História High Metphord School - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Crossover, Horror, Interativa, Mistério, Slash, Survival, Suspense, Terror
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Palavras 3.081
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Yaoi (Gay)
Avisos: Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OLA PESSOAS!
MAIS UM CAPITULO MARAVILHOSO DA NOSSA FANFIC LACRADORA!
Aproveitem!

Capítulo 4 - Chapter 3


Fanfic / Fanfiction High Metphord School - Capítulo 4 - Chapter 3

Terça-feira, 13 de janeiro de 1972

Cassie acordou sem muito entusiasmo naquela terça-feira. Cansada e ainda com um pouco de sono, a garota desligou seu despertador, localizado no criado-mudo. Levantou-se da cama e abriu a janela. O dia estava meio ensolarado, mas ainda assim possuíam muitas nuvens. 

Cassie não se sentia feliz em ir à escola desde o sétimo ano, no qual ingressou no colégio Metphord, onde começou a ser motivo de chacota e bullying pelo antigo "Grupo 12". Com a chegada de Joshua e Dylan, em 1971, o grupo passou a se chamar "Grupo 14". E assim continua, desde os dias atuais...

Cassie resolveu não se aprofundar nesses pensamentos. Pegou sua toalha, e partiu para o banheiro. Lá, tomou um banho de água quente e escovou os dentes. Resolveu vestir um suéter preto e uma saia curta também negra. 

Arrumou seus cabelos num coque e deixou uma mecha de fios em sua testa.

Ao descer, encontrou seu pai, um gordo que sabe apenas assistir futebol americano bebendo cerveja. No início, o pai de Cassie sempre foi atencioso e cuidou de sus filha quando podia. Após a morte da mãe, seu pai virou outra pessoa. Este se tornara alcoólatra, vivia bebendo em um bar perto de sua casa e passava a noite fora de casa. Quase todos os dias se metia em uma briga, fazendo com que ele chegasse em casa alterado e machucado. 

Sempre quando estava alterado, seu pai queria descontar em algo. Seu boneco João Bobo era Cassie. Sempre dava-lhe fortes tapas, chutes e até socos. Cassie não aguentava mais, pensou em até fugir de casa e morar na rua, mas isso não seria uma boa solução.

- Já vai para a escola? - Pergunta o pai, digerindo um gole de cerveja. - Faça uns favores pra mim primeiro.

- Sim. - Responde ela, de forma ríspida. - Já vou para a escola, não tenho tempo de fazer nada agora.

- O que disse? - Seu pai não aceitava um "não" como resposta. - É melhor fazer as coisas que eu mando mocinha! Aqui nenhuma mulher nasce pra viver na rua! - E assim foi iniciado uma discussão.

- Me desculpe, mas não posso fazer isso agora. - Fala Cassie, novamente. - Eu preciso ir para o colégio!

O pai de Cassie respondeu, mas não com palavras. Deu um tapa fortíssimo na cara de sua filha, que fez com que ela caísse no chão, sujando suas roupas e seus materiais. Tal ato levou Cassie ao choro.

- É MELHOR VOCÊ ME OBEDECER MOCINHA! - Gritou seu pai, já alterado por conta da bebida. - VOCÊ VAI APRENDER UMA COISA!

A garota mal teve tempo de se sentar no chão, quando seu pai a agarrou pelos cabelos e subiu as escadas. Cassie gritava, com todas as suas forças. Porém ninguém aparentava escutar, todos estavam ignorando a cena. Por acharem que era o pai de Cassie, ele poderia fazer o que quiser com ela. 

Os impactos de cada degrau em sua coxa deixava manchas vermelhas e pequenos hematomas em Cassie. Finalmente, seu pai chegou no quarto. Puxou a filha violentamente pelos cabelos e assim arremessou a garota para a cama. Cassie caiu de pescoço no lençol branco, o que foi um pouco perigoso. Seu pai a virou de barriga para cima, e assim os socos foram arremessados nas bochechas da garota.

- NÃO! PARA! - Ela gritava. - PARA, POR FAVOR!

