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História Hi bye, papa! - Seongjoong - Capítulo 12


Escrita por:


Notas do Autor


Olaa, aqui estou eu novamente :D

Feliz da vida com o comeback do Seungyoun e do ab6ix (apesar de ter chorado com o fato de aparecer o Youngmin), não consigo mais parar de cantar "i really wanna whoo whoo whoo whoo" (the answer e o resto do álbum todinho de vivid virou o meu denguinho)

Hoje voltei com esse capítulo quentinho saindo do forno porque eu estava muito motivada (tanto pelas músicas quanto pelo fato de estar boiolando em uma fanfic incrível), espero que gostem 😗💕

Perdão qualquer erro, meus amores

Boa leitura 👉👈❤❤

Capítulo 12 - O inesperado também acontece


Fanfic / Fanfiction Hi bye, papa! - Seongjoong - Capítulo 12 - O inesperado também acontece





Desde a quase declaração de Seonghwa, Hongjoong estava se sentindo confuso em relação aos seus sentimentos. Ele tinha quase certeza que durante todos os anos que apenas podia ver Seonghwa, os sentimentos pelo garoto haviam morrido, no entanto, com sua volta, todos aqueles sentimentos pareciam reacender dentro de seu peito. O Kim estava realmente com tudo aquilo, e por isso, acabava sempre pensando demais e se desligando da realidade.


— rapaz, eu estou falando com você! — a cozinheira chamou atenção do ruivo, que prontamente virou sua cabeça na direção da mulher.

— perdão, eu estava pensando. — a mulher riu.

— eu apenas pedi para você levar essas laranjas para a turma raio de sol. — Hongjoong concordou, pegando a vasilha com laranjas e indo até a sala onde sabia que Seowoo estaria.


Ao abrir a porta e colocar a vasilha sobre uma das mesas, recebeu um abraço e não precisou pensar muito para saber de quem se tratava. Seowoo olhava para o Kim com os olhos brilhando, logo o mais alto se abaixou e abraçou a garota.


— eu preciso ir agora. — sussurrou, vendo a menor concordar e correr para perto de outras crianças.


Hongjoong deixou a sala com um pequeno sorriso, mas logo passou a encher a cabeça com todas as preocupações de mais cedo, e logo já estava no mundo da lua novamente.














O sol fraco estava sobre a cabeça de Yeosang, que caminhava pela praça que ficava perto da lojinha de conveniência onde Jongho trabalhava. Era inevitável, apenas por sair de casa ou da casa funerária, seus pés o levavam automaticamente para a lojinha. As vezes tinha que dar a desculpa que estava de passagem e decidiu comprar algo lá, quando o verdadeiro sentido tinha nome e sobrenome; Choi Jongho. Suspirou ao constatar que estava novamente na frente da entrada da lojinha, decidindo usar como desculpa a conversa que tivera com sua tia no dia passado.


Abriu a porta, fazendo assim com que o sininho tocasse e atraindo o olhar de Jongho, que deu um sorriso aberto ao perceber que era Yeosang. O Kang caminhou para ficar frente a frente com o Choi, colocando as mãos sobre o balcão do garoto.



— oi, Yeo! — Jongho falou animado, fazendo um sorriso pequeno brotar nos lábios do castanho.

— oi, eu estava passando por aqui é então eu decidi vir aqui e.... — coçou a nuca, logo suspirando. — okay, eu sou péssimo inventando mentiras. Eu saí de casa para tomar um ar e meus passos me trouxeram aqui. — Jongho riu com o que o menino confessou.

— então Yeosang estava com saudades de mim, ora ora. — Yeosang segurou bem a língua para não xingar o menino naquele momento, apenas deixando um sorrisinho.

— mas no fim das contas, eu tenho uma coisa para te contar. — Jongho o olhou curioso, os grandes olhos do mais novo pareciam perguntar o que ele tinha para falar. — bem, a minha mãe conhece uma pessoa que voltou a vida. Isso quer dizer que você não está alucinando. — Jongho riu com o comentário do mais velho.

— e você descobriu mais sobre essa pessoa?

