História High School DxD: The Apocalypse Dragon Returns - Capítulo 34


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Categorias High School DxD, Mitologia Chinesa, Mitologia Egípcia, Mitologia Grega, Mitologia Hindu, Mitologia Japonesa, Mitologia Nórdica
Personagens 666 (Trihexa), Akeno Himejima, Albion, Asia Argento, Azazel, Baraqiel, Cao Cao, Cleria Belial, Ddraig, Diehauser Belial, Fafinir, Gabriel, Grayfia Lucifuge, Irina Shidou, Issei Hyoudou, Koneko Toujou, Kuroka, Masaomi Yaegaki, Michael, Ophis, Personagens Originais, Rias Gremory, Rizevim Livan Lucifer, Rossweisse, Serafall Leviathan, Shemhazai, Shuri Himejima, Sirzechs Lucifer, Tiamat, Vali Lucifer, Xenovia Quarta, Yuuto Kiba
Tags Angiologia, Anime, Aventura, Demonologia, Ecchi, Hentai, High School Dxd, Interativa, Mitologia Judaico-cristã, Mitologia Nórdica, Monarquia, Submundo
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Palavras 3.557
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Lá vamos nós.
Este capítulo vai ser mais lite, o próximo o bicho vai pegar!
Vamos dividir o capítulo em "diálogos" de personagens. Nem tão diálogo assim.

Capítulo 34 - Arco II. E quem sabe, alguns casais...


Fanfic / Fanfiction High School DxD: The Apocalypse Dragon Returns - Capítulo 34 - Arco II. E quem sabe, alguns casais...

Ophis montou um acampamento ali mesmo. Eles iriam extrair Samael e selá-lo em Kagami pelo amanhecer ou durante a madrugada próxima. No horário dos mortais da Terra original, o desempenho do tempo seria atualmente 21h30, ou seja, eles aderiram seu tempo ali mesmo.

Com o acampamento montado, algumas barracas para os próprios viajantes, ficaram mais categoricamente: Pearl, Sona, Luna e Rossweisse em uma única; Issei, Rias e as meninas em outra; Ryuu, Kiba e Gasper em uma; Kudo, Vali, Arthur e Kevin em outra; Akira, Nathanael e Jason em outra e Ophis com Vanylla, nas suas próprias, assim como Jin e sua esposa, Aures. E Sairaorg com sua própria tenda particular.

Diálogo 1: Jason e Kevin/Vali e Kudo.

Durante a noite, Kudo resolveu ir até a beira de um riacho, onde este detectou com o auxílio de Jason, que, por curiosidade, era um bom rastreador e tinha habilidades extra-sensoriais, fora sentidos muito aprimorados, talvez mais do que o de qualquer outro alí.

E assim foi; Kudo se levantou de seu rolo de dormir, avisando aos seus companheiros de barraca. No entanto, ele pediu auxílio a Jason do lado de fora, que estava esquentando carne de um javali que acabaram de matar na floresta, numa fogueira improvisada pelas chamas de Kevin, que estava junto de Jason sentado alí.

Jason: — E então, como é? Me diga como é ser pertencente de um clã revigorante...

Kevin: — Bom, não há segredos... Os Phoenix são peritos na arte da imortalidade, bom, digamos mais para a família principal. Apesar de eu ser de 1° grau de Riser e Ravel, eu me considero da família secundária, porém isto é apenas teoria. Issei é um exemplo disso, ele é de baixo escalão mas seu poder pode superar Deus e Satã, compreende?

Jason: — Oh, entendo. É, faz sentido. Nossos destinos estão selados com isso, querendo ou não. E não podemos ficar de mãos atadas, não é mesmo? Vamos atrás do nosso para revigorar nossa fé e encher-nos de poder e triunfos futuros. — Bebeu um gole de vinho, oferecendo bater sua taça com a de Kevin, que, sorrindo, bateram as taças, brindando.

Kevin: — Ao nosso futuro...

Jason: — O nosso brilhante futuro!

Kevin/Jason: — Kampai!!

