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História Hierarquia Suprema - Stiles Stilinski - Capítulo 2


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Notas do Autor


Capítulo um corrigido, desculpem se mesmo fazendo a correção alguns erros passaram em branco

Capítulo 2 - Capítulo - 02


Encarei o enorme prédio na minha frente, com as malas colocadas ao meu lado pelo taxista e suspirei, Peter e a sua mania de exagerar. Arrumando coragem, caminhei com as duas malas grande de rodinhas e duas pequenas de mão para dentro do hall do prédio, parando no balcão da recepcionista, confirmei a estadia e a minha identidade com a mulher loira antes de pegar o cartão de acesso ao elevador. Onde direcionei o andar até as portas prateadas e esperei ela se abrir ao apertar o botão do penúltimo andar, a subcobertura.

Pensamentos desconexos e aleatórios me prendiam fora do radar, quando voltei a realidade, o som irritante de porta se abrindo  já soava e rapidamente entrei naquele pequeno cubículo  ouvindo a música melodiosa de fundo. O que dizer de algo tão irritante? Nada, por que esse pequeno "incômodo" foi totalmente superado quando um grupo de seis pessoas entraram no elevador, por estar de capuz não consegui ver os seus rostos mas, algo na presença forte e assustadora de um  deles me deixava intimidado, tanto que me encolhi contra o canto da parede metálica como um ratinho acuado  na presença de algum predador para não ser notado, algo provável e improvável de acontecer se for levar em conta o meu pequeno  companheiro e tão amado azar, notam a doce ironia.

- Ei, você do capuz! - Uma voz de um homem, engajado no tom superior, e esnobe sobrepôs a conversa dos seus companheiros, ao ponto de os silencia. - E pela área de serviços que levam as malas serviçal inútil!

Respirei profundamente juntando toda a educação que Noah Stilinski me deu para não o responder, o que esse serzinho pensa que é? O Papa, presidente do estado Unidos ou a porra da rainha da Inglaterra? Tsc, tranquei o maxilar, – dentes superiores com dentes inferiores – num auditivo estalar, mal acabo de chegar e já me estresso a esse nível, o que devo esperar desta estadia? Meu Deus que esse "cadelo no cio" não more no mesmo prédio que eu, nunca te pedi nada, okay! Mentira, já pedi várias coisas e entre elas a de não morrer nas minhas aventuras "nada" perigosa mas, por favor deuzinho, me ajuda ai.

- Eu estou falando com você serviçal! - Apontou com a sua voz extremamente irritante. - Você sabe falar pelo menos?

Uma careta se formou, "cruzes como uma voz pode ser tão insuportavelmente dolorosa aos ouvidos?" Me perguntei mentalmente o ignorando totalmente.

- Como é? - Gritou ele alto, com o som se ecoando no cubículo metálico.

- Porra! - Resmunguei baixinho surpreso.

Não acredito que falei isso em voz alta! Puta que lá merda stiles, agora você acaba de encontrar um novo inimigo para sua lista.

- Estão rindo do que seus idiotas? - reclamou quando uma onda de risadas escapou de quatro dos seus companheiros. - PAREM COM ISSO AGORA, ESTOU MANDANDO! AMOR, FAÇA ALGO....- Choramingou, hã, isso foi mais que irritável e nojento. Coitado desse cara.

- Claro, porque eles não ririam de alguém que tem a voz de hiena rindo misturada com galinha sendo esganada? - Soltei sem ao menos perceber. - Droga! - Levei a mão a boca não acreditando, puts, eu e o meu dom de falar sem pensar.

Mais risadas, agora altas e escandalosas. Ao contrário de mim, que estava envergonhado com uma vermelhidão nas maçãs das bochechas fluírem livremente ignorando a ordem alheia, me escolhi devido ao constrangimento. Sorte a minha que não havia retirado o capuz. Deus do céu, eu a minha boca que tem vida própria.

- Olha o que fez S....

- Ah, cale - se! - Mandei num tom irritado, sem ao menos olhar para ninguém. Eu em, vai que o olho e acabo virando estátua? Não, estou ofendendo a medusa. - Não tô afim de ter uma bela dor de cabeça por ficar ouvindo sua imprestável e incômoda voz. - Esclareci cruzando os braços. Acho que eles devem estar se perguntando o porque eu de não ter tirando o capuz até agora, mas foda - se e melhor assim. Vai que esse doido varrido queira me matar?. - Então para o bem dos ouvido do mundo e o meu cale essa maldita voz seu metido a rainha do Tatuapé barata e falsificada.

Houve um silêncio, o grilo cantava, brincadeira, mas eu não entendia essa quietude do nada, mesmo me coçando para ver as suas caras não me atrevi. Por que disso eu não sabia, se era devido aquela presença impactante e mega assustadora de alguém daquele grupinho ou qualquer outra coisa que me impedia de levantar e tirar aquele pano preto da cara, mas,  só fiquei com o rosto encoberto mordendo o lábios ciente que só essa parte estava a vista deles porque de resto estava escurecido com a sombra feita.

