História Hidden Truths - Capítulo 2


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Carla Tsukinami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Visualizações 27
Palavras 3.227
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente, desculpe a demora do envio do capitulo, era para eu enviar no mesmo dia em que eu lancei o primeiro, mas aqui está o segundo capitulo da fanfic e eu espero que gostem.
Bjs, amo vocês.

Capítulo 2 - First day of school


Fanfic / Fanfiction Hidden Truths - Capítulo 2 - First day of school

Fiquei mais ou menos uma hora viajando com o Carl (meu motorista), ele tentava várias vezes puxar assunto, e eu como não tinha nada o que fazer, respondia numa boa e tentava não responder com grosseria. Acabamos parando num posto de gasolina para abastecer e ver se aquela chuva forte acalmava um pouco. 

 O lugar era bem parecido com um bar pequeno, tinha várias mesas, um balcão cheio de um montão de tipos de bebidas, mesas de sinuca, jogos de dardo, e outras coisas típicas de bares. Carl Havia me dado um casaco para adentrarmos o local. Estava cheio de homens, e quando entrei me olharam com cara de que eu não deveria ter entrado de jeito nenhum.

- Espere aqui, volto daqui a pouco para continuarmos nossa viajem.

Me sentei numa cadeira que estava perto do balcão e fiquei olhando em volta. O lugar é bem arrumado, pensei.

- Vai querer alguma coisa? – Perguntou a moça que estava vestida de garçonete.

Pensei em pedir uma cerveja, já que eu tinha idade, mas lembrei que não gostava e tinha um gosto estranho.

- Um cappuccino, por favor.

Eu olhei para o lado e vi alguns homens e poucas garçonetes jogando sinuca enquanto conversavam.

- Eu ouvi dizer que aqueles vampiros vão ganhar uma nova noiva de sacrifício.

- Aquela outra noiva não morreu?

- Não, parece que eles vão ter duas agora, e é da sua cidade Bill.

Eu fiquei curiosa com aquele assunto que me atraia como um imã.

- O senhor poderia me explicar, por favor?

Peguei um taco e me apoie nele enquanto o homem me explicava a história.

- De mês em mês, uma nova noiva de sacrifício é levada para a mansão para dar-lhes sangue e alimentá-los. Nunca nenhuma noiva durou tanto como a atual noiva, Kamori Yui, que é a atual bolsa de sangue daqueles vampiros sádicos.

- Eles naturalmente pegam garotinhas bonitinhas, como você, pequena. – Falou um homem grande de cabelos longos castanhos que o outro havia chamado de Bill.

- Seria muita má sorte você ser a tal nova noiva de sacrifício.

- É, muita mal sorte- sussurrei para mim mesma.

Nós ficamos conversando mais um pouco enquanto jogávamos e depois de um tempo tive que ir embora. Me despedi de todos e sai.

- Você parecia animada.

A chuva havia diminuído bastante para continuarmos viagem.

- Eu estava me divertindo bastante com eles, são bem engraçados e exalam alegria, o tipo de alegria que eu não sentia faz tempo.

Eu estava com uma balinha na boca enquanto cantarolava uma música da Sia.

Todos me diziam que minha voz era linda e por isso provocava certa inveja. Mas havia muito tempo desde que eu cantei em público. Minhas irmãs-perversas já tentaram tirar a minha voz ou usá-la para entrar em alguma escola de música, mas nunca conseguiram, e por isso, desde então parei de cantar em público. Eu acabei cochilando com meus pensamentos.

 

 

- Senhora, acorde. Senhorita acorde!!!

Acabei sendo acorda pelo Carl. Estávamos ao lado de um portão de ferro que do outro lado dele tinha uma mansão maior que a minha. Era incrível o seu tamanho.

Ele me ajudou a tirar minhas malas e me ajudou a descer do carro. Eu carregava uma mochila que tinha todos os meu eletrônicos. De repente um mordomo apareceu do nada e levou todas as minhas malas e desapareceu da mesma forma que tinha aparecido.

