História High Metphord School - Capítulo 11


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Crossover, Horror, Interativa, Mistério, Slash, Survival, Suspense, Terror
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Palavras 3.434
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Yaoi (Gay)
Avisos: Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OLAAAAAA!

TRAZENDO UM NOVO CAPITULO FRESQUINHO PRA VOCEEEEEES!

Boa leitura 😘

Capítulo 11 - Chapter 10


Fanfic / Fanfiction High Metphord School - Capítulo 11 - Chapter 10


- Que droga Dylan... - Começou Pharah. - Era pra gente ter ficado até nos certificarmos de que todos já tinham fugido.

- Onde você quer chegar com isso? - Perguntou Dylan.

Os dois estavam em um corredor totalmente tomado pelo silêncio e escuridão. Pharah estava de pé, apoiando suas costas na parede.

Dylan também se apoiava no muro branco, que agora estava pichado. Porém, o garoto estava sentado. Ele estava pensando em tudo o que fez com a Cassie e seus amigos.

- Vai ver outra pessoa deve ter morrido, por nossa causa. - Falou a garota. - Você foi muito idiota.

- Tá, isso não vai mudar em nada. - Falou Dylan.

Um grito ecoou. Uma voz estrondosa masculina gritava desesperadamente.

- De quem é essa voz? - Perguntou Pharah. - Parece o Akira!

- Droga, a gente precisa ver o que aconteceu. - Falou Dyla, se levantando. - Vamos.

Os dois então atravessaram o corredor e então se esgueiraram em outro. Porém, na esquina, algo chamou a atenção de Dylan.

Uma sombra negra estava no final do corredor. Uma garota que estava com seus cabelos para a frente, impossibilitando a visão de sua face. Devido à escuridão, não era possível ver as roupas que ela usava, mas era notável perceber suas pernas dobradas e desajeitadas.

Aquela garota era Cassie.

- Dylan...? - Pharah tentou chamar sua atenção, mas não foi possível.

- Tem uma garota ali, no final do corredor. - Falou Dylan, apontando. - Ali!

- Eu não tô vendo nada. - Respondeu Pharah. - Anda logo, a gente precisa ver que grito foi esse!

E então, Dylan nunca imaginou que algo relacionado à isso aconteceria, porém aconteceu.

O garoto ouviu um sussurro.

- Dylan... - A voz estava rouca.

- Que merda é essa? - Dylan perguntou, como certo receio. - QUEM É VOCÊ?

- Dylan... - Aquela palavra era a única que a voz pronunciava.

- O QUE VOCÊ QUER? - Gritou.

- Dylan, para com isso! - Pediu Pharah, segurando seu braço um pouco musculoso. - Não têm ninguém ali! A gente precisa ir!

- Dylan... - Ouviu novamente.

- QUEM É VOCÊ? - Gritou, assustado. - O QUE QUER DE MIM? O QUÊ ESTÁ FAZENDO AQUI?

- Dylan... - Múltiplos sussurro ecoavam pelo seus ouvidos.

- Dylan...

- Dylan...

- DYLAN!

- DYLAN, CHEGA! - Impaciente, Pharah puxou o braço de Dylan com força, levando o mesmo até o próximo corredor.

Bem, quando olharam para o mesmo, não queriam ter visto o que viram.

- Ah meu Deus... - Murmurou Pharah.

Um rastro de sangue percorria todo o meio do corredor, dobrando em uma sala de aula.

- O que aconteceu aqui? - Perguntou Pharah, olhando para o rastro. - Que droga!

- Vem daquela sala. - Falou Dylan, apontando. - Vamos.

Dylan e Pharah fizeram. Assim que entraram, não se assustaram muito. As carteiras que estavam bagunçadas atrapalhavam a visão.

Só foram notar a grande poça de sangue quando chegaram no meio da sala de aula. O rastro se acabava em um belo lago de sangue.

Eles concluíram que aquele sangue surgiu dali.

- Que merda... - Falou Dylan. - O que aconteceu aqui?

