História High School - Capítulo 9


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama Adolecente, High School, Revelaçoes
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Palavras 947
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 9 - Capítulo 9


Eduarda P.O.V

Diretoria, 15:00 PM

Estamos todas impacientes esperando o diretor chegar. May e Thalita continuam discutindo, agora sobre de quem é a culpa por estarmos aqui. Mas, isso é o que menos importa agora, o fato é que estamos aqui. 

— Se vocês continuarem assim só vai piorar a nossa situação, mores. 

— Ai, não te mete Eduarda, que isso não tem nada haver contigo.

— Claro que tem, Thalita. Tem haver com todas nós que só estamos aqui por causa sua causa.

— Ah, mas a sua irmãzinha também estava lá, eu não estava falando com uma parede, sería até melhor.

— Falando você realmente não estava, esta mais para berrando. E eu sei que May também tava, mas a culpa é sua por sempre provocar.

— Fica do lado dela só porque são irmãs. Isso é ridículo, aliás, você é ridícula. – ela começa a ficar brava. Por mim pode morrer. 

— Você não fala assim com ela. – May começa e todas nós sabemos onde isso vai dar. 

Para a nossa felicidade, ou não, a porta da sala é aberta revelando a figura do diretor que tem uma expressão séria.

— Todas vocês caladas, sentem-se! – May e Babi sentam-se nas duas cadeiras que ficam de frente pra o nosso diretor e as outras permanecem de pé. Eu ao lado de Mayara, Thalita ao lado de Barbara e Lari entre as duas cadeiras, para evitar tapas e puxões de cabelo. — Eu quero saber exatamente o que houve. – ele continua.

A situação é tão obvia. Mas ele quer nos ouvir confessar. Nós não, elas duas.

— O mesmo de sempre, senhor diretor. – Larissa começa ganhando a atenção do outro, mas é interrompida por Thalita. 

— Isso mesmo. Eu como sempre estava quieta no meu canto – ela recebe olhares de todas nós — até ela aparecer discutindo e brigando. 

— O que você disse? – virou-se na direção da outra e depois voltou ao outro — Não inverta a situação, senhor diretor, essa menina é uma falsa.

— Falsa é você garota.

— Caladas! Não entendo como vocês brigam tanto, eu vou precisar chamar os pais de vocês? Olhem para a situação, vocês são adolescentes quase adultas e ainda se comportam assim.

— Mas, senhor – Babi levanta a mãe para falar — nós outras não temos nada com isso, podemos ir-...

— Todas, todas sem exceção, estão de castigo. Por tempo indeterminado vão trabalhar limpando a escola.

— Mas-... – Babi chama novamente.

— Sem mais. Vocês são parentes, devem estar juntos e em harmonia.

— O quê? Não fale isso nem brincando. – Thali revira os olhos.

— Argh, o que eu quiz dizer é que considero todos nesta escola como uma família. E eu prezo pela harmonia e paz. Até aprenderem a se comportar vão ficar de castigo.

Não posso acreditar quem em um sábado eu vou ficar presa nesse lugar. Pior, por sei lá quanto tempo vou ficar de castigo. Droga.

Obrigada, valeu mesmo. – escuto Babi susurrar.

— Vocês já entenderam o recado, podem sair agora. Espero que isso não se repita.

— Sim, diretor. – respondemos todas quase ao mesmo tempo.

Caladas saímos e caladas continuamos, cada uma foi por um lado. Olhei mais uma vez para a porta. Ah, que bela família você tem, uh?

·


Fernanda P.O.V

Dormitório, 13:44 PM

— Fernanda, tá tudo bem? – Maria se aproxima de mim enquanto pergunta com uma expressão preocupada. Estamos conversando no quarto dela.

— Está sim, só estou um pouco preocupada com Clara. – Não é totalmente uma mentira.

— Sei que está preocupada com ela – ela se senta ao meu lado na cama — Eu também estou mas tenho quase certeza que você tá assim por causa de  Mayara e Thalita. – então ela deita-se sobre as minhas coxas. 

— Como você consegue descobrir as coisas assim, uh? – escuto-a suspirar.

— Você sabe muito bem o por quê; vocês sempre se metem em confusões juntas. Mas afinal, Nanda, por que você sempre está envolvida? 

— Não sei do que você está falando. – desvio o olhar. 

— Claro que sabe. Por alguma razão, você sempre fica ressentida por alguma das duas. As vezes por Thalita e outras vezes por Mayara. Ainda não se decidiu? – levei algum tempo para raciocinar tudo. Do que ela está falando agora?

— Me decidir do que? 

— Quer que eu te lembre, mô? Você mesma há algum tempo disse que não gostava de nenhuma das duas. Sabe que quando ficou com elas você fodeu tudo, certo? 

— Acontece que eu não sei. Sabe que não daria certo tentar um relacionamento com uma da duas, com certeza a outra ficara com raiva...

— Eu sei pô, independente se escolhesse uma, a outra em algum momento ficaria com raiva. – até aí nada novo. — A verdade é que tudo depende apenas de você, mas se está tão indecisa, porque não tenta algo com as duas? 

— Você por acaso é louca? – quase a derrubei.

— Eu...-

Assim que eu iria falar, Clara entrou quarto.

— Que silêncio, aconteceu alguma coisa?

— Não. — Maria ergue as duas sobrancelhas.

— Eh...ok então — Clara diz e se deita no puff com uma feição de entediada. — Ah, o dormitório sem você não é a mesma coisa, Maria.

— Eu te achei bem contente com a nova colega de quarto. – ela revira os olhos.

— Por favor, eu já disse que foi um acidente.

— Ah, sei.

— Estão sabendo? Mayara e Thalita mais uma vez foram para a direção. – Eu realmente não sei o que fazer com as duas, mas eu já estou de cabeça cheia, melhor descansar. — Mas dessa vez até as irmãs levaram reclamação.











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