História Hey, you have my baby! - Capítulo 25


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Black Pink, EXO, Monsta X, TWICE
Personagens Baekhyun, Chaeyoung, G-Dragon, Jennie, Ki Hyun, Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Mina, Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Won Ho
Tags Bts, Fluffy, Hyhmb, Kim Taehyung, Repostagem, Suga, Taehyung, Yoongi, Yssschr_
Visualizações 660
Palavras 2.813
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


demorei? demorei, mas apareci <3

espero muito que gostem :>

Capítulo 25 - Pretérito Imperfeito.


Fanfic / Fanfiction Hey, you have my baby! - Capítulo 25 - Pretérito Imperfeito.

Em meio a toda aquela multidão, a única coisa que conseguia ouvir era minha respiração soprando trêmula por entre meus lábios. Meus olhos se mantiveram presos nos alheios enquanto eu sentia minha garganta secar. Tudo ao meu redor parecia em câmera lenta e minhas orbes não conseguiam focar em nada além do outro a minha frente. 

Cada segundo passando tão lentamente que por um instante quase tive a certeza de que o tempo havia parado exclusivamente por mim. Por nós. 

Eu não sabia decifrar o olhar de Taehyung sobre mim. Sua expressão era ilégivel, suas íris naquele momento eram como uma incógnita. Mas, eu já tinha minha suspeita. 

E ela apenas se confirmou quando ele me deu as costas. 

Por mais que eu não fizesse a mínima ideia do que falar, menos ainda o porquê me sentia tão inquieta por dentro, meu corpo parecia querer reagir por conta própria. Não era como se Taehyung e eu tivéssemos realmente alguma coisa, mas... por que eu queria tanto ir atrás dele? Por que meu coração estava tão apreensivo com algo que não deveria? 

Por que vê-lo daquele jeito havia me afetado tanto?

Tomei ar assim que decidi seguí-lo, engolindo em seco até sentir algo segurar meu pulso e me impedir antes mesmo que eu desse o primeiro passo. Um tanto aérea e sentindo meu interior se revirar em inseguranças as quais eu não sabia explicar, meus olhos tornaram para o loiro que me encarava logo atrás. Sua mão segurava meu pulso com força e seu semblante era sério demais, impassível demais.

— Somi, não. 

— O quê? — franzi a testa quando fui obrigada a recuar alguns passos para trás, puxada pelo mesmo. 

— Não faz isso. 

— Eu... não tô entendendo. — uni as sobrancelhas. 

— Não vai atrás dele. 

Se eu já estava incerta de tudo, agora me via completamente confusa. Wonho continuou a me fitar por mais um tempo, tempo suficiente para que eu enfim entendesse o que estava acontecendo ali. Sem olhá-lo nos olhos, o canto de minha boca se repuxou e um riso sem humor escapou de meus lábios.  

— Você... Você fez de propósito, não fez? Você sabia que ele... 

Minhas palavras sumiram quando parei para respirar fundo, numa tentativa de controlar a raiva que queria se apossar de mim. Tudo que eu menos precisava agora era uma ficha criminal. 

Wonho contraiu os lábios ao desviar o olhar do meu quando o encarei, me fazendo rir soprado. Com certeza os céus e o universo deviam estar me abandonando ali mesmo. Não que fosse a primeira vez. Eu já deveria estar acostumada a afundar na merda, rolar nela e ser ela. Meus parabéns, Yoo Somi, você conseguiu atingir um novo patamar de trouxisse. 

— Somi, me escuta, eu...

— Me solta. — exigi, endurecendo o maxilar ao cerrar os dentes. Fiz questão de não o olhar. Meus punhos já estavam fechados, assim como minha respiração agora soava pesada numa tentativa de me acalmar. 

— Ele não é o certo pra você, Somi. Você merece coisa melhor, ele é só um bobão idiota. 

— Ah, deixa eu adivinhar. Você é o certo? — o fitei com um sorriso sarcástico.  

— Não me entenda mal, Somi. Eu só queria...  Eu gosto de você, ok? E aquele imbecil me provocou naquele dia, eu não podia só deixar isso passar. 

— Aquele "imbecil" é o pai do meu filho. —minhas orbes se voltaram para as suas da maneira mais fria possível. Eu poderia socá-lo ali mesmo. Queria, na verdade. — Me solta. Agora. 

Wonho suspirou baixando a cabeça e deixou meu braço pender ao lado do corpo. Sem mais uma palavra sequer, eu segui o mais rápido que pude por entre as pessoas e fiquei na ponta dos pés vez ou outra na tentativa de encontrar Taehyung até finalmente o avistar andando em passos pesados a alguns metros de onde eu estava. 

