História High School Love (Imagine Yoongi - BTS) - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Namjoon (RM), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Bangtan Boys (BTS), Basquete, Escola, Imagine, Internato, Lgbt, Medio, Min Yoongi, Namjoon, Park Jimin, Samipvg, Sexão, Você
Visualizações 618
Palavras 2.232
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Esporte, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá amores, voltei!
Espero que gostem e desfrutem do capítulo hehehehehe
Desculpa qualquer erro ♡

Boa leitura ♡

Capítulo 3 - Segundo passo: não infartar


— Me ajuda Seo, pelo amor de deus! — Ah, a quarta-feira demorou pra chegar e quando chegou, eu queria poder voltar no tempo só pra recolher mais coragem. Eu não sabia dizer se estava feliz ou simplesmente apavorada! — Esse vestido floral ou… esse short e essa blusa? Se eu ir arrumada ele vai desconfiar, né? Mas eu não quero ir um caco, poxa. 


Seo bocejou e me encarou, sem muito ânimo. 


— Nada fica feio em você, garota. — Voltei a fitar o espelho, comparando as peças, numa indecisão só. Mordi minha bochecha interna, muito em dúvida. — Mas… um, esse short e essa blusa preta é bonito. Guarde o vestido para um passeio, pra surpreender. Pense como alguém que tá indo estudar! — ela tinha razão. Coloquei o vestido de volta no guarda roupa, separando as peças que eu ia usar. 


— Vou tomar banho. — Avisei, sem muita segurança na voz. 


Ela se jogou em sua cama, tirando uma revista da Playboy de baixo do travesseiro.


Eu não demorei no banho, por medo de perder a hora. O nervosismo era tanto que eu sentia uma letargia estranha dominar meu corpo, minhas mãos tremiam e meu corpo respondia em calafrios e um aperto na barriga. Tentei cantar umas músicas, como de costume, mas eu me perdia fácil. Eu só conseguia pensar no que eu ia fazer, no que eu poderia dizer a Min Yoongi.


Voltei para o quarto com uma toalha enrolada no corpo e uma na cabeça, desanimada. A mente cheia de dilemas.  

— Eu tô tão nervosa, Seo.

Bufei, choramingando e me sentando na ponta do meu colchão, pensando bem naquele momento de inércia, esperando qualquer palavra de motivação da minha amiga. Qualquer uma. Ela tirou sua atenção da revista, sorrindo terna pra mim. 


— Relaxa, isso vai passar. Você quer ele? 

— Quero!

— Quer namorar ele? 

— Quero! 

— Então pra conseguir, tem que se lançar. Você consegue garota, te criei bem. Você é forte. Repete. — Me motivou, levantando. 

— Eu sou forte. — Repetir, só por repetir e dar fim aquilo. Eu não acreditava tanto assim nessa minha força. Sei lá cara, um exército de um contra umas cem era meio desproporcional, meio era até chacota com a minha cara. 


Seo percebeu meu desânimo, mas não fez nada além de voltar a se sentar em sua cama. Eu vi seus olhos me analisando, só esperando o momento certo para dizer alguma coisa. Sua revista tão amada estava jogada nos seus lençóis, sem sua devoção. Eu sorri, sabendo que aquilo significava muita coisa. 


Ela não deixava aquela revista tão facilmente, muito menos se era para dar atenção a alguém. 


Me levantei, desistindo de remoer a insegurança dentro de mim e indo, finalmente, me arrumar. Não por mim totalmente, mas por saber que tinham pessoas que estavam nessa comigo, que esperavam uma reação, uma mínima sequer. E eu não queria desapontar. 


Eu me encarei novamente no espelho, arrumada, cheirosa e bonita. Ou ao menos apresentável. 

— Esse short fica lindo em você, cara. Yoongi vai secar muito essa bunda. 

— Seo… — Abaixei a cabeça, perdida. — O que nós fomos inventar! Eu não sei se consigo. Acho que vou vomitar. Cancela isso, vou falar que tô passando mal, o que não é nada mentira e ficar aqui! É sério, parece que tá tendo uma festa aqui no meu estômago. 


Ela levantou, me segurou pelo ombros e me sacudiu. Faltou pouco pra não me acertar um tapa na cara, só pra me fazer despertar.

— Para de doideira, porra! — Fiquei em silêncio, a olhando. — Você vai lá, vai fingir estudar alguma coisa e conquistar aquele cara! Eu não aguento mais você falando dele, entendeu? Você ama aquele garoto, ama de verdade! Para com essa de que tem outras melhores, ninguém é mais ou menos que ninguém! E você tem tanto potencial como as outras, só que você tem algo a mais. Você tem sentimento verdadeiro, não tá correndo atrás porque ele é popular ou porque é jogador, você tá indo lá pelo seu sentimento, por Min Yoongi apenas, sem adjetivos. — respirou fundo. — Se Min Yoongi for namorar alguém, esse alguém vai ser você. Então você volta a cabeça pro lugar e vai lá conquistar ele! Inferno! 


Ela me soltou, depois de descarregar sua fúria momentânea. Eu fiquei uns segundos ainda atônita, mas me recompus e respirei fundo. Ela tinha razão, não ia negar. 