- FILHA MINHA NUNCA DIZ NÃO PRA MIM! - Gritava o pai. - SUA VADIA! SUA MÃE DEVIA TER TE ABORTADO!

As bochechas já estavam sangrando de maneira incontrolável, mas seu pai parecia não estar satisfeito com aquilo. Ele parou os socos, mas a surra continuou. Deus um tapa na cara de sua filha, e assim foi em direção ao guarda-roupa. Pegou um cinto preto de couro, e assim arremessou nas pernas e coxas da menina, antes estavam com pequenas manchas roxas, agora haviam bastante manchas.

- SOCORRO! - Cassie gritava, com a voz chorosa. - SOCORRO!

- É melhor você calar sua boca! - O seu pai colocou a mão na boca de Cassie.

A garota sentia um grande fedor de álcool naquelas mãos gordas e sujas. Já estava na hora de parar, mas seu pai mal sentia-se satisfeito. Continuaria batendo na filha até que o forte efeito do álcool passasse por completo. Por isso, continuou batendo em sua filha. As coxas de Cassie já possuíam cortes, machucados e diversos hematomas. O pai parou. Todavia, ainda não se sentia satisfeito.

Tocou nas coxas de sua filha. Suas mãos estavam se aproximando do short da garota, escondido pela saia escura. O homem estava prestes a tirar o short da filha, quando esta se debateu, já imaginando o que iria acontecer. Porém o seu pai a segurou pela boca e barriga. Cassie gritou com toda a força, mas com a mão em sua boca, a voz saiu abafada.

- QUIETA! - Seu pai ordenou, e assim ela fez.

Cassie estava tremendo. Suas lágrimas quentes desciam pelo seu rosto enquanto seu pai praticava o incesto.

Com ousadia e audácia, o pai de Cassie tirou o short da garota com os dentes, revelando a calcinha rosa que a garota vestia. Com isso, largou a barriga de sua filha e estava lentamente tirando a calcinha de sua filha, quando foi surpreendido com um chute em seu rosto. Com isso, o homem foi ao chão, atordoado. O chute acabou agarrando seu olho, por isso sua visão havia ficado turva. 

Cassie levantou-se rapidamente, vestiu dia calcinha e short novamente e saiu correndo, enquanto o homem continuava ali, deitado no chão, atordoado.

O homem estava prestes a estuprar sua filha, quando Cassie foi mais rápida e apenas se defendeu. A garota não aguentava mais sofrer esse tipo de abuso vindo de seu próprio pai. Ele a dizia que a amava, todavia... Isso não era amor.

Isso era abuso.

Cassie ainda chorava quando finalmente chegou em seu colégio. Não havia ninguém na entrada, levando ela a deduzir de que as aulas já haviam começado. Ela entrou rapidamente e foi ao banheiro em passos rápidos. 

Ao chegar lá, abriu a torneira e lavou seu rosto, livrando-se das lágrimas. Ao olhar para a perna, percebeu de que haveria de dar uma pequena enxaguada. Com suas mãos, Cassie pegou uma quantidade de água, e assim jogou em sua coxa. O contado da água com as feridas fez com que ela sentisse pequeno ardor e dores, porém nem ligou. Apenas limpou tudo aquilo, e foi em direção à sua sala.

Lá, descobriu que o primeiro horário das terças seria química. Mal havia se dado mal com a professora, certamente agora ela não entraria para a sala de aula, mesmo assim, tentou. Enquanto a professora explicava seu assunto, Cassie interrompeu a funcionária, abrindo a porta com tudo, fazendo a mesma bater com força na parede. O que fez alguns alunos e até a própria professora se assustarem.

- Que horas são? - A professora perguntou, estressada. - São exatamente 7 e trinta e quatro da manhã! Você deveria estar aqui às 7 em ponto! Dessa vez, você não vai assistir a minha aula. Fique lá fora!

- Me... Me desculpe. - Tentou Cassie, mas a professora nem mudou sua reação. - Tudo por culpa daquele gordo escroto... - Sussurrou.

- O que disse? - A professora conseguiu ouvir parte do que Cassie havia dito. 

- Nada. Me desculpe novamente. - Falou Cassie, e assim fechou a porta.