Os dois notaram que no canto de uma carteira, havia um pequeno objeto. Para foi até o mesmo e se ajoelhou.

- O que é isso? - Perguntou Pharah. 

- Não sei. Na dúvida, é melhor não pegar. - Respondeu Dylan.

Pharah resolveu desobedece-lo e pegou o objeto com a ponta de suas mãos. A garota o analisou detalhe por detalhe.

- Têm uma consistência meio molhada... - Falou a garota. - E também é macia...

Pharah tocou na lateral do objeto, e sentiu um líquido vermelho na ponta de seus dedos.

Dylan já havia percebido o que era aquilo.

- QUE MERDA! - Gritou. - PHARAH, SOLTA ISSO!

- Ué... Por que? - A garota não entendeu.

- ISSO É UMA LÍNGUA! - Respondeu.

Com os olhos arregalados e a boca entreaberta, Pharah olhou novamente para o que estava segurando.

De fato era uma língua.

Pharah deu um grito alto e soltou rapidamente o objeto, fazendo o mesmo cair no chão, e se afastou um pouco.

A garota se afastou o suficiente para que suas roupas acabassem sendo manchadas com a poça de sangue.

- CARALHO! - Gritou ela. - Não me diga que...

- Alguém teve a língua arrancada... - Respondeu Dylan. - Só pode ser isso! Não pode ser outra coisa!

- Quer saber? Vamos embora daqui! - Falou a garota, se levantando. - Já fiquei assustada... Até demais!

Engolindo em seco, Pharah saiu daquela sala, acompanhada de Dylan.

Ela só não sabia que iria ver coisas piores do que uma língua arrancada.

...

- Droga, que frio... - Falava Katherine, ainda pálida.

A garota parecia um pouco traumatizada. Suas mãos ainda estavam frias, ela ainda segurava o moletom que David lhe dera segundos atrás. Kate estava sentada em um banquinho, com suas costas recostadas na parede.

Ela e David estavam na cantina. Katherine estava sentindo muito frio e David faria um chocolate quente para acalma-la.

Katherine observava a cantina um pouco escura, vazia e silenciosa. Não havia ninguém ali, e provavelmente ela não estaria lá para ver aquele lugar cheio de estudantes novamente.

- Merda... Por que eu estou aqui... - Sussurrou para si mesma. 

A garota pôs uma das mãos na cabeça e estava prestes a chorar, todavia foi interrompida pelos passos de David, segurando uma caneca branca cheia de chocolate quente nas mãos.

- Toma. - Falou, oferecendo a caneca. - Eu posso ser ruim na cozinha, mas eu tentei o meu melhor.

David se sentou no banquinho ao lado de Katherine.

Por outro lado, esta soprava o vapor para esfriar o chocolate quente. Quando sentiu que este estava mais morto, ela pôs o canto da caneca na boca e ingeriu o chocolate.

- Olha, desculpa se tá ruim... - Falou David, parecendo meio culpado e colocando a mão atrás de sua orelha. - É que você parecia estar com frio, e seria muita covardia te deixar nessa situação.

- Muito obrigada. - Falou a ruiva, dando mais um gole no chocolate. - Inclusive, esse chocolate quente tá muito gostoso. 

- Uau, eu não sabia que possuía grande talento na cozinha. - Falou ele, realmente surpreso.

Katherine riu apenas por alguns segundos.

- Pelo que vimos, você têm. - Falou.

- Bom... Já que estamos aqui... - Começou David. - Por que você não conta como veio parar aqui?

- Nossa. Que pergunta mais... Inusitada. - Falou Katherine, tirando a caneca de sua boca.

- É, pode parecer estranha mas... - Falou o garoto. - Não é tão íntima. Vamos, me conta!

- Tudo bem. - Katherine cedeu.

[FLASHBACK]

Naquela noite, Katherine estava com um belo macacão preto. A garota iria para uma festa, cujo lugar seria na casa de sua vizinha e melhores amigas, Miranda.

