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História Híbridos em perigo - Cellps; Mitw - Capítulo 12


Escrita por:


Notas do Autor


Oie gente.... Juro que meu atraso tem uma explicação
Eu terminei de escrever no domingo, na madrugada dele —pra ser mais exata—, mandei imediatamente para a revisora, mas ela ficou muito sem tempo e só me entregou nessa sexta o capítulo revisado.

Portanto, estou aqui agradecendo a paciência, principalmente.
Fiquem com o capítulo, havia mto tempo q nn fazia um lemon, mas espero que tenha ficado do agrado de vcs. Eu realmente tentei. 🥰

Capítulo 12 - Happy Ending


*Dois meses depois*


P.O.V Cellbit 


Cellbit: Pac, calma! Nada vai acontecer. 


Pac: Como, Cellbit? Eu sinto que poderia morrer.


Cellbit: Eu sei que você tá ansioso, mas se você não se acalmar pode acabar prejudicando o bebê. 


Pac: Meu Deus! O bebê! Retiro o que eu disse. Eu não posso morrer hoje. -Ele falava tão rápido que me pergunto como respirava- Ele é o motivo de termos adiantado tudo... Eu tô tão nervoso... -Eu percebi- Me ajuda, Cellbit!!


Cellbit: Olha pra mim. -Pego seus ombros e o mantenho parado, olhando para mim- Respira fundo e solta o ar devagar. -Ele faz o que eu digo- Agora me responde: você não ama o Mike? Não quer tê-lo pro resto da vida? -Ele confirma- Ele vai ser um excelente pai, ou não concorda? Você ainda tem dúvida de algo, Pac? -Ele nega rapidamente- Então não há o que temer. -O viro pro espelho nas suas costas- Você tá lindo, esse é o seu dia.


Pac: Obrigado. Por tudo. De verdade, Cellbit. 


Cellbit: Não chore ou vai borrar a maquiagem. -Ele ri fraco e eu o acompanho- É o seu casamento, então sorria. -Ele sorri, assentindo em seguida- Agora vamos, a cerimônia tá prestes a começar. 


P.O.V Mike


Ansioso. Nervoso. Meu Deus! Como me descrever melhor? Impossível. 

Eu estava no altar, ouvia a melodia da famosa música matrimonial de fundo, mas meu o olhar focava na porta em minha frente. A qualquer instante Pac entraria por ali, daqui a apenas alguns minutos ele seria o meu marido; eu não posso acreditar que eu vou casar com o amor da minha vida. Isso parece um sonho. 


Pac decidiu entrar sozinho, então meu corpo para ao ver primeiro Cellbit entrando e ficando ao lado de Felps no altar. Isso significa que é agora. 

Segundos depois eu vejo Pac entrando. Ele estava lindo. Por a gravidez ainda ser recente, não se dava pra reparar em sua barriga. O terno era sob medida, então eu sabia que ficaria perfeito, mas mesmo assim me pergunto como Tarik pode ficar mais bonito a cada vez que o vejo. 


Nas suas mãos ele carregava um buquê, o qual foi entregue a Cellbit assim que estendi a minha mão para si, esta que foi pega por um Tarik sorridente e de — lindos — olhos lacrimejados. O olhei sorrindo de volta e nós, finalmente, estávamos prontos pra começar. 


Padre: ...Tarik, você aceita Mikael como seu marido, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte os separe?


Pac: Sim, claro. - Pac responde imediatamente, animado e sem tirar o sorriso do rosto.


Padre: E você, Mikael, você aceita Tarik como seu marido, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte os separe?


Mike: Com certeza. -Falo sorrindo e acabo soltando uma das minhas mãos da do Pac para enxugar uma lágrima solitária de seu rosto, logo grudando nossas mãos novamente.


Padre: Se há alguém contra este matrimônio que fale agora ou cale-se para sempre. -Houve alguns segundos de silêncio- As alianças, por favor? -Assim que o padre perguntou, Felps trouxe uma caixinha. Cada um de nós (Eu e Pac) pegamos uma das alianças- Podem fazer seus votos. 