Sem esperanças, Cassie sentou-se num banco espaçoso que havia ao lado da porta, e esperou a aula de química passar. Porém, ainda estava longe...

Com o passar do tempo, a aula de química havia acabado. Cassie se deu conta disso ao ver a professora saindo da sala, com os seus materiais em mãos. No momento da troca de professores, Cassie aproveitou a distração e entrou na sala de aula.

Ao ver Camille, deitada no próprio braco, deu um aceno para a mesma. Camille retribuiu, dando outro aceno e um sorriso, sem sair do lugar e sem mudar de posição. Cassie acabou sentando na frente, enquanto Camille estava um pouco atrás.

Ao ver que alguns outros estudantes estavam entrando, Cassie especulou de que o professor estava chegando, e realmente ela estava certa. Um homem baixinho, com barba e que usava óculos se aproximou. Fechou a porta e assim começou:

- Bom dia, alunos do Segundo Ano do Ensino Médio! - Falou ele. - Meu nome é Bob, o novo professor de Filosofia de vocês. 

- Bom, nesta aula iremos discutir sobre sentimentos. O que você sente ao olhar para alguém ou algo? Começando por você. Qual é o seu nome? - O professor falou, e num determinado momento apontou para Cassie. 

- Meu nome é Cassie. - Respondeu, sem hesitação.

- Então Cassie... O que você sente ao olhar para aquela garota ruiva? - Apontou para Katherine. - Qual é o seu nome?

- Katherine. - Respondeu ela. - Katherine Jones. Mas... Pode me chamar de Kate.

- Tudo bem Kate. - Falou o professor. - Então Cassie, o que você sente ao olhar para Kate?

Cassie olhou com um certo desprezo para a cara de Katherine. Ela estava confiante e determinada do que iria dizer, e não havia parado para pensar duas vezes pois isso não foi necessário.

- Ódio. - Respondeu, em um tom frio. - Medo e temor.

- Uau. - O professor se surpreendeu. - O que aconteceu com vocês duas para essa relação ficar desse jeito?

- Uma longa história... - Respondeu Cassie, novamente em um tom frio.

Katherine apenas fitou Cassie, com cara de que queria dizer "no recreio você me paga". Porém Cassie a ignorou, como sempre fez.

- Bem, continuando... - O professor resolveu deixar de lado tudo isso e partiu para outra. - Você, de cabeça baixa. Qual o seu nome? - O professor apontou para Camille.

- Meu nome é Camille. - Respondeu.

- O que você sente ao olhar para aquela garota asiática? - Perguntou, apontando para Akemi. - Qual é o seu nome?

- Akemi. - Respondeu. - Akemi Takeda.

- Ok. Prazer em conhecê-la, Akemi. - Falou o professor. - Continuando: Camille, o que você sente ao olhar para Akemi?

- Nada. - Mentiu. - Eu não sinto nada.

- Ok. - O professor aceitou a resposta. Ele não iria se aprofundar pois podia tomar o pouco do tempo da aula. - Bem, agora vou exibir no projetor um slide sobre sentimentos.

Após um tempo explicando muitas coisas e muitas teorias de filósofos sobre sentimentos, o sinal tocou, avisando a hora do intervalo.

- Na nossa próxima aula, vamos encerrar o assunto e vou passar uma atividade. - Falou o professor, recolhendo suas coisas e saindo da sala.

Cassie saiu de sua sala de aula, sem saber que estava sendo seguida por Katherine e os demais. Pegou uma enorme fila para apanhar um pedaço de bolo de chocolate.

Enquanto isso, Camille e os outros estavam sentados na mesa. Esta não esqueceu o plano que estava em sua cabeça.

- Você tem certeza de que quer fazer isso? - Perguntou Melinda, uma outra garota que fazia parte do "Grupo dos perdedores". - É muito perigoso!

- Tenho. Esse plano será perfeito. - Falou Camille. - Se quiserem mais detalhes, venham até a minha casa hoje à tarde.

- Tá, mas... Onde fica? - Perguntou Shawn, um outro nerd. - Pode nos passar o endereço?

