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História Hidden In The Shadows - Capítulo 6


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Capítulo 6 - Capítulo V


Fanfic / Fanfiction Hidden In The Shadows - Capítulo 6 - Capítulo V

Enquanto Amina estava se divertindo em seu quarto, Peter aproveitou de seu cargo para descer à masmorra.

Ele pegou uma tocha e desceu rapidamente a escada de pedra espiral. O barulho do fogo e de sua armadura era a única coisa que se podia ouvir.

Ele foi até a última cela, e então o fogo iluminou o rosto de seu pai e de seu tio.

— Peter! O que você está fazendo aqui? – Charles perguntou.

— Vim ver como vocês estavam e eu trouxe comida e água. – ele passou a bolsa pelo espaço da grade e Tom pegou.

— Como está tudo, Peter?

— Tem guardas de fora por toda a parte, ela os chama de Guarda Dourada. São assassinos de aluguel, caçadores, desertores, um pior que o outro. Mas ela ainda me deixou como o líder, não sei por quanto tempo.

— Meu filho, me prometa. Me prometa que achará seu irmão e a princesa e os ajudará. Eu não durarei muito mais.

— Pare de falar assim, pai. Eu darei um jeito.

— Não, Peter. Você não fará nada. E você não é mais uma criança, você sabe do que essa ursupadora é capaz. Ela vai se livrar de todos que estiverem em seu caminho.

— Seja cuidadoso, Peter. Você é a única esperança desse reino agora. – disse Tom.

— Eu tomarei, tio. Voltarei aqui amanhã. Escondam a bolsa da vista de qualquer guarda e tomem cuidado.

Peter saiu apressado e começou a murmurar rezas para os. deuses.

·········· ៛ ··········

Melissandre acordou e foi rapidamente procurar Arthur. A cama estava vazia, então ela se dirigiu a cozinha, onde o encontrou tomando um chá.

— Bom dia. – ela disse.

— Bom dia. – todos responderam em uníssono.

— Melissandre, quando você ia me contar sobre o homem que foi em direção a White Kingdom?

Ela engoliu seco.

— Quando você estivesse melhor.

— Ele com toda certeza já chegou lá. Temos que ir agora. – Arthur levantou rapidamente e quase caiu, se Alina não tivesse segurado-o.

— Você não está bem! Não podemos ir!

— E se nos acharem, vão nos matar! Nossas cabeças devem estar valendo muito.

— O Sir Arthur pode cavalgar, mas com cuidado e com supervisão sua, Melissandre. – a senhora disse.

— Então está decidido, vamos embora agora.

·········· ៛ ··········

O dia amanheceu na capital e um homem veio logo ao raiar do sol.

— Abram os portões! – um soldado gritou.

Os portões foram abertos e o homem entrou, mas logo foi parado por cavaleiros.

— Identifique-se. – disse o cavaleiro na frente.

— Sou um caçador. Tenho notícias sobre a princesa desaparecida.

Peter foi chamado. Ele escrevia um bilhete, na qual enviou rapidamente por uma coruja, então desceu até a entrada, onde o homem estava.

— Sou Peter LudWig. Disseram-me que você possuí notícias da princesa Melissandre.

— Sim. Eu a vi junto com um cavaleiro.

— Onde?

— Em uma taberna na estrada principal. Dois dias de cavalo. Eu cheguei antes por que cavalguei à noite.

— Certo. Obrigada por sua informação. – Peter se retirava.

Amina estava vendo os preparativos para sua coroação, até que um cavaleiro adentrou seu quarto e foi direto até ela.

— Um homem veio hoje e disse que possuía pistas de onde os traidores estavam. Sir Peter o recebeu e o ouviu.

— Mande Peter vir aqui.

O homem fez uma reverência e saiu.

— Ele não iria te contar. – Lorde Aaron disse.

— Não mesmo. Eu sei que ele ainda é fiel a antiga monarquia.

