História Hidden Kingdom. (Bts) - Capítulo 2


Escrita por: e Anaflavia1727

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts
Visualizações 32
Palavras 801
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Lemon, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, não tem dias certos de postar a fanfic, vou postando quando tiver tempo livre e por aí vai.

~Alice

Capítulo 2 - Como tudo começou.



*02:26, casa da Alice.*

Era anoite, eu dormia tranquilamente quando ouço um barulho ensurdecedor, não sabia o que era, minhas mãos tremiam ao tocar a maçaneta gelada da porta de meu quarto.

- Mãe, pai? - chamei mas nada veio como resposta, depois de longos minutos escuto uma voz cantarolando o meu nome.

- Alice... Alice... - dizia o ser que aparentemente tinha uma voz rouca e amedrontradora.

Eu estava apavorada não sabia se eu corria, ainda mantia a porta de meu quarto fechada enquanto o ser, que la fora se encontrava, cantarolava o meu nome até que por fim o ser abriu a boca para falar algo a mais.

- Alice, se não abrir essa porta seu papai vai... "morrer"! - disse dando ênfase na palavra "morrer", até que resolvo criar coragem e abrir a porta. Abro a porta devagar quando vejo minha mãe morta no chão, levo minhas mãos a boca e olho para o meu pai que não tinha um olhar fixo, ele parecia fora de si.

- Ora... ora... ora... Alice, junte-se ao banquete. - disse o ser amendrontrador, que no momento mantia sua face coberta por um pano negro.

- F-Fuja Alice. - falou meu pai, sua últimas palavras antes da criatura voar em seu pescoço.

Sai correndo sem rumo mas a criatura me perseguia ele fechou todas as portas e janelas, até que encontro o meu único refúgio, uma janela entreaberta perto do corredos deixava passar um pouquinho da luz da lua, corri para lá e abri a janela com cuidado, podia escutar o ser me chamando falando "Alice, não fuja, se não será pior", depois de pular a janela e os meus pés descalços tocarem a grama, saí correndo até o asfalto frio, não sabia para aonde ir, continuei caminhando sem rumo até me deparar no meio de uma floresta com a neblina tampando meus pés e as raizes das arvores.

Passo a me ver parada no meio da floresta, vejo olhos azuis me espionando até que o ser solta um sorriso sarcástico.

- Você poderia ser facilmente confundida com a chapeuzinho vermelho. - disse sarcástico.

- Q-Quem está ai? - disse gaguejando.

- Não sei... talvez o seu pior pesadelo. - disse ele sorrindo, eu só conseguia enchergar seus olhos azui e seus lábios com presas finas e afiadas, eu estava palizada o ser ia chegando mais perto até que eu possa ver totalmente os seus traços, ele não parecia ter mais de vinte anos, sua pele clara e seus cabelos negros destacavam seus olhos na escuridão, vestia vestes totalmente pretas, ele parou na minha frente e levantou uma sombrancelha só.

- Ficou surpresa Alice? - perguntou irônico.

- Jura Dylan? Precisava me assustar assim? - disse ainda com medo e em choque pelo ocorrido.

- Alice vem comigo... agora. - disse ele me pegando no colo e me levando correndo para algum lugar.

- Para onde tá me levando? - perguntava aos berros ja que ele estava correndo muito rápido... rápido até de mais.

Ele não parou, mesmo com meus gritos e súplicas para que ele me deixasse ali mesmo, Dylan só parou quando chegou na porta da biblioteca Municipal da minha cidade, aquela que era basicamente o lugar dos nossos encontros na infância, meu, dele e da Ana.

- Irei te deixar aqui, nos vemos mais tarde Alice. - ele saiu tão rápido quanto apareceu.

Olhei de um lado para o outro da rua e não havia ninguém, nem se quer um mísero carro, ou pessoa. Me sento nos degraus em frente à enorme porta de madeira da biblioteca quando escuto uma voz vinda lá de dentro.

- Alice? - me levanto rapidamente ouvindo a voz.

- Ana???

*02:26 daquela mesma noite, casa da Ana.*

Naquela noite havia tido um sonho estranho, que me fez acordar assustada, minha boca estava seca, parecia que eu não bebia água a séculos, ao chegar na cozinha vejo minha janela aberta e uma voz conhecida me chamando.

- Ana, vem você vai perder. - Soou  a voz familiar.

- Alice? - perguntei.

- Vem logo! - falou de novo.

Sem entender comecei a seguir a voz que cada vez ficava mais perto.

- Alice? É você mesmo? onde estamos indo? - perguntei com a voz trêmula, já achando isso tudo muito estranho.

- Vem logo sua boba você vai acabar perdendo. - falou de novo a voz familiar se afastando.

- Perder o que? - perguntei andando em passos frenéticos tentando encontrar a suposta voz.

- Você vai ver. Será divertido. - falou ainda correndo.

Eu me sentia a Alice do país das maravilhas correndo atrás do coelho branco só que em vez do coelho era uma voz muito familiar, mas tão familiar que me deixava desconfortável. Não demorou muito tempo para chegarmos ao lugar desejado, espera! É a biblioteca municipal, sem saber que próximo passo dar entrei pela porta e chamei novamente.

- Alice? - chamei desesperada.

Então escuto uma voz do lado de fora da biblioteca.

-Ana???



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