Após beberem e sentirem o frescor do vinho uvado sobre vossas gargantas, os rapazes tiveram suas bochechas coradas pelo efeito do álcool, e Kevin soluçou logo após, dando um breve indagar, se lembrando de Kudo, que havia acabado de deixar a área para ir até um riacho beber água. Curiosamente, Vali havia saído logo após. Com isso, Kevin pensou que Vali poderia querer entender como este rapaz era um Lúcifer a tanto tempo e se manteve em oculto. Não demorou para ele indagar:

Kevin: — Kudo está demorando. Deveríamos conferir?

Jason: — Não. Você sabe que Vali foi até ele, não sabe? Convenhamos que eles precisam conversar, meu consagrado.

Kevin: — É... é isto.

...

E lá estava Kudo, na beira do rio, apoiando suas mãos sobre a água após agachar, formando uma pequena cúpula com suas mãos sobre aquelas águas do riacho que corriam com a harmonia da natureza, junto ao som da mata, das flores de primavera dançando, da brisa leve e suave do vento, das ninfas cantando o seu amor, todavia, era agradável. Ele bebericou a água da palma de suas mãos higienizadas, e suspirou, sentando na beira do rio, olhando para seu reflexo na água, com sua expressão um tanto triste ou desapontada.

Kudo: — Eu deveria mesmo ter feito isso?...

Vali: — Feito o que? — Estava apoiado atrás de uma árvore, no escuro, de braços cruzados, onde o luar não batia pela forte sombra da árvore de carvalho em que este estava escorado.

Kudo olhou ele por cima dos ombros, com um tanto de surpresa, mas querendo ou não, o encontro deles era inevitável. Então, ele simplesmente, suspirou, indagando a resposta para com Vali:

Kudo: — Ter vindo nesta missão, parece algo que não me agrada repentinamente... Me sinto vazio por alguma razão. Devo ter feito algo de errado quando aceitei isso.

Vali: — Nossos caminhos são traçados pelo destino, porém, nós escolhemos como vamos chegar nesse destino, com as direções que os caminhos nos dão. Você pode optar o mais fácil, o mais difícil, o mais rápido, o mais longo, o mais escuro, o mais claro... Vai de personalidade. E é por isso que eu vim aqui. Tenho certeza que nossos destinos deveriam se encontrar aqui e agora. 

Saindo das sombras, Vali se aproxima de Kudo em total seriedade, sentado ao lado deste no riacho, onde ambos ficaram próximos, matutando em seus pensamentos, até Kudo respondê-lo, após pensar sobre o que ele disse.

Kudo: — Você diz isso pelo fato de eu ser um Lúcifer, certo?

Vali: — Quem é você, e de onde você vem? Como pode ser um Lúcifer? 

Kudo: — ... Eu não nasci mortal, de fato, eu venho da família Lúcifer, um puro sangue do diabo, assim como você, e você sabe disso. Sentiu minha aura familiar porquê você estava me analisando desde que me olhou pela primeira vez. O fato de eu ser um sobrevivente, assim como você, é o fato de nosso ancestral, Rizevim ter me poupado. Com isso, ele me obrigou a colaborar com a Qlippoth por um tempo, e eu o fiz. Matei muita gente e isso me dói até hoje, pois eu não sou assim. Apenas para defender meus amigos. E aqui eu fiz amizades que eu realmente não esperava, eu posso amar as pessoas novamente.

Vali olhou ele, perplexo, mas entendo tudo e aonde ele queria chegar. Pobre Kudo, culpando a si mesmo, sua Fé salvadora. Não demorou para Vali apoiar sua mão sobre os ombros dele, dando um breve suspiro, seguido de um sorriso de canto.

Vali: — Você é forte, corajoso... Vai saber o que fazer no final. Agora, eu entendo o porquê de ser um Lúcifer. Mas eu ainda não consigo entender algo... seus pais? Sua origem...

Kudo: — Então... É uma história complicada. Digamos que eu est-

Foi interrompido, quando Le-Fay apareceu alí para chamar Vali para a janta, junto de Kudo. Ela apareceu quase gritando e isso assustou os rapazes um momento.

Vali: — Le-Fay!? Já falei para não ser tão escandalosa...

Le-Fay: — G-gomenasai, Vali-sama, Kudo-san... M-mas é para irmos jantar. A extração começará em breve.

Kudo: — De boa, moça.

