História Hey princess! - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Fantasia, Hot, Imagine, Kim Taehyung, Magia, Princesa, Principe, Suspense, Tae, Taehyung, Universo Paralelo
Visualizações 10
Palavras 1.859
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiie! Eae vocês estão com sono? Bem eu tô com sono, mas eu tinha que postar o capítulo então...

Espero que estejam bem e boa leitura!

Capítulo 2 - Confusa


Fanfic / Fanfiction Hey princess! - Capítulo 2 - Confusa

Capítulo 1

Confusa

POV _____

Odeio os dias de inverno. Eles são congelantes, principalmente aqui em Nova Iorque e me lembram que não estou mais na Califórnia. Não está tão frio aqui dentro da cafeteria, mas logo terei que sair e encarar o frio que perpassa do lado de fora. Dou uma respirada no ar e o cheiro de café quente invade minhas narinas, tamborilo os dedos na perna direita antes de sair. 

O ar vai ficando gelado na medida em que passo pela porta transparente. As pessoas caminham despreocupadas do lado de fora, estão acostumados com o frio. Solto um suspiro e esfrego uma mão na outra na intenção de me aquecer. Só espero não encontrar nada de ruim no caminho ou vou ser xingada quando chegar em casa...

-- Com licença! Vai entrar ou vai ficar parada aí na porta? -- uma mulher mal humorada diz olhando para mim de braços cruzados.

Não entendo direito, então percebo que estou parada em frente à porta da cafeteria, bloqueando a entrada e saída de todos.

-- Foi mal! -- digo saindo da frente enquanto a mulher avança cafeteria adentro furiosa.

Parece que ela vai criar uma briga. Será que esse é um bom lugar para trabalhar? De qualquer forma não tenho outra opção.

Continuo meu caminho. Tenho que pegar o próximo ônibus ou não vou chegar em casa antes das 18 horas. Caminho rápido enquanto sinto o vento gelado do inverno bagunçar meu cabelo e me causar calafrios. 

A maioria das pessoas vai na direção contrária que eu, com passos calmos apenas seguindo o fluxo, outras entram em restaurantes e lojas espalhados por aqui. Eu sigo em direção a parada de ônibus enquanto escuto ruídos de conversas e o barulho do vento. Já consigo ver a parada de ônibus daqui.

Mais alguns passos e começo a correr, pois o ônibus acaba de aparecer no meu campo de visão. Vejo um cara passar correndo por mim e agradeço mentalmente a ele, pois ele faz o ônibus parar dando tempo para mim chegar na parada. Entro no ônibus, escolho um lugar para sentar e suspiro, meio ofegante com a corrida.

***

Desço do ônibus e caminho devagar, já são 18:15 minha mãe já deve ter chegado e visto a mensagem que colei na geladeira.

"Não se preocupe comigo, volto dentro de duas horas.

Ass: ____.♡"

São apenas simples palavras, mas tenho certeza que ela deve estar surtando. Olho para o céu e vejo o sol indo embora dando lugar a um céu cor de laranja. Continuo caminhando devagar. Minha mãe não vai ficar tão brava comigo, só preciso chegar bem em casa (casa essa que fica a duas quadras daqui).

Começo a prestar atenção nas coisas a minha volta: casas com estruturas ligeiramente americanas. Não a uma única grade impedindo que alguém entre. É perigoso. Escuto um latido ao longe. Ignoro e continuo meu caminho, não tenho porque me preocupar, afinal, é apenas um cachorro. 

Assobio quase em um sussurro a canção que não sai da minha cabeça, sinto vontade de dançar então tamborilo os dedos na minha perna para descontar a energia que guardo. Paro assim que escuto o som de passos. A sensação familiar de medo me atinge, me lembrando do ocorrido na Califórnia. A correria, o medo, tudo volta de uma vez só.

Lembro do que minha mãe me disse daquela vez como se fosse ontem: 

"Mantenha a calma e respire fundo"

É o que eu faço, mas o medo não passa. Continuo ouvindo o incessante som de passos atrás de mim. Decido parar por alguns segundos e esperar a pessoa ou pessoas passarem.  Talvez não sejam eles, talvez eu não tenha o que temer.

Olho para o céu e vejo o sol sumindo de vez por trás das casas. Um, dois três segundos e nada, nem um som de passos, nenhuma pessoa. A impressão que tenho é de que os passos são meus e que não há mais ninguém. É como se uma paranoia me cercasse me prendendo aquele momento. Sinto minhas mãos trêmulas e então volto a caminhar, mas a sensação de ter alguém me perseguindo não me deixa ficar calma, pois o incessante barulho continua.

O medo me consome mais uma vez. Olho para trás para ter a certeza do que penso e ali está ele: o cara que passou correndo por mim para pegar o ônibus. Começo a caminhar mais rápido e sinto que quanto mais rápido eu vou, mais rápido ele fica. Isso faz o meu coração disparar, e meus pés também. Cada segundo é angustiante, e mil e uma coisas passam pela minha cabeça em questão de milésimos.

Estou correndo desesperadamente, e olhando para trás a todo o momento para tentar ver se ele está mais perto. Posso ouvir o barulho de seus passos rápidos logo atrás de mim e o som de minha respiração afoita pela corrida, mas o que zune em meus ouvidos é o som incessante das batidas do meu coração. Disparado pelo esforço da corrida, pelo medo, pelo receio de ser pega, pelo desespero.

-- Ei, espera! -- o escuto gritar, então tento correr mais rápido. 

Minha casa está logo a frente e por sorte a porta está escancarada. Corro o mais rápido que consigo e entro logo em seguida fechando a porta com força.

-- Mãe acho que eles nos acharam! -- digo ofegante enquanto me encosto na porta, vendo minha mãe sair correndo da cozinha.