Mike: Eu começo! -Me apresso a dizer e respiro fundo- Tarik... -Comecei- Eu, honestamente, não planejei está aqui hoje, assim como não havia planejado ir naquele lugar, conhecer você ou me apaixonar. Naquela noite, você me atraiu ao primeiro olhar, não só porquê você é lindo, mas porquê você fez meu coração bater mais forte naquele exato segundo. A única possibilidade daqui pra frente é eu te amar cada dia mais. Por que essa é a verdade: eu te amo com todo meu coração e, ao se casar comigo hoje, você está me fazendo o homem mais feliz do mundo -Pus a aliança em seu dedo- Obrigado. -Beijo seu dedo que agora tem uma aliança. 


Pac: Mikael... -Começou- Você foi diferente desde o momento em que te vi. Por mais que o Cellbit dissesse que eu tava me iludindo, que fui burro... Eu nunca me arrependo daquela noite ou deixei de acreditar em você, eu quis seguir meu coração e ele não poderia estar mais certo. Eu tenho certeza que fomos feitos um pro outro, Mike, e eu te amo mais que tudo. Por favor, nunca de mim, pois nunca desistirei de você. -Ele pôs a aliança no meu dedo- De nós. -Nós sorrimos.


Eu acabei por limpar as lágrimas dele novamente -E as minhas também- Esse é, absolutamente, o dia mais feliz da minha vida. O Pac é, completamente, meu. 


Padre: Agora o noivo pode beijar o noivo.


Minhas mãos vão a cintura de Pac, o puxando para perto enquanto suas mãos se entrelaçam no meu pescoço. Quando juntamos nossos lábios os aplausos e comemorações foram ouvidas. Nosso beijo não foi longo e não houve muita língua também. Foi um beijo puro, apaixonado. Exatamente como estávamos nos sentindo agora. 


Casamento feito, agora era 'party time'!


P.O.V Rezende


O casamento acabou a uns 30 minutos e desde que chegamos no salão eu não consigo parar de encarar o ser conversando alegremente do outro lado da sala. Luiz. Ele não fala comido desde aquele dia. Ele fez questão de me bloquear de tudo possível e sem nem uma explicação decente. 

Concordam que ele deveria ter me dado ao menos um motivo? Isso tá me corroendo por dentro. Além de tudo... Eu sinto sua falta. Muito. 

Tá decidido. Eu vou falar com ele. Reuni toda coragem que tinha e vou andado até ele. Ao chegar perto, vejo que nota, fechando a cara.


Rezende: Luiz, posso falar com você, por favor? -Pergunto assim que chego perto o suficiente.


Luiz: Eu não quero. -Ele responde, frio. Suspiro fundo.


Rezende: Por favor. Você nem ao menos me deu uma explicação!


Luiz: Eu já disse que não quero, Pedro. Não enche. -Ele sai andando. 


Rezende: Eu sinto sua falta, Luiz. Por favor. -Falo quando o alcanço, pegando seu braço e impedindo-o de ir mais longe. 


Luiz: Rezende... -O interrompo.


Rezende: Só uma explicação. É só isso que peço. -Ele pega meu pulso e me puxa até um corredor mais calmo. 


Luiz: Eu não sei o porquê de tanta insistência. Você não poderia apenas esquecer isso e seguir sua vida normalmente? -Nego com a cabeça e ele revira os olhos- Olha, Rezende, não é nada demais. Eu apenas... -Ele falou a última parte tão baixo ao ponto que não pude ouvir. 


Rezende: Você pode falar mais alto? Eu não consegui ouvir. -Ele desvia o olhar rapidamente e depois volta a olhar em meus olhos, suspirando fundo no fim. 


Luiz: Eu me apaixonei. Foi isso. -Doeu.


Rezende: P-Por quem? E por que você teve que me excluir de tudo? Se você tivesse me falado, eu t-teria entendido. -Eu tava tentando manter a pose nesse exato momento.


Agora que penso, não sei quando passei a me sentir tão angustiado assim. Isso tá me dando dores de cabeça. 

Eu sinto sua falta o tempo todo e agora esse sentimento... Parece que eu tô com ciúmes... Espera. Eu tô com ciúmes! Eu... Me apaixonei?

Olho em seus olhos mais uma vez e... Droga! Ele acabou de me contar que ama alguém e eu...


