História Hierarquia - Capítulo 4


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Dominique Weasley, Lílian L. Potter, Personagens Originais, Rose Weasley, Scorpius Malfoy, Tiago S. Potter
Tags Alvo Severo, Dominique, Garota De Programa, Gina Weasley, Harry Potter, Hinny, Hot, James Sirius, Lily Luna, Máfia, Percy Wesley, Prostituição, Rose, Scorlily, Scorpius Malfoy, Sequestro, Tortura, Violencia
Visualizações 54
Palavras 2.467
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!!

Capítulo 4 - Lembranças


Fanfic / Fanfiction Hierarquia - Capítulo 4 - Lembranças

O homem de cabelos ruivos andava de um lado para o outro sem parar, ele estava nervoso, fazia mais de 18 anos que não via a pessoa que viu naquela humilde padaria, ele havia ido lá para fazer uma proposta ao dono sobre o imóvel que era num ponto ótimo, a Construtora Potter junto da Weasley estava precisando de um imóvel pequeno e em um lugar adequado e bem movimentado. Percy pensava que iria somente ter a tarefa de lidar com pobres e nada mais, mas ele estava errado, naquela humilde padaria ele encontrou um fantasma de seu passado, uma pessoa que ele não via a anos, havia visto somente por fotos. Fotos que conseguia por meios que não viam ao caso agora. Percy não esperava encontrar sua sobrinha, Lílian, aquela que ele nunca mais pensou em ver. Por muito tempo ele pensou que ela havia morrido, ou até mesmo ido parar em um orfanato, depois que a deixou na soleira da porta de uma casa qualquer em um vilarejo pobre chamado Godric's Hollow, ele foi embora. A cinco anos atrás, Percy foi procurado por uma senhora chamada Mercedes, ela era uma senhora que aparentava ter seus setenta anos ou mais, disse ela que havia encontrdo o bebê qu achava ser de Percy. Percy não sabia como a velha havia descoberto que havia sido ele, mas tratou de se livrar rapidamente da mulher

Ele marcou um encontro com ela na humilde casa que Mercedes morava, ele se certificou que sua sombrinha ,Lílian, não estivesse no local aquela hora, e quando ela não estava olhando, ele acertou sua nuca com uma estátua pesada que havia pego em sua casa, a mulher cambaleou com a forte pancada e acabou caindo e batendo a cabeça na quina da mesa e morrendo na hora. Percy checou sua pulsação e sorriu ao constatar que a senhora estava morta.

Mais tarde naquele mesmo dia, Lílian voltou da escola toda animada, o seu dia havia sido ótimo, ela havia tirado a nota máxima na prova de álgebra, havia sido escolhida para interpretar a personagem principal em uma peça de teatro, e também havia dado seu primeiro beijo em um carinha que ela tinha uma paixão secreta, que somente Dona Mercedes sabia.

Mas é como as pessoas dizem, tudo que é bom dura pouco.

Quando abriu a porta de casa encontrou a mulher que a acolheu quando era somente um bebê, a mulher que gastava o pouco dinheiro que ganhava de sua aposentadoria com menina que ela considerava sua filha, a mulher que Lílian chamava de mãe, ela estava desmaiada no chão com uma quantidade significativa de sangue em volta. Naquela mesma semana a vida de Lílian mudou novamente, e dessa vez não teria mais volta, não teria salvação.

Ou teria?

[…]

Mansão Potter:

Harry e Gina estavam deitados, a ruiva com a cabeça apoiada no peito do marido e ele fazendo carinho em seus cabelos. Harry havia tido um dia cheio na empresa, ele não tinha conseguido fechar negócio com um dos mais importantes patrocinadores, esse patrocinador estava disposto a investir mais de 250 milhões na construtora. E esse negócio foi desfeito por um erro grave de seu cunhado Percy. Harry e o irmão de Gina nunca se deram bem, nem na época que ele era somente melhor amigo de seu irmão mais novo, Rony, a muitos anos atrás Harry e Gina tiveram uma briga feia com Percy por causa da divisão de bens, e também pelo simples fato de Percy não aceitar que sua irmã era melhor que ele. Pelo menos era o que Harry pensava.