— Certo, eu sou capaz sim! — Falei mais pra mim mesmo do que pra ela, que esperava uma reação minha. — Eu sou porra, eu sou. 

— Você é! — Ela riu, me abraçando, me acolhendo nos seus braços com força. 


Ela se soltou rápido e eu trilhei o caminho pequeno até a porta, atravessando. Sim, eu sou!


No instante seguinte, novamente a porta foi aberta com brusquidão, e por ela apareceu Seo, segurando minha mochila. Arregalei meus olhos, porra, fiquei tão aérea que até esqueci o fundamental! Peguei de sua mão o meu material, rindo de desespero. 

— Tchau, me conta tudo depois. — seu tom era tranquilo, diferente de antes. — Estarei eu, jimin e Namjoon te esperando aqui, comendo pipoca. Se ver o inspetor no caminho, já sabe, você tá indo pra biblioteca. 

— Ele não vai acreditar. 

—  Mas até ele processar a informação, você corre. 


Eu concordei, colocando minha mochila no ombro e olhando para os lados, pronta para correr e fugir de olhos analisadores no corredor. 


Se eu voltar viva, essa será uma grande história a se contar.


Precisei tomar cuidado ao cruzar pelos diversos quartos e não levantar suspeita. Subir escadas, andar mais um bloco de quartos até enfim, chegar ao setor masculino. Haviam muitos estudantes no pátio, admirando a noite e se pegando nos cantos mais escuros. Andei calma e lentamente, temendo até fazer barulho ao andar. Quando eu me dei conta, lá estava eu, em frente ao quarto de Yoongi. 

  

Minhas pernas vacilaram diante da porta com inúmeras placas de não perturbe, de basquete e umas coisas de livros, que eu sabia bem que eram referência do Nam. A incerteza novamente bateu em mim e, no momento de lucidez, eu respirei fundo, pronta pra sumir dali. O corredor estava vazio, para a minha sorte. Eu não podia perder tempo, pensar demais, minutos ali plantada era um grande risco. 


— Não, porra, você veio até aqui e não vai desistir. — Resmunguei pra mim mesma, frustrada. Respirei fundo, tomando fôlego.

No surto, eu bati na porta. 

Bati, uma, duas, três vezes. Nada. 

Eu aceitei a derrota, muito provavelmente ele tinha se esquecido e ido, sei lá, curtir a sua noite por aí. Eu arrumei a mochila nas costas, tentando não pensar muito no grande fora que recebi, mesmo que ele não tivesse consciência de tal. 

Virei de costas, e quando dei meu primeiro passo, eu o ouvi. A sua voz estava abafada, como se eles gritasse de outro cômodo. 

— Tá aberta, entra aí! — repetiu, e foi como reacender uma fogueira dentro de mim. Ele gritava repetidas vezes, como se avisasse desde a primeira batida. 

Deixei um sorriso largo escapar e eu abri, confirmando minhas suspeitas. Ele não estava no quarto, estava no banheiro. 

No momento seguinte em que a ficha de que o barulho de água caindo é porque ele estava tomando banho caiu, eu quis gritar de emoção, mas me segurei. Eu estava no quarto do Yoongi e ele estava tomando banho, logo ali ao lado. A poucos passos de mim. Pelado.

— Tranca a porta, fazendo favor? — pediu. —Eu me atrasei no treino hoje, desculpa. 

— Não, tá. Sem problemas!  — Me forcei a responder, voltando até a porta e trancando-a. Quando o quarto ficou tão sem ar? — Pronto. A chave eu vou deixar aqui mesmo. — Voltei a me sentar na sua cama, abrindo meu caderno de física e o livro. Rodei meus olhos pela decoração do quarto, meio desacreditada que eu estava mesmo fazendo isso. 


Ele não respondeu nada, logo ouvi o barulho da água cessar e em um curto período de tempo, ele abrir a porta. Eu me fiz de difícil, não o fitei, li uma equação do livro e tentei resolvê-la. Puro fingimento, óbvio, pra não deixar tão na cara que eu o desejava. Mas meus olhos me traíram e foram guiados até ele. Ah, eu perdi o ar. 


Yoongi estava com um short de dormir e sem camisa. 


Sua mão esfregava a toalha no cabelo de forma despreocupada. Meus olhos percorriam todo seu corpo, mesmo que ele estivesse me encarando pelo reflexo do espelho. 

— Eu gosto de ficar a vontade, tem problema pra você? 


Não, nossa, deus me livre, que isso, por mim você ficava pelado, não há o menor problema. 


— Ah, não não, tô acostumada. — Falei, sorrindo amarelo, mas no instante que percebi o que falei, fechei a cara. Porra! 

— Acostumada é? — Ele me encarou de rabo de olho. 

— Seo e eu também somos assim. No quarto eu só fico a vontade, de pijama fresco. Jimin e Nam também são assim. — expliquei, vendo-o caminhar até mim. Ele sentou na cama, se ajeitando e ficando todo despojado ao meu lado, escorado na parede e meio deitado. Sua pele parecia tão suave, tão gostosa de tocar. Ele não estava usando cueca e se sua perna continuasse daquela forma, eu não responderia por mim. 


