História Hey Friend, Hey Sister - Amor Doce (Incesto) - Capítulo 11


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Bia, Castiel, Dakota, Debrah, Letícia, Lysandre, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky
Visualizações 88
Palavras 2.463
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha eu na ativa, parece até mentira huahaua

Meu pensamento era estender ainda mais esse capítulo, tive que renomear para se ajeitar de alguma forma no contexto. Espero que faça um ótimo resultado.

Capítulo 11 - Paranóias


Fanfic / Fanfiction Hey Friend, Hey Sister - Amor Doce (Incesto) - Capítulo 11 - Paranóias

Enquanto essa doida varrida dizia que me amava e que a todo custo queria que eu ficasse ao seu lado, a observava com desdém, nem dando atenção para seus berros. Ela chorava loucamente, ainda não se conformava que nosso relacionamento havia sido rompido, queria que tudo aquilo fosse um sonho, queria que tivéssemos nosso final feliz. Eu sei bem que não devo abusar desta situação, até porque essa maluca é de fato uma maníaca, ela tem tudo o que quer rapidamente, não demorará muito para tomar uma atitude sobre o caso.

— Min, minzinho... é melhor pensar duas vezes antes de tentar fazer uma coisa dessas, você me conhece e sabe que não bato bem da cabeça, não sabe? — sorri antes de dar uma risada maníaca. — Não quero ser forçada a tomar medidas drásticas, então colabore, não pretendo de nenhuma maneira machucar alguém.

— Você não ousaria!

— Ah sim, eu ousaria. — se afastou. — Sabe Armin... as pessoas quando estão apaixonadas fazem literalmente qualquer coisa para ter seu amado sempre ao seu lado, e eu não sou diferente. Me partiria o coração ter que arrancar a vida de alguém por você, entende? Você não deseja que isso aconteça, ou deseja?

Se virou para mim e continuou me olhando fixamente, sem desmanchar sua expressão assustadora. Não me sentia preocupado com seu olhar psicopata, mas sim pelo o que ela pode fazer para Vankiskinny, preciso protegê-la.

Pov’s Vankiskinny

Esperei por mais alguns minutos até a chegada de Armin e depois desisti, decepcionada. Tive que passar meu tempo com Boris, que se esfregava em mim cada vez que eu me aproximava dele, de maneira fofa. Também foi a única “pessoa” que me deu atenção naquele momento, que escutou cada palavrinha que disse para desabafar. Como sempre, Castiel havia saído sem avisar. Essa nem é a primeira, segunda ou terceira vez que ele faz isso, já é meio que um costume, o vejo fazendo isso desde criança.

— Está tudo uma merda, sempre foi. — olhei para o alto, bufando. — Por que ainda não me matei? Ir para o inferno não deve ser tão ruim. O que você acha, Boris?

— Eu acho que você é uma retardada sem noção. — ouvi uma voz, seria ele ou estou louca?

— Uh, até parece que você é o idiota do meu irmão respondendo as minhas perguntas!

— E quem mais eu seria? — o vejo. Que imbecil. — Tem coisas que se você pede, acontece. É melhor ter cuidado com isso. — sorriu, tirando uma com a minha cara.

— Ah sim, claro. Ainda espero pelo dia em que finalmente vou... uh, esqueça, isso não é da sua conta. — é melhor parar antes que eu diga algo errado.

— Não se desespere tanto para finalmente ter a primeira vez, talvez nem seja tão incrível assim, principalmente com o Armin como parceiro.

— Eu não penso em transa, seu idiota... O-Ok, um pouco, mas pensar assim dá a entender que estou desesperada? — corei.

Conversar sobre sexo com meu irmão é um tanto estranho, ele é meu irmão, e esses assuntos não devem ser conversados por irmãos. Mas Castiel faz com que esse tipo de papo aconteça, ele me empurra para falar de certas coisas, ele me provoca. Não sei se faz isso apenas para tentar ganhar ou me desconcertar.