Gina levanta a cabeça e beija os lábios do marido que apressadamente corresponde.

— Nem parece que se passaram vinte e cinco anos. – comenta Gina.

— É verdade, e nesses vinte e cinco anos eu nunca deixei de amar você. – disse Harry, fazendo Gina sorrir.

— O tempo te fez bem, sabia Harry? Está mais lindo do que já era.

— Você também está linda Gina, nem parece que você ficou grávida duas vezes, e da segunda vez foi de gêmeos…- Harry percebe o que tinha acabado de falar e se cala automaticamente.

— Você não precisa se calar Harry, está tudo bem.

— Eu sei que não está bem, Gina, e para mim está pior ainda.

— Você era muito apegado a ela, né? – Harry assenti. — Ah minha menina, não tem um dia sequer que eu não me lembre dela, foram dois dos piores dias da minha vida, o primeiro foi quando a minha filha desapareceu e o segundo foi quando a polícia disse que não tinha mais nada a ser feito, e encerram as investigações. – Gina deixa lágrimas saltarem de seus os e Harry as seca com as costas da mão. — Sinceramente Harry, eu já perdi as esperanças.

— A Esperança e a última que morre, Gin, isso e uma coisa que teremos que carregar para toda vida, mas de preferência , carregaremos no coração.

[…]

POV Lily:

A noite começaria em breve, e eu precisaria voltar para o bordel ,mas antes eu precisava ir a um lugar que eu ia todo mês.

Abro lentamente a porta e entro na casa que estava com os móveis intactos cobertos por um lençol branco. Fecho a porta e vou até a cozinha e pego uma vassoura...

Termino de dar uma geral na casa é me sento no sofá, pego um porta retrato em cima da mesa e o observo com os olhos. Deixo uma singela lágrima descer de meus olhos.

Era uma foto minha é de Dona Mercedes.

Ah Dona Mercedes! Como eu sentia falta dela, ela havia morrido a cinco anos, e também a cinco anos a minha vida mudou completamente. Dona Mercedes havia me achado na soleira da porta de sua casa quando eu tinha somente um ano de idade, eu não sabia quem tinha me deixando lá, e nem nunca quis saber, na minha cabeça Dona Mercedes era a minha mãe, mas na cabeça dela eu tinha que saber quem eram meus pais biológicos, eu protestei, mas ela continuava insistindo. Por um tempo ela parou de falar no assunto, então eu pensei que ela tinha desistido. Certo dia quando eu estava voltando da escola eu entrei em casa e encontrei a mulher que eu considerava minha mãe, morta. Na época eu fiquei super mau, fiz greve de fome, e quase entrei em depressão. Ficar no lugar onde eu tinha tantas lembranças boas de uma pessoa que eu amava, e ela não estava ali para relembrar aqueles momentos comigo, isso foi uma das coisas que me fez sair dessa casa. A prostituição não foi a minha primeira opção, antes disso eu procurei vários empregos, mas era difícil encontrar alguém que aceitasse uma adolescente, que nem tinha terminado a escola, para trabalhar em seu estabelecimento. Quando eu estava tomando café da manhã em uma padaria no centro de Londres, Dylan, que na época eu nem imagina quem poderia ser, sentou-se ao meu lado, ele ficou me olhando estranho como se tivesse me avaliando, eu achei estanho então decidi me levantar e ir embora, mas antes eu tinha que pagar a conta e eu não tinha nada na carteira. O tal “homem” percebeu isso é se ofereceu para pagar a conta, no começo eu relutei, mas eu sabia o teor da situação, então decidi aceitar. Depois disso, o homem foi puxando assunto comigo, aí conversa vai conversa vem, ele me ofereceu um emprego, eu di cara fiquei animada, afinal eu jamais poderia imaginar que eu conseguiria um emprego quando eu estivesse tomando café em uma padaria. Sorridente e animada eu acompanhei Dylan até o tal lugar que ele dizia ser meu local de trabalho. Eu fui na inocência e na ingenuidade, eu nunca poderia imaginar a armadilha que eu estava caindo. Ele me largou lá, falou com Margareth, que na época eu também não sabia quem era, e foi embora.