Ele pegou meu caderno e meu livro, analisando. 

— Você tem bons amigos. — Falou, olhando pro caderno, meio aleatório. Eu olhava tudo ao redor, não porque eu estava curiosa, na verdade meu cérebro já memorizou bem a posição de cada quadro, de seus prêmios nas instantes, fotos suas e de sua família, a cama de Namjoon arrumada do outro lado. Eu queria apenas fugir do calor que crescia toda vez que eu olhava pra ele. 


Sorri, sem nem perceber, num misto de nervoso e ternura. 


— Eles são sim, um pouco loucos, mas são. — ele riu anasalado. — E… e você? Tem bons amigos também? 

Eu queria poder conhecê-lo bem, conversar com ele sem restrições. 

— Hm, tenho. — Sorriu, me olhando. — os caras do time, Taehyung e Hoseok e Namjoon. Não sou de muitos amigos, na verdade. 

— Você é bem reservado, te entendo. —Abaixei a cabeça. — olha, se as aulas ficarem puxadas pra você na quarta, a gente pode mudar o dia. 

— Tranquilo, a noite eu fico disponível, não saio pra lugar nenhum. 


Silêncio. Perdi as contas de quantas vezes abri e fechei a boca, perdida. Quer dizer, eu me perdia no seu corpo, na sua expressão concentrada. Ponderei seriamente fingir espantar um mosquito imaginário só pra ter o desfrute de resvalar minha mão na sua perna. 

—  Hm… tem água aqui? —  Perguntei, sentindo meus lábios secos. 

—  Tem, pode ir lá pegar. —  Ele apontou para a pequena geladeira ao canto do quarto. Levantei, sem muita firmeza nas pernas. Eu podia sentir seus olhos nas minhas costas. 

Eu estava me sentindo uma zebra na cova do leão. 

Me agachei pra abrir a pequena geladeira, havia muitas garrafas. 

—  Posso pegar qualquer uma? —  me virei para o encarar, tomando um choque inicial de o flagrar olhando minha bunda com os lábios entre os dentes. 

—  aham. —  foi o que disse, nem se importando. Dei várias goladas na água, sentindo um nervoso, um calor louco. 


Voltei para a cama, me sentando no mesmo lugar. 

— Vem, chega aqui mais perto. Vou te ensinar como faz. —  Engoli em seco, me agachando um pouco. 


Estávamos muito perto, tão perto que minhas lufadas de ar chicoteavam seu rosto. Eu desviei meus olhos do caderno, fitando-o. Suas orbes pequenas se prenderam a mim e ali eu descobri, que Min Yoongi não era nada daquilo que as pessoas diziam. Ele não era tímido, não era quieto, e muito menos santo. 

Seus olhos tinham libido, tinha tesão. Ele era safado, visto pelo seu sorriso de lado. Eu não sabia mais onde estava me metendo, ou qual era minha verdadeira missão ali. 


Eu senti que era eu a vitíma, não ele. 


—  Parece complicado no começo, mas você vai entender. — balancei a cabeça em concordância. —  Essa letra aqui é sempre substituída pelo número que o enunciado geralmente dá. vai ter o problema, e nesse problema, os comandos que você deve interpretar. —  Ele ditava sério, olhando ora para meus olhos, ora para minha boca. 


Eu me senti encurralada, pressionada pelo tempo porque eu não conseguia parar de lubrificar minha boca e desejar colar os meus lábios no seu. Aquilo era uma punição.


—  Entendeu? —  Falou por fim, se ajeitando na cama e ficando sentado. Eu agradeci aos céus, prestando atenção na sua leitura e nos números, ao menos tentando. Aquele jeito que estávamos, eu logo, logo perderia a credibilidade dos meus atos. 


—  hm… acho que sim. —  cocei a cabeça. 


—  Alguma coisa te distraiu? —  Ele sorriu.


Eu abaixei a cabeça e neguei, sem saber ao certo o que fazer. Eu queria entender o que era aquilo que estava acontecendo. 


 

—  Você é bem diferente de como as pessoas te idealizam. —  Falei, rindo. 


—  Na verdade, não. —   o encarei, confusa. —  Eu só não mostro certa parte de mim pra todo mundo. —  Puta que pariu. 


O que aquilo queria dizer? 


Notas Finais


🏀⚡🏀⚡🏀⚡🏀

Isso foi tudo hehehehe
Deixem seus comentários aqui baixo sobre esse Yoongi. Abusadinho esse rapaz não? Aiai, meto-lhe um beijo pela boca a fora KKKKKKKKKKK
Desculpem qualquer erro, minhas totosaaas.
Eu gosto tanto do universo da fic, me sinto em casa.
Park Seohy merece ou não merece prêmio de melhor amiga ever?

Meu perfil: @samipvg

Venham ler a fic da minha amigaaaaa, ela merece muito carinho!
https://www.spiritfanfiction.com/historia/inevitavel-imagine-kim-seokjin-17863931

Beijos no coração, até sábado!


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