-- O quê? -- minha mãe perguntou franzindo a testa. Ela está usando um avental na cintura e segura o post it que colei na geladeira.

A cena é familiar, mas dessa vez estou em seu lugar.

-- Um cara me seguiu até aqui -- Sinto minha garganta arder por causa da corrida. -- acho que aquelas pessoas nós encontraram.

Olho para minha mãe e sinto o medo mais uma vez, ele vem de seus olhos. Ela tem medo assim como eu. 

Não sei a história toda, mas sei do que aconteceu quando eu tinha 15 anos: Eles invadiram a nossa casa, iam nos levar para algum lugar, mas conseguimos fugir… 

Três anos atrás…

Escuto os grilos gritando ao longe, eles se misturam com os sons das janelas se fechando, das portas sendo abertas. Não sei o que está acontecendo, não sei quem são essas pessoas, mas sei que querem nos fazer mal, nos levar para longe daqui. Estou com medo.

Junto tudo que posso dentro da mala e da mochila. Ajudo minha mãe a achar as chaves do carro e da casa e então saímos correndo do quarto dando de cara com os perseguidores no caminho. Nos esquivamos deles e corremos até a garagem entrando direto no carro. 

Vejo minha mãe girar a chave do carro com as mãos tremendo e o carro arranca. Forço a respiração, mas o ar não entra. É sufocante.

-- Mantenha a calma e respire fundo! -- As palavras ressoam em minha cabeça mais uma vez, não é só uma lembrança. Está se repetindo.

Respiro fundo e escorrego pela porta, me sentando no chão.

-- O que a gente faz agora? Denunciamos ele para a polícia ou vamos embora de novo? -- pergunto olhando dentro de seus olhos, ela parece não saber o que fazer.

Olho pro lado, engatinho até parar em frente à janela. O estranho está parado em frente a casa com um celular no ouvido.

-- Mãe ele ta ligando pra alguém! -- digo olhando para trás e vendo ela parada no mesmo lugar de antes. Suspiro e volto a olhar para fora.

O estranho não está mais falando no celular, mas continua parado em frente à minha casa. Sinto-me angustiada com todo essa situação.

-- Se eu soubesse que esse cara me seguiria até aqui, eu não teria pegado o mesmo ônibus que ele.-- digo assim que minha mãe se agacha ao meu lado.

-- Não era nem pra você ter saído -- ela resmunga antes de perguntar: -- você só viu um deles?

-- Sim!

-- Tem certeza que ele tava te seguindo? -- olho incrédula para ela.

-- Mãe! Ele me seguiu da parada do ônibus até aqui -- digo com indignação.

Ela não diz nada então olho para fora novamente, mas o estranho não está mais lá. Penso em dizer algo, mas o som da campainha me interrompe. Eles normalmente não tocam a campainha.

-- Eu vou lá falar com ele -- ela diz levantando.

-- O que? -- me viro e vejo ela indo até a porta. Levanto.

-- Você disse que não queria ver nenhum deles na sua frente e agora vai ir falar com um deles? -- ela me ignora.

-- Mãe! -- grito assim que ela passa pela porta.

Sinto o coração acelerar. Estou com medo outra vez. Respiro fundo e saio de dentro de casa, espero perto da porta com o celular na mão. Se algo acontecer eu vou chamar a polícia. Vejo minha mãe parar em frente ao estranho e me aproximo dos dois assim que escuto ela falar.

-- Desculpa, mas quem é você? -- minha mãe pergunta parada alguns passos de distância do estranho. 

O ar gélido da noite me atinge em cheio bagunçando meu cabelo e me fazendo tremer. Olho para o céu e percebo que já não posso mais ver o alaranjado de antes, pois o que vejo agora são as estrelas.

-- Majestade -- o estranho falou abaixando a cabeça em uma espécie de reverência -- Eu me chamo Min Yoongi e sou o guarda encarregado da segurança da família real.

Olho pra ele com uma das sobrancelhas levantada. Me aproximo mais, mas não sinto cheiro de bebida, apesar de achar que ele está bêbado.

-- O rei pediu para mim avisar que vocês devem voltar para Zafira -- continuo olhando para ele, mas ele não aparenta ter usado nenhuma droga.

Sinto minha barriga roncar. Não como nada desde às três da tarde.

-- Avise o seu rei que ninguém vai voltar para Zafira! -- Minha mãe fala com um pouco de deboche e sai andando de volta para casa. 

Olho dela para o homem e vou para casa também. Acho que não eram os perseguidores a final.

-- Ele está doente! -- o cara grita fazendo com que minha mãe pare de andar.

Vejo minha mãe fechar uma das mãos e soltar a maçaneta da porta. Olho novamente para o tal de Min e ele parece sério. Minha mãe continua imóvel no mesmo lugar.

-- Stephanie está cuidando de tudo já faz algum tempo -- Ele diz assim que minha mãe faz mansão de abrir a porta.

Sinto que o clima acabou de virar. Minha mãe volta e para perto de mim olhando para o Min.

-- Ele deixou o reino nas mãos dela? -- sinto indignação em sua voz.

-- Sim, majestade! -- Não sei quem é esse cara, mas minha mãe parece saber quem ele é.

Isso é estranho.

Tudo parece bagunçado.

Confuso.

-- Ah! Será que algum de vocês pode me explicar o que está acontecendo? -- pergunto e olho novamente de um para o outro. 

Uma sensação de desconforto me percorre como se algo pior estivesse prestes a acontecer...


Notas Finais


Eae o que vocês acharam do primeiro capítulo? Tá legal?

Ah o próximo capítulo sai semana que vem.

Bjs e tchau!


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