Assim que saiu de casa, Katherine percebeu que a rua estava escura e silenciosa. Exceto por um carro de cor negra que passou na rua, com os faróis ligados. A garota sentiu uma brisa esvoaçar suas roupas e seus cabelos.

Por algum motivo, Kate percebeu que estava sentindo que algo ruim aconteceria, principalmente com si mesma. Porém resolveu ignorar estes sentimentos, pois dali ela iria para uma festa e queria se sentir bem e animada.

Ao chegar na casa de Miranda, Katherine sentiu o cheiro nojento de xixi. A grama estava molhada com urina e vômito. A ruiva ficou bem enojada e não sentiu vontade de entrar dentro da casa, já imaginando o que iria ver.

Dentro da residência, a música estava alta e abraçada por conta das janelas e portas estarem fechadas. Katherine ouviu gritos de animação e percebeu que a casa estava totalmente escura. Todavia, a garota resolveu ignorar tudo à sua volta e entrou dentro da casa, animada.

De fato, seus pensamentos estavam certos. Haviam pessoas bebendo, casais héteros e lésbicos se pegando na parede, e a música estava alta. Miranda era uma garota muito popular e convidou todos os seus amigos para a festa. Bem, praticamente todos estavam presentes.

Demorou um tempo para Katherine encontrar sua amiga. Esta estava na cozinha, preparando alguns drinks enquanto havia um casal gay se pegando no fogão.

- Katherine! - Miranda logo se animou e foi abraça-la.

- Não... Eu sou uma miragem! - Brincou.

As duas se abraçaram e logo se soltaram.

- E então? Como tá o colégio? - Miranda pegou um copo vermelho e o encheu de cerveja, entregando para Katherine logo em seguida.

- Ah... Sinceramente, tá uma porcaria. - As duas escoraram suas costas na mesa de jantar. - O colégio não tá a mesma coisa... Principalmente com uma garota nova.

- Qual é o nome dela? - Perguntou Miranda.

- Camille. - Respondeu a ruiva. - Ela perdeu os pais com três anos, e é super fã do ocultismo. Eu hein...

- Ah, que pena dela. - Falou Miranda. - Desde que eu saí daquele colégio, tem sido muito chato. Eu sinto saudades do David, da Akemi, da Valeska... - Miranda deu um longo suspiro. - Por falar neles... Como eles vão?

- Eles estão bem. - Respondeu Katherine. - No ano passado, chegaram dois novos alunos, então a gente enquadrou eles no grupo.

- Ah, e o Augustus... - Miranda recordou. - A Melinda, o Shawn, o Finn e a Cassie. Como vão aqueles nerds merdinhas?

- Ah, eles continuam a mesma merda de sempre. - Respondeu Katherine. - A Cassie faltou quarta, quinta e hoje. Tomara que ela tenha morrido!

- Eu daria graças à Deus! - Miranda ingeriu a cerveja que estava no copo. - Uau. Me senti bem alterada depois desse gole!

- Claro, você bebe até a tinta do copo! - Katherine brincou e Miranda riu. Esta tomou o resto da cerveja.

- Sério, eu preciso dar uma saída. - Miranda falou, jogando o copo em qualquer lugar da cozinha. - Eu volto logo.

- Tudo bem. - Respondeu Katherine.

Miranda limpou o redor de sua boca e então saiu de vista. Enquanto isso, Katherine ficou ali, parada na cozinha.

A garota ficou um pouco constrangida quando os garotos que estavam se pegando atrás de si começaram a gemer. Então Katherine resolveu se afastar dali e dar certa privacidade ao casal.

Enquanto isso, o resto da casa estava a mesma coisa. Na sala, as pessoas dançavam, se pegavam e um grupo estava jogando verdade ou desafio, no chão. Katherine resolveu se animar um pouco e curtir o clima.

- Ei gatinha! - Chamou um rapaz atrás de si. 