- Obrigada- Agradeci- daqui a oito dias você pode vir me buscar, darei meu jeito para me livrar deste lugar e fugir para viver minha liberdade, por isso não ficarei muito tempo aqui.

Ele assentiu e se foi e, eu como sempre, segui meu caminho em direção ao portão daquela enorme mansão. Sabe aqueles filmes de terror em que você vai abrir o portão de algum lugar mal assombrado e ele range tão alto que você se assusta? Então foi o que aconteceu comigo.

Fui relutante em direção a grande porta que levava para dentro daquela enorme mansão. Antes mesmo que eu encostasse sequer o meu dedinho na porta ela se abriu sozinha. Puta merda, pesei. Um calafrio percorreu minha barriga.

Eu adentrei a mansão com um receio que fazia meu coração bater acelerado e eu não tinha medo de nada, imagina se eu tivesse, eu estaria tento um ataque-cardíaco.

- Olá? Tem alguém aqui?

E pra piorar a luz estava apagada. Acabei sentindo um vulto atrás de mim, e no meu MP3 estava tocando uma música estilo filme de terror que piorava a situação, eu tirei um dos fones de ouvido e olhei para trás, não havia nada lá. Coloquei meus fones novamente e comecei a andar novamente sem rumo algum.

- Ora, ora, ora o que temos aqui? Uma nova Bith-chan?

Eu me virei para trás e vi dois lindos olhos verdes neon me encarando enquanto suas mãos passeavam pela minha cintura. Eu dei um passo para trás encostei em uma outra pessoa definida.

- Olá panqueca.

Eu fui por um outro caminho e caí em um sofá que estava outro deles.

-Cuidado- falou sonolento- não está me vendo, não?

Não, sabe? Eu sou cega agora, principalmente com a luz apagada, pensei em falar isso para ele mas achei melhor ficar de boca calada para não me estressar.

- Olha Teddy como ela está assustada.

Outro que eu queria acabar na tirada, eles gostam de me irritar não é, mal cheguei e já quero quebrar a cara de alguém.

Me encostei na parede.

- Desculpe a infantilidade de meus irmãos.

As luzes foram acesas (graças a Deus!) e eu pude ver melhor quem eram as pessoas que ficam me azucrinando e me encarando como idiotas. Eles eram iguais aos garotos que eu vi nos meus pesadelos, e na internet, obvio.

- Nós somos os Sakamakis- o que ligou a luz falou- Esse é Shuu, o irmão mais velho- Apontou para o garoto deitado no sofá ouvido música e dormindo- Eu me chamo Reiji, o segundo mais velho – falou o garoto de óculos, luvas de um cabelo marrom acizentado e muito gato e gostoso- Este é Ayato, o terceiro mais velho.

- E aí, panqueca? – falou o ruivo bricalhão.

- Esse aqui é Laito, o quarto mais velho- apontou para o outro ruivo de chápeu que piscou para mim- O que está com o urso é Kanato, o quinto mais velho- falou do garoto de cabelos roxos e fofo com um olhar psicopata- E o mais novo, Subaru – Completou e olhou para um garoto de cabelos brancos e olhos rosas escondidos debaixo da franja- E finalmente nossa outra noiva, Komori Yui- Uma menina (que eu não tinha visto) de cabelos loiros e olhos vermelhos, ela parecia ser o tipo de pessoa delicada e tímida.

- O-olá.

Reiji me encarou.

- Quem é você?

Eu tirei meus fones e o encarei, seu olhos eram frios como gelo e demonstravam desprezo.

- Eu me chamo Evyllyn Djhalley, mas a maioria das pessoas me chamam de Vee, vim a mando de meu pai e ... Vocês são vampiros?!

Minha última frase soou mais como uma afirmação do que como uma interrogação. Todos me olharam com um certo espanto disfarçado, até o que estava dormindo no sofá, que eu acho que se chama Shuu, me encarou.

- Como sabia? – Perguntou Kanato.

- Seus dentes- tive que pensar em uma resposta para caso eu acabasse soltando sem querer querendo.

