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História High School Professor Stefano Ultra - Capítulo 1


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Notas do Autor


Eu não me responsabilizo por qualquer acontecimento que seja parecido com a vida real. É tudo mera coincidência.

Todos os seres humanos são capazes de ter um pensamento próprio, todos nós temos algo em comum. A historia se passará em uma época onde nossa capacidade ainda era limitada, porém não para as criaturas da historia... Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo 1: Inicio de uma nova vida.


Essa história que vou contar será sobre uma pequena bela Eevee que levava o nome de Kiara, que foi nascida no país de Finlinar ou Finlândia como nós conhecemos, em 27 de setembro de 1920, ela passou sua infância e pré-adolescência junto dos pais. Os pais não tinham um relacionamento muito bom, eles se gostavam, porém meio que um suspeitava que o outro estivesse traindo.

  Sua mãe era uma linda Glaceon azul que usava um lindo laço azul escuro, um vestido branco e azul e um chapéu branco de senhora por cima do laço, o chapéu tinha uma fita combinando com o laço. Ela trabalhava sobre dona de casa, como sua filha estudava em período integral, e seu marido trabalhava e chegava só ao mesmo tempo em que sua filha saia da escola, ela era também uma babá para outra criança.

  A criança que a mãe de Kiara cuidava era uma Happiny, ela ainda era pequena para ir para escola, mas era grandinho o suficiente para falar, sempre ficava com a mãe de Kiara das sete e meia da manhã até as cinco e quarenta da tarde, enquanto sua filha, a Kiara, só chegava às sete e meia da noite.

 O pai de Kiara é um Delcatty, seu nome era Salvatore, mesmo não tendo nenhum parentesco Italiano, seu pai que amava muito os italianos e decidiu pôr o nome de um em seu filho, dando a luz ao Salvatore, Salvatore era de uma família Japonesa que estava na Europa à procura de emprego, mas ele acabou se apaixonando e ficando com a mãe de Kiara. Ele usava um chapéu cartola com um xadrez preto e vermelho nele e um óculos com lentes quadradas, ele trabalhava na administração de uma empresa de transporte internacional, como na época não tinha aviões, porém tinha Pokémon voadores, trens mais avançados mesmo usando tecnologia a vapor ou elétrica, carros, barcos e entre outros tipos de veículos em terra, então viajar de um país a outro era um pouco difícil, mas ao mesmo tempo não era. Kiara sempre visitava o pai no trabalho antes de ir para casa, tudo na vida parecia normal. Até o dia 26 de setembro de 1934.

  Nesse dia, Kiara estava voltando para sua casa, não junto com seu pai, ela tinha saído mais cedo por que estava tendo uma epidemia de pulgas na escola e Kiara era uma presa fácil para pulgas. Quando ela voltou, sua mãe não podia ser encontrada em nenhum lugar. O telefone estava tocando, Kiara foi até ele e o atendeu.

Kiara – Olá? Quem está falando?  - Kiara perguntou então uma voz feminina idosa de reclamação a respondeu com alguns xingamentos, irei poupar os leitores de lerem essas palavras horríveis. – Ah! Minha mãe? Bem, eu não a vi ainda... Mas vou falar para ligar para você logo depois! –

  Kiara então desligou o telefone, no telefone estava à mãe da Happiny, furiosa por que a Mãe de Kiara não foi pegar ela para cuidar. Kiara então ao invés de procurar sua mãe, decidiu esperar pelo pai, seu pai então chegou um pouco desanimado do trabalho, ele tinha recebido uma bronca, mas ele não tinha sido demitido. Ele então entrou na sua casa fingindo um sorriso, querendo ficar feliz por estar em casa de volta com a esposa e a filha, a filha então veio chorando e abraçando ele, ele gostou do abraço, mas logo percebeu o rosto triste de Kiara.