Margareth foi gentil comigo, ela percebeu que eu estava assustada e com medo, então me levou para seu escritório, lá ela me ofereceu um copo d'água e começou a conversa comigo, a essa altura eu já sabia que aquele lugar era um bordel. Ela me fez algumas perguntas básicas como: nome, idade, altura e me perguntou também se eu tinha alguma experiência no “ramo”, e eu disse que não. O que eu achei mais estranho foi quando ela me pediu para tirar a blusa e o sutiã. Eu fiquei com vergonha, eu nunca havia ficado nua na frente de ninguém, Mas obedeço. Margareth começou a avaliar meu corpo com os olhos e depois com as mãos o que me deixou ainda mais desconfortável. Margareth tevê que me ensinar tudo, eu não sabia como me comportar em um bordel, e nem a seduzir um homem.

Dizem que a primeira vez agente nunca esquece, que é memorável, mas para mim tudo que eu queria era esquecer, esquecer que aquele momento havia acontecido. O homem era gordo e fedia a bebida, sempre que ele se aproximava de mim eu tinha vontade de sair correndo, mesmo quando eu disse que era completamente inexperiente ele me empurrou na cama e me forçou a fazer uma coisa que eu não queria.

Tem gente que pensa que eu e as muitas mulheres que se prostituem estão nessa vida por escolha, eu não escolhi essa vida. Eu consegui terminar a escola, mas não pude seguir nenhuma profissão. Meu sonho sempre foi fazer faculdade de medicina, ajudar as pessoas que necessitam de atendimento médico e não tem dinheiro para pagar um bom hospital, mas esse sonho fica cada vez mais distante a cada hora, a cada minuto e a cada segundo.

Limpo as lágrimas que escorriam de meus olhos e coloco o porta-retrato sobre a mesa, me levanto e vejo a hora em meu relógio de pulso, 19h:47min, eu estava frita, Margareth iria me dar uma baita bronca pelo atraso.

Quando retorno ao bordel, entro pelos fundos e troco de roupa, entro no salão e percebo Margareth conversando com um homem alto de pele branca e cabelos ruivos.

— Ruiva. – Margareth me chama pelo meu apelido. — Esse senhor está a sua procura.

[…]

POV Narradora:

Pouco depois de completar 02:00 da madrugada, Rose entrava em sua casa trêmula, cambaleando a cada passo dado. Hermione que vinha da cozinha, logo acolheu a filha que quase tombou de cima da escada. Preocupada, a esposa de Rony caminhou rumo ao quarto da filha. Rose se encontrava em um estado caótico: as roupas úmidas, os olhos borrados e os cabelos desordenados. O que deixou Hermione apreensiva.

Deitando-a na cama, pôs-se a perguntar:

― Onde você passou a noite Rose? Eu e seu pai estávamos preocupados.

― Eu? Bom eu estava por ai. Sabe. Longe de toda essa mansão que não me pertence. - respondeu debochada, Hermione tornou a falar:

― O que está acontecendo com você, filha? Tirando notas baixas, chegando bêbada em casa, desobedecendo seu pai…

Foi interrompida:

― Eu sou maior de idade! E antes que diga que vocês me sustentam, lembre, papai cortou minha mesada e também meus cartões de crédito. Vocês vão me tirar mais o quê?

Hermione suspirou, era incrível o talento que Rose possuía para tirá-la do sério. Nunca foi daquele jeito e isso que intensificava o seu desejo por respostas.