Luiz: Mas que merda! -Interrompeu meus pensamentos. Ele estava perdendo a paciência. Eu falei algo errado?- Rezende, eu não pude continuar com o nosso "relacionamento", pois eu me apaixonei. -Essa parte eu entendi- Por você. -O quê?!- Eu te amo, Rezende. E é por isso que podemos ficar juntos como antes. -Ele se vira- Agora eu vou indo. Boa noite.


Quando Luiz começa a se afastar, eu saio do meu tranze e o impeço rapidamente, a tempo que ele não consiga fugir. 


Rezende: Você fala que me ama e sai assim? -Eu iria continuar, mas ele me interrompe.


Luiz: Eu já disse que não disse que não posso viver como antes, então...


Rezende: Me deixa falar, Luiz! -Ponho as mãos em seus ombros para o manter parado e ele arregala os olhos- Desculpe por gritar, mas eu preciso que você ouça o que eu vou dizer agora. -Eu respiro fundo e ele relaxa um pouco- Eu gosto de você. Não... Eu te amo! E da mesma forma que você me ama. 


Luiz: O que você tá tentando...? -O interrompo. 


Rezende: Eu tô dizendo que também me apaixonei por você! -Seus olhos estavam lacrimejados- Eu não sei quando começou, mas esses meses... Eu senti tanto sua falta e hoje... A ideia que você poderia ter se apaixonado por outra pessoa, eu...


Luiz: Você não tá brincando agora, não é? Por que se você tiver... -Ele se interrompeu, caindo em lágrimas e eu o abraço.


Rezende: Tá tudo bem. Eu que devo pedir desculpa, você deve ter sofrido muito mais que eu. -Afago seus cabelos- Entendo se você não quiser ficar comigo. -Ele se separa e me olha, negando rapidamente- Então você aceita namora comigo, certo? -Ele me abraça novamente, assentindo- Não precisa de vergonha. Vem aqui. -Eu lhe afasto e lhe dou um selinho demorado- Eu te amo. -Falo baixinho.


Luiz: Para, eu não tô acostumado com você assim. -Ele ri fraco e me dá um tapa leve- Eu também te amo. -Ele me dá um selinho e me abraça de novo.


Eu fico feliz que eu tenha falado com ele, que nos acertamos, que eu fui capaz de perceber meus verdadeiros seguimentos a tempo. Ainda bem.


P.O.V Felps


Felps: Você tá agitado... -Cellbit me olha.


Cellbit: Anh? Do que você tá falando?


Felps: Sua perna. -Ele olha pras próprias pernas que estavam se movendo sem parar. Ele as para.


Cellbit: Hm, Felps... Sabe o que é... -Por que ele tá tão nervoso?


Felps: Ei, você sabe que pode falar sobre tudo comigo, não é? -Ele assente.


Cellbit: Vamos pra casa. Por favor. -Eu ia falar algo, mas ele interrompe- Eu vou me despedir do Pac, você vai pegar o carro. -E sai.


Alguém explica o que acabou de acontecer aqui? Eu fiz algo errado? Deu alguma merda que eu não tô ciente?

Seja lá o que foi, eu não vou discutir. Apenas levanto e vou direto a garagem do local, não demorando pra encontrar o meu carro, onde eu encosto pra esperar o loiro. Não demora pra que logo o veja vindo em minha direção.


Cellbit: Vamos? -Eu assinto e entramos no carro e logo dou partida.


O caminho até minha casa foi silencioso, mas Cellbit ainda parecia estar nervoso por algum motivo que continuava desconhecido pra mim. Foi um rápido percurso já que era final da noite e quase não havia carros ou pessoas na rua.

Chego até a porta de casa, onde um Rafael esperava que eu a abrisse, quando abro, ele entra e espera eu fechar a porta atrás de mim quieto.


Felps: Agora você pode... -Ele me beija, me interrompendo completamente.


Cellbit: Meu... C-Cio tá chegando. -Ele fala depois de nos separarmos, mantendo os braços ao redor do meu pescoço e eu engulo seco.


Felps: E...?


Cellbit: Eu... Não quero que nossa p-primeira vez seja nessa ocasião. -Ele corava enquanto falava. Fofo.


