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História Hey, Neighbor! - Sally Face (SARRY-LARRYSHER) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


OLÁ ~ Eu sou a Choco, seja muito bem vindo a minha história.

Não tenho muita coisa para falar, apenas... apreciem, hehe~ Boa leitura! <3

OBS: A fanfic não é totalmente inspirada na história do jogo. Apenas alguns fatos.

ᴅᴇsᴄᴜʟᴘᴀ ǫᴜᴀʟǫᴜᴇʀ ᴇʀʀᴏ, ᴄᴀᴘíᴛᴜʟᴏ ɴãᴏ ғᴏɪ ʀᴇᴠɪsᴀᴅᴏ.

Capítulo 1 - Bom Dia, Vizinho!


Fanfic / Fanfiction Hey, Neighbor! - Sally Face (SARRY-LARRYSHER) - Capítulo 1 - Bom Dia, Vizinho!

O dia começava, e o meu despertador começou a tocar. Mal consegui dormir essa noite, a ansiedade não me deixou. Só de pensar que hoje terei que entrar novamente em uma escola, e talvez voltar a ser alvo principal dos valentões, eu me sinto mal. Não quero ir. 

— Sal, acorda! Seu despertador está tocando a tempos. – Ouvi meu pai falar do outro lado da porta, enquanto batia na mesma. 

— Já estou acordado, pai. – Digo meio irritado. Nunca acordo de bom humor, e só piorou com o fato de que eu teria que ir para a escola. 

Não ouvi mais nada, apenas os passos de meu pai se afastando. Bufei descontente e resolvi me levantar de uma vez, afinal, não importava o que eu fizesse, meu pai não me deixaria faltar. 

Caminhei em direção ao banheiro, tomei um banho rápido e vesti minha roupa. Logo em seguida fui em frente ao espelho e olhei meu rosto; as cicatrizes não eram tão mais fortes quanto anos atrás, mas elas ainda estavam ali, me lembrando daquele trágico dia em que eu perdi minha mãe. 

Amarrei meu cabelo em um rabo de cabelo alto e coloquei a minha prótese, dando uma última checada no espelho. Já pronto, sai de lá e fui pegar minha mochila no quarto, para logo depois ir para a cozinha. Meu pai estava lá, lendo o jornal e tomando seu café. Ele mal percebeu uma presença ali, o que era de costume. 

— Bom dia. – Eu disse sem humor, me sentando na cadeira. Meu pai olhou para mim, e deu um pequeno sorriso. 

— Bom dia. Ansioso para o primeiro dia de aula? – Ele pergunta. 

— Que pergunta, claro que não, sabe disso. – Eu digo, começando a me arrepender de ter usado tal tom com o meu pai. 

— Ah... – Ele abaixa o olhar, e por alguns segundos eu me senti culpado. — Não fiquei assim, tenho certeza de que se dará bem na escola. 

— Ok... – Eu comecei a me levantar, colocando a mochila nas costas. 

— Não vai tomar café? 

— Não estou com fome. Eu como algo quando eu chegar da escola. 

Ele me olha por alguns segundos. — Está bem. – Levantou-se, me dando um selar em meus cabelos. — Tenha um bom dia na escola. – E então se afasta. 

— Tenha um bom dia também, pai. – Fui me afastando, até chegar na porta, e então sai de casa. 

Meu pai e eu não somos muito próximos, mas ele sempre cuidou muito bem de mim e sempre fez de tudo para me ver bem. É uma pena que a minha mãe não esteja aqui para sermos completos outra vez. 


[...] 


Sai do elevador, vendo uma pessoa que logo de cara já me estressou. Revirei os olhos assim que o vi sorrir ladino para mim. 

— Hey, Sal! – Ele grita, e mesmo que de má vontade, eu olho em sua direção. — Gostei do penteado.

Voltei a revirar os olhos. 

— Não enche, Larry. – Caminhei até a porta de entrada, e o bonito logo atrás. 