Vali levantou, num suspiro, caminhando com as mãos no bolso, na direção do acampamento. Ele logo olhou por cima dos ombros, vendo Kudo alí, ainda no rio, dando um breve olhar fixo, logo voltando a caminhar. Depois eles sabiam que iriam terminar a conversa. Le-Fay olhou Vali ir, e estava indo logo atrás, foi quando viu Kudo alí, sentado e sozinho, aparentemente triste. Alguma coisa aconteceu, de fato. A bruxa caminhou até o rapaz, sentando saltitante ao lado dele, cruzando as pernas a sua frente, olhando para o riacho, mais precisamente o reflexo de Kudo.

Le-Fay: — Kudo-san... Tudo bem? Você não é assim naturalmente.

Kudo: — Ah, tudo sim, Le-Fay, não há com o que se preocupar. É só uma fase ruim...

Le-Fay: — Fases ruins não passam da noite para o dia. Você precisa superá-las com ajuda de amigos ou de quem te ama. Eu sei como é isso. 

Kudo: — Às vezes eu penso que o mundo absorve todo o dano de si e joga sobre minhas costas. Estou cansado de sentir a dor dos outros, de não viver a minha vida. Ser parente do Pecado da Vaidade, tem seus problemas. Você sente tudo o que eles sentem. Eu sinto o medo de Ophis do mundo cair, sinto o medo de Issei de não poder proteger quem ama, sinto o medo de Kagami de acabar morrendo durante o processo, sinto a dor de Nathanael pela sua família, a frustração de Kevin em preocupação com Cao Cao... Eu estou cansado de não viver a minha vida! — Exclamou, puxando seu cabelo com um pouco de força, abaixando sua cabeça, em um ato de intolerância. — E eu sei de coisas que poucos sabem, eu tenho medo.. Quando a luz de hoje brilhar, eu vou ter que ir embora.

Le-Fay: — D-do que está falando?

Le-Fay olhou ele, aquele belo homem... Que triste, uma fase ruim para ele. Ela não sabia que um homem que parecia ser tão feliz sentia tanta coisa. Isso prejudicou ela e a fez sentir a dor dele, pois Le-Fay se importa muito com o próximo, e destruiu vê-la chorando. Com isso, a garota abraçou ele num rápido momento, onde este retribuiu o abraço, enquanto chorava baixo em seu ombro.

Le-Fay: — Kudo-san... Eu entendo você. Eu entendo a dor também. Já vivi muito nas sombras das pessoas e não podia nem me defender. Já fui fraca, já chorei, já fiz muita coisa ruim em nome do meu irmão, mas é aí que você se descobre. Olha só para você: você tem um dos sorrisos mais bonitos que eu já vi. Você é forte, você é belo, tem uma alma boa, que eu já percebi... você tem um coração enorme! Pôde perdoar Issei e compreendê-lo durante sua luta com ele, mesmo quando o odiava, filho do Orgulho, você deixou o orgulho de lado por seus amigos... Olhe só para você agora. Intimide o mundo; não deixe ele intimidar você. Você não está sozinho, agora quando se sentir assim. Você vai ter a mim, okay? — Ela sorriu, erguendo a cabeça dele, limpando suas lágrimas.

Kudo ouviu atentamente o depoimento da mesma, ele ficou um tanto neutralizado ao ouvir tanta coisa, ele sabia que havia alguém para compartilhar dores similares e aquilo nele, de algum modo gerou uma paixão. Aqueles olhos azuis, aqueles cabelos loiros enrolados ao vento, aquele sorriso meigo, aquela voz tímida, aquela bruxa... Ele se teve ao olhar para ela e ela para si. Ele rapidamente a abraçou o mais forte que podia, com a mesma sorrindo e rindo baixo com o ato.

Kudo: — Arigatō... ARIGATŌ!!!! 

Le-Fay: — I-iie... Não precisamos disso. Somos próximos, não somos? É só confiar! — Ela selou um beijo na testa do rapaz, que sentiu todo o afeto que ela queria lhe transmetir.

Os olhos destes se encontraram logo após, com Le-Fay corando, sorrindo, e o rapaz o mesmo.

Kudo: — Le...Fay... ~ O que é isso, o que está acontecendo comigo? Que sentimento é esse...?

Le-Fay: — Kudo...San.... ~ Ghgh...

