História Hey Friend, Hey Sister - Amor Doce (Incesto) - Capítulo 10


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Bia, Castiel, Dakota, Debrah, Letícia, Lysandre, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky
Visualizações 101
Palavras 1.797
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


YEY OLHA EU AQUI POVÃO

Eu literalmente escrevi qualquer coisa que veio na cabeça e é por isso que isso tá bem ruim.
Desculpa.

Capítulo 10 - Acesso Negado


Fanfic / Fanfiction Hey Friend, Hey Sister - Amor Doce (Incesto) - Capítulo 10 - Acesso Negado

E aqui estou eu, andando de um lado para o outro em busca de um novo nome para meu gato siberiano, que me olhava com desprezo. Algumas pessoas dizem que gatos são os bichos mais ingratos que existe, e pensando da forma em que meu fofo me observava, até que eles estão certos de algum jeito.

Era impossível de saber se ele estava chateado porque não tinha encontrado um bom nome para ele ainda ou apenas porque gatos agem dessa forma. O tomate apareceu instantes após eu me sentar no sofá mais uma vez, sem ideias. Para e me olha de um modo sério, neutro, como sempre… e depois disso começou a dizer.

— Ainda não encontrou um ótimo nome para essa coisa, certo?

— Ah, sim… argh, sou péssima no que faço, sempre! — cruzei os braços. — Por que nunca consigo achar uma solução para os meus problemas? Era para eu ser uma gênia.

— Ei, relaxe, você irá encontrar um nome para seu gato, um nome bobinho, mas vai…

Às vezes é complicado entendê-lo, Castiel mistura suas emoções. Sua atitude me deixa perdida, não sabia dizer se ele estava sendo apenas educado ou irônico.

Passei a tarde trancada no quarto com meu gatinho que dormia sobre a cama. Com um livro em mãos, fixava minha atenção ao mesmo, esquecendo do tempo que passava rapidamente. Não que eu seja aquela intelectual viciada em cultura e livros, mas acho que é necessário um pouco de conhecimento.

Aprendi a me distrair com isso quando comecei a me sentir sozinha. Louise trabalhava o dia inteiro, Castiel não estava nem aí para mim e as crianças da escola não gostavam de ficar comigo. A única opção foi apelar para os animais de estimação que acabaram morrendo por irresponsabilidade minha…

Meus olhos fechavam lentamente indicando que já estavam cansados de ler cada letra naquelas folhas. Olhando pela janela, percebi que o pôr do sol estava chegando, ainda tinha um certo tempo para fazer o que quisesse até a hora em que ia para a cama. Já que o gato continua dormindo, fecho a porta e vou para a sala.

— E aí está a Bela Adormecida. — Castiel sorriu deixando um espaço no sofá para ficar ao seu lado. — Eu não estava dormindo, apenas lendo. Você sabe o que é isso?

— Folhear páginas com letras que formam palavras que fazem frases que montam um enredo? Não.

— Bem, deu para perceber.

— É, pois é… mas então, qual foi o nome que você escolheu para o seu gato? Ou então ainda não se decidiu…?

— Infelizmente não. — desanimei. — Sabe, não tenho nada em mente ainda, e qualquer ideia que possa surgir vai acabar sendo um apelido bobo. Quero que seja especial.

— Você não pode ficar assim só porque não encontrou um nome bacana para o seu bichano, tenho certeza que com a cabeça que tem vai achar alguma solução. Falando nisso… — me olhou sério. — Lembrou de dar comida para ele?

— Opa… — me esqueci completamente!

Ele dorme o dia todo e nem chama minha atenção, como eu lembraria de alguma coisa? Subi para meu quarto e ouvi os seus miados e arranhões na porta, com certeza queria sair dali. Assim que apareci, o peludo esfregou-se em minhas pernas e o peguei no colo.

— Hum… você sente fome, certo? Me esqueci de comprar algo para você quando estávamos à caminho de casa. O que será que posso oferecer para você?

Ele miou em resposta, estava realmente com fome e provavelmente muito nervoso comigo. Não entendo como ainda consigo ser tão lerda nessas horas, impressionante. Em segundos já me encontrava na cozinha, fuxicando os armários tentando achar algo para dar para ele. O deixei no chão e continuei minha busca, sem muito sucesso.

— Bem, espero que possa esperar até amanhã de manhã para comprar algo adequado para você. Sei que não vive a base de leite, mas é o que temos para hoje. — assim que terminei de colocar o leite em um recipiente pequeno, novamente ouvi seu miado de resposta. Estava sonhando ou realmente estava tendo uma “conversa” com meu gato?! De qualquer forma, seria uma ótima ideia se existisse um meio de me comunicar com ele e entender o que quer dizer com seus miados.

Boris, esse pode ser enfim seu nome oficial. Tem uma cheia pelagem ruiva e olhos verdes. Talvez seu novo nome combine com o seu porte majestoso e extremamente charmoso, veremos isso com o passar do tempo. Parece ter gostado quando disse este nome em voz alta, já é um começo...

— Boris então, certo? Eu gostei, parece que você também. — sorri, fazendo-o miar novamente.

Acordei no outro dia com Boris em cima da cama, ronronando ao meu lado. É fofo ver que esse animal tão “ingrato” ficava feliz ao me ver ali lado dele… ok que gatos não são o melhor amigo do homem, mas talvez um dia possa ser também. Devo mudar meus conceitos, os felinos não são tão tediosos quanto pensei, ao menos Boris não é… por enquanto.