— Qual foi, não posso nem mais te elogiar. — Ele diz, e eu paro de andar, me virando apra trás até que eu estivesse frente a frente com ele.

— Para de me perseguir, ok. – Falei um pouco mais calmo. — Eu já te disse que eu não curto garotos. 

— Não custa nada tentar. – Ele dá uma pequena piscadela, me fazendo bufar irritado. — Está indo 'pra escola? 

— Sim. – Respondo sem ânimo. 

— Ah, então parece que iremos pelo mesmo caminho, hm. – Ele diz num tom sarcástico. 

— Na moral, fica na tua. – Digo, já estressado. 

— Oh, calminha aí. Irei ficar quietinho, não vou te encher o saco, beleza? 

O olhei de canto de olho, meio desconfiado. Por incrível que pareça, ele ficou quieto por todo o caminho, isso me deixou um pouco mais confortável. Mas de repente, ele para.

— Por que parou? – Perguntei, olhando para ele. 

— Eu paro aqui. – Ele diz simplista. — Agora você pode continuar sem mim, não vou mais te incomodar pelo resto do caminho. 

Por poucos segundos, me senti mal com suas palavras. Larry não era um cara mal, ele só era irritante.

— Está bem. – Digo, um pouco cabisbaixo. Felizmente, a prótese cobria minhas feições.

Fui me afastando, olhando algumas vezes para trás. Ele continuava ali, me olhando com um pequeno sorriso. Sem perceber, acabei por bater em alguém. 

— Hey! Qual foi esquisito, não olha por onde anda não, idiota!? – Ele grita. 

— Desculpa, não foi minha intenção esbarrar em você. 

Eu não queria arrumar briga, pelo menos não hoje.

— Opa, qual foi? – Ouvi a voz do Larry atrás de mim, e me viro assustado. 

— Larry? – Pergunto baixinho. 

— Você não acha que está muito nervoso logo de manhã, Travis? Relaxa, cara. – Larry diz, totalmente calmo. 

— Fica na tua, maconheiro, o meu papo aqui é com esse baixinho de máscara esquisita. – Ele diz, praticamente cuspindo as palavras. 

— Quê isso, valentão? também não precisa ofender. E a máscara dele é muito foda, beleza. 

Tcs. –Ele revira os olhos. — Cai fora, Larry, não quero brigar com você, cara. 

— Qual é, Travis, deixa o garoto. Ele não fez por mal. — O moreno ao meu lado coloca a mão na frente do peito do outro, que ameaçou a vir para cima de mim. 

O tal Travis me olhou raivoso antes de dar de ombros e sair. Suspirei aliviado, eu realmente não estava querendo apanhar logo no primeiro dia de aula.

Que bela forma de começar um dia. 

— Toma mais cuidado da próxima vez, Sal. Dessa vez passou, mas e se eu não estivesse aqui? – Ele diz, como se estivesse irritado. 

— Olha só, agradeço por ter me ajudado, mas não precisa falar nesse tom de voz comigo. 

— Então faça o que eu falei e toma cuidado. 

Ficamos ali, por breves segundos sem dizer nada. Até que o som do sinal da escola foi escutado. 

— Você precisa ir, vai se atrasar. – Ele diz, arrumando a alça de sua mochila nos ombros. 

— E você não vai entrar? – Perguntei. 

— Hoje não. – O olhei sem entender, mas depois logo fez sentido: Ele ia cabular. — Agora corre, ou vai perder a primeira aula. 

Eu apenas assenti e fui me afastando a passos rápidos. 

— E ah. – Me virei para trás. — Tenha um bom dia, vizinho. 

Dei um pequeno sorriso, que graças a prótese ele não pode ser visto. — Tenha um bom dia também, Larry. 


Notas Finais


UIS~ acabei o primeiro capítulo, uhu~

Espero que tenham gostado, e se gostou, comenta aí ok?

BJS E ATÉ O PRÓXIMO AA <3


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