- Então deve saber que se fugir morre. –Falou Reiji.

- Tá-  foram minhas únicas palavras que saíram da minha boca.

- Não vai resistir? – Perguntou Laito.

- Resistir só vai piorar a situação e eu estou cansada. Onde fica meu quarto? Alguém pode me levar?

- E-eu posso- falou Yui.

- Você tem certeza de que irá sair dessa maneira? Seus modos são deploráveis.

- Seria falta de educação se eu saísse sem pedir e ir direto à procura do meu quarto que nem uma louca, e se me der licença eu quero ir agora para o meu quarto com todo o respeito. – Me virei para Yui- Pode me levar?

- Claro.

Eu me virei e sai andando atrás dela com uma careta no rosto. Ele apesar de ser um deus grego, não tem direito algum sobre mim, principalmente por eu ser de sua espécie. Como diz o ditado “da minha vida cuido eu”.

- Aqui está o seu quarto- ela abriu a porta e vi um lindo quarto: as paredes eram pretas com desenhos dourados de flores, uma cama de casal com um edredom vinho e creme, um lindo lustre de cristais, uma janela ao lado da cama de casal que tinha uma enorme varando que era coberta por uma cortina vermelha, um guarda-roupa com espelho nas duas extremidades de frente para a cama, um banheiro a mais ou menos 1 metro de distância do guarda-roupa, uma linda escrivaninha ao lado da cama, um criado mudo, vária prateleiras e estantes para a colocação de livros e outros materiais e um enorme tapete Baltimore preto. -Ele fica de frente para o meu quarto e ... –Continuou- eu acho legal ter uma menina morando agora aqui comigo, espero que sejamos amigas- ela estendeu a mão e abriu um largo sorriso fofo.

- Também espero isso- apertei sua mão e devolvi o sorriso.

- Agora vou deixá-la sozinha, tchau.

- Tchau- e ela fechou a porta atrás de si.

Continuei a encarar o quarto e vi minhas malas ali, paradas, e comecei a arrumar (jogar) tudo no armário e me deitei na cama disposta a tirar um cochilo pois estava cansada demais para fazer qualquer coisa.

- Levante-se. Precisa se arrumar para o colégio. Sua roupa está em cima de sua cama- Opa opa (dá licença moça) ele falou colégio? Quem é que vai pro colégio de madrugada? Bom, eles, né? Mas nem eu que sou metade vampira vou pro colégio de madrugada- Sairemos daqui a 20 minutos- ele foi embora num piscar de olhos.

Levantei com preguiça e fui pro banheiro e tomei um banho em cinco minutos, troquei de roupa: era uma saia rodada com estampa quadriculada, uma blusa branca que eu botei por dentro da saia e depois folguei, uma gravata que nem tive vontade e paciência pra botar (também porque eu não sei colocar), prendi meu cabelo em um coque alto bagunçado, dois brincos grandes, batom vermelho, um lápis de olho e, por último, a minha gravata que eu tentava arrumar.

- Quer ajuda? – minha salvadora chegou, amém.

Era a Yui, meu anjo2.

- Quero, por favor, não consigo arrumar isso.

Ela começou a arrumar aquele bolor que eu havia feito na gravata e dando algumas voltas e tal.

- Pronto, não é tão difícil, viu?

- Não é difícil pra quem sabe.

- Você aprende com o tempo.

- Obrigada mais uma vez.

- Vamos?

- Espera, já estou indo.

Eu peguei meu celular e minha gargantilha com o MP3 e minha mochila e fomos embora.   

 

 

Esse carro é muito silencioso, pensei. Estava cada um em seu canto, Shuu estava dormindo sentado e ouvindo música, Reiji lia um livro e a cada cinco segundos ajeitava seus óculos, Kanato brincava e sussurrava no ouvido de seu urso, Laito ficava olhando para seu chapéu e sorria como se lembrasse algo engraçado, Subaru ficava de braços cruzados e olhando para o nada, Ayato ficava brincando com os meus brincos, Yui estava de cabeça baixa e pensativa, e eu segui o exemplo de Shuu. Se caísse uma agulha no chão dava para escutar seu barulho.

