História Hi, I'm Tom (Romance Gay) - Capítulo 15


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Gay, Romance Gay, Sex, Yaoi
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Palavras 824
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


~ 🌿 quac.

Capítulo 15 - Lar


Fanfic / Fanfiction Hi, I'm Tom (Romance Gay) - Capítulo 15 - Lar

~ TOM:

Estava nervoso, e isso era visível em minha face. Catarina, chorava de pela vergonha à nossa frente, eu queria muito abraça-la, afinal acabei de descobrir que era minha mãe.

- Quando... eu descobri que estava grávida, nao sabia o que fazer, tinha certeza que, já me encontrava sozinha no mundo e que o pai do meu filho se não importava comigo. - lhei dei um lenço - Eu o amava, e não fazia ideia de que era casado, sua mãe Júlio, foi muito compreensiva e até entendeu o meu lado.

- Ela sempre é assim, mas deve ter sofrido com isso tudo. - estava sentado longe mim e respondeu.

- Tom, - me chamou - você... me perdoa?

- Não tenho motivos para ficar com raiva, entendi que estava só e  que não daria conta de uma criança, e agradeço por me entregar a uma pessoa tão incrível quanto minha mãe. - peguei em sua mão - Eu posso até ter perdido uma mãe, mas ganhei uma novinha em folha, o amor que sinto pela primeira não mudará, mas agora tenho a quem dar. - sorri e a mesma retribuiu.

Nos abraçamos, ao fim de tudo, me sentei sobre uma cadeira na frente da casa, Júlio veio ao meu encontro de cabeça baixa, devagar. Sentando ao meu lado.

- Me desculpa, nós... - exitou.

- Nem me fale... mas quer saber, foi bom, me senti especial com você, mesmo sabendo que... somos irmãos agora.

- Prometo te proteger mais ainda agora. - olhou ao chão - Não podemos mais ficar juntos, mas isso não quer dizer que ficaremos distantes. - seu celular toca ao bolso, era Hilda e queria falar comigo.

~ HUGO:

Confesso, era mais uma chance de tentar conquistar Tom. Mas, agora não, ele estava ocupado cuidando de coisas sobre à família, e encher ele com papos de namoro, seria burrice.

Senti muito pelos dois terem que se separar. Tom conversava com Hilda pelo telefone, pelo visto ele irá morar com ela, ele parecia contente, mas não gostaria de deixar a mãe só. A tal, chega por trás de meus ombros, e encosta em um.

Catarina - Agora, você está com o caminho livre, não é mesmo? - disse ao meu ouvido.

Hugo - C-Como você sabe? - disse incrédulo.

Catarina - Dá para ver nos seus olhos que o ama, mas tem medo, digo, alguém lhe feriu no passado?

Hugo - Sim, mas foi por isso que perdi Tom, não dei valor a ele, achava que ele era igual aos outros. - a fitei - Me enganei. - ri.

- Vá em frente. - disse saindo do meu lado a bater no meu ombro.

Eu poderia até tentar, mas é melhor dar um tempo para ele, ajeitar a vida. E o próprio coração. Saber que até a mãe dele me apoia é ótimo, assim já tenho à quem recorrer.

~ TOM:

• Intermédio de Tempo: 3 meses.

Estava morando com a minha avó, sim a chamo assim agora, depois de muito treino. Minha mãe, Catarina, estava conosco, pedi para ceder um quarto para ela na casa, e Hilda de bom grado me cedeu. Quase todos os dias Júlio nos visitava, ele ainda tinha contato comigo, mas bem mais distante.

Nossa antiga casa, ficou para a Helena, não tinha uma serventia para Dona Hilda, e então decidiu dar para ela começar sua vida novamente. Estava na sala, desenhando qualquer coisa, até que a porta se abre. Era Hugo, ele estava diferente. E barbudo, aí.

- Bom diaaa! - gritou vindo me abraçar.

- Tás dando bom dia para mim ou ao mundo inteiro? - retribuí.

- O mudo inteiro não sei, mas a minha atenção é em você. - corei. - O palhaço tá aqui?

- Não o chame assim! - bati em seu braço - Tá não, mas o que tu quer?

- Eu vim te ver. E... - me roubou um selinho rápido, me olhando a sorrir depois.

- Para! - emburreci e cruzei os braços.

- Tom, por favor. - pegou em minha mão - Me deixa te fazer feliz.

- Eu não sei, você sempre vacilou comigo quando se tratava de amor. - abaixo a cabeça.

- Eu te Amo, e eu digo isso para poucas pessoas, - puxou meu queixo para cima me olhando nos olhos - e é a única para quem eu quero entregar o meu coração por inteiro.

- Promete? - perguntei-lhe.

- Prometo, para sempre. - me beijou, sentia falta daquilo e dessa vez percebi que era de verdade.

Ele podia ser a pessoa mais errada do mundo, mas sempre queria o meu bem, me feriu muito ao rejeitar meus sentimentos, arrancou de mim até às últimas lágrimas, e mesmo assim estava junto a mim, quando eu mais precisasse.

- Eu não trouxe nenhuma aliança, espero que entenda, fiquei com medo de você me encher de porrada. 

- Da vontade mesmo, sabe. - ri.

- Eu já estou com vontade de outras coisas...- mordeu o lábio.

- O quarto é a esquerda. - apontei.

- Deixa que eu te levo então.. - me pegou ao colo, subindo às escadas.


Notas Finais


~ 😈 thanks.


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