História High School Pokemon - Capítulo 2


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Categorias Pokémon
Personagens Alexa, Ash Ketchum, Barry (Jun), Bianca, Black, Blue, Bonnie, Brendan, Dawn Hikari, Drew, Ethan, Gary Carvalho, Gold, Grace (mãe de Serena), Iris, Lyra, May, Misty, Paul, Professor Sycamore, Red, Sabrina (Natsume), Serena, Shauna, White, Yellow
Visualizações 100
Palavras 1.750
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite :)
Boa Leitura

Capítulo 2 - Defensor dos Animais


O sinal havia batido e o professor já havia saído. Era um meio intervalo, mas já bastou isso para a mesa de Serena ser rodeada de garotas.

Aluna 1 – Então, você era de que escola?

– Da Kalos. – Respondeu mesmo no sorriso meigo de antes. Após isso, todos se surpreenderam.

Aluna 2 – Essa escola não é aquela de Elite de Miami?

– Essa mesma. – Respondeu simpática.

Todos continuavam com as boquinhas abertas, sem reação. Kalos era de longe uma das melhores escolas de Ensino Médio da Florida e do Estados Unidos, era surpreendente ela ter se transferido.

Ash que ouvia a conversa atentamente, também estava surpreso. Mas ainda se perguntava – Como ela me conhece?

– Ash! – Um grito interrompeu seus pensamentos, chamando a atenção de todos.

Uma garota de cabelos castanhos e olhos da mesma cor correu em sua direção.

– Você não vai acreditar! – Faltava pular encima do garoto

– Com essa alegria toda eu acredito até que você foi para lua. – Brincou, ela riu

– Bobo.. Enfim! Eu fui aceita, to dentro! – Deu um pulinho ao dizer. Gary que ouvia a conversa como todos os outros, arregalou os olhos.

– Porra! Serio, Blue? – Se aproximou, ela o olhou com um sorriso contagiante

– Isso merece uma comemoração, não acha? – Ash sugeriu, eles se entreolhar

– Cinema ou...

– Casa do Ash é claro. – Blue confirmou e logo depois se virou para a sala – Todo mundo na casa do Ketchum hoje as 7! – Gritou, Ash fez um facepalm

– Eu não confirmei nada.. – Murmurou sem graça

– Agora eu preciso ir, tchau! – Acenou e correu para fora da sala.

Agora o foco das conversas não era mais Serena e sim Blue. Observando, Serena estreitou os olhos diante daquilo, se perguntando no que Blue havia sido aceita.

Contudo, não seria agora que suas perguntas seriam respondidas. O sinal havia batido e rapidamente a professora havia entrado.

– Suponham que já saibam o que tem de fazer. E como temos uma aluna nova, expliquem de modo que ela entenda o conteúdo que estamos explicando. – Sorria ao dizer, Cynthia, a professora de Sociologia.

Ash desabou na mesa com lagrimas nos olhos. Não havia estudado noite passada e os únicos momentos que teve para estudar, ficou prestando atenção na conversa de Serena, assim como Blue logo depois.

– É bom que saiba sua parte, Ash. – Lyra, outra integrante do grupo fez um sinal de morte, passando o dedo no pescoço.

Ele suava frio, percebendo isso, Serena o cutucou:

– Nervoso?

– Não estudei minha parte, estou ferrado. – Explicou num sorriso forçado, ela riu de leve.

– Não se preocupe, não vou rir de você, Ash. – Dizendo isso, desviou o olhar para o primeiro grupo a apresentar.

Sorte a do Ketchum e do seu grupo que seriam os últimos a apresentar, e com esse tempo, tentava ler pelo menos um terço das duas folhas inteiras que ele tinha que falar. E então, o já citado tempo, se passou. Era a vez do grupo dele.

– Certo, grupo de Gary, Ash, Dawn e Lyra, por favor. – A professora disse. Em seguida, os alunos citados foram se levantando.

Chegando a frente, Ash encarou Serena, que sorriu de canto. O moreno sorria nervoso, e repetia na sua mente as palavras que havia decorado enquanto ainda não chegava sua vez. E quando chegou, sua mente ficou em branco.