— não muita coisa, parece que ele voltou para conseguir o cargo como marido e pai da filha dele de novo. Eu não entendi muito bem, mas ele tem 49 dias enquanto está sendo julgado. Se ele conseguir, ele vai poder viver, caso contrário, vão decidir se ele vai viver nos reinos do céu ou queimar nas chamas do infenro. — Jongho assentiu com a cabeça. 


— que tenso — Yeosang concordou com a cabeça, e assim os dois ficaram em um silêncio. Jongho olhou para o relógio pendurado na parede e sorriu ao constatar uma coisa. — meu turno acaba já já, você quer ir no restaurante do meu amigo comigo? — o Kang concordou com um sorrisinho pequeno nos lábios.


Jongho se levantou da cadeira e pegou um doce na prateleira de doces que ficava perto do balcão, entregando para Yeosang, que pegou confuso.


— é por conta da casa, o patrão está me devendo mesmo. — os dois riram, esperando o turno do mais novo acabar enquanto conversavam.














Mingi encarava Yunho enquanto se perguntava em que universo o garoto estava, pois já era a terceira vez que chamava o mais alto e ele sequer o olhou.


— se você não me responder eu juro que eu termino com você — Yunho olhou pro Song com os olhos arregalados. — até que enfim! — jogou os braços pro alto. 


— desculpa, eu tava pensando.

— eu percebi — os dois riram. — o que de tão importante você estava pensando que não podia responder o seu namorado? — perguntou em falsa chateação.

— eu conheço alguém que voltou dos mortos. — Mingi empalideceu ao ouvir aquilo.

— não fala essas coisas não, seu doido, eu me cago todinho. — Yunho riu com o comentário do mais novo.

— eu não estou brincando, ele era casado com um amigo meu, mas morreu depois de ser atropelado. Cinco anos depois, ele apareceu de volta sem mais nem menos... — Mingi olhava para Yunho com os pequenos olhos arregalados enquanto o namorado olhava para as próprias mãos. — AAAAAH! — o Jeong gritou.

— AAAAH CARALHO! — e o castanho deu um pulo de susto, o que causou uma crise de riso no azulado. — não faz isso não, Yunho, eu morro do coração. — o mais alto, no entanto, ainda tentava regular a respiração de tanto rir.

— você tinha que ver sua cara! — o mais velho batia palmas enquanto ria, vendo Mingi negar com a cabeça.

— você é malvado, Yunho. — falou em uma falsa decepção, o que fez o Jeong rir mais ainda.













A mulher encarava o chão com um pouco de chateação. Seonghwa estava se tornando alguém distante, alguém inalcançável, e embora aquilo já não fosse novidade, ainda assim a magoava. Estava com os pensamentos longe enquanto Seowoo brincava a sua frente, tentando conseguir a atenção da mulher.


— mamãe... — Seowoo chamou, ficando na frente da mulher e tocando sua mão.

— ah, meu bem, o que aconteceu? — Seowoo negou com a cabeça, indicando que não havia acontecido nada, logo abraçando a mulher.

— você está triste? — perguntou a pequena Park após ser acolhida no colo da Oh, que negou com a cabeça.

— oh, não. Eu estou bem. — Seowoo assentiu, voltando a brincar com a pequena pelúcia que tinha nas mãos enquanto a mulher ainda pensava sobre o afastamento de Seonghwa.


Talvez eles nunca tivessem sido tão próximos e ela nunca quis aceitar, talvez ele apenas estivesse cansado dela, talvez ela não tivesse o que o pai de Seowoo tinha. Era pelo fato dela não ser Kim Hongjoong, que ela achava que ele estava se afastando. Era por não saber nada sobre o ser com aquele nome, que Minjeong de sentia mais insegura. Não podia culpar o falecido homem por querer divórcio, mas talvez tudo fosse mais fácil se ela compreendesse sobre aquele que nunca era citado.










Wooyoung estava ocupado fazendo os espetinhos que venderia enquanto Wooseok tentava a todo custo conseguir pegar algum, quando a porta foi aberta. Wooyoung olhou confuso para a entrada, vendo ali seu amigo e alguém que desconhecia.


— Jongho! — disse animado, deixando o que fazia de lado para se aproximar do amigo.

— hyung! Esse é o Yeosang — mostrou o garoto ao seu lado, que deu um sorriso tímido. — e esse é Wooyoung. — mostrou pro Kang, logo o Jung deu um sorriso adorável.

