História Hidden - Capítulo 6


Escrita por:

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Assédio, Drama, Justin Bieber
Visualizações 279
Palavras 2.788
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLÁ, NENÊS
MIL desculpas, por favor
sinto muito por todo esse atraso, mas desde a última vez que postei aqui, minha vida tem sido um fusuê, então sorry
enfim, estou com uns capítulos prontos, por isso, espero não demorar para voltar e-e
aproveitem a leitura <333 e por favor, não me abandonem

Capítulo 6 - Disgrace


Fanfic / Fanfiction Hidden - Capítulo 6 - Disgrace

Por algum tempo, fiquei em estado de choque. Não consegui me mexer, estava travada, escorada na porta da cabine do banheiro. As lágrimas escorriam sem que eu tivesse controle ou sequer percebesse. Até que acordei do transe, abri a porta e arrastei meus pés para fora. Como possivelmente eu sairia dali?

Por Deus, estava tão ferrada. Se eu gritasse e alguém viesse destrancar essa porta, o que teria a dizer? Que fui trancada aqui por meu professor? E por quê? Isso… Estava fugindo do controle. A situação estava cada vez pior.

— Alguém? Por favor… — encostada na porta, sussurrei, aos prantos, querendo muito que alguém passasse e, milagrosamente, ouvisse.

Estava completamente exausta, em todos os sentidos e formas possíveis nesse mundo. Era completamente desgastante, medonho e enfadonho passar por essa situação. Isso poderia ser denominada a verdadeira desgraça da minha vida.

Sempre pensara que todos tínhamos uma desgraça para enfrentar na vida, um desafio excruciante. Geralmente um momento pelo qual passamos para nos provar que merecemos de verdade o que temos, para mostrar que merecemos viver. Passar por isso significava, principalmente, que poderíamos passar por qualquer coisa que viesse após. Se eu conseguisse, não haveria dúvida, estaria verdadeiramente capacitada para enfrentar qualquer outro desafio que a vida me desse.

Eu precisava ser forte.

— Você dá conta do recado, Arabella. — sequei minhas lágrimas, apertei o binder com um dos braços e bati na porta com a mão do outro. Não importava a desculpa, precisava sair dali. — Por favor, alguém. — subi a voz.

Após um tempo, aquilo se tornou cansativo e comecei a perder a paciência. Chutei a porta do banheiro em sinal de desagrado e derrota. Todo o pensamento motivacional havia escorrido do meu cérebro. Sobrara apenas a boa e velha dor.

— Droga.

O clique da tranca assustou-me, fazendo-me dar um pulo. Recuei para que a porta fosse aberta e a figura dele surgiu. O sorrisinho cínico e sádico estava lá, tornando suas belas feições em algo monstruoso ao meu ver.

— Olha só, baby, esse teste foi de tirar o fôlego. — ofeguei, constatando sua piada irônica e ridícula. A ânsia de vômito transbordou quando percebi ter sido chamada de “baby”. — Parabéns. Prepare-se para o próximo.

Quando ele estava pronto para sair, tomei coragem para falar: — Ei... Todo jogo tem um vencedor. E… Esse vencedor, quem foi? — minha respiração descontrolada somada ao meu nervosismo adicionou à fala um quê de desespero.

— Bom, você não saiu sozinha. Digo, por mérito próprio.

— Então por que a parabenização? — insisti.

— Tudo bem, entendi. Como uma vencedora, o que quer? Seu prêmio? — o tom sugestivo foi repugnante, mas engoli a sensação e balancei a cabeça para indicar sim. — Ora, ora, parece que você cedeu a isso — mexeu o indicador entre nossos corpos, indicando o que ocorria entre nós —, não é mesmo?

Ele direcionou sua mão ao meu rosto, porém desviei antes que Sr. Bieber fizesse contato novamente. Tudo o que eu menos precisava era seu toque.

— Não. Cedi coisa nenhuma. Quero outro tipo de prêmio. — a coragem subiu.

— Meu jogo, minhas regras. Se eu discordar, nada feito. — fez uma pequena pausa para me analisar, depois limpou a garganta. — Prossiga.

— A cada joguinho desse que eu — enfatizei. — vencer, ganho o direito de saber algo sobre você, mas eu escolherei a pergunta e esta terá que ser respondida. Certo? — comecei a suar frio, enquanto seu olhar queimava sobre mim.

— E se eu ganhar? — a perversidade estampava seus olhos e consumia seu sorriso.

Umas poucas lágrimas desceram quentes e grossas durante meu pensamento. Sabia o que Sr. Bieber queria. Jamais daria qualquer coisa do tipo ou cederia aos seus desejos, porém havia de pensar em algo rápido para que este pensasse que a troca era justa.