Achando que era para chamar a atenção de outra garota, Katherine ignorou. Mas só percebeu que havia algo errado quando o rapaz pegou seu ombro e a virou bruscamente para si. Kate não gostou nada disso.

- E aí, você tá solteira? - Perguntou.

- Sai, eu não tô afim. - Respondeu a ruiva. - Dá licença, eu só quero curtir!

- Então vamos curtir à sós no quarto de cima. - Falou, dando um sorriso malicioso. - Uau, que delícia de corpi...

- CALA ESSA BOCA! - Kate enraivou-se e desferiu um tapa na bochecha direita do rapaz. Esta foi tão forte que o canto da boca sangrou. - SEU ESCROTO!

A gritaria acabou chamando a atenção de todos. Eles observavam uma Katherine com raiva, enquanto viam um rapaz que havia acabado de receber um tapa dos fortes e que estava tentando amenizar o machucado, colocando a mão por sua bochecha.

Para não criar um belo barraco, Katherine resolveu sair de lá às pressas, indo em direção ao quintal, onde ao lado havia um corredor pequeno e apertado. A garota resolveu sentar ao lado da porta, no chão, e ficar ali até se recuperar e voltar à festa.

Já havia um tempo que Katherine não via Miranda. A ruiva já havia começado a ficar um pouco preocupada. A garota olhou para o céu e especulou que provavelmente já era madrugada.

Dentro da casa, a festa ainda estava à tona. Ainda haviam pessoas bebendo, transando e jogando verdade ou desafio. 

- Merda, faz tempo que eu não vejo a Miranda. - Sussurou a garota, ajeitando sua roupa.

Se levantando, Katherine murmurou alguns xingamentos e ao mesmo tempo tirou a terra de suas vestimentas. A garota olhou para o céu novamente e sentiu uma gota cair em sua bochecha.

- Merda, daqui a pouco vai chover. - Sussurrou. - Preciso achar a Melinda logo.

Katherine seguiu a direita, dando de cara com um corredor estreito e apertado. Estava escuro até demais, por isso a garota engoliu em seco e sentiu-se assustada.

O barulho do sapato nas folhas espalhadas no chão era perceptível. Katherine estava muito assustada. Não havia nenhum sinal de pessoas por perto, e isso era uma das causas pela garota estar assustada.

A ruiva ouviu um barulho vindo do chão, como se fosse folhas se movendo. Katherine arrepiou os cabelos e se tremeu. O barulho parecia um passo.

Para o seu alívio, não era. Um roedor estava por baixo das folhas. O coitado não estava mais aguentando o calor que estava fazendo ali e resolveu sair o mais rápido possível, deixando Katherine assustada.

- Droga... - Sussurro para si mesma, ao ver o roedor indo embora.

Katherine seguiu caminho, e então saiu do corredor apertado, dando de cara com a rua. Ela continuava vazia, e não havia sinais de farol ou carros pela região.

À sua frente, do outro lado da rua, Katherine viu uma caçamba de lixo verde e atrás dela, um pé. O tal membro estava coberto pelo mesmo sapato que Miranda usava naquela noite. Por isso, deduziu de que a garota estava bêbada.

- Droga Miranda, que susto! - Katherine se aliviou, porém ficou um pouco irritada. - Eu fiquei muito preocupada com você!

Katherine atravessou a rua e então deu de cara com Miranda, deitada de barriga para o chão. A garota estava segurando um copo vermelho amassado, em que minutos atrás estava cheio de cerveja. Miranda parecia realmente bêbada.

- Vamos, levanta daí! - Katherine pegou em seu braço, e a virou de barriga para cima.

Ao ver o que havia realmente acontecido, Katherine arregalou os olhos. Miranda teve o seu pescoço degolado e o seu peito perfurado. Com isso, a ruiva largou rapidamente o braço da defunta e começou a gritar desesperadamente.

Katherine estava prestes a correr. Foi aí que uma pessoa vestida com roupas e máscaras totalmente pretas a agarrar por trás. O mascarado pôs suas mãos cobertas por lucas na boca e barriga da ruiva. Seus gritos se tornaram abafados.