Me esquivei na multidão, pedindo desculpas de cinco em cinco segundos a cada vez que esbarrava em alguém. Não sabia o porquê me sentia tão apreensiva. Ou talvez soubesse. 

Meu corpo simplesmente não obedecia mais à lógica.

O toque súbito de meu celular me fez travar a corrida por um instante e voltar a atenção até a música abafada. Meu olhar se ergueu outra vez e ignorei a chamada desconhecida ao finalmente alcançar o de cabelos cinzas.

— Taehyung! Yah! Taehyung, espera! 

Minha voz ecoou quase que em desespero, e Taehyung cessou os passos bruscamente. Fiz o mesmo, contraindo os lábios sem saber muito o que dizer depois disso. As incertezas fluiam como se não tivessem fim. Apenas encarei as suas costas por breves segundos quando ele resolveu se virar, a expressão sisuda me deixando ainda mais inquieta. Tomei ar, porém nada saiu de minha boca. 

Droga, diz alguma coisa Somi sua idiota.

— O quê? O que quer? Ah, já cansou do outro e agora é minha vez de novo? — o timbre grave de Taehyung soou ríspido, vi um sorriso irônico se formar no canto de sua boca e o encarei incrédula. 

Eu queria ter ouvido errado, mas o ver colocando as mãos nos bolsos e tombando a cabeça para o lado ao bufar me fez ter certeza de que tinha ouvido certo até demais. 

— Não acredito que disse isso. — minhas palavras escaparam junto de um riso sem humor. Não aguentei manter meu olhar em suas íris escuras por muito tempo, fitei o chão e tentei raciocinar o que tinha acabado de escutar. 

— Então o quê? O que você quer que eu diga? O que quer que eu pense? 

— Quer saber, pense o que quiser. 

Esbarrei em seu ombro com força e fechei os punhos com a mesma intensidade, os nós de meus dedos provavelmente se tornando brancos.

— Yah, Somi, não foi isso que eu quis dizer. Ei! — o ouvi gritar mais atrás enquanto eu me distanciava em passos largos. Assim que me vi de frente a faixa de pedestres, fui virada ao ter meu pulso preso pela destra alheia. 

— Me larga, Taehyung. 

O encarei, a raiva fazendo com que meus punhos permanecessem fechados e meu semblante ríspido. Taehyung manteve os olhos nos meus por mais alguns segundos antes de desviar num suspiro pesado, soltando meu pulso.

— O que quer que eu faça, então?  ele ditou com uma raiva contida.  Te deixo sozinha por cinco minutos e você beija o primeiro que aparece?

— E por que deixou? 

Minhas palavras o calaram, nossos olhares se fixaram silenciosamente. O encarei álgida, os lábios alheios se entreabrindo enquanto ele se mantinha sem reação. Voltei a ficar de frente para a rua e a atravessei sem olhar para trás nem uma vez sequer.  

O toque de meu celular ecoou outra vez, e, mesmo que a minha única vontade naquele momento fosse chorar e xingar, respirei fundo e escutei a voz soar do outro lado da chamada. 

Secretária Yoo

— O que foi? — ditei baixo, fitando o chão enquanto andava. Eu podia sentir o olhar intenso do outro em mim, seus passos me acompanhando por trás. 

— Então... Eu... Onde você tá? 

— Aconteceu alguma coisa, CEO Min? — arqueei uma das sobrancelhas. O timbre dele parecia inquieto. Nervoso, talvez. Poucas vezes eu conseguia ouvir sua voz naquele tom. Raramente, eu diria.

— Nada, eu só... Enfim, eu tô em uma praça de frente à Universidade de Seul, pode vir aqui? É importante. 

— Uh? — uni as sobrancelhas e levantei o olhar a tempo de avistar ao longe Yoongi escorado em uma árvore enorme com os olhos atentos sobre o pequeno que brincava sentado sobre a grama. 

Desliguei a chamada e voltei a caminhar sem muita vontade. O clima tenso se sobressaía por mais que a música animada e os risos ao nosso redor fossem consistentes. 

Minha vontade maior era sumir dali de uma vez. Quem sabe chorar ou mofar em meu quarto escuro largada na cama pensando em todos os motivos pelos quais eu ainda deveria continuar sã. 

Meus olhos acompanhavam meus pés a cada passo dado, até que encontraram os de Taewon. Os olhos do pequeno pareciam sorrir junto com a boca e bochechas gordinhas. Ele tinha arrancado com as mãos boa parte da grama onde estava sentado e deixou um omma escapar quando o rosto se viu em minha direção. 