— Farei visitas a você a cada derrota minha. Por uma hora. Na sua casa, quando quiser. — se fosse possível descrever fielmente seu sorriso… Aquilo era algo de outro mundo.

Sua risada nasalada foi de arrepiar. O sorriso carregado de escárnio, deleite e pura alegria. Era algo insano; principalmente por ser praticamente impossível haver algo puro vindo dele. Tudo parecia corrompido ali.

O corpo mais alto e musculoso aproximou-se, logo senti a brisa gerada por sua fala quando o professor Justin falou: — Mal perde por esperar, Bella.

[...]

Já era hora da saída. Minhas pernas tremiam por eu obrigá-las a permanecerem firmes na porta da sala de matemática, mesmo estando fraca por não ter comido coisa alguma. Esperava o maldito professor Bieber, precisava das minhas respostas.

— O que faz aqui, Hoffman? — perguntou assustado com a mão sobre o peito, respirando fundo. — Achei que fosse querer um descanso de mim. — um sorriso de canto formou-se em seus lábios.

— Minhas respostas. — ele fez cara de dúvida, não entendendo do que aquilo se tratava. — Eu venci, quero meu “prêmio”.

— Ah, isso. Aqui não. — a impaciência tornou-se presente em sua voz e expressão facial. — Na minha casa. — mas o quê…? Ele achava que eu era louca, ou burra? Isso era inaceitáv… — Estou brincando. — e começou a rir, debochado. Como podia alguém ser tão desprezível e cruel? Era quase desumano jogar assim comigo.

— Onde?

— Na biblioteca. Ouvi dizer que gosta de ler.

— Ouviu dizer? — estreitei os olhos.

— Não interessa, só vamos. Preciso corrigir algumas coisas, na biblioteca terei paz, além de ser um local discreto para você fazer sua pergunta. Apenas uma.

O professor tomou rumo ao estacionamento, mais especificamente para seu carro. Estava seguindo-o, mas não entraria no mesmo carro que ele nem que me pagassem. Era suicídio.

— Não vai entrar? — destrancou o veículo, entrando no lugar do motorista.

— Você está louco? Não, não entro aí contigo. Nunca. — abracei meu corpo coberto por uma blusa de frio — algo típico.

— Então vai sozinha e a pé? — riu irônico. — Tudo bem, te vejo lá. Se você chegar a tempo… — droga. Aquilo não era justo.

— Ok. Mas eu vou no banco de trás.

— Vai me fazer de motorista? — riu. — Tudo bem, então.

O percurso foi baseado na tensão e no silêncio, acompanhados pelo fundo musical da estação de rádio, que tocava Misery, blink-182.

Identifiquei-me imediatamente com a letra da música. Estava quebrada demais, cansada demais, sem tempo; quase miserável. Quem me visse teria pena.

— Você se perde bastante em pensamentos, Bella. — comentou, vendo-me através do retrovisor. — E fala pouco. — parecia uma reclamação, porém não me manifestei sobre isso. — Essa seria sua deixa para falar…

— Mas eu não quero.

Muxoxo era provavelmente a palavra que ele usaria para descrever o que eu estava fazendo, entretanto, ambos sabíamos que não era. Sr. Bieber conseguia tirar toda minha vontade de fazer qualquer coisa que fosse, às vezes até mesmo de respirar. Porém não o deixaria vencer tão fácil… Se deixasse, ele ganharia. E jamais daria esse gostinho a ele, não de graça, ou por vontade própria.

— Aqui estamos. — estacionou o carro e descemos bem em frente à biblioteca. — Você tem por volta de 30 minutos.

Entramos e sentamo-nos bem no fundo, onde era difícil de sermos vistos juntos. Nervosa, sentei do outro lado da mesa redonda, ficando de frente para ele. Coloquei minhas mãos em cima das.coxas, sentindo o suor surgir. Eu tremia e sentia minha voz falhar sem que sequer houvesse uma tentativa de fala, minha cabeça rodopiava e deixava-me tonta demais para pensar algo concreto.

— Veio aqui apenas para me admirar? — riu nasalado, obviamente zombando de meu nervosismo.

— Por que eu? — a pergunta clichê escapou por meus lábios como um sistema de autodefesa.

— Essa é mesmo sua pergunta?

— Não! Deixe-me perguntar outra coisa. Hm… Explique como é a relação com seus pais, com detalhes. — escolhi cuidadosamente as palavras, para que não houvesse qualquer tipo de trapaça. Ele olhou-me atenciosamente, sorriu de canto e começou a abrir seu material para corrigir as tais coisas.

— Bom… Por onde começar, não é mesmo? — desviou seu olhar de mim e focou nos papéis da escola, que provavelmente eram de algum teste ou atividade. — Eu não me lembro do meu pai, era bem novo quando ele deixou a mim e minha mãe. Então apenas lembro-me de Mark, meu padrasto. Ele e minha mãe vivem na Polônia. Nossa relação é horrível.

