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História Hidden - Inalcançável( Mabe History) - Capítulo 2


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Notas do Autor


Olá!! Espero que estejam bem!
Boa leitura!
Leiam as notas finais!

Capítulo 2 - CAPÍTULO 1 - DON'T WORRY CHILD


Fanfic / Fanfiction Hidden - Inalcançável( Mabe History) - Capítulo 2 - CAPÍTULO 1 - DON'T WORRY CHILD

Eles moravam em Seattle, em Washington Dc.

Os pais dele moravam na Inglaterra, e ela perdeu a mãe já havia 5 anos, e seu único parente era a irmã que morava em Franklin.

Luíza e Edgard McClyde se conheceram por amigos em comum, casaram-se três meses depois em um casamento que pulou muitas etapas. E trabalhavam no mesmo rumo de carreira, medicina veterinária. Ele era biólogo e ela médica do mesmo zoológico, eram apaixonados pela profissão, tinham uma vida boa, uma casa, e condições financeiras e o mais importante do que tudo se amavam como poucos casais. E foi exatamente por causa desse amor, que veio a decisão que estava na hora de colocar frutos, eles decidiram que teriam um filho.

Tentaram durante um ano, e não conseguindo, Procuraram especialistas, porém todos diziam que não havia nada de errado com ambos e botavam culpa na ansiedade e os tranquilizavam de que iria dar certo. 

1 ano e meio se passaram na tentativa, e eles buscaram fazer uma inseminação artificial, almejando se tornarem pais. Todavia, isso também não deu certo.

Eles cansaram-se, e então chegaram a sua última opção. A adoção. Entraram na fila, em um processo que levaria meses ou até anos, e eles estavam dispostos a ir adiante. Até já não lhes importava que fosse um bebê.

Foi no final de 2017, que eles sentiram o sol os iluminar, os aquecer quando um conhecido chegou até eles e então lhes contou uma história de amor impossível, e no finalzinho os colocaram como país do bebê que nasceria desse amor.

▪▪▪

Dia 3 de janeiro de 2018, o dia em que Luíza e Edgard McClyde se tornaram pais, pais de uma menina. Eles atravessaram a porta vermelha que foi fechada rapidamente atrás deles, sem que se importassem com isso. Nada mais importava, o sonho deles estava realizado, eles eram pais e a prova disso foi colocada dentro do carro deles. Luíza sentou ao lado do bebê conforto rosa, prendeu o cinto e se debruçou no bebê conforto para admirar a criança que ali estava. Edward fez o mesmo ao entrar no carro.

- Somos pais, minha querida.

Ele fala.

- Estou sem palavras...ela é linda, parece uma bonequinha.

- Ela é...é a nossa bonequinha...

Edgard dar a partida, e antes que a casa ficasse para trás, Luíza olha em direção à ela. Ela era justa, mas ao olhar para aqueles olhos azuis como o céu, para aquele pequeno ser, seu coração a adotando como sua, Luiza prometeu que a menina, nunca saberia que aquilo aconteceu.

- Eles pareciam tão tristes...

Comentou ele.

- Pareciam. 

Luíza concorda.

- Quem estavam felizes eram os pais deles...

- Claro, se livraram da vergonha.

- Eles não fizeram correto.

- Edgard, por mais que eu sinta pena. Era um amor inalcançável, proibido, nunca daria certo. Que tipo de vida ela teria? Uma vida bem ruim. E eles são só crianças, que fizeram a maior besteira da vida.

- É. Eles fizeram...

- Não quero falar sobre isso. A bebê é nossa, nós conseguimos, somos pais e vamos ama-la e dar uma vida bela para ela. Sem toda a dor que ela causaria para aquela família. 

- Você está certíssima, querida. 

Ambos sorriam, quase choravam de emoção.

- Lorenna Sophia é nosso maior tesouro.

Fala ele.