Hoje é mais um dos dias em que vou passar a tarde pedindo favores ao Armin, será provavelmente o último dia com ele até o dia da decisão final. Estou animada, porém um pouco nervosa… não há um meio de escolher um sem deixar o outro irritado, eu não quero que isso aconteça. Também penso nos tipos de favores que terei que fazer para o vencedor, concluo que na verdade não foi uma boa ideia ter aceitado a proposta de meu irmão.

Fiquei por alguns momentos em frente ao espelho me arrumando antes de ir até a sala. Havia acabado de acordar e sequer meu estômago reclamava por estar tanto tempo sem nada, isso claramente vai me matar de fome mais tarde, entretanto, é para isso que estamos nesse desafio, Armin poderá fazer algo.

Ah… ok, eu sou bem aproveitadora, sei disso.

Quero apenas que toda essa agitação chegue ao fim o mais rápido possível. Quero que as coisas voltem ao normal, que eu não precisse escolher com quem ficar, não é uma sensação boa.

Estou indo até o colégio sozinha, não me sinto bem andando por essas bandas desacompanhada, mas mesmo assim criei coragem para chegar ao meu destino. Encontrei Rosalya em frente ao portão, já aguardando minha chegada, também sozinha.

— Ei, Rosa! — acenei para minha amiga, fazendo a mesma se aliviar por um momento. — Tudo certo?

— Oi. Olha, tudo certo mais ou menos… os gêmeos não estão por aqui, e pelo visto Castiel também não. — olha em volta.

— Estranho, já é a segunda vez que Armin falta sem me dar uma prévia, o que será que está havendo?

— Deve ser algo pessoal, relaxe.

Rosalya está muito calminha para o meu gosto, ela parece estar achando que tudo ocorre bem… pode até ser alguns problemas pessoais, mas também não deixarei de perguntar para ele quando chegar em casa.

Adentramos, porém ficamos distantes. Ela iria conversar com Lysandre enquanto eu voltaria novamente para o terraço. Hoje, além de ficar com Armin, teria que ajudar mais um pouco em meu clube, ficando umas horas a mais em Sweet Amoris.

Subo às vezes para pensar, e dessa vez não foi tão diferente. Olhar a extensa estrada que há nessa cidade acaba me relaxando de uma certa forma, embora fosse de manhã, as luzes dos automóveis continuavam a piscar a todo momento. No céu não há nenhum sinal de nuvem, está completamente azulado. Se bem que leves toques brancos podem deixá-lo ainda mais charmoso do que é.

Acabei ficando por cinco minutos, a paisagem hoje não está tão bonita quanto nos outros dias…

[…]

Precisava organizar as bolas mais uma vez, como o pessoal consegue sumir com elas em questão de segundos? É exaustivo demais ser a única naquele ginásio e ter que guardar tudo. Todos haviam ido para suas casas, até mesmo Rosalya. Fiz o mesmo. O sol batia forte em minha pele, mas apesar de sentir-me cansada, voltei para casa em “dois palitos”.

Acenei para meu irmão assim que passei pela porta e subi para o quarto, discando o número de Armin para saber como ele estava. Ele não atendeu. Liguei mais algumas vezes e percebi que as ligações eram ignoradas, por que fazia isso? Já não tendo muitas expectativas, liguei uma última vez, e finalmente atendeu.

— Ah Armin… você está ocupado? Posso ligar mais tarde.

— Sim, ele está muito ocupado, ligue depois! — uma voz feminina respondeu e logo em seguida desligou.

— Min… o que será que está aprontando?

Tomei um banho e continuei esperando o retorno da ligação de Armin. Enquanto ele não dava sinal de vida, aproveitei para comer mais algumas coisas. Eu me senti preocupada, e quando isso acontece, tenho que abocanhar algo.

Sorte a minha ainda estar na cozinha, Louise tirou a forma de um bolo nesse instante, e como é de costume, quem ficava mais tempo em casa, tinha direito a mais pedaços de bolo, mas sem demora Castiel estava ao meu lado.

— Pensei que estivesse passeando com seu colega.

— Ah, ele não atendeu as minhas ligações e nem veio à aula mais uma vez. O que você acha que pode ter acontecido?

— Deve estar assistindo hentai. Os virjões fazem isso, certo? — olha para mim sorrindo.

— E-Eu não sei… não me tranco no quarto para ficar assistindo garotos nus. — corei, envergonhada. — De qualquer forma, espero que venha me ver, caso contrário…

— Caso contrário eu ganho? — me interrompe.

— NÃO! Bem, sei lá!

Me pergunto quem possa ser a garota que atendeu o celular dele. Sua amiga? Prima? Sua… namorada?

Pov's Armin

— Você está indo longe demais com suas pirraças! — gritei. — Não pode me impedir de fazer o que eu quero apenas porque estou com você.

— E quem disse que não? Você é meu, Armin! Você me fez uma promessa. — se aproximou. — Não lembra da vez que disse que me amava?

— Aquilo foi antes, quando estava apaixonado por você. Agora não faz diferença ficar ou não ao seu lado.

— Min… Min, isso me machuca. Sou sensível, preciso tê-lo aqui comigo... — lágrimas forçadas brotavam em seu rosto. — Sua atenção sempre foi voltada para mim até essa vadia aparecer no caminho!

— Kinny é minha amiga de infância, já te expliquei isso. Não é necessário ciúmes, ela é só minha colega, isso não quer dizer que eu sinta algo por ela!

— Diz isso agora para disfarçar a burrada que fez, e mesmo que o que está dizendo veja verdade, não vou mais admitir que se encontre com essa sua “amiguinha”. Você está proibido.



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