Um sorriso fraco se esboçou em meus lábios, e minhas orbes logo se voltaram para o de cabelos azuis desbotados. Yoongi tinha os olhos em mim. Atentos, ilegíveis. Vi seu peito subir e descer em um suspiro longo, o pálido franziu o nariz e desencostou as costas do tronco de árvore em que se apoiara. 

O blazer bem alinhado contrastava com a falta da gravata e de uma calça social. Com uma jeans escura e camisa de lã branca de gola alta, ele apenas pôs as mãos nos bolsos e deixou o olhar cair sobre Taewon.

O garoto havia tentado ficar de pé e estendido os braços quando Taehyung se agachou a sua frente e o envolveu em um abraço apertado. O mais velho afagou os cabelos negros do menor ao mesmo tempo em que o sorriso em sua boca diminuiu quando seus olhos tornaram para mim. 

O silêncio que se estabeleceu ali fora evidente demais, assim como nossos olhares desviando um do outro. 

— Climão. — Yoongi ditou em um murmúrio ao pressionar um lábio no outro, pigarreando fraco. 

— O que era tão importante, CEO Min? — ignorei o comentário.

— Ah, sim... — ele abaixou a cabeça por alguns segundos. — Precisamos conversar. 

— O que houve? Alguma coisa na empresa que eu precise resolver? 

— Não, não é isso.  Yoongi coçou o topo da cabeça com o dedo indicador, como se procurasse as palavras certas para dizer.  Não tem nada a ver com a empresa.  Precisamos conversar sobre outra coisa, Secretária Yoo. A sós. Se eu não tiver interrompendo nada, claro. 

Senti o olhar de Taehyung se voltar para mim no mesmo instante. Contrai os lábios e evitei retribuir o olhar, mantendo meus olhos em Yoongi e tentando conseguir alguma brecha sobre o tal assunto importante que ele queria conversar. 

— Tudo bem, não é como se fosse fazer diferença. — ditei seca, procurando pelo carro do outro e seguindo até ele assim que o avistei estacionado a alguns metros dali. 

Não demorou muito para que Yoongi me alcançasse, adentrando o carro luxuoso de tom cinza. 

 Aconteceu alguma coisa? Você parece chateada. 

— Desde quando repara nisso? — o olhei de soslaio, estranhando o timbre baixo e preocupado do mesmo. Seu olhar desviou no exato segundo em que se encontrou com o meu, indo parar no volante. 

— Só achei estranho. 

— Onde vamos? — mudei de assunto, respirando fundo ao finalmente ter o carro em movimento, ainda me sentia apreensiva toda vez que entrava em um. 

— Um restaurante aqui perto. Aquele de sempre. 

Assenti, com apenas um "hm" saindo baixinho de minha boca. Exatos cinco minutos em silêncio dentro do automóvel até chegar em frente ao restaurante cinco estrelas que Yoongi sempre frequentava e eu tinha que acompanhar. 

O ambiente bem iluminado e rico em detalhes de marfim e madeira envernizada estava quase vazio. Um suave toque de piano soava ao fundo assim que entramos, sentando em uma mesa mais ao fundo. 

 Boa noite.  um garçom surgiu quando sentamos, mas Yoongi fez um gesto com a mão para que ele saísse. 

 Não vamos pedir nada agora, pode trazer só uma água. 

 Sim, senhor.  o homem logo saiu. Franzi a testa quando Yoongi cruzou os dedos sobre a mesa de vidro e, cabisbaixo, tomou ar. Inspirando fundo e deixando soprar por entre os lábios, ele mordiscou o canto da boca e permaneceu sem dizer nada por demorados segundos. 

— CEO Min? 

Ele respirou fundo mais uma vez e direcionou as orbes às minhas. 

— Eu... preciso confessar coisas que talvez você não vá gostar de ouvir. Talvez até me odeie por isso e nunca mais queira me ver, mas eu devo isso a ele e a você.

— Uh? CEO Min, do que você tá falando? Eu... não tô entedendo nada. — uni as sobrancelhas. — Ele? Ele quem?

— Seu irmão. 

Suas palavras fizeram meu corpo travar. 

— O que... 

— Não acho que seja justo manter isso em segredo por mais tempo. 

— Eu não... tô conseguindo entender onde quer chegar com isso, CEO Min. 

— Tem algo que você não sabe sobre antes do seu irmão morrer. Tem coisas que ele não te contou e que eu também guardei segredo. 

— CEO Min, o que... Eu...