Esperei por um bom tempo para ver se ele iria acrescentar algo à fala, mas nada aconteceu, então me pronunciei.

— Eu disse “com detalhes”. — minha fala pareceu um tanto rude, por isso, mordi meus lábios em forma de reprovação, olhando para baixo.

— Minha relação com minha mãe era boa, até que ela conheceu o Mark. Ele era legal com ela no começo, mas não demorou muito para que agisse como o babaca que é. Logo Mark já fazia tudo o que queria, porém minha mãe não se importou e eles acabaram se casando. E só ficava pior, até que eu vim para cá.

— Mas o que aconteceu? Aquela carta que eu li falava de algo no passado que afetou sua relação com eles, não é? Não me esconda os detalhes, Sr. Bieber. — estava sedenta por informações.

— Deus, como você é irritante quando quer. — reclamou enquanto escrevia um número numa das folhas. — Já chega, não quero mais falar.

— Isso não é justo. — fiz uma breve pausa. — Então terei direito a mais uma pergunta.

— Não e ponto final. — disse sem nem mesmo olhar para mim.

Acabei dando-me por vencida, começando a criar teorias com as informações que ele havia me dado. Talvez essa deficiência na relação com os pais tivesse causado algo profundo. Precisava fazer mais perguntas em torno disso, entretanto não poderia me esquecer de outras dúvidas que se conectavam diretamente a mim. Também não sabia quanto tempo esse jogo duraria, ou se aguentaria até o final.

— O que acontece se eu desistir dos seus joguinhos? — indaguei, afundada na cadeira da biblioteca, olhando diretamente para ele. O professor Justin olhou para mim com atenção, como se estivesse me estudando.

— Eu não sei. — admitiu. — Acho que podemos discutir isso juntos, se preferir. — era claro que eu preferia. Porém estranhei a “gentileza”, o que me fez franzir as sobrancelhas.

— Por mim está ótimo. Mas quando?

— Assim que eu terminar de corrigir essas provas. — olhei para a pilha e vi que demoraria pelo menos umas duas horas, o que me fez revirar os olhos e soltar um suspiro. — Se quiser me encontrar na minha casa depois, tudo bem.

Definitivamente não. Ele só podia estar brincando. Eu não entraria lá nunca — a menos que eu perdesse algum de seus jogos, o que eu não pretendia deixar acontecer.

Provavelmente, ele reparou na expressão que eu estava fazendo e tentou tranquilizar-me, dizendo que não tentaria nada. Até parece. Ri com escárnio e revirei os olhos, cruzando os braços.

— Do que está rindo? Estou falando sério.

— Eu não acredito.

— Poupe-me, Arabella. Você decide se quer discutir o assunto comigo ou não, assim como decide se quer acreditar em minhas palavras. Tudo depende do quanto você realmente quer algo.

Então eu refleti. Refleti bastante o quanto aquilo realmente me valia, se eu queria mesmo saber; a conclusão foi que sim, eu precisava.

— Ok. Vou a pé, assim haverá tempo para você terminar e chegar de carro.

Ele apenas concordou, então peguei minhas coisas e saí da biblioteca, indo para aquela maldita casa.

O clima frio contribuiu para que o trajeto passasse de forma amena, porém meus pensamentos ainda me perturbavam profundamente. Eu estava com medo, muito medo. Entretanto, sentei-me no chão de madeira da varanda da casa do Sr. Bieber e esperei por ele, como uma boa garota. Esperei tanto que o céu escureceu e, quando olhei no relógio do celular, já eram 7pm. Meu estômago começara a roncar e estava tonta por conta de não ter me alimentado.

Procurei em minha mochila pelo lanche que havia colocado ali, dentro de um saco de papel, porém não o encontrei. Raios, ótima hora para perder comida, pensei. Mas logo encontrei um sanduíche amassado e fedorento — provavelmente havia estragado. Não me arriscaria a comê-lo e passar mal no caminho de casa, então joguei-o numa lixeira que havia perto da caixa de correio.

Passaram-se mais vinte minutos e o professor Bieber finalmente chegou. Ergui-me do chão e bati a mão na parte traseira da calça, para limpá-la.

— Por que raios demorou tanto para chegar? — irritei-me, pensando no sermão que levaria de meus pais ao chegar em casa.

— Pensei que fosse estar com fome. — entregou um saco de papel para mim, e não hesitei em abrí-lo. Havia três tipos diferentes de tacos mexicanos e uma lata de pepsi. Timidamente, agradeci pelo cuidado e, enfim, entramos na casa.