- Você sabe quem eu sou? - Ralhou irritadiço, como é possível ficar mais doloroso de tão fino ao tímpanos  a cada minuto. - Para ter essa ousadia de falar comigo dessa maneira, serviçal? Vou reclamar com o gerente, esse hotel já esteve mais bem frequentado por bons funcionários.

Suspirei, pedindo calma, paciência para não pular e rodar a baiana nesse fulano esnobe.

- Um acéfalo desprovido de qualquer atividade cerebral de inteligência? - Debochei de uma maneira sarcástica. - Creio que não me interessa saber quem você é, e pouco importa a sua opinião e muito menos saber o que raios você acha que é para agir de um modo tão esnobe, sendo que de um nada para lixo e tudo igual e isso que você está sendo agora, um lixo incômodo, insuportável e intolerante. Duvido muito com esse seu caráter mesquinho, o pessoal que está a sua volta gosta de você.

Mais um silêncio, credo. Tô começando a achar que esse serzinho nunca foi peitado e os outros nunca viram isso.

- Claro que eles gostam de mim. - Falou entojado e com superioridade. - Se não...

- Claro se você fica com alguém de suma importância, e óbvio que iriam tolerar a sua companhia desagradável, seu bicho burro,  - Resmunguei baixinho. - Tolerar é uma coisa, e gostar já é uma outra coisa, mais não ficarei perdendo o meu precioso tempo explicando para alguém do teu tipo, não tenho paciência e muito menos calma para isso. Agora cala boca, eu já não mandei? Ou terei que arrancar todos os seus dentes na base do soco... - Parei e sorri de modo traiçoeiro. - Até que não seria uma má ideia, vai que consigo arrumar a sua voz de violão desafinado misturado com cadela no cio.

De novo mais silêncio. O que há de errado com eles? Não, o que há comigo? Nunca foi violento, ser uma boca sem filtro e atrevido, sim, mais violento? Tsc, a algo nessa pessoa que está a me tirar do sério. E uma sensação de posse? Não, não pode ser isso. Mas porque esse sentimento de possessividade do nada,  do quê e de quem? Ah, Stiles Stilinski você não saiu de uma merda sobrenatural problemática ,para ir numa zorra de um mundo normal problemático ( Você que sonha querido, com esse mundo normal).

- Ah...- Ele começou a falar mas, como uma pessoa maravilhosa que sou o interrompo.

- Shiuu. - Falei lavando o dedo na boca. - Está ouvindo isso?

- Ouvindo o que seu idiota? - Disse ele sem entender.

- A parte que eu não mandei falar, a parte que eu não pedi a sua opinião e a parte que não me interessa saber de nada que venha de alguém da sua laia. - Respondi atrevidamente com um sorriso. - E a parte que se você continuar a me tirar do limite da minha paciência, eu irei te esfolar a cara nesse chão imundo, por que é a onde pessoas que nem você tem que ficar,  para aprender a ser mais humilde e simplista com alguém de uma classe menor que a sua mesmo que às vezes essas pessoas  apresenta não ser "rica", aprenda que roupa alguma define quem  é pobre ou não, babaca dos inferno.

Eu estava irritado, muito para falar a verdade. Peguei as malas no mesmo horário que as porta do andar que o meu apartamento ficava se abriu, e andei rapidamente para fora daquele cubículo com a cabeça baixa, resmungando;

"Só que me faltava, mal cheguei e já entro numa confusão sem sentido. O meu pai vai me matar quando souber e Peter pai vai perguntar, porque eu não matei, que merda…"

Parei quando ouvi aquela voz "linda" a me gritar de dentro do elevador

-Você me paga!

-Adicione a conta, pode deixar que vou pagar uma gorjeta generosa para te ajudar a bancar a sua plástica, manequim falsificada.

Aí senhor, o que há comigo? O que é essa raiva do nada e pior que sono, não dormi nem duas horas desde que peguei o avião para essa cidade, bem, está explicado. Eu, mais sem dormir e igualmente, euzinho aqui irritadiço ou é eu querendo arrumar uma desculpa para algo que nem sei o que é.

Mas independente disso, finalmente cheguei ao apê que vou ficar  pelo resto dos meus dias de universitário, passei o cartão na tranca de segurança e digitei o código dando início a minha nova morada, não examinei como era o interior dela, mesmo ciente de quão luxuoso era esse apartamento porque afinal estamos falando de Peter Hale e ele não brinca em serviço na hora de exagerar.

A única coisa que vi antes de fechar a porta foi o lindo sofá em L preto antes de me jogar e me afundar em um sonho incógnito com um enorme lobo preto de olhos vermelhos.



Notas Finais


Obs: Por favor, caso alguém leia e veja por ventura algum erro ortográfico marquem e me avisem se não for pedir muito..daí eu estarei corrigindo..eu fiz o máximo que consegui  na correção e mesmo assim posso ter deixado passar erros...

Bjs até a próxima


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