História Hide, hang and hurt - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 31
Palavras 1.250
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite meus amores! Ah os meninos estão no eua! mto feliz por eles e MONSTA X FIRST WIN GENTE CES NAO TEM NOÇÃO DO TANTO QUE CHOREI HOJE MEU DEUS, pagando micão no serviço mas ok né :v
Ps: eu adicionei letras de música nos capts anteriores pq tive a ideia agora, então voltem pra dar uma lidinha, ok? É so no comecinho :3

Capítulo 3 - Bizarro


Fanfic / Fanfiction Hide, hang and hurt - Capítulo 3 - Bizarro

Neverland is home to lost boys like me

A Terra do Nunca é o lar de meninos perdidos como eu

And lost boys like me are free

E os meninos perdidos como eu, são livres

(Lost boy - Ruth) essa música está na playlist do Jungkook do Spotify de indicações :3

(Hyurine on)

O fim de semana passou bem mais rápido do que eu havia pensado. Kook ainda estava de cama e sua perna ainda exibia os hematomas, mas agora mais claros. Foi feita mais uma cirurgia nos ossos dessa perna, mas os pinos continuavam lá.

Fiquei no meu quarto durante esses dias, mas senti sua falta quando ele foi levado para a mesa cirúrgica. Lá ele ficou por um dia inteiro, até retornar novamente ao quarto de recuperação. Não sei se ele também sentiu minha falta, mas agora os dias estavam mais cinzas quando ele não estava.

Droga, droga, droga. Esperava que ele fosse embora logo, eu não queria e nem podia criar sentimentos afetuosos com ele. Minha vida era uma bagunça, uma desgraça, eu não podia ficar com ninguém, nem me dar ao luxo de se apaixonar.

Ainda assim, naquela manhã eu fui à cafeteria. Fiz um pedido bem simples para eu e Kook e retornei ao dormitório. Quando cheguei lá, encontrei dois rapazes conversando com ele. Um tinha o cabelo meio tigelinha e ondulado da cor cinza e o outro, mais alto, tinha o cabelo loiro jogado para o lado. Era os companheiros de grupo dele, Rapmonster e V.

Provavelmente eu estava da cor de um pimentão.

- Ah, pessoal, essa é a Hyurine, minha companheira de quarto – disse Kook.

- Olá, Rapmonster, olá, V.

- Me chame de Tae – falou Taehyung.

- Me chame de Nam – disse Namjoon.

- Olha só, estou ficando importante nessa família – disse. Cheguei perto dele e estendi a bandeja. – Seu café da manhã.

- Mas... não precisava...

- Precisava sim, você tem que comer...

- Sim, eu disse que não precisava ter feito isso.

- Ah eu nunca faço nada nesse hospital, deixa eu me divertir um pouco – apontei para um muffim. – Roubei isso pra você, não conta pra ninguém.

- Hy...

- Não reclama, essas comidas de hospital são péssimas.

Pelo resto da manhã eles ficaram conversando, mas não fiquei me intrometendo na conversa, eu tinha um notebook então coloquei fones de ouvido e comecei a digitar. Tomei meu desjejum e olhei para os meninos. Eles conversavam, mas Taehyung ficava me olhando e quando eu olhava de volta ele simplesmente desviava o olhar.

De vez em quando kook olhava para mim e depois para ele, um pouco irritado. Era só o que me faltava. Mal conheci o menino e ele já está com ciúmes. O tempo passou bem rápido. As enfermeiras vieram me medicar e quando olhei para o relógio já era horário do almoço.

- Vamos comprar algo pra vocês – falou Tae, olhando para mim.

- Compre apenas para mim – falou Kook, mas Tae não gostou, achando que ele estava sendo egoísta. – Hyurine tem uma dieta muito específica.

- Não tem problema – falei -, de vez em quando eu apronto mesmo... se não for pedir muito.

- Claro que não – disse Tae, sorrindo. – Peça o que você quiser.

Kook olhou para ele com um olhar semicerrado, mas não deixou que ele visse. Puts, sossega, Jungkook.

Os meninos nos deixaram para comprar comida. Nesse tempo fiquei ele ficou conversando com Kook. Ele era até bem legal, e sempre que ria eu queria morrer de gargalhar. Sua risada era muito engraçada.