Ayato me acordou dizendo que havíamos chegado ao nosso destino.

Sabe quando você vai num show do seu ídolo e tem um montão de fãs ao redor dele? Então, foi o que aconteceu quando nós saímos do carro, tinha meninos e meninas de todas as idades rodeando o carro, todas elas enlouqueciam quando eles passavam por elas. Mal sabiam elas o que realmente eram de verdade.

Eu fui a última a descer e meu cabelo caiu solto por causa de Ayato.  Os meninos enlouqueceram e as meninas se enfureceram quando passei perto dos seis.

Fui andando sem rumo e, como sempre, me perdi. Acabei tombando com alguém e percebi que era uma menina por causa da saia, ela tinha cabelos castanhos e olhos da mesma cor.

- Desculpe- falei e comecei a ajudar a recolher os papeis que caíram.

- Não tem problema.

- Eu me chamo Vee- estendi minha mão em um ato de cumprimento.

- Prazer, me chamo Rubi- ela apertou minha mão.

- É você sabe onde fica a sala 5A?

- Sei, fica ao lado da minha, venha.

Ela me guiou até a sala indicada.

 - Nos vemos no recreio, tchau. – Ela acenou e saiu.

 Adentrei minha sala e vi que Shuu e Reiji já estavam lá. Como era de se esperar, Reiji estava sentado na frente e Shuu no fundo. Optei por sentar perto da janela e do Reiji. Notei que na hora em que sentei ao lado dele as outras meninas ficaram com raiva. Não sentaria ali para sempre mesmo.

O professor adentrou a sala.

-Bom dia turma.

-Bom dia- responderam todos em uníssono.

- Parece que temos uma nova aluna aqui- ele me notou, mas como é que não nota uma pessoa sentada na frente, quase de cara com o professor? – Gostaria de se apresentar?

Me apresentar? Pra quê? Tem tanta gente querendo saber da minha vida e eles queriam entrar nessa lista? Eu só não respondo não pra não ser mal educada.

- Me chamo Evyllyn Djhalley, mas as pessoas me chamam de Vee, tenho 18 mas farei daqui alguns meses 19, entrei atrasada no colégio, gosto de animais, principalmente noturnos, gosto de desenhar, ouvir todo tipo de música, gosto de cantar, sei tocar piano, violão, guitarra, flauta e bateria, amo fazer esportes, sou católica, adoro comer, me pediram para pular dois anos no fundamental, sei lutar e, o mais importante- abri os olhos e percebi que além de todos estarem me olhando atentos, meus olhos haviam mudado do azul para um rosa platinado com um com um contorno acinzentado que ficava assim quando eu estava desafiando ou estava sendo desafiada- Aprendo com muita facilidade.

Voltei a me concentrar a dormir e a ouvir minhas músicas enquanto o professor dava outra aula chata. Depois de um tempo ele passou alguns exercícios que resolvi em poucos minutos, e o que me surpreendeu foi que eu terminei junto de Reiji, eu o encarei ainda com os olhos rosas platinados. Por ser uma hibrida de seis espécies, tenho uma inteligência sobrenatural, sendo assim, é como se tivesse, como já havia dito, seis cérebros em uma só cabeça, então o meu raciocínio é muito rápido. Já Reiji, eu não fazia a minma ideia de como ele resolveu tão rápido. Só o The Flash mesmo.

O sinal tocou e eu sai por cima da cadeira para não pedir com “educação” para ele sair.

Me encontrei com a Rubi e ela me apresentou sua amiga chamada Lisa que era muito foda, e ela também é muito bonita, tinha lindos olhos verdes que nem os do Laito. Nos sentamos todas juntas e estávamos sentadas numa mesa do refeitório perto dos Sakamakis e eu vi a Yui junto com eles. Ela não tem amigos não?, pensei.

- Aqueles Sakamakis são muito gatos, né?

- Você os conhece Vee? – Perguntou Lisa.