— finalmente estou conhecendo o namorado do meu pequeno Jongho, como as crianças crescem rápido. — fingiu estar emocionado, deixando o Choi envergonhado.

— cala a boca hyung, eu sou maior que você, além disso, nós não namoramos. — concluiu, sentando em uma das mesas junto do Kang.

— vocês ainda não namoram — deu ênfase na frase, abrindo um sorriso. — vou pegar uma coisa para vocês comerem. — foi em direção a cozinha, de onde saiu um Wooseok que rapidamente foi cumprimentar o Choi.

— não liga pras brincadeiras do Woo — começou tímido. — ele faz isso para me provocar. — reclamou, vendo o Kang rir.

— tudo bem, ele não está muito errado, no fim das contas. — o Choi o olhou com os olhos arregalados.

— como?? — Yeosang deu um sorriso amarelo.

— nada, lá vem ele com a comida, acho que vou ajudar. — prontamente se levantou pra ajudar o baixinho que trazia algumas coisas, deixando um Jongho perplexo na mesa.













Hongjoong voltava para o hotel onde estava ficando com os pensamentos longe. Não ia mentir que não sentia umas coisas diferentes em relação a Seonghwa, mas podia ser muitas coisas. Talvez um carinho pelo fato do Park ter sido tão dócil e acolhedor consigo mesmo depois de tanto tempo, ou talvez só o sentimento de saudades. Mas ao mesmo tempo, sua cabeça se enchia de paranoias do tipo que talvez aquele sentimento dentro do peito do Kim realmente estivesse reacendendo depois de anos.


Com a cabeça longe da realidade, esbarrou em alguém e se assustou com o impacto dos dois, arregalando os olhos ao perceber que acabou derrubando o rapaz.


— me desculpe, eu - — Hongjoong ficou estatelado ao perceber quem estava ali, podia ser qualquer pessoa no mundo, mas jamais esperou esbarrar com Junhyuk.


O garoto no chão também tinha os olhos arregalados, coçou os olhos várias vezes para ver se não estava enganado, mas era Kim Hongjoong quem estava ali na sua frente.


— hyung? — se levantou, segurando nos ombros do irmão mais velho - que também era mais baixo e aquilo era motivo de zoação para o mais novo.

— Junhyuk... — o garoto o abraçou com força enquanto deixava as lágrimas rolarem por seu rosto, o mais baixo também chorava, deixando a blusa do mais novo molhada.

— como isso é possível? Isso é um milagre. — murmurava o garoto. — a mãe vai chorar demais quando te ver! — Hongjoong separou do abraço, olhando incerto para o mais novo.

— Junhyuk, acho que não deveríamos contar para a nossa mãe — o mais novo perguntava o porque por seu olhar. — sabe como ela sempre foi sensível, ela vai acabar tento um ataque. — Junhyuk negou.

— vamos precisar contar para ela, Hongjoong, não precisa ser agora, mas não podemos esconder. — Hongjoong havia ficado tenso de uma hora para a outra só de pensar naquilo. — mas por enquanto, a gente faz o que você achar melhor.

— obrigado, Junnie. — deu um sorriso aberto e verdadeiro.


A sensação de saudades e todas as memórias que Hongjoong tinha com o irmão mais novo deixavam o garoto ainda mais feliz. Havia sentido tanto a falta de seu irmão, mesmo que ele fosse irritante a maior parte do tempo. Hongjoong via sua família como a coisa mais importante para ele, como o maior tesouro, e era por isso que todo dia sentia falta de cada um de seus familiares e ficava mais triste ao ter que ficar longe. 







Notas Finais


Ta-dã, gostaram do capítulo de hoje?

Qual foi a parte favorita de vocês? Em que parte mais riram?

Espero que tenham gostado do capítulo, meus xuxus 👉👈💕

Curiosidade: o Junhyuk, irmão do Hongjoong, é adotado (na história, pessoalkkk). O nome dele é Bang Junhyuk e ele realmente existe, ele faz parte do grupo MCND (lá o stage name dele é Win)

Foi isso, até o próximo capítulo mores 💕

Obrigado por todo o reconhecimento da fanfic, views em the answer e em love me harder :v

Usem máscara, lavem as mãos e bebam água 👉👈❤

Até o próximo capítulo 💖💖


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