Devia parar de dar bolas para esses assuntos, não são de meu interesse. Preciso deixar de pensar um pouco sobre meu futuro seguido desse jeito, as coisas precisam se encaixar lentamente, e não montar rapidamente blocos de fantasias na minha mente de uma hora para a outra, querendo ou não acabo ficando confusa.

— Bem, vou ficar no meu quarto, qualquer coisa me chame. Continue conversando com o... Boris. — subiu, sem olhar para mim uma última vez.

Pov’s Armin

Continuava a me vigiar. Meu celular tocava a todo momento, e com muito prazer ela ignorava todas as chamadas. Tinha me proibido de passar mais tempo com outra pessoa além dela, queria ser a minha joia preciosa. Permanecemos em silêncio todo aquele tempo, já faziam uns quinze minutos que ninguém dizia nada, estava sendo perturbador.

— Sua amiguinha parece bem desesperada para obter notícias sobre você. — disse desligando o celular. — Tem certeza mesmo que não trocam olhares nem nada? Essa tal de “Kinny” está bem louca atrás de você.

— Por que persiste nessa bobagem? Já disse que tudo acabou entre nós, sem insistência, sem perseguições! Estou cansado do jeito em que vem agindo ultimamente, você anda me assustando. Sua sanidade não está no nível adequado, Sophie.

— Ahahahah... está tudo bem comigo, meu amor. — acariciou meu rosto, mantendo seu sorriso. — Sempre estive em ótimo estado, eu apenas... me alterava um pouquinho.

— Machucar as pessoas é “se alterar um pouquinho”? Sabe quantas pessoas você já matou para continuar comigo? Isso é uma loucura.

— E como podia me esquecer? Ainda lembro dos gritos apavorados cobertos de desespero, sem contar no sabor dos órgãos de cada uma, são tão deliciosas... são tantas garotas inocentes, indefesas, são as presas mais fáceis de capturar, Armin. Não suo a camisa para encontrá-las e colocá-las em uma armadilha.

Canibalismo?

— Sophie... v-você come os corpos das vítimas?

— É preciso aproveitar cada momento. Acha mesmo que eu iria jogar tudo num incinerador? Isso seria muito cruel e uma falta de respeito com uma carne tão boa. — sorri novamente. — Não se preocupe, um carinha tão incrível como você não entra na minha lista de vítimas. Mas quem sabe se tudo começar a ir para outro caminho, han? AHAH... Já pensou se a Vankiskinny fosse mais uma da minha lista? Como será o gos---

— É melhor que pare por aqui. Se eu souber que fez algo com a minha Kinny, as coisas vão piorar para você. Não encoste um dedo sequer nela, está me ouvindo?!

— Admirável o ato de heroísmo... prometo manter a calma, porém se essazinha colaborar. Caso contrário, marteladas no crânio até a morte. Ahaha... bem, vou indo. Ah, não tente bancar uma de esperto passando a perna em mim, saiba desde já que estarei te vigiando a partir do momento que passar por essa porta. Até amanhã, Min. — beija meus lábios docemente antes de sair.

Muito bem, por essa eu não esperava. Sabia que Sophie possui distúrbios, mas não achei que ela fosse tão cruel no que fazia. Praticar canibalismo, isso não deixar de ser realmente assustador, perturbador.

Saber que agora que ela me observava a todo momento acabou tirando toda a minha privacidade. A literalmente qualquer lugar que ia ouvia sua voz escoando, gargalhando. Esses sons deixam minha cabeça pirando, impossível lidar com essa situação, uma maníaca tinha a vida de pessoas inocentes na ponta dos dedos. Com toda certeza Vankiskinny é seu próximo alvo, me pergunto quais vão ser seus joguinhos. Espero que ela seja esperta o bastante para desviar dos esquemas de Sophie.