A confusão era nítida em meu rosto. Todas as palavras que Yoongi dizia não faziam sentido algum para mim. Nada do que saia de sua boca tinha nexo. Eu me sentia totalmente perdida. 

— Somi, não foi culpa sua. Nada do que aconteceu com o Johyuk foi culpa sua. Como melhor amigo dele, eu... vacilei em não ter impedido que ele fizesse o que fez. Era a escolha dele, eu não podia interferir. Não cabiaa mim. E nem você. 

— CEO Min, onde você... onde quer chegar com isso? Como você... — meus olhos se arregalam ao ouvir o nome de meu irmão, um choro retraído queria sair, queria me tomar por inteiro.  Melhor amigo? Isso não faz sentido. Eu... 

 Johyuk e eu éramos melhores amigos desde a primeira série. Ele me fez prometer que eu nunca contaria isso e que apenas cuidaria de você, eu só... não sabia que ele ia...  vi uma lágrima ser enxugada na bochecha alheia pela manga de seu blazer. 

Os pensamentos conflitantes que me preenchiam por dentro me atingiam forte em cada palavra dita pelo outro. 

— Então... quer dizer que você só me contratou porque... Chega. — me ergui da cadeira e tomei a bolsa em mãos, querendo fugir daquela brincadeira de mal gosto o mais rápido possível. 

— Somi, você precisa saber da verdade. 

— Eu não quero ouvir mais nada. Já deu. — todos os meus músculos retesaram. Somente engoli o choro e tentei me manter firme, erguendo o queixo e desviando meu olhar do seu. 

— Johyuk fez o que achou ser o melhor pra todo mundo. Ele só queria o seu bem, você sabe disso. O acidente não foi culpa sua, ele fez tudo de propósito. 

 Para! Cala a boca, Yoongi. Eu não quero ouvir!  senti as veias de meu rosto saltarem junto com minha voz alterada. Meu sangue estava fervendo nas veias e eu meu cérebro não conseguia processar nada do que ele dizia. Se recusava a isso.  Eu vou embora. 

— Se alguém tem culpa nisso são os seus pais, você não tem que se martirizar por causa deles. O Johyuk se suicidou porque achou que assim seria melhor, porque ele não queria ver mais ninguém sofrendo. Ele fez a escolha dele e... 

— Para... eu não quero ouvir...  em um sussurro, fechei os olhos com força e senti as lágrimas molharem meu rosto sem aviso. Só de ouvir a voz de Yoongi citando o nome de Johyuk meu peito doía de uma forma absurda.  Por favor... 

— Eu prometi a ele que ia cuidar de você e que nunca ia contar nada, mas eu precisava dizer, não é justo te ver se culpando anos e anos pela morte dele, sendo que ele... 

— Para! Por favor, eu...  tudo que senti foi algo tampar minha audição, a voz de Yoongi se tornando somente um breve soar no fundo, quase imperceptível. 

Entreabri os olhos e tudo que vi foi o rosto de Taehyung perto do meu, próximo o bastante para que nossas respirações se mesclarem e suas íris negras retesse as minhas atentamente como se quisessem que eu apenas focasse minha atenção nele, e foi o que fiz. 

Suas mãos grandes cobriam meus ouvidos, uma de cada lado, me impedindo de ouvir qualquer outra coisa que fosse. Em um carinho terno, seu dígito acariciou a maçã de meu rosto se desfazendo das lágrimas que caíam por ali fora de meu controle. 

Quando o toque alheio se fez presente suave em minha bochecha, deixando parte da minha audição retornar, tudo que ouvi foi o som de sua voz em um cantarolar baixinho para que só eu o ouvisse. Apenas ele. O timbre grave e levemente enrouquecido soando sonoro em uma canção calorosa, os olhos me encarando afáveis. 

Taehyung rascunhou um sorriso nos lábios finos enquanto fazia questão de manter minha atenção somente para si. A dor que se alastrara em meu peito diminuiu consideravelmente, ao contrário das lágrimas que eu tanto tentava conter. 

Apesar da minha visão um pouco turva, ver os fios acizentados caídos sobre os olhos de Taehyung assim como o pequeno sorriso que ele deixara escapar foram suficientes para que eu me desmanchasse ali mesmo, em seus braços. 


Notas Finais


me digam o que acharam, é muito importante pra mim saber se estão gostando ou não, se devo parar ou não ,,

não sejam fantasminhas :(

ah, acabei de atualizar tbm outra fanfic minha mas com o Jungkook: https://www.spiritfanfiction.com/historia/if-spring-comes-10439687


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