– Então... er... Com isso podemos afirmar que a sociedade define o que é errado e o que é certo, mas os indivíduos dessa sociedade não conseguem questionar se é realmente errado ou certo, entenderam? É quase contraditório, pois um indivíduo define o que é certo para a sociedade, e não a sociedade em si. A sociedade apenas segue o que lhe foi mandada.

Se soltava cada vez mais o Ketchum, surpreendendo a todos do seu grupo e da sala.

– Então somos todos maria-vai-com-as-outras? – Brincou Serena, fazendo a sala rir.

– Exatamente! São poucos os que realmente veem o que há de errado, pois criticar é um ato corajoso, e infelizmente, todos temos covardia dentro de nós. – Comentou num sorriso forçado.

A professora sorriu, então perguntou – Poderia citar um exemplo, senhor Ketchum?

– Zoológicos! Alguém aqui percebe o quão errado é isso? Animais sendo presos, tirados de seus habitats para serem enjaulados e vistos como uma atração. – Sorriu triste, enfim finalizando a apresentação.

– Muito bem, Ketchum. Palmas para o grupo. – Pediu a professora. Em seguida, todos começaram a bater palma.

Ash suspirou, se livrando de todo nervosismo, então, olhando para os alunos, Serena sorria meigamente como sempre, mas ainda tinha a imagem do desprezo que antes ela o havia encarado.

Sentando na cadeira, novamente a cabeças de mel o cutucou.

– Parabéns, defensor dos animais. – Brincou, ele riu, agradecendo rapidamente e logo depois prestando atenção na professora que falava na frente.

E enfim, o sinal bateu e todos guardaram suas coisas, prontos para irem embora. Se levantando, Ash foi em direção a seus amigos,

– Quem é você e o que fez com o Ash? – Gary estreitou os olhos, brincando. Todos riram, afinal, era raro uma apresentação tão bem-feita da parte do moreno.

– Vocês me subestimam. – Se gabou

– Ele apresentou bem por causa da novata. – Lyra comentou quando Serena passava por eles. Ash corou, mas ela apenas deu um sorrisinho, e continuou seu caminho.

– Ela não parece ser muito sociável.. – Dawn disse. O resto apenas passou a encara-la de costas.

De repente, todos pensavam nela, até tal silencio ser quebrado por ninguém menos que Gary, com mais uma de suas perolas

 

– Quem liga, ela é gostosa pra caralho.

 

 

(...) Quebra de Tempo – 17:35 – POV ASH

 

Eu havia chegado em casa e depois de ter feito meu almoço, deitei na cama e dormi. Depois de um dia daqueles era normal eu estar sem energia. Mas até que não tinha sido tão ruim, havia mandado bem no trabalho e tinha feito amizade com a aluna nova, eu acho. Fiquei por um bom tempo pensando em como ela me conhecia, mas isso não importava mais, não era tão surpreendente assim.

Só tinha uma coisa que estava me incomodando. Com os olhos fechados, já acordado, sentia meu corpo pesar como nunca. Como se uma bigorna estivesse encima de min. Foi quando decidi abrir os olhos, e não acreditei no que vi.

– E-Enormes.. – Murmurei sem pensar, apenas vendo a imagem a minha frente. Conseguia ver tudo por dentro da camisa dela.

Espera, dela?

– Bom dia, secretário do Ibama. – Apesar do horrível apelido, ela processou de jeito extremamente sexy. E subindo meu olhar, me deparei com o rosto das cabelos de mel.

– Serena..!? – Rapidamente me levantei, assustado. – O que faz aqui? Digo, como entrou aqui..?! – Perguntava totalmente surpreso, não só por uma pessoa que eu mal conhecia estar na minha cama, mas também por ela estar só com uma camisola rosa quase transparente que dava destaque a sua calcinha preta.

– Sua reação foi melhor do que esperava – Começou a rir

– Isso não é engraçado! Eu poderia te denunciar, sabia? – Disse indignado, ela parou de rir, sorrindo de canto logo depois.