Um novo dia começa e recebo uma notificação de Sophie, me alertando que teríamos uma tarde juntos hoje. Sei que vacilei com minha amiga algumas vezes, mas preciso manter minha ex na linha caso eu queria que meus planos saiam perfeitamente. Voltando para a escola mais uma vez, a vejo sorridente ao lado de seu irmão, que sequer me cumprimenta. Corre em minha direção e em seguida me abraça, beijando meu rosto segundos depois.

— Uau, parece mesmo que há uma eternidade não nos víamos! Ei, o que houve? Liguei para você diversas vezes, isso me deixou meio tensa... s-sinto muito, vou tentar não fazer isso da próxima vez.

— Ah sim, estou sabendo disso. Enfim, não se preocupe, não foi nada grave.

— Tem certeza? — acariciou meu rosto. — Bem, nesse caso, vamos entrar, vou te passar as matérias que perdeu. 

Fomos uns dos primeiros a chegar até a biblioteca, ficamos na parte central, em uma mesa redonda. Enquanto estudava, ela pegou um dos livros que havia em uma prateleira atrás dela e começou sua leitura. Parece concentrada, mas, ao mesmo tempo, querendo olhar para mim. Sem demora, tira o livro de seu ponto de vista e assim me encara, que por incrível que pareça, é da mesma forma que Sophie faz. Devo estar ficando paranoico, uma garota como Vankiskinny não me encararia de um jeito tão estranho. Coisas da minha cachola.

— Talvez precise de ajuda...? — ela pergunta. — Não hesite em perguntar-me algo, estou aqui para ajudar.

— Gentileza sua, mas eu prefiro me virar.

— B-Bem... Ok então. Já vou indo para a sala, certo?

— Beleza, encontro você lá.

E ela sai, sem dizer mais nada.

Pov’s Vankiskinny

Ah, Armin... mesmo sendo um pouco chato, não deixo de pensar em você. É estranho, parece que eu me sinto mais feliz que o normal, estava sim sentindo uma queda por ele ou minha mente inventava coisas? Fazia um tempo que meu coração não ficava desse jeito, acelerado, apaixonado por alguém, nem me reconheço mais!

Andando distraída novamente, esbarro dessa vez em Bia, que passa ao meu lado me encarando, nervosa. De verdade, é impossível saber o que essa garota tem. Vive atrás do trio da vadia loira, qual é a dela? Finalmente passo pela porta da sala, vendo as pessoas reunidas em grupos, todas conversando bem alto. No meio deles, visualizei os fios platinados de Rosalya e caminhei até ela, encontrando também, Alexy. Os dois conversavam animadamente, como de costume. Acabo nem perguntando o que estão tramando, já que, provavelmente, ou planejam ir às compras ou apenas tagarelando sobre assuntos aleatórios.

— Opa, olha só quem resolveu aparecer. — Alexy abriu os braços para me abraçar. — Vi você e meu irmão na frente do portão hoje, foram dar uns amassos, não foram?

— Ah, bobo... eu fui apenas passar algumas lições que ele havia perdido, não pense em bobagens, eu não sou tão fácil assim!

— Claro, acreditamos. — Rosa diz, irônica. — E então, ainda não me contou como foi seu passeio com seu irmão...

— Hum? Ah, nada demais. No final, acabamos indo ao pet shop e levamos um gato para casa. — disseram “tédio” em coral, revirando os olhos.

— E é claro que você tem mais coisas para contar, sim? Te vemos muito distraída nos últimos dias, no quê está pensando, ou melhor, em quem?

Heheh, era tão visível assim que estava apaixonada por ele? Rosalya disse que eu parecia uma barata tonta perto dele, se soubesse disso, teria encontrado um jeito de concertar. Alexy abriu um grande sorriso, e olhando para Rosalya, ambos sabiam exatamente o que fazer.

— Oh não, conheço bem esse olhar! Nem pensar em tentar formar um casal, vocês não são cupidos. Nenhum de vocês nem sabem se ele gosta de mim também, e quem precisa tomar essa decisão de querer me aproximar dele sou eu, tudo bem? — me sentei, cruzando os braços. — As coisas caminham de forma lenta.