Até mesmo por dentro a casa era bonita, e ainda por cima mantinha o ar levemente rústico. A madeira escura da qual era feito o piso e as paredes dava um pouco de suspense àquele momento. O professor Justin me guiou até a copa, em que havia uma mesa retangular de quatro lugares, pedindo que eu me sentasse para comer, enquanto ele ia pegar uma sobremesa na geladeira.

Tirei meus tacos do saco e abri um deles, começando a degustá-lo de forma desesperada, graças à enorme fome que sentia. Quando Sr. Bieber finalmente sentou-se, já havia comido o primeiro taco e me preparava para comer o segundo.

— Está faminta, uh? — comeu seu burrito calmamente, observando-me.

— Podemos discutir o motivo de eu estar aqui enquanto comemos? Não posso chegar tarde em casa. — olhei para o relógio de parede. — Já são 7:30pm.

— Ok. — engoliu a comida. — Se você desistir, vai ter que se deitar comigo.

Tossi, engasgando, desacreditada. Aquilo era sério?

— O quê?! — olhou-me, condenando o que ele considerava um exagero da minha parte. — Você só pode estar louco. Jamais vou deixar isso acontecer.

— Então me dê uma sugestão, Bella.

— Qualquer coisa menos isso. — limpei minha boca com um guardanapo, ameaçando levantar-me da mesa, mas Bieber segurou-me pela mão.

— Não seja mal-educada.

— E se eu passar um fim-de-semana contigo? — ofereci após um tempo de silêncio. — Não dormiremos juntos em hipótese alguma, quero quartos separados.

— Em qualquer lugar? — através do brilho em seu olhar pude ver o interesse pulsante.

— Desde que meus pais concordem. — engoli em seco, arrependendo-me. — Mas a condição é que você não me force a nada. — balançou a cabeça, concordando.

Terminei de comer os tacos, sentindo-me satisfeita. Então, olhei para o pedaço de pudim de chocolate na mesa, tentada. Parecia delicioso…

— Você quer? — ofereceu.

Apenas acenei com a cabeça, indicando que sim. Ele serviu um pequeno pedaço para mim, o que foi suficiente, pois havia me empanturrado. O gosto estava delicioso, e me perguntei mentalmente se ele quem havia feito.

Quando finalizamos a refeição, olhei as horas no relógio que havia na cozinha e quase caí da cadeira; eram 8:20pm. Por Deus, meus pais iam me matar.

Peguei meu celular e vi dez chamadas perdidas de minha mãe — tudo isso enquanto o professor ao meu lado observava meu desespero. Retornei-a, ouvindo xingos no começo, porém, quando disse que estava na biblioteca e havia perdido o horário, ela se acalmou e pediu para que eu não fizesse isso novamente. Também disse que iria me buscar, porque já estava escuro, o que me deixou levemente aflita.

— Mãe, não precisa me buscar na biblioteca, de verdade. — ela insistiu. — Eu vou de carona… — Joan parou e indagou quem me daria carona, já que eu não havia mencionado estar acompanhada. Engoli em seco e respirei fundo, pensando em algo rápido. — E-eu… Megan está comigo… Estudando.

Ouvi um “É mesmo?” desconfiado. Droga. Mil vezes droga.

— Desculpe, mãe, tenho que desligar. O bibliotecário está me advertindo. Tchau. — desliguei antes de sequer ouvir uma resposta. Fechei os olhos e suspirei.

— Uou, Arabella Hoffman é oficialmente uma mentirosa. — a raiva me subiu quando ouvi aquilo.

— Você só pode estar brincando comigo… — permaneci de olhos fechados. — É por sua culpa que menti. Agora preciso ir embora.

Abri os olhos e guardei meu celular na mochila, erguendo-me da cadeira. Quando meus pés já seguiam caminho para a porta de entrada, senti a mão cálida do Sr. Bieber puxando-me de volta. Seu olhar foi intenso, quase uma advertência, uma ameaça. Então, parei meus movimentos e esperei que ele falasse algo, assustada.

— Eu te levo. Espere.

Soltou-me e mexeu numas coisas na cozinha antes de retornar e guiar-me até seu carro.

O trajeto foi silencioso. Espantei-me ao perceber que ele sabia onde eu morava e, quando chegamos, apenas desci do carro, sem dizer nada, e corri para dentro de casa. Já eram 9:40pm e meus pais encontravam-se sentados na sala, esperando-me.

— Nunca mais faça isso. — meu pai disse curto e grosso, entretanto, a preocupação em seu tom de voz era quase tangível.

Minha mãe abraçou-me e disse algo parecido com o que papai havia dito. Apenas concordei, pedi desculpas e subi para tomar um banho. Havia sido um longo dia, mas eu sabia que era apenas o começo. O começo de algo que provavelmente sairia de controle. Já estava fora de controle desde o início...

 


Notas Finais


Não esqueçam de dizer o que acharam (podem até me xingar nos comentários, scrr)
kissus <3333


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