- Claro, eu moro junto com eles. – Falei sem querer querendo.

- O quê? – Eu me senti uma anã quando ela se levantou e me olhava com uma cara de que ela era o predador e que eu era a presa, e isso chamou a atenção de todo mundo que estava por perto, até dos Sakamakis.

- Calma- falei tentando acalmá-la- eu sou prima deles, só isso, e também, eu cheguei hoje lá, não tem nada com que se preocupar.

Ela se acalmou e voltou a ficar normal, mas de repente, ela ajeitou a postura e prendeu a respiração.

- Ei panqueca, preciso de você. Vamos- Era Ayato me puxando para acompanhar-lhe a passada enquanto eu continuava a comer meu lanche sem derrubá-lo.

- Espera Ayato- falei de boca cheia.

Eu continuei a terminar de comer enquanto ele me levava para o terraço do colégio que eu só percebi depois que chegamos e de eu terminar de comer meu delicioso lanche pois estava preocupada demais em comer do que saber onde eu estava.

Ele me botou contra a parede que tinha entre a grade e a parede que eu estou, e me mordeu. Acabei fazendo uma careta, afinal doía mais do que eu imaginava.

- Seu sangue- deu uma pausa e continuou a falar- é tão bom quanto o da Yui, mas ao mesmo tempo é viciante como uma droga. Ele é muito delicioso.

Ele voltou a me morder, só que muito mais fundo, e com essa mordida acabei soltando um gemido um pouco alto demais. Agora estou me sentindo uma Yui na vida, ou seja, uma bolsa de sangue.

Ele me soltou e eu cai d joelhos por causa da fraqueza da mordida que acabei de levar. Ele se virou de costas e eu pensei que ele me deixaria ali, fraca, sem quase nada de sangue e dolorida principalmente na parte do pescoço.

- Sobe aí panqueca.

Fiquei chocada com a ajuda mas optei por aceitar a carona, nunca se sabe quando terá a gentileza de um vampiro novamente.

- Feche os olhos, e se segure firme para não cair, eu não irei voltar e busca-la se você cair.

Fiz o que ele pediu e me segurei firme para não cair e fechei os olhos. Em poucos segundos, o que foi muito triste, estávamos de frente para a porta da minha sala.

- Obrigada.

- De nada, panqueca. Precisamos manter nossas presas em bom estado, principalmente uma como o seu sangue em bom estado para nos alimentarmos.

Ele me deu um sorriso diabólico e foi em um piscar de olhos. Como vampiros mudam de humor rapidamente.

Adentrei minha sala ainda um pouco tonta e me sentei na última cadeira perto de Shuu.

- Senhorita Djhalley- falu o professor e apontou para a cadeira lá na frente. Percebi que todos os alunos estavam na mesma cadeira da aula anterior. Uma garota de cabelos verdes estava olhando para mim com a raiva deixando transparecer. Bufei e fui lá para frente perto do Reiji de novo e fiquei dormindo novamente.

 

 

 

Dessa vez eu estava perto da janela e a encarava vendo a paisagem monótona, cheia de arvores, mato e um céu nublado e com várias nuvens d e chuva. Todos (menos eu, claro) estavam fazendo as mesmas coisas que estavam fazendo antes de chegar ao colégio.

Estava ouvindo neste momento Katy Perry e a musica era Chained to the Rhythm.

- Quê que você está ouvindo, panqueca?

Antes que eu respondesse ele pegou um fone e começou a escutar a música e continuou a brincar com os meus brincos.

Até que o primeiro dia com os Sakamakis não foi tão ruim, tirando a mordida. Comecei a morar com pessoas que nem conheço, fui a um colégio novo, fiz amigas, fui mordida e tive a chance de conhecer um pouco da personalidade dos meus anfitriões.

Talvez eu consiga aprender a conviver com eles e, com o tempo, a amá-los do jeito que são, e do jeito que eu sou.


Notas Finais


Gente mil perdões pelos erros na historia e espero que gostem e que, caso queiram, comentem pois seus comentários são muito importantes para mim. Obg, bjs.


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