História Hi, I'm Tom (Romance Gay) - Capítulo 16


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Gay, Romance Gay, Sex, Yaoi
Visualizações 76
Palavras 1.020
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


~ 🌻 hey.

Capítulo 16 - Brincadeira


Fanfic / Fanfiction Hi, I'm Tom (Romance Gay) - Capítulo 16 - Brincadeira

~ TOM:

Levanto meio zonzo, passando a mão sobre à cabeça, me sento sobre a cama, até perceber que eu estou completamente nú. Envergonhado, me prendo aos lençóis, tentando me lembrar do que havia acontecido na noite passada. Olho para o lado, bem de leve. E não acredito em quen está deitado ali. Fico estático, e o mesmo acorda, se espreguiçando e sentando à cama também, me olha de ponta, e quase caindo da cama, ao me ver.

- C-Como eu vim para aqui? - olhou suas partes já expostas ao relento, puxando uma parte do lençol para baixo, ao chão se cobrindo.

- Eu também quero saber. - cocei a cabeça - Sobe. - apontei e o mesmo sentou ao meu lado de volta, com muita vergonha.

- Desculpa, eu não sei o que deu em mim. - passava a mão sobre a nuca.

- Tudo bem, eu te entendo, não me segurei também, a culpa não é só sua. - passei a mão sobre seu braço.

- Foi bom. - sorriu, arrumando os cabelos e eu corei em seguida.

Pode ser meio maluco, mas eu acabei de acordar ao lado de Júlio. Como?

Hugo não pode estar comigo na noite passada, sendo assim após uma ligação ele teve que ir correndo para casa, fiquei meio desapontado, e o tal prometeu que voltaria. Por pura burrice, eu acabei pegando no sono, após sua partida, acordei com alguém me carregando até a cama. Eu já reconheci aquele perfume de longe, o mesmo me pôs na cama, ainda estava sonolento, mas mantinha meus olhos abertos, ele chegava cada vez mais perto e aquilo estava saindo fora do comum.

Me olhava aos olhos, e em um fio de tempo, me roubou um beijo, que me fez arrepiar e retirar todo resquício de sono que eu tinha. Não aguentei, e acabei cedendo a suas carícias, o resto você já deve imaginar, o que aconteceu, né?

Após nos organizarmos, juntos, descemos às escadas. A cada degrau ele me pedia desculpa, disse a ele que não havia problema algum, e que no futuro poderíamos pensar sobre isso tudo. De fato, eu ainda o amo muito, me sentia bastante vagabundo, pelo fato de nem ao menos saber de quem eu gosto, e apenas querer uma atenção, se é que me entendem.

Sentamos à mesa, ele não parava de olhar para mim e piscar. Eu ria às vezes com isso. Todos estavam ali reunidos, minha avó, minha mãe, meu pai, depois de um tempo começou a me tratar como um filho e a mulher dele, mãe de Júlio.

De barriga cheia, me sentei em uma das cadeiras do jardim, ao sol. E então, Júlio veio a meu lado, sentando sobre à grama, passava protetor sobre os braços e rosto, ele não parava de me olhar. Aquilo me incomodava. Até que o tal, estendeu o rosto para frente com os olhos fechados e um sorriso.

- Também quero! - apontou ao rosto, bati em sua testa. - Aí! - recuou.

- Tá bom, vem. - comecei a passar em suas bochechas e logo por toda área do rosto. Seu rosto era lindo ao sol, sua boca me chamava a todo momento para um beijo. Mas tentei me controlar.

- Vai em frente, beija. - parei de passar.

- Você é muito convencido! - levantei e andando para dentro de volta.

- Pera aí, foi só uma brincadeira. - me gritou e continuou lá sentado, o ignorei.

~ JÚLIO:

Eu precisava dar um ponto final nisso, o amava e queria muito tê-lo de volta em meus braços, viver as escondidas era a única saída, mas se descobrissem? Dane-se.

Subi ao quarto, ele escolhia uma roupa para tomar um banho, lhe puxei pela cintura até o meu corpo, já havia fechado a porta, não sou bobo. Sentia seu pescoço a encostar minha boca, beijava seu pescoço e dando algumas mordidas em sua orelha. Ele gemia às vezes, isso me excitava.

- Tem certeza? - disse.

- Eu nunca tive tanta certeza na minha vida. - sorri.

Lhe joguei sobre à cama, abrindo suas pernas me posicionando entre elas. Nossos beijos se tornaram muito viciantes, o queria apenas para mim, estava sem blusa, mordiscava seus mamilos, o mesmo se contorcia. E ali, deixando marcas bem evidentes, o olhava, lambendo seu tórax e o mesmo sorria para mim de forma sexy.

Puxava meus cabelos, como ato de alívio. Retirei minha blusa, e em seguida minha calça, meu membro já marcava toda minha cueca, o tal ao ver aquilo, mordeu os lábios, já sabia o que queria. Abaixou-a expondo meu membro à fora, dando leves mordidas colocou à boca, fazendo movimentos de vai e vem, puxava seus cabelos para frente, minha glande marcava perfeitamente suas bochechas, e o mesmo chupava de uma maneira bem prazerosa, com tanta força acabei, eu acabei chegando ao meu ápice em sua boca, o tal fez questão de engolir tudo, não questionei.

Retirei suas últimas peças, lhe dando leves tapas à bunda, que já estava marcada, com os desenhos de minha mão, lhe pondo de quatro sobre à cama, alisava sua entrada com meu membro, aquilo me excitava, me mantinha rígido, e o mesmo desejava que o penetrasse logo.

O adentrei devagar, lhe tapando a boca, abafando os gemidos, tinha gente em casa, e não queria que nos pegassem, cada vez mais estocava com força, retirei as mãos de sua boca, o mesmo repousou sua cabeça sobre a cama, com as mãos sobre a grade da cama, aquilo quase que não fazia barulho, mas todo mudado era pouco. Utilizando sua cintura como maneira de ganhar impulso e força.

Lhe troquei de posição várias vezes, cada vez que metia, me olhava de canto, lhe desferi leves tapas ao rosto, deixando todo vermelho, o suor marcava sua face, e gemia de forma calma ao meu ouvido.

Por final, acabei chegando ao ápice pela segunda vez dentro dele, meu líquido escorreu por sua entrada, caiu sobre a cama, me olhando ainda de joelhos à sua frente. Sorria de forma atraente, queria continuar ali para sempre. Me deitei ao seu lado, o tal fazia carinhos sobre meus cachos desmanchados, e com a ponta dos dedos, acompanhava o desenho de minha boca, ele muito carinhoso, e além disso, um belo perigo.


Notas Finais


~ 😈 hey.


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