Diálogo 2: Issei e Rias

Rias: — O que está achando disso tudo? Digo... Dessa ameaça repentina ao mundo? — Deitada com ele, em seus braços.

Issei: — Não sei, tenho um pouco de medo de algo ruim acabar acontecendo, e sinceramente tô com mais medo de mim mesmo agora que eu quase fui possuído por aquele cara de máscara de gás. 

Rias: — Não se preocupe, meu Issei... Vou te proteger a qualquer custo! — Beijou o canto inferior da boca do rapaz.

Issei corou, dando um breve sorriso, assim, este indagou:

Issei: — Hai... E eu vou dar minha vida por vocês se for necessário. Ainda mais por você, pois eu a amo, Rias.

Os olhos da mesma focaram apenas no rapaz naquele momento, onde eles rapidamente selaram os lábios, dando um breve beijo, onde Issei começou a deslizar os dedos sobre a cútis branca da garota, próximo o abdômen, no objetivo de lhe causar incômodo com cócegas, e conseguiu.

Rias: — O-oh não.... HAHAHAHAHA!!!

Eles estavam brincando de cócegas na barraca, enquanto as demais estavam afastadas no centro do acampamento onde estavam preparando o jantar, vulgo javali e um leitão assado, caçados em instantes por Vanylla. Eles estavam sem fome, queriam dedicar aquele tempo sozinho para conversarem, mas o que começou com uma conversa sobre a situação atual do mundoz se tornou uma guerra de cócegas! Iniciada pelo pelotão de Issei...

Issei: — ATACAR! 

Rias: — N-não! HAHAHAHA! P-para! HAHAHAHA! Aaaaaah! — Se espernava, enquanto ria feito doida, com Issei permanecendo as cócegas sobre as curvas laterais da ruiva.

De fato, não estava ocorrendo malícia alguma no momento alí, por um milagre. Bom, isso até Rias virar Issei, ficando por cima do rapaz, devolvendo todas as cócegas que este iniciou sobre o rapaz. Issei implorou por parar, mas Rias já estava em seu projeto vingança contra seu amado peão. Bom, isso até ele tentar esquivar das mãos da moça, acidentalmente contraindo a mão da moça para trás, acima do ombro, onde ela empurrou novamente, com a mão deste descendo até o seio esquerdo da mesma, onde foi rapidamente pressionado alí. 

Rias: — U-uuh... — Soltou um baixo gemido, corando logo a seguir.

Issei: — Ghgh... G-gomenasai! — Ele disse, removendo a mão da área, isso até Rias apoiar a mão sobre a dele, levando ela no mesmo local que estava, pressionando alí.

Rias: — Issei...

Issei: — R-rias...

Os olhos destes se encontraram, e não demorou para suas bocas também. Eles se beijaram de forma lenta, porém intensa, não demorando para as coisas esquentarem por ali. Issei apalpou a bunda da ruiva com uma das mãos, enquanto a outra subiu por baixo da camisola de dormir, apalpando seus seios, apertando e remexendo ali mesmo, enquanto está liberava alguns baixos gemidos entre o beijo, rebolando sobre o colo do rapaz, com sua intimidade próxima ao mesmo ereto do garoto, onde já estava volumoso e visível em sua cirola.

Rias: — Será que dá tempo de brincarmos um pouco? — Sorriu de canto, lambendo o pescoço do rapaz, descendo sua cabeça até o membro já exposto do mesmo, dando uma breve lambida em sua glande, enquanto o estimulava com masturbação.

Issei, dando um breve suspiro de prazer, mordiscou os lábios, respondendo a pergunta da amada ruiva, naquele belo momento de prazer, onde este indagou:

Issei: — Eu creio que sim, hehehe...

Diálogo 3: Jin e Aures

Na cabana de Jin e sua esposa não estava muito diferente o movimento. O casal estava revivendo uma noite que não tinham há algum tempo, por conta dos serviços de Jin como SuperDevil. Os lábios destes estavam se encontrando a todo momento, enquanto seus corpos nus colidiam naquela tenda, brigando por espaço. A mão boba correndo solta, gemidos de prazer e o suor notável pelo ferver do momento foram mais um passe para aquilo se completar totalmente.

