História Hey, can you be my friend? - Cellps - Capítulo 4


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Palavras 573
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ecchi, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


boa leitura!

welcome;; ✡️

Capítulo 4 - Chapter 4 - Your eyes are like the universe.


Fanfic / Fanfiction Hey, can you be my friend? - Cellps - Capítulo 4 - Chapter 4 - Your eyes are like the universe.

Green Valley, 11:30ᴬᴹ [💫]


Felipe estava enlouquecendo. Rafael não aparecia na escola há mais de quatro semanas. Precisava vê-lo. Agora.

Entrou correndo na sala do professor Neves. Todos estavam em horário de almoço, e os alunos estavam no intervalo.

O único professor que passava o horário de almoço na sala era ele.

Ao ouvir o estrondoso barulho que Felipe fez ao entrar em sua sala, deu um pequeno pulo em sua cadeira.

— S-Senhor Felipe? O que está fazendo aqui? Gostaria de voltar para a detenção?

Felipe se encolheu.

— Perdão professor Neves, mas eu realmente preciso ver Rafael Lange. Estou desesperado.

Matheus ajeitou seu colete e o observou fixamente.

— Não entendo seu desespero. Pois bem, Rafael se afastou da escola. Precisava ir ao Kansas.

O mais novo arregalou os olhos.

— Kansas? Isso fica basicamente a quilômetros de distância daqui!

Estava ofegante. Não aguentaria ficar nem mais um dia sem vê-lo. Coçou a nuca, tentando se tranquilizar.

— Por que ele foi ao Kansas?

— Precisava ir à um evento que teria lá, o ASKC, ou Astronomical Society of Kansas City. Apesar de ter origem no Missouri, sempre vão ao Kansas.

Estava desacreditado. Como iria até o Kansas, e o principal, por que esse evento dura mais de 4 semanas?

— Um evento de mais de 4 semanas!?

Matheus sorriu, coçando seus olhos.

— Não esse tipo de evento. Eventos astronômicos! Eles querem ver a chuva de meteoros. Ele se reuniu com alguns amigos e eles se juntaram a esse grupo. Eles sempre estão procurando eventos, como por exemplo, uma Lua de Sangue.

Ainda estava desacreditado. Como viajaria durante horas até chegar no Kansas?

— E onde eles estão?

— No observatório Powell. Fica em Louisburg, é uma cidade bem pequena na verdade.

Felipe já estava decidido. Iria até Louisburg, encontrar o seu Lange.

— Essa chuva ocorre daqui a quantos dias?

— Acontece a exatamente 4 dias.

Sorriu. Em 4 dias conseguiria se instalar no Kansas e entrar nessa "baboseira astronômica", que era assim que rotulava tal assunto.

Correu para fora da sala e pulou o muro da escola. Sairia de Green Valley ainda hoje.

Viu Thiago e Alan na esquina da escola. Correu até ambos.

— Hey Felps! — Exclamou Alan, sorrindo.

Felipe continuava sério. Thiago se encolheu um pouco e Alan se conteu. Não gostavam nada quando Felipe estava assim.

— Sem tempo pra explicações. Alan, preciso da sua van.

— Minha van? Pretende ir para a cidade vizinha de novo? Cara, da última vez que fomos, não acabou em algo bom.

Felipe ficou cabisbaixo. Não gostava de lembrar daquela aventura.

— Não, dessa vez eu preciso ir para Louisburg, Kansas.

Arregalaram os olhos. Kansas? Quase outro lado do país? Essa obsessão estava indo longe demais.

— Felps, eu sei que quer ir ver essa pessoa, mas ir de Green Valley até o Kansas é algo difícil! — Comentou Thiago, ainda encolhido.

— Eu sei, eu sei, mas não se preocupem. Eu pago tudo!

Alan suspirou. Estava com tanta pena de Felipe... Isso era algo que o comovia. O amor dele por aquela pessoa. Precisava ajudar.

— Não precisa me dizer mais nada. Vamos esperar o Guaxinim e partimos todos.

Felipe sorriu e abraçou Alan, o que fez o maior corar levemente.

— Obrigado, obrigado, obrigado! Você é un máximo Alan!

Alan sorriu e retribuiu o abraço, logo separando-o.

— É melhor irmos para casa. Já está escurecendo.

E assim cada um foi para um lado. Felipe só conseguia pensar na sensação de ter seus olhos fixados nos dele.

Ainda andando, pôde sussurrar, fazendo com que seu sussurro corresse com o vento.

Seus olhos são como o universo, Lange.

Notas Finais


bye bae;; 🌙


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