Felps: Então... Você tá dizendo que... -Ele me interrompe mais uma vez.


Cellbit: Por favor, me faça seu, Felipe. -Depois dessa confirmação ele nem precisou dizer mais nada.


Beijei ele, com mais vontade que antes dessa vez. Me abaixo um pouco, suficiente pra pegá-lo pelas coxas e fazê-lo colocar suas pernas em volta da minha cintura e segurar seus braços no meu pescoço mais firmemente. 

Sem interromper os beijos, eu vou o levando pro quarto, chegando lá eu imediatamente o ponho sentado na cama, ficando em pé em sua frente, tirando minha camisa e calça social rapidamente, conseguindo reparar depois o quanto seus olhos me olhavam famintos agora.


Felps: Gosta do que ver? -Ele assente e eu sorrio.


Me abaixo o beijando novamente e desabotoando os botões da sua camisa, a tirando sem muita dificuldade. Desço meus beijos pelo seu pescoço e tronco enquanto o deito na cama devagar. Chegando perto da sua calça eu começo a abrir o cinto eu, sem enrolar, eu tiro sua calça e, observando o volume em sua cueca, deixo um beijo ali, o fazendo arfar.

Cellbit rapidamente levanta, me jogando na cama.


Cellbit: Eu quero comandar. -Eu assinto, sorrindo.


Ele sobe em cima de mim, friccionando nossas ereções enquanto me beija e eu seguro sua cintura, o forçando mais pra baixo e consigo ouvir um gemido baixinho da sua parte. Ele para de me beijar, se virando na cama. Estávamos em posição de 69 agora.


Eu coopero para que ele tire minha cueca e eu tiro a dele em seguida. No momento seguinte, senti sua mão no meu pênis, assim como sua língua o lambendo da base até a glande.


Mesmo que quisesse ficar apenas apreciando, eu não podia. Me ajeitei de forma que pudesse alcançar toda parte intima dele. Comecei lambendo seu membro assim como ele fez comigo e não enrolei — como ele — logo o engolindo por completo. Eu consegui o gemido mais alto de Cellbit até agora.


Com o objetivo — que foi alcançado — de me dar o troco, ele faz o mesmo comigo e eu acabo gemendo também, jogando a cabeça pra trás. Enquanto Cellbit continua com as provocações, eu me ponho frente a frente da sua entrada.


Eu posso sentir que seus olhos reviraram quando vi que ele segurou o lençol ao sentir o tapa que dei na sua bunda. Voltei a atenção ao para lá e não me demorei a decidir que era a hora do famoso beijo grego. Lambi, brinquei, chupei, enquanto ia me deliciando com os gemidos de um ser que mal conseguia se concentrar no boquete que estava dando mais.


A desistência desta noite se deu ao que eu inseri o primeiro dedo nele. Ele revirou os olhos, enquanto sua cabeça foi jogada pra trás, dando um gemido alto. A última coisa a qual me preocupo agora são os vizinhos, perdão.

Cellbit virou uma completa bagunça, seus gemidos aumentavam ao que eu inseria mais dedos e me movimentava.


Cellbit: D-Dói... -Falou e eu pude sentir a manha em sua voz.


Felps: Meus dedos? -Ele nega lentamente com a cabeça e se vira rapidamente pra mim, meus dedos saem de si.


Eu até já tinha imaginado essa cena antes, mas isso é muito melhor. O jeito em que sua face entrega o quanto ele tá entregue: seus olhos sedentos com suas bochechas coradas. Isso deve ser o paraíso.


Cellbit: Dói porque você não tá dentro de mim, Felps... Por favor... -Sanidade? Nem sei mais o que é isso.


Eu sento na cama e o beijo imediatamente, o trazendo pra mim o máximo que posso, se fosse possível, eu provavelmente teria nos fundido agora. Cellbit aproveitou o momento para rebolar em meu colo, nos fazendo arfar durante o beijo.

Assim que pus a camisinha, introduzir meu membro nele. Cellbit me apertou em seus braços, enquanto arranhava minhas costas, descontando a dor. Dei beijos em seu pescoço e os subi novamente até sua boca, o beijando, enquanto esperava ele se acostumar. 