Retornam para sua cidade, foram para casa, onde tudo já estava pronto para a chegada de Lorenna e eles estavam emocionados ao entrar com ela em casa e no dia seguinte foram registra-la, um sorriso no rosto, coração aos pulos no peito.

Felicidade inédita. 

Foi exatamente três meses de felicidade, e como foram informados, a cada semana Lorenna Sophia crescia ainda mais, de forma que na 12° semana de vida da pequena, ela amanheceu com 1 ano.

Olhinhos sorridentes, aquele bebê era pura alegria, as covinhas no rostinho e muito cabelo louro.

Uma festa foi organizada, amigos foram chamados, estavam todos muito felizes no primeiro ano da pequena tão esperada.

1 mês após o aniversário de Lorenna, os pais precisaram fazer uma viagem, e lhe deixaram com a madrinha. Que morava na casa ao lado da dos McClyde.

- É só dois dias.

- Eu sei, Luiza. Não se preocupe...vou cuidar muito bem dela.

- Eu sei, Anne. Confio em você, confio em você até minha vida.

- Que é a Lorenna.

- Eu disse.

As duas sorriem, se abraçam. Eram como irmãs.

- Fico pensando se ela resolver dar outro surto de crescimento. E eu perder...

- Você não disse que era cedo.

- Sim, mas...pode acontecer a qualquer momento, é relativo.

- Você não sabe o que diz.

Luíza beija a testa da filha, afaga o rostinho bonito.

- Mamãe te ama, filha. Fica com Deus.

Edgard se aproxima, faz o mesmo.

- Tchau, Princesa. 

Lorenna sorri, levanta os bracinhos para ele.

- Oh, minha querida...- Edgard a pega, a abraça e beija.- Tchau, Papai do céu está com você. Te amo. Vida minha...

Após isso, eles se despedem de Anne e entram no carro. Buzinam duas vezes, Anne ficou com a bebê na porta por alguns minutos até o carro sumir de vista.

Ela estava grávida de 4 meses, olha para a bebê e a beija. Depois entra com ela nos braços.

▪▪▪

- Então...Lorenna...você amanheceu com dois dentes a mais...ainda bem que seus pais chegam hoje. Não resolva dar um surto de crescimento nas próximas horas...

Lorenna olha para Anne, as mãozinhas com bloquinhos lego, bloquinhos espalhados pelo chão. Ela sentada a frente da menina, com a chupeta na mão.

- E então...vamos fazer floquinhos? 

A ruiva começa a fazer cosquinhas na pequena, que começa a sorri, e de suas mãozinhas começam a sair neve, feito açúca, branquinha que caiam no chão de tapete. 

Anne ria, completamente desacreditada, sorrindo para o que aquela bebezinha podia fazer.

Lorenna para de rir, as covinhas nas bochechinhas a deixando graciosa. Ela arruma o lacinho amarelo claro da mesma estampa do vestido da bebê.

É quando Allan aparece na porta do quarto, ele era o esposo de Anne. Um olhar perdido, quase desesperado e arregalado.

- O que foi, Allan?

Anne pergunta.

- Desce, aconteceu uma coisa.

Ela então, levanta e pega Lorenna no colo. Sai do quarto e os dois descem, Logo ela pensou que fosse alguma brincadeira do marido, o que era comum. Mas quando chegou a sala, havia uma jovem. Bem vestida e com um envelope.

- Oi? Bom dia.

Anne responde.

- Bom dia.- Responde a jovem. Ela usava franja, tinha olhos verdes, cabelos presos num coque.- Me chamo Baile Keaton.

- Anne, Anne Lancover.

Elas apertam as mãos.

- Meu marido lhe atendeu...

Anne fala, olha para o dia nublado que se formava através da janela.

- Sim. Essa deve ser a Lorenna, não? 

A ruiva olha para a bebê. Coisas ruins começam a vir na cabeça dela.

- Sim.

Baile suspira, olha para ela.

- Eu...sou assistente social de Portland, e...fui mandada aqui para dar uma notícia muito desagradável à vocês. 