— Ou é você quem é muito lerda. É mais que visível que os pombinhos têm uma conexão, são um par perfeito, não vê? Ele vive falando sobre você, não é mesmo, Alexy?

— Sim, quando não estávamos aqui, Armin não parava de dizer que você é uma boa amiga, que sentia saudades de você. Mas depois que ele conheceu a Sophie, as coisas... as coisas mudaram um pouco.

— Sophie? Quem é Sophie?

Também uma amiga de infância com quem fez uma promessas. Se conheceram no aeroporto, logo quando desembarcaram. Estavam em uma lanchonete do aeroporto quando a amizade começou, os três até pegaram um tempo para fazer um tour pela cidade, e quando perceberam, já faziam as mesmas coisas quando ainda estavam na França. Então nossos juramentos não eram apenas entre nós... mas ele me prometeu!

Ouvir aquela história de Alexy me fez paralisar por minutos, é uma verdadeira sacanagem fazer uma coisa dessas. Nossas promessas, brincadeiras... Armin estava compartilhando todos os meus momentos felizes com outra pessoa. Por que raios então toda aquela cena? Se nada fosse especial, não era necessário se despedir de mim dramaticamente.

— Eh... tudo ok, Kinny?

— Pode-se dizer que sim. Apenas tive... um pequeno mal-estar. Mas sério, será que podemos dar de outro assunto que não envolva namoro? Essas coisas não fazem bem para mim, como já devem ter percebido.

Deduziram que eu sentia ciúmes. Bem, é mais ou menos isso que sinto agora, ciúmes, um leve toque de raiva. Isso sempre acontecia, Armin andava compartilhando tudo o que fazíamos com outros de seus amigos, não que essa ação esteja errada, mas essas eram as minhas memórias, as memórias que para ele já não são mais especiais.

— Ah, larga de drama, ele não vai deixar de olhar para você por uma simples amiguinha de infância. Você é mais intensa que ela, pode ter certeza.

— Uma simples amiguinha que virou namorada, você quer dizer.

Armin apareceu na porta segundos depois, deixando um clima pesado no ar. Minha maneira de agir como se nunca tivesse o visto na vida não deixa de ser infantil, eu não consigo saber de algo nesse nível e fingir que tudo está bem, é complicado. Ninguém conversou sobre absolutamente nada durante o período de aula, chegava a ser inusitado essa ação, nós geralmente ríamos com o resto da sala, os professores sentiram falta da nossa voz, a sala parecia silenciosa deste jeito.

Me juntei a eles no refeitório, mas logo depois de um tempo decidi ir ao terraço. O mesmo está deserto, nem ao menos Castiel se encontrava lá, como de costume. Os últimos dias têm sido muito estranhos, muitas informações, muitas obrigações. Andei até a ponta e observei atentamente a cidade que por sinal estava mais radiante que o normal.

— E se me atirasse daqui? — olhei para baixo, com a visão turva. Tenho um certo medo de altura, e assim que olhei para baixo, comecei a me enjoar. — Awwn... acho que devo voltar para casa, não me sinto bem.

Levanto e vejo Castiel caminhando em minha direção, queria se sentar ao meu lado.

— Que cara é essa?

— Só um pouco enjoada... vou arrumar um jeito de voltar para casa, Louise deve saber o que fazer.

— Tudo bem, te vejo em casa.

Já na rua, ainda me sentia mal. As minhas ideias são realmente péssimas, por que pensei em fazer isso? Para falar a verdade, esses pensamentos não são recentes, há algum tempo ouço vozes para fazer essas maluquices. Tento esconder minhas atitudes de Louise, quem sabe o que ela pode pensar? Vai achar que sou louca e acabar me internado.

Cheguei e procurei por ela, fazia um pequeno trabalho pelo computador em seu quarto. Me deu alguns remédios, senti o sono bater e dormi.


Notas Finais


A coisa vai ficar feia daqui pra frente, ou talvez fique, não tenho certeza do rumo que isso vai tomar :v

Que a “guerra” comece!


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