― Não, mas está esquecendo do seu carro. Ande me fale onde você estava, ou então…

― Vocês querer me ferrar? ― esbravejou ela.

― Não, Rose, nós só queremos te proteger de você mesma e se isso inclui tirar seu carro para abrir seus olhos, pode ter certeza que eu vou cumprir o prometido.

Depois de um tempo sentada sem sequer se mexer, Hermione levantou-se e Rose disse:

― Faça o que quiser.

― Eu exijo que melhore as suas notas, caso contrário você perderá muito mais que um carro.

Decidida, Hermione seguiu para a saída do quarto, deixando a filha pensativa.

[...]

Ao pé de sua cama, reluzia a pigmentação alaranjada do sol. Imaginando como se encontrava seus familiares, James tombou os braços para baixo, fechando a mala que faltava para poder prosseguir em seus planos. Podiam estar do mesmo jeito ou totalmente diferentes – não sabia para onde rumar as suas hipóteses, apenas dispunha da certeza de que algo ao certo teria mudado.

O que replicava na sua incerteza na relação que tivera com o pai, antes mesmo de sair de Londres. Foi um desastre total, primeiro porque Harry não aceitara com muito entusiasmo a sua ida para outro país, pois apesar de ter Alvo ao seu lado, seu pai sempre lhe confiou a hierarquia achando nele a personalidade ideal para os trabalhos na empresa. No entanto não foi o que aconteceu. James escolheu o caminho que satisfazia seus desejos e trilhou, criando uma lacuna e aprofundando ainda mais quando partiu. Seu pai que conforme os anos foi amenizando a decisão tomada, garantiu a ele que quando voltasse à Londres as empresas estariam prontas para serem lideradas por suas mãos. Entretanto não retornaria para esse fim, mas sim par assumir um cargo que durante anos almejou e que trabalhando duro conseguiu.

Harry alheio aos planos do filho, teimava em achar que era para cumprir os seus projetos que James estaria retornando,

― Vou sentir a sua falta! - disse Rachel entrando no quarto e deixando sobre a cômoda uma xícara de chá. A moça de cabelos loiros foi em direção a James que sorriu ao ser tocado pela mulher que esteve durante a noite toda em seus braços.

Não foi o que chamamos de relacionamento, mas sim o tipo de aventura que certos homens solitários usufrui quando sentem a falta do prazer e o cansaço do trabalho.

― Sem sentimentalismo, lembra? ― disse ele virando-se para encará-la.

― Voltando as minhas próprias palavras contra mim?

― Somente estou repetindo. ― Acariciou o seu rosto com o olhar pretensioso dela preso ao seu. Virou o rosto para o relógio preso na parede. ― Desculpe, mas eu estou atraso. ― afastou-se abruptamente e tirou de cima da cama a mala que foi afundada outra fez na cama, por Rachel que pulou sobre a mesma, impedindo James de tirá-la.

― Nem um beijo?! ― Rachel projetou um bico nos lábios, provocante.

― Já tivemos nossa despedida agora se me der licença.

― Porque vocês homens são tão rancorosos? ― James tentando ignorar, seguiu com a mala já em mãos para a saída do quarto. Rachel não deixou-se ficar em paz e foi atrás do primogênito Potter.

Já na sala, ela assistia-o sair, quando de repente gritou com um sorriso dissimulado:

― Quem sabe eu não te faço uma visitinha.

James ao lado de fora do apartamento, não deu importância e rebateu:

― O endereço está sobre a mesa.

Correndo ansiosa até a mesa frente ao balcão da cozinha, Rachel tirou o envelope de cima da mesa e abriu-o com um sorriso, deparando-se com uma fatura cuja dizia.

“VALOR MENSAL DO APARTAMENTO: 5, 000 Dólares.”

A moça de cabelos loiros sentiu o sorriso murchar.


Notas Finais


Beijos: Mascaradak e SamiKl. :)


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