Allan coloca as mãos ao redor da esposa e da bebê. 

- Que notícia?

Anne questiona.

- Há dois dias, o carro de Luiza e Edgard McClyde sofreu um acidente.

O susto de Anne foi tamanha que ela quase caí.

- Um acidente....? E...e eles estão bem? Aonde? Em qual hospital?

Pergunta Anne.

Allan deixa lágrimas caírem, e pega a pequena bebê no colo.

- Infelizmente, eles...não resistiram. Faleceram. A última coisa que disseram foi sobre a filha, encontramos documentos e fotos da bebê.

Anne chorava, chorava muito. Sentou no sofá da sala. A assistente social teve que esperar pacientemente as lágrimas cessarem, os dois choravam muito.

- Já avisamos a família do Edgard na Inglaterra, eles viram, assim como a irmã da Luiza. Eles viram organizar tudo sobre o enterro...

Anne grunia em desespero. Allan abraçado a menina.

- E a bebê? 

Pergunta ele.

- Irá ficar com a tia, por enquanto, os avós paternos querem a guarda dela.

- Com a tia? - Anne questiona.- Com ela não. Aquela mulher é muito mal amada, não ama ninguém! Nunca foi muito próxima a Luíza ou a Lorenna...

- Eu não sei sobre isso. Só obedeço ordens. 

- Ela não pode ficar com a Samara! Não pode...

Baile não entendeu. Afinal, só obedecia ordens. O velório aconteceu dois dias depois. Anne e Allan Lancover ficaram com Lorenna por mais três dias. Houve briga entre Samara e os avós paternos da garotinha. Ambos lados queriam a guarda da bebê, que no final acabou ficando com a tia materna. Já que os avós moravam em outro país e a menina tinha nacionalidade americana. 

Todavia, a verdadeira intenção de Samara Stelle, irmã de Luiza, era unicamente financeira. Ela tinha interesse na casa de Seattle, que fora deixado como herança para Lorenna, e nos 250 dólares que o governo daria mensalmente para a criança.

O que a levou a frustação quando lhe foi informado pelo Banco, que a casa no valor de 500 mil dólares só seria entregue quando Lorenna tivesse 18 anos de idade. O que levou Samara a total frustração.

Ela sabia de tudo, desde quando Luíza e Edgard estavam se preparando para serem pais e achava loucura total eles quererem adotar uma criança, ainda mais quando a criança em questão vinha com caracteres a mais. Como fazer gelo com as mãos. 

Mas não havia volta, e como ela ainda era gente e não tinha coragem para abandonar a menina num orfanato, mais por causa do dinheiro do governo, Samara a levou para casa em Franklin e rezou para o universo aumentar o envelhecimento da garotinha.

O que aconteceu. Em seis meses, Lorenna cresceu um ano. E já sabendo do que era capaz de fazer, usava sua "mágica" para tornar seus dias mais divertidos e menos dolorosos.

Aos dois anos de idade, ela já sabia como a vida naquela casa era ruim. E só pioraria, Samara ficou grávida e passou a menospreza-la a chamando de órfã o tempo todo.

Um dia, brincando na sala, Lorenna derrubou um porta retratos e apanhou por isso. Não era a primeira vez, e depois disso foi terminantemente proibida de voltar a usar sua "mágica". Principalmente pois Samara perdeu o bebê. O que a levou a culpar a garotinha, e passou a castiga-la severamente com surras e situações humilhantes.

A odiava como jamais odiou alguém. 

E tudo isso, não era culpa de Samara.

Havia um começo, um começo muito mais doloroso do que o final desse capítulo.


Notas Finais


Por conta do corona vírus, minhas aulas foram suspensas...estoy em casa...então, sem tudo que a escola me proporciona rotineiramente(Estresse, pressão, desespero) poderei postar capítulos diariamente.
Abraços virtuais...
☇☇☇☇


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