– Ah é? .. Você faria isso? – Se aproximou de min, sussurrando lentamente, colando seu corpo ao meu, amaçando aquelas coisas em min. Mais alguns segundos e eu iria enlouquecer.

– S-Serena, isso não tem graça.. – Comentei desviando o olhar, minha cara devia estar tão vermelha quanto um pimentão.

– Ah e como tem – Voltou a rir. Ela parecia gostar de me provocar.

– Você ainda não me respondeu.. – Comentei, ela parou de rir, arqueando a sobrancelha. – Como sabe onde eu moro? E como entrou aqui? – Perguntei sério, ela sorriu.

– Eu disse que te conhecia, mas não disse como, certo? – Perguntou, assenti, esperando a resposta, e tal veio com ela apontando para minha janela.

Rapidamente andei até a janela e vi que a janela da casa vizinha estava aberta, era um quarto com decoração feminina. No mesmo mento raciocinei e a olhei surpreso.

– Você é minha vizinha..!

– Sou. – Riu – No dia que nos mudamos, você se apresentou para minha mãe, por isso sabia seu nome. – Revelou. Sorri sem graça, então era isso o tempo todo?

– Que surpresa.. Não esperava, você não se parece nada com sua mãe. – Comentei rindo de leve, ela gargalhou.

– Você não é o primeiro que disse isso. – Sentou-se na minha cama. Novamente a encarei, corando por ter praticamente uma visão perfeita de seus seios.

Me recompus – E-Então.. o que você quer fazer? – Arqueei a sobrancelha, ela me olhou de relance.

Então, disse seriamente – Sexo.

Pisquei algumas vezes, não acreditando no que ouvi.

– Como?

– Estou brincando, seu idiota.. hahaha você tinha que ver sua cara. – Ria como uma retardada. Realmente, eu estava me sentindo um idiota por cair tão fácil nas suas provocadas.

– Você não se parece nada com a menina santinha da escola. - Suspirei, caminhando até minha Tv, ligando a mesma.

– Pois é, na escola sempre temos uma versão diferente de nós mesmo. -  Veio até min, percebendo que eu iria ligar o Xbox.

Entreguei o controle para ela

– Quer jogar o que? – Perguntei, ela pareceu pensativa.

– Fifa. – Respondeu, ri fraco, ela estranhou. – O que foi? – Estreitou os olhos

– Nada, é que eu sou muito bom, não chore por tomar de 10 a 0. – Brinquei, ela sorriu como se tivesse aceitado o desafio.

Então, ligamos o jogo e escolhemos nossos times. Meu sorriso confiante permanecia até o inicio da partida.. Mal sabia eu no que estava me metendo.

Quinze minutos depois.. 

– E lá está! O decimo gol! – Serena gritou, se levantando com o controle na mão.

Meu olhar estava arregalado e destruído. Ela havia pegado um time qualquer e mesmo assim passava por minha zaga como se eu fosse um iniciante qualquer. E enfim, a partida havia acabado.

– Não quero mais jogar futebol. – Disse seriamente, ela gargalhou.

Eu fui humilhado.

– Não se preocupe, eu não conto para ninguém que você perdeu de 10 a 0 para min. – Acariciou meu cabelo, me tratando como uma criança.

Eu ia responder - Mas ouvi a campainha tocar, então me lembrei de todo o pessoal que iria vir na minha casa. Rapidamente olhei para Serena com aquela roupa, e não iria dar bom.

– Serena, rápido, vá se trocar! – Alertei indo em direção a porta, mas foi quando escutei:

– Não.

Me virei lentamente

– Como assim? – Perguntei confuso

– Não vou me trocar. Vamos ver o que irão falar quando me verem com você, e desse modo. – Sorriu maliciosa, provocando novamente.

– Haha, não tem graça. – Forcei uma risada ao dizer.

– Eu não estou brincando.. Ash. – Falou com uma voz rouca em meu ouvido, me arrepiando completamente.

Não ia dar bom.. Não ia dar bom.

 

– Vamos Ash, temos que atender as visitas, não?


Notas Finais


É isso, até amanhã.


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