As criadas prendiam e costuravam um vestido dourado e brilhante.

— Aperte mais na cintura. – ela disse em tom arrogante.

Peter entrou no quarto.

— Peter! Que bom que veio. – Amina virou-se para ele. – Vamos, retirem logo o vestido.

As criadas rapidamente removeram o vestido dourado, deixando o corpo magro e esbelto de Amina à mostra. Ela recusou o roupão de seda.

— Fiquei sabendo que você tem notícias de Melissandre.

Peter engoliu seco.

— Sim, majestade. Irei averiguar a autenticidade e então irei com alguns homens até lá. – Amina se aproximava e ele desviava o olhar.

— Olhe para mim, Pete. – ela segurou-o pelo queixo e começou a sussurrar em seu ouvido. –Você não me quer?

— Minha rainha, seu amante está logo ali.

— Esqueça, Aaron. Ele não liga para nós. Eu te fiz uma pergunta e quero uma resposta.

— Sim, majestade.

— Eu serei sua rainha, Sir. E você será meu rei.

— Sim, eu sei que sim. – Peter colocou a mão na cintura de Amina.

— Ache ela para mim, meu rei. – Amina olhou bem fundo nos olhos violetas de Peter e então o beijou. – Agora vá, faça o seu melhor. Eu confio em você.

Peter saiu do cômodo. Ele não era manipulável como a futura rainha pensava.

— Será que ele caiu? – Aaron questionava.

— Homens são homens. Não podem ver um par de seios que se ajoelham ao seus pés.

Uma das criadas saiu sem ser notada. Era Olívia.

— Sir Peter! Espere por favor!

Peter se virou. Olívia puxou-o para uma sala vazia.

— É verdade que a princesa Melissandre está viva e bem?

— Aparentemente sim.

— Oh! Graças aos deuses!

— Eu trarei ela de volta.

— Sim, por favor. E tome cuidado com a Amina, ela é uma cobra manipuladora e cruel.

— Eu tomarei, senhorita. – ele se retirou.

·········· ៛ ··········

Arthur preparava os cavalos para partir. Melissandre despedia-se de Alina e sua avó.

— Muito obrigada por tudo que fizeram. Eu as recompensarei quando tomar meu reino de volta.

— Isso não é necessário, Meli. – respondeu Alina.

— Mas eu quero e farei. Serei eternamente grata.

— Os cavalos estão prontos, vamos.

— Você já sabe para onde levará a princesa, Sir Arthur? – a senhora questionou.

— Ainda não tenho a mínima ideia, mas darei um jeito.

— O Vale de Gelo. Tem gente lá que pode levá-los para a Ilha dos Congelados

— A senhora só pode estar de brincadeira. Ir para o Vale de Gelo é o mesmo que cometer suicídio.

— Não se preocupe, o lobo os guiará.

— Sinto muito, mas não acredito em superstições.

— Ela sabe o que fala, Arthur. Vamos para lá, é o único lugar que pode ser seguro.

— Seguro? Você nunca esteve lá, Melissandre. É morte na certa.

— Sir Arthur, sou velha mas ainda sei o que falo. O lobo os guiará e protegerá.

Arthur revirou os olhos.

— Bem, estamos indo. Eu sou imensamente grato por vocês terem salvo minha vida. – ele foi até o cavalo.

— De nada, meu filho. – ela disse baixo.

Ele ajudou Melissandre a subir em um cavalo branco, que era de um dos caçadores. Depois subiu em seu próprio.

— Tchau! – Melissandre acenou.

— Tome cuidado. Esse cavalo pode rejeitar você e te derrubar.

— Eu sei andar à cavalo, Arthur. – o cavalo começou a dar leves trancos, como se a rejeitasse, mas ela ignorou. – Vamos para o Vale de Gelo?

— Temos outra opção?

— Você é o cavaleiro experiente aqui, me diga você. – ela debochou.

— Ora, fique quieta, bobona. – ele riu e olhou para baixo.



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