História Hey, can you be my friend? - Cellps - Capítulo 5


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Palavras 618
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ecchi, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


boa leitura!

welcome;; ✡️

Capítulo 5 - Chapter 5 - What happens in Kansas?


Fanfic / Fanfiction Hey, can you be my friend? - Cellps - Capítulo 5 - Chapter 5 - What happens in Kansas?

Louisburg, 3:49ᴬᴹ [💫]

Lange olha uma última vez seu mapa astronômico. Sempre conferia seu mapa antes de dormir. Isso, de certa forma, lhe dava paz. Saber que existia um infinito universo o deixava tranquilizado. Saber que não é o único com esse pensamento o deixa ainda mais feliz.

Todos dormem em suas barracas do lado de fora do observatório. A prefeitura de Louisburg deu-lhes total direito de se instalar no mesmo, porém, eles sempre preferia se instalar fora. Amavam como o céu do Kansas era limpo. 

Era sua 13° viagem em uma dessas expedições organizadas pela ASKC. Membro há muito tempo. Apesar de ter seus 14 anos, já estava naquele meio desde seus 9 anos.

Enquanto todos dormiam, Rafael saiu de sua tenda e ergueu seu rosto. As estrelas estavam belíssimas. Colocou uma pequena mecha de seus cabelos louro-escuros atrás de sua orelha. O brilho de seus olhos poderiam facilmente se mesclar aos dos astros.

Estava tão concentrado observando o céu que quase caiu no chão de susto ao sentir uma mão lhe tocar as costas. 

Oh, desculpe... Não queria te assustar.

Se encolheu, agarrando a blusa na região do tórax com demasiada força. Se virou e viu uma figura com estatura mediana e de cabelos negros, com um óculos de lentes e armação finas.

— Está frio aqui fora. Não prefere que eu lhe dê um casaco? 

Após dizer isso, lhe estendeu um casaco na cor azul cobalto. Rafael hesitou, mas acabou por aceitar.

Vestiu o casaco e olhou para o mesmo, ainda com uma expressão desconfiada.

— Oh, perdão, não me apresentei. Prazer, Rodrigo Ximenes, mas meus amigos me chamam de Saiko.

Se encolheu mais e assentiu com a cabeça.

— R-Rafael Lange.

— Hey, conheço alguém com esse nome... Só não me lembro quem...

Rodrigo fez uma expressão de pensamento, e logo deu um imenso sorriso, como se um estalo percorresse sua cabeça.

— Ah sim! Rafael Montes. Éramos colegas de classe quando eu ainda estudava em Green Valley. Bons tempos...

Logo, suas feições de moldam de acordo com a nostalgia que sentia. Era realmente encantador como conseguia mudar de expressão tão rápido.

Hey, você é o prodígio de Green Valley, não? 

O mais novo abaixou a cabeça. Definitivamente não gostava de ser tachado como prodígio. O maior sorriu, bagunçando seus fios de forma carinhosa.

Não se sinta mal! Isso é impressionante. Ver alguém da sua idade ser tão avançado... É bem legal na verdade!

Corou e abaixou a cabeça. Rodrigo dá uma leve risada, enquanto se sentava no chão, batendo na grama ao seu lado, como se dissesse "sente comigo".

Se sentaram e ficaram observando o céu, enquanto conversaram durante horas, até o dia se insinuar.


[...]

— Hey Rafael! Olha o que eu achei! — Berrou Rodrigo, enquanto segurava um livro enorme e grosso.

— Um... Livro?

— Não um livro qualquer, ele explica cada uma das 88 constelações modernas! E tudo isso...

Deu um sorriso ladino, como se desse uma pausa dramática.

— Com detalhes vindos da própria União Astronômica Internacional.

O mais novo arregalou os olhos e ficou boquiaberto. Seus olhos brilharam.

— É incrível, não?

— Incrível?

Lange então tomou o livro de Ximenes, o observando fixamente.

— Isso é extraordinário! Imagine quantas informações sobre astronomia existem nesse livro!

O mais velho deu um riso com a empolgação o mesmo.

— Você é realmente obcecado por isso.

Sorriu, balançando a cabeça.

— Não sou só obcecado por isso.

— Bem, não vamos perder tempo. Vamos ler isso!

O mesmo correu até o observatório, olhando para trás vendo que o mais novo estava imóvel. Como se seu pensamento estivesse distante.

— Você não vem? — Bradou o mesmo, balançando sua mão esquerda.

Seus pensamentos são interrompidos, então, ergue seu rosto, sorrindo sem mostrar a dentição.

— Já vou!

Começou a andar lentamente, enquanto pensava em algo que não havia parado para pensar até agora.

“Como o Felipe está?”


Notas Finais


bye bae;; 🌙


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