Jin havia deitado sua amada por baixo de si, com este consequentemente ficando sobre esta, dando beijos e mordidas em seu pescoço, onde logo havia subido a sua boca e puxado suavemente seus lábios, enquanto Aures delirava de prazer com as "mãos mágicas" de Jin estava fazendo com seu corpo nu naquele momento... vocês devem imaginar o que.

Aures: — Huff... Aah ... Estava morrendo de saudades disso.

Jin: — Está só começando... — Disse ele, após expor seu membro para a amada, que sem enrolação, o chamou com o dedinho, após segurar em seu membro e direcioná-lo até sua vagina.

Aures: — Venha...

Diálogo 4: Sitri, Abbadon e Gremory

Akira: — Vocês me parecem muito formidáveis, meus companheiros. Um, porta o sangue de Abbadon, enquanto o outro de Sitri... Gostaria de um combate com vocês um dia. Mas agora estou respeitando o tempo de luto. — Ele ainda se sentia culpado por Bikou.

Estavam lá, Akira, Zetsu e Nathanael em diálogo, sobre suas habilidades e poderes. Estes ao mesmo tempo concordaram com Akira, também gostaria de testar as habilidades de um rapaz que peitou os Guardiões do Amuleto; de fato, parecia ser interessante.

Nathanael: — Não se lamente pelo Homem Macaco, tudo tem um propósito. Ele estará reinando nos paraísos das montanhas com Sun Wukong agora.

Zetsu: — Natha-kun tem razão. Ele será bem recebido no reino das almas, ele lutou com o máximo de si. Honrou o batalhão como ninguém, assim como você. Você é admirável, Gremory.

Akira olhou os rapazes, vendo que eles poderiam ser mais parceiros do que aparentavam. É, de fato bem peculiares. Ele rapidamente estendeu seu vinho para brindar com os companheiros, pois, aquelas palavras eram dignas de comemoração de votos de amizade.

Akira: — Vocês ganharam o respeito do SuperDevil aqui! KAMPAI!!

Nathanael/Zetsu: — KAMPAI!!!!!

Rossweisse: — Ai... Qual o problema deles?

Gasper: — Só estão felizes. — Riu baixo.

Zetsu após beber o vinho, levantou, deixando a taça sobre o tronco de madeira que derrubaram para se sentarem. Este então foi na direção do matagal, onde iria fazer suas necessidades físicas.

Zetsu: — Vou tirar água do joelho, já volto...

Quando ido, Zetsu estava lá, onde este se encontrou no meio da floresta, realizando sua necessidade, mijando tudo o que tinha para mijar. Sua bexiga estava o matando fazia algum tempo...

Zetsu: — Alívio...

Vanylla: — Que deselegante, moço. — Disse ela, em cima dele, deitada no tronco de uma árvore, com as mãos atrás da cabeça, escorada com as costas no tronco central.

Zetsu nesse momento levou um susto, expelindo um jato d'água mortífero pela boca para cima, onde Vanylla estava, mas é claro, pensava ser uma ameaça. Ele rapidamente vestiu seu membro novamente, já satisfeito.

Vanylla esquivou do ataque, saltando para cima, logo se jogando para o lado, caindo de pé, seguido de um "opa!".

Zetsu: — Vanylla-sama! Que susto!! Nunca mais faça isso!! — Vermelho de vergonha e raiva.

Vanylla: — ué, moço. Eu estava aqui primeiro. E Sama? Não, não gosto de títulos honoríficos. Vany está bom, gostei de você, pode me chamar assim. Vou te chamar de moço, okay? Okay! Não gostou? Se resolva com meu Arco! — Apontou uma flecha para ele.

Rapidamente Zetsu deu um berro e se escondeu atrás de uma árvore, um tanto assustado. Boatos diziam que uma única flechada e você viria sua morte acontece 7 vezes, sentido 7 vezes a dor excruciante de uma flechada solar do Aegis Desire.

Zetsu: — Não, não, não!! Tá bom, tá bom, 'Vany'! — Suspirou, agarrando a árvore.

Vanylla riu baixo, guardando o arco, ela então se aproximou do rapaz, bagunçando seus cabelos, dando um breve sorriso.

Vanylla: — Eu tava zoando, não precisa ter medo. Eu não vou matar aliados, a não ser que você seja o traidor que Ophis mencionou... Quando eu descobrir quem é, vou disparar uma flecha no orifício anal dele. Imagina?! Deve doer para caramba! — Sentou no chão, começando a rir bastante, imaginando a cena.