- Tudo bem. - Camille pegou uma folha de papel e começou a escrever. Suas palavras eram bonitas e sua escrita era rápida. Em menos de meio-minuto, ela terminou de escrever o que queria. - A minha casa é um pouco afastada da cidade, então pode ser um pouco mais fácil de acha-la.

- Bom... Tudo bem. - Falou Melinda. - Mas você tem certeza do que está fazendo?

- Sim. - Respondeu Camille. - Me encontrem hoje, às 2 da tarde, na minha casa. Ninguém pode faltar. 

- Opa, o que eu perdi? - Perguntou Cassie, colocando a bandeja na mesa e se preparando para sentar.

- A Camille bolou um plano para se vingar de todos. - Respondeu Melinda. - Eu acho esse plano meio perigoso, mas... Tudo bem.

- Bom, como é isso? - Perguntou Cassie, sem saber de nada.

- Bom, já vi que vou ter que explicar desde o começo... - Falou Camille, revirando um pouco os olhos. - Mas antes... O que aconteceu com duas pernas? - Perguntou, olhando para as pernas de Cassie. Estavam roxas e feridas.

- Nada... Eu só... Caí no chão e me machuquei. Nada demais. - Respondeu ela.

- Cassie, eu não sou idiota... - Camille não acreditou na mentira.

Cassie ficou parada sem dizer nada por alguns minutos. Suspirou fundo, como se não houvesse para onde correr.

- Tudo bem. - Falou ela, em voz baixa. - Mas... Posso falar isso pessoalmente? Não quero revelar em público.

- Claro! Sem problemas! - Falou Camille. - Vocês não vão se incomodar, vão?

- Não se preocupa. Não somos impacientes igual aquele grupo ali. - Respondeu Finn, um outro nerd sentado ao lado de Shawn. O garoto apontava o dedo polegar para o "Grupo 14".

- Bom, já que dizem... - Começou Camille. - Tudo bem!

Camille e Cassie se levantaram, até chegarem em um corredor pouco movimentado do colégio. Os poucos alunos que se encontravam ali estavam fora do alcance de ouvir a conversa entre Cassie e Camille.

- Bom... Pode começar a contar! - Falou Camille. - O que você tem pra dizer?

- Na verdade, não é bem uma revelação... - Começou Cassie. - É mais ou menos um desabafo...

- Tudo bem. - Camille não se importou. - Eu não me importo.

- Bom, essas manchas foram causadas... - Fala Cassie. - Pelo meu pai. É... Pelo o meu próprio pai!

- W-wow! - Camille se surpreendeu. - Seu próprio pai? É isso mesmo que eu ouvi?

- É. - Respondeu Cassie. - Desde a morte da minha mãe, meu pai só sabe beber, beber e beber... Assistindo jogos de futebol americano. Eu não aguento mais!

- Bom... - Camille começou. - É só isso?

- Não. - Respondeu. - Com o efeito do álcool, meu pai fica cada vez mais alterado e agressivo... Ele me bate simplesmente por qualquer motivo! O tapa dele é extremamente forte pela mão gorda e grossa que ele tem. - Cassie sentiu algumas lágrimas escorrendo pelo rosto.

- Nossa... - Camille estava surpresa. - Se você quiser ir pra minha casa...

- Não, tudo bem. - Cassie negou. - Eu não quero te incomodar. Além disso, eu tenho fé que um dia, a situação financeira da minha família vai melhorar.

- Tomara. - Desejou Camille. - Mudando de assunto: vamos voltar para a mesa. Preciso te contar o meu plano de vingança.

- Ok. - Cassie concordou. - Vamos!

As duas se levantaram, e foram embora, sem saber que estavam sendo observadas...

...

- Uau! Esse plano é ótimo. - Falou Cassie, surpreendida com tal criatividade que Camille tinha. - Amei! Só achei um pouco arriscado.

- É o que estão falando. - Disse Camille. - Mas não se preocupem... Já tenho tudo nas mãos. Só falta colocar a mão na massa.

- Bom... Se é assim... - Falou Cassie. - Tudo bem. Eu topo.