Então, Katherine sentiu uma leve pressão em seu pescoço. Uma agulha havia sido injetada, e o líquido estava penetrando ainda mais na sua carne. A garota se sentiu sonolenta.

Seus gritos foram diminuindo aos poucos e sua visão ficou turva. Katherine revirou os olhos involuntariamente e finalmente caiu no chão, desacordada. O mascarado a pegou pela barriga e a carregou no ombro, levando-a à uma van.

Enquanto isso, a festa ainda estava à tona lá dentro. Nem parecia que havia uma garota morta e outra sequestrada.

Ninguém havia visto absolutamente nada.

...

- E então... Eu vim parar aqui... - Falou Katherine. - Droga... O Jin tá morto... A Miranda também... O que tá acontecendo?

- Droga, só Deus sabe o que se passa na cabeça desses caras. - Falou David. - Se estão procurando por vingança, estão fazendo muito bem.

- Foi uma péssima ideia nos separarmos dos outros. - Falou Kate, tomando mais um gole do chocolate, que agora já estava frio. - Se tivéssemos corrido juntos, para a mesma direção, acho que teríamos mais chances de sobreviver. Se é que alguém deve ter morrido com isso.

- Katherine, não se preocupa. - Falou David. - Eu tô aqui. Eu vou te proteger. Não vou deixar ninguém tocar em você...

- Merda. Por favor David... - Falou Kate, sentindo as gotas de lágrimas percorrerem seus olhos. - Me diz que isso é só um pesadelo. Por favor...

Kate recostou sua cabeça no peitoral direito de David, arrumando o pouco dos fios capilares que atrapalhavam sua visão. Enquanto isso, o garoto apenas cedeu, tentando acalma-la.

...

- Merda, não achamos ninguém até agora... - Falou Joshua. - Acho que todos já morreram.

- Não fale uma coisa dessas! - Falou Charlotte. - Já estamos na merda. Falar uma coisa dessas não vai nos ajudar. Muito pelo contrário.

- Ela tem razão. -  Concordou Taemin.

Os quatro estavam em um corredor próximo da biblioteca. Joshua estava entre Hayley e Charlotte. Enquanto Taemin estava no canto.

Os quatro então ouviram trovoadas, e logo começaram a ouvir pingos caírem no chão. Um belo toró estava previsto para aquela noite.

- Que ótimo. Um toró... - Falou Hayley, em um tom de deboche e ironia.

- Isso só vai dificultar as coisas. - Falou Charlotte.

- Não sei como. - Joshua discordou.

Taemin olhou para o lado direito, e percebeu que a biblioteca estava perto.

- Ei, a biblioteca é logo ali. - Falou, apontando para uma porta dupla com janelas de vidro embutidas. - Vamos ver se tem alguém lá dentro.

- Tem razão. Já olhamos em todos os lugares, menos na biblioteca. - Charlotte fez uma cara do tipo "tanto faz".

E então, Taemin começou a correr em direção à porta, se afastando de Joshua, Charlotte e Hayley.

- Taemin! - Gritou Charlotte. - Não se afasta da gente!

- SEU IDIOTA! - Gritou Hayley. - VOLTA AQUI!

Taemin apenas ignorou os gritos e adentrou a biblioteca.

O garoto parou assim que a adentrou. A biblioteca parecia vazia, escura e silenciosa. O barulho da chuva estava abafado por conta de todas as janelas estarem fechadas. As mesas estavam arrumadas e em seus devidos lugares.

As estantes mantinham seus livros nos lugares certos. A biblioteca parecia estar silenciosa, vazia e bem organizada.

Taemin deu alguns passos silenciosos, e logo percebeu algo de errado: havia alguém ali. Uma pessoa, vestida com roupas, máscara e lucas pretas estava de costas, em frente para a janela.