Zetsu olhou ela, corando um pouco, reparando nela por um momento. Ele então viu que ela era mais jovem do que aparentava ser, já que a mesma possuía milhares de anos de idade. De fato, incrível...

Zetsu: ~ Há algo nessa garota que tá me lembrando um sentimento... Me enche de... Saudades. — Ele sorriu, logo imaginando o que ela falou, começando a rir também. — Você tem uma imaginação fértil, e ao mesmo tempo podre.

Ela deu uma leve cotovelada amigável no rapaz, seguido de um baixo, com uma lágrima após o riso escorrendo, e ela enxugando.

Vanylla: — Vai, para! Foi engraçado! HAHAHAHA!! Ai caramba! — Apoiou uma mão na cabeça e a outra na barriga, não aguentando.

Zetsu começou a rir, mas da risada esguelada dela, enquanto sorriu após isso.

Zetsu: — Vai ser uma boa... Conta mais!

Vanylla: — Senta aí!

Diálogo 5: Bruxos e Mana.

Pearl estava sentada atrás do acampamento, olhando fixamente para o horizonte, de pernas cruzadas. Ela estava pensando sobre suas técnicas. Foi quando ela se preparou, juntou as mãos, formou círculo mágico ao redor de seu corpo, a magia ômega inicia e a mesma se prepara para a técnica Astral, para conhecer melhor o mundo espiritual. Não demorou para ela abrir os olhos e se encontrar fora de seu corpo, onde a mesma sorriu de canto, começando a voar em círculos e rir baixo, enquanto viajava velozmente por várias áreas do local.

Enquanto isso, Kagami estava indo na beira do riacho onde Jason mencionou para Kudo, mas para lavar seu prato, porém, no caminho, o brilho azul do círculo de Pearl estava brilhando intensamente. Não demorou para ele ser atraído até lá, mas no caso, ele queria que Pearl fosse jantar também, quase todos já haviam comido e a carne estava acabando. 

Kagami se aproximando da mesma em repouso, ousou mencionar seu nome e sussurrar um pouco baixo para despertá-la do mundo espiritual. Não demorou para ele sacudir ela um pouco.

Kagami: — Pearl? Pearl!? Vem, vamos jantar, daqui a pouco acaba tudo e você vai ficar com fome.

Ouvindo a voz dele no plano astral, Pearl voltou de imediato. Ela gostava de Kagami, não era como os outros, ela então, sorriu de canto ao despertar e tê-lo em sua companhia. Ela ouviu cada palavra e deu um breve sorriso, indagando:

Pearl: — Arigatō por me avisar! Eu tô aqui há algum tempo e pedi a noção da janta. Até me senti importante com você se lembra de me chamar. — Corou um pouco, dando um breve suspiro, levantando serenamente, ajeitando seus cabelos ruivos e belos.

Kagami deu um breve peteleco nela, em sua testa. Ele a encarou logo a seguir, com uma breve cara de bravo, enquanto a mesma corou, sem entender nada do que ele fez e o por quê de estar bravo.

Pearl: — Ahn... Kagami-kun?

Kagami: — Não diga isso, hum! Você é importante sim, oras! Se não fosse, nem aqui estaria, se valorize mais poxa... 

Pearl: — K-kagami... ARIGATŌ! — Ela deu um breve sorriso, enquanto abraçou o rapaz nesse momento. Fazia um tempo que não recebia tais motivações sobre si própria, e isso a tocou lá no fundo... lá no fundo.

Kagami ficou surpreso no momento, corando também, mas sorriu a abraçando logo a seguir, dando um breve acariciar em seus cabelos.

Kagami: — Você já passou por muita coisa, né? Deu para perceber... Depois conversamos sobre isso, tudo bem? Quero te ajudar como eu puder! Você é uma ótima amiga, e vi que não se dá muito bem com o pessoal, deixe-me te ajudar com isso...

Pearl: — ....... Kagami.....

....

Ophis: — Asia-chan, reúna todos. Vamos iniciar o selamento e extração!


Notas Finais


Obrigado. 🥀❤️
Próximo capítulo vai ser PESADO!


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