- Se quer mais detalhes, me encontre nesse endereço aqui. - Camille exibiu o endereço anotado para Cassie. - É um pouco afastado da cidade, mas não é tão longe. Acredito que, por ser no meio do nada, vai ser mais fácil encontrar a minha casa.

- Bom... Tudo bem. - Respondeu Cassie. - Eu topo.

Quando Cassie havia finalmente terminado de comer o pedaço de bolo, ela se levantou, mas antes disse:

- Pessoal, vou ficar sentada no outro lado do pátio. Se quiserem me encontrar lá, vão. 

Cassie levantou-se da mesa e foi em direção à área livre, onde o local era bem arborizado, vários bancos espaçosos e também haviam algumas fontes. Cassie gostava daquele local por representar bem a natureza. Ela gostava do ar livre.

Ela simplesmente resolveu sentar em um dos vários bancos espaçosos por ali, e ficou por um tempo, descansando de todas as ameaças.

...

Enquanto isso, o "Grupo 14" ainda estavam no refeitório, comendo seus quitutes.

- Cara, chegou a hora. - Falou David. - Vai lá e conversa com ela.

- Vocês têm certeza? - Falou Dylan. - E se tudo der errado? E se ela não cair?

- Como ela é meio idiota... - Falou Joshua. - Tenho certeza de que não será diferente. Ela vai cair.

- Tudo bem. Eu confio nas palavras de vocês. - Afirmou Dylan. - Agora estou indo, me desejem sorte.

Dylan levantou-se da mesa de onde estavam e saiu do refeitório, em direção a área livre, onde estava Cassie. Quando a garota o viu, ficou assustada e resolveu se encolher num canto.

- Ei, o que aconteceu? - Dylan perguntou, fingindo não entender nada. - Eu não quero te magoar, muito menos te bater.

- N-não? - Duvida Cassie, com um certo medo em sua voz. - Então não me toque!

- Tá bom, tudo bem! - Concorda Dylan, sentando ao lado da garota. - Viu? Eu só me sentei do seu lado!

- O... Ok... - Cassie estava assustada demais para falar alguma coisa. Aos poucos, ela foi ganhando confiança de Dylan, e assim o seu encolhimento foi se desfazendo.

- Olha só. - Dylan começou. - Eu quero te pedir desculpas por tudo o que eu fiz. Desde o sétimo ano. Por mais que eu tenha sido um real babaca, idiota e até um filho da puta... Eu reconheço os meus erros. Então... Me desculpa?

- Eu... - Responde Cassie, ainda com um pouco de medo. - Eu não sei se devo confiar em você...

- Vamos. Confie em mim... - Insistiu. - Se eu não estivesse pedindo sua confiança, eu nem estaria aqui te pedindo desculpas. Muito pelo contrário.

- Bom, já que é assim... - Começou Cassie. - Tudo bem. Eu confio em você.

Dylan mal teve tempo de dizer uma palavra. O sinal havia tocado, avisando a volta das aulas.

- Bom, nos vemos no final das aulas. - Falou ele. - Até, Cassie.

- Até. - Respondeu ela.

Cassie se levantou e foi em direção ao banheiro. Ela iria lavar um pouco o rosto e limpar os restos de bolo nos cantos da boca. 

Ao chegar no lavabo feminino, Cassie abriu a torneira e assim colocou um bocado de água nas mãos. Jogou a água no rosto e assim o enxugou, com alguns papéis. Percebeu que havia sons de passos pelo lugar.

Ao ver atrás de si, pelo espelho, notou que uma garota de cabelos ruivos estava ali, ela lembrou-se do que havia falado de Katherine para o professor.

- Katherine...?

Ela mal teve tempo de dizer algo. Sua boca foi tapada pelas mãos da ruiva e foi segurada pela barriga com o outro braço. Cassie estava ferrada.

Ela não iria sair daquele lavabo tão cedo, como segunda.


Notas Finais


VISH GENTE
TO MUITO PASSADA

Nos dois próximos capítulos, vamos focar nos nerds que sofrem bullying, com uma surpresinha no final de tudo.

Próximo capítulo: Domingo ou Segunda!


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