O tal estava apreciando a chuva da noite e tocando seus dedos na janela, formando um coração. Mesmo de longe, Taemin conseguiu ouvir o que o tal dizia.

- Eu sinto tanto a sua falta...

- Eu queria você aqui...

- Por que você se matou?

- Cassie...

A voz parecia feminina e chorosa.

Taemin se arrepiou por completo. Este ficou tão assustado que acabou pisando em um pedaço de madeira solto no chão, fazendo um belo barulho estrondoso. 

Com isso, o tal virou-se de costas e em um passo rápido, Taemin escondeu-se atrás de uma das estantes. O mascarado deu alguns passos para a frente, ainda reparando se ouvia algum outro barulho.

Taemin engoliu em seco. Este virou-se de frente para a porta, na tentativa de sair de lá o mais rápido que podia.

Agindo na pressão e sem pensar, Taemin correu rapidamente em direção à ela, porém foi barrado pelo mascarado, se arremessando contra o garoto.

Taemin ficou por baixo, enquanto o mascarado ficou por cima. O tal deu-lhe um tapa com toda a força que tinha e pixou a gola da camisa do garoto fortemente.

O mascarado ficou em um movimento de zig zag entre suas mãos e a gola da camisa de Taemin. Máscara Preta então levantou-se, ainda puxando a gola do garoto. E então, o arremessou contra a porta. 

O rosto de Taemin deu de cara com a janela embutida, quebrando o vidro e fazendo alguns cacos perfurar em sobre seu rosto.

 - TAEMIN! - Charlotte percebeu toda a cena. - MEU DEUS!

- MERDA! - Xingou Hayley.

Enquanto isso, Máscara Preta ainda não estava satisfeito. O tal agarrou Taemin pelo casaco e o arremessou contra a mesa da secretária, onde haviam lápis, canetas, livros e uma vitrola. O garoto acabou caindo por cima dos lápis, tendo sua barriga perfurada pelos mesmos. Taemin gritou de dor.

Máscara Preta o observava com a raiva fervendo contra seus olhos. Para deixar o clima ainda mais assustador, o mesmo pegou um disco. Na capa, haviam duas garotas. Uma jovem adulta e outra pré-adolescente, e então pôs na vitrola.

A música que começou a tocar era incrivelmente assustadora.

I know

You belong to somebody new

But tonight... You belong... To me

Enquanto a música tocava inocentemente, Máscara Preta agarrou Taemin novamente e o jogou no chão, ao lado de uma estante. Então... O mascarado teve uma ótima ideia.

Although

We're apart...

Your part of my heart

And tonight... You belong... To me...

Música: Patience and Prudence - Tonight You Belong To Me

O mesmo pegou um livro de capa dura vermelha, ficou por cima de Taemin e começou a arremessar o objeto contra o rosto do garoto. Taemin estava agonizando de dor, sofrimento e medo.

Seu nariz, boca e testa já sangravam bastante. Porém, Máscara Preta queria vê-lo morto. Apenas continuou os movimentos, enquanto o rosto de Taemin sangrava ainda mais.

Enquanto isso, a música tocava alegremente e a chuva caía lá fora. Mal sabiam que o que estavam presenciando era uma noite de horror e pavor. Máscara Preta deu o último golpe, já percebendo que Taemin estava morto.

Suado, o mascarado tirou o suor de sua testa e largou o livro, agora manchando de sangue, em algum lugar do chão. Aquela era a primeira vítima de Máscara Preta. No entanto, Máscara Verde já havia cometido os assassinatos de Akira e Valerie.

Porém, esses dois não era os únicos assassinos. Ainda haviam três espalhados pelo colégio, prontos para fazerem suas vítimas.

Os 10 restantes não estariam seguros por nenhum segundo...


Notas Finais


Oh meu deus que morte foi essa
#riptaemin
Sempre estará em nossos corações

Eu iria colocar duas cenas, mas vou deixar para o próximo capítulo hehehehe!

QUEM SERA MASCARA PRETA? Muito suspeito!

Até!


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