- Eles são muito bacanas, seus amigos – falei;

- Ah, só estão sendo gentis por conta do meu estado – ele fez descaso do que falei, provavelmente por conta de como Tae me olhou.

- Foi bacana da parte do Tae me oferecer almoço – alfinetei. – Mas você parece não ter gostado muito.

Ele arregalou os olhos. Exatamente como eu havia pensado. Homens, nem precisa conhecê-los por muito tempo para saber que são todos iguais. Fiquei um pouco triste. Kook com ciúmes de mim, não era nem para eu estar conversando tão abertamente com ele, dando liberdade para mais brincadeiras porque todos aqueles que se aproximavam de mim um dia me veriam partir e eu não queria essa tristeza na vida de ninguém.

- Eu não falei nada – desculpou-se ele.

- Mas expressou – falei, indo até sua cama. – Acha que não vi?

- Eu só pensei que você tinha a sua dieta, e eles iam fazer você passar vontade caso trouxessem algo muito gostoso pra mim – ele tentou disfarçar.

- Eu não ligo, Jungkook – confessei, um pouco envergonhada. – Fui companheira de quarto de vários pacientes, alguns só comiam gostosuras, e maioria deles nem me oferecia. Não que eu quisesse, nem podia, mas o gesto educado seria o mínimo. – Voltei para o meu notebook. – Gosta de música?

- Claro. Mas gosto mais de dançar.

- Eu também – falei -, mas sou péssima.

- Ah não – ele cruzou os braços -, eu quero ver.

- Não, não mesmo – sentei na cama e fingi mudar de assunto. – Aliás, que demora...

Mas ele me ignorou com aquela carinha fofa me encarando um pouco irritado.

- O que foi?

- Dança, agora.

- Você está louco, Kook, não vou dançar, pode parar de sonhar.

- Por favor, eu não posso dançar.

Pensei um instante, tudo bem que eu morria de vergonha, mas cara, há quanto tempo eu não dançava e não compartilhava um momento como aquele.

- Só não ria.

- Yes! – ele comemorou. – O que você vai dançar?

- Eu gosto de WSJN, conhece?

- Claro.

- Vou dançar “happy” então, mas não tenho os pompons – entortei a boca. – Faça de conta que estou com eles, se não vai ficar bizarro.

- Tudo bem – disse ele, depois de uma risada.

Coloquei a música para tocar e ajeitei meu cilindro de oxigênio. Claro que não dava para dançar rapidamente, eu não podia sair do lugar então fiz mais gestos parada. No começo morri de vergonha e nem olhei para o Kook, muito menos dublei a música.

Até ele reclamar.

- Ah não vale – disse ele. – Você não está nem cantando a música!

- Ah saco! – me esforcei então para fazer alguns aegyos, os quais renderam sorrisos calorosos dele.

Quando a música terminou, eu comecei a passar mal. Sentei calmamente na cama e coloquei a mão no coração. Tudo girava, minha cabeça pesou e eu quase desmaiei, se não fosse pela minha respiração profunda. Kook ficou muito preocupado.

- Hyurine, você quer que chame os médicos?

- Não, estou bem – sorri fracamente a ele.

Comecei a trocar meu cilindro de oxigênio porque eu tinha esquecido e fora dançar. Agora eu precisava correr para que não acabasse antes de trocar. Me atrapalhei toda com os tubos finos e minha visão começou a ficar turva de novo, eu não conseguia enxergar os buraquinhos de plugar os tubos.

Kook ofereceu ajuda.

- Hyurine, quer ajuda?

- Estou bem, Kook, fica tranquilo.

Pare de ser teimosa, Hyurine!

Voltei a fazer as coisas rapidamente, agora já desesperada, quando Kook chamou as enfermeiras porque sabia que aquilo não ia dar certo. Eu me desestabilizei e as coisas caíram da minha cama. Minha respiração falhou e eu caí no chão.

- Hy! – Kook se alarmou. – Socorro!

A última coisa que vi foi Jungkook olhando preocupadíssimo comigo, a mão sobre a boca, talvez alarmado de não poder fazer nada. Então senti alguém segurando fortemente minha mão quando tudo ficou escuro.

E eu perdi completamente os sentidos.


Notas Finais


É gente, ta td mto bontinho, mas temos uma personagem com câncer né :/
FIQUEM COM DEUS, AMO VOCÊS :3


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