciou:

— Félix, nos deixe as sós.

Félix fez sinal positivo com sua cabeça, logo deixando o escritório.

— como você cresceu Isaac

— quem é o senhor?

O homem se levantou de sua cadeira chegando perto da minha pessoa, fui indo para trás como um senso de segurança, logo batendo minhas costas em uma estante de livros, mais mesmo assim o estranho continuou se aproximando, até ficar a um palmo de mim.

— não me reconhece Isaac? – perguntou fazendo bico — sou seu padrasto bobinho.

Gelei



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