Quando o rebolar, entendi o recado. Desci meus beijos até seu pescoço e peitoral, iniciando as estocadas e ouvindo a delícia que eram os gemidos do loiro.


Cellbit: Ah... F-Felps... -Me chamou.


Felps: Hm...? -Balbuciei, concentrado nos beijos e estocadas. De repente, ele se afasta um pouco e eu paro tudo.


Cellbit: Eu disse que ia comandar. -Ele sorri maldoso, me fazendo deitar na cama em seguida. Minhas mãos estavam posicionadas em sua cintura e coxa agora.


Rafael começou a rebolar, não se prolongando muito e logo quicando em cima de mim. Meus olhos ora acompanhavam seus movimentos, ora olhavam sua expressão, ora se fechavam de tanto prazer. Minhas mãos não se continham em deixar alguns tapas de vez em quando também.


Cellbit: A-Ah Felps! -gemeu- Devíamos ter feito isso an— AH! -gritou.


Felps: Acho que achamos... -Quem sorri maliciosamente dessa vez sou eu. Viro a gente novamente na cama e me abaixo pra sussurrar no seu ouvido- De quatro. -O vejo suspirar e fazer o que falei logo depois.


Cellbit: Ah! -Deixo um novo tapa na sua bunda. Aquela visão era demais, impossível eu resistir.


Ponho meu pau novamente dentro de si e nós gememos em conjunto. Começo uma nova sequência de estocada tentando encontrar aquele ponto novamente e, assim que encontro, me concentro para acertar apenas ali.

Trago Cellbit para junto a mim, grudando meu peitoral a suas costas, viro sua cabeça delicadamente, resultando em um beijo ladino desajeitado. Depois de beijá-lo, foco meus lábios em seu pescoço novamente e minha destra desce até seu pênis, o qual eu começo uma masturbação, o vendo pender sua cabeça pra trás, a apoiando em meu ombro.

Mantenho o ritmo das estocadas e da minha mão, não demorando pra ouvir suas súplicas, com uma voz embargada.


Cellbit: F-Felps... E-Eu acho que eu v-vou... Anh! -interrompeu a si próprio com um gemido.


Felps: Vamos juntos. 


Eu deixo um beijo na sua orelha, acelerando tantos os movimentos da minha mão, quanto das estocadas, enquanto me atento a olhar a expressão em seu rosto: suas bochechas ainda estavam vermelhas, mas dessa vez sua boca estava aberta, com gemidos sendo expelidos, enquanto seus olhos ora estavam contraídos ou revirados. Lindo.

Não demora muito para que logo eu acabe gozando na camisinha, dentro de si, enquanto ele sujava a minha mão e os lenços em sua cama, onde caímos, exaustos em seguida.


Cellbit: I-Isso foi incrível. -Disse com dificuldade e eu concordo com a cabeça, tentando regular minha própria respiração- Mas eu estou cansado. -nós sorrimos.


Felps: Eu cuido de você, que tal? -Ele me olha e eu levanto da cama, estendendo meus braços pra si- Vem, vamos tomar um banho. -Ele assente e vem até mim, que o pego no colo —suas pernas se prenderam na minha cintura e suas mãos no meu pescoço, enquanto eu o segurava por baixo- e levo ele levando em direção ao banheiro da suíte.


~~~~~//~~~~~


E esta é a história de como eu e o Mike encontramos o amor, assim, por acaso.
Eu temi um dia me arrepender de ter entrado lá, mas ao conhecê-lo, todas as chances de isso acontecer desapareceram. Eu estou exatamente onde queria estar.
FIM  

Notas Finais


É oficialmente o último capítulo. Eu nem consigo acreditar.
Obrigada mesmo por continuarem aqui, msm depois de tantos hiatos. Eu fico muito feliz em saber que há pessoas que sinceramente gostam do que eu escrevo, vcs nn têm noção do quanto.

Um ciclo se termina aqui e eu tenho mais uma fanfic pra terminar —que não sei quando irei—, porém eu tenho planos de outras histórias, prováveis que originais, porém ainda LGBTs. Fiquem e me sigam se vcs quiserem me acompanhar ❤️

Espero que Híbridos Em Perigo tenha sido de seu agrado!


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