Salvatore – Huh? Por que choras minha filha? ­­– Ele perguntou preocupado, olhando para Kiara, até que ela responde.  – Papai! Mamãe sumiu! – Salvatore então solta sua filha e vai até todos os quartos da casa, gritando pelo nome de sua esposa, sem nenhuma resposta... Ele então decide ligar para a polícia, a polícia veio em sua casa e anotou a denuncia de desaparecimento de sua esposa.

 

 No dia seguinte, aniversário de Kiara, ainda não se tinha notícia da mãe dela, a escola estava fechada por ser um sábado. Kiara estava andando sobre a guia da rua, tentando se equilibrar, até que ela sente um cheiro forte de carniça vindo da direção a neve a esquerda, tinha várias crianças em volta da aonde vinha o odor, olhando de forma aterrorizada para algo. Kiara então corria na direção das crianças, elas estavam olhando um monte de neve, e tinha uma cauda de Glaceon saindo, logo Kiara ajoelhou-se e gritou bem alto. Um policial que estava de ronda por lá percebeu o grupo suspeito e o grito de Kiara, então correu com tudo até eles e viu o corpo, com isso, ele afastou todos e chamou uma ambulância e o pai de Kiara, que tinha saído do trabalho mais cedo, ele ainda não recebeu a noticia a pedido de Kiara. Quando Salvatore chegou a sua casa, Kiara estava junta de uma psicóloga que era uma Indeedee, dois policiais, um Growlithe e outro sendo um Arcanine. A Indeedee estava tentando acalmar a Kiara. Salvatore chega e pergunta o que está acontecendo.

–Sua esposa foi achada morta no fim da rua coberta de neve, lamentamos sua perda. – O Policial dizia logo então Salvatore caia no chão em lágrimas, ele estava querendo concertar o casamento entre eles, deixando mais amoroso, mas acabou não tendo a chance, a Indeedee então foi até ele o consolar.  

  Então uma festa de aniversário foi feita para a Kiara na casa dela, tendo convidados só os policiais que acharam a mãe dela, os filhos deles e o pai dela. Logo então depois do aniversário dela, o pai dela arrumava as coisas em um carro grande, ela só o olhava, um pouco curiosa, mas com certo medo de perguntar. Seu pai então buzinou para chamar a atenção dela, ela entrava no carro e sentava no banco do passageiro ao lado dele.

–Você já terminou o ensino fundamental e já está com quatorze anos, você irá se mudar comigo para um país mais seguro... Eu não quero que o que aconteceu com sua mãe aconteça com você. – Salvatore dizia enquanto acariciava a cabeça de Kiara, ligando o carro enquanto ajustava os óculos, com um olhar meio preocupado.

–Espero que você goste do novo lar. – Ele terminou enquanto começava a dirigir, Kiara olhava para trás e viam eles se afastando da casa que ela passou a infância.

 

  Logo então, passaram-se trinta e quatro horas desde que Kiara deixou sua velha casa, eles agora estavam em um apartamento no País de Italici, ou Itália como nós conhecemos. Passaram-se exatos seis meses desde que eles chegaram. Kiara tinha feito um supletivo para terminar o resto do ensino fundamental, agora ela estava prestes a entrar no ensino médio. Seu pai estava orgulhoso dela em voltar para a escola, mas também estava um pouco preocupado.    

 

  A Nova escola se chamava Professor  Stefano Ultra, era o nome de um professor de artes que era um Smeargle. Na escola, Kiara tentava se encaixar era o primeiro dia dela, ela entrava na sala toda animada, usando seu novo uniforme, ela olhava todos na sala, tinha vários tipos de alunos diferentes. Kiara olhava animada, ela então ia entrar na sala apôs ser empurrada por outra Eevee e quase cair no chão, mas então a mesma Eevee a segurou.

 –Ah! Obrigada! – Kiara dizia para a Eevee que tinha uma pelagem branca feita neve, sorria de forma amigável a ela, querendo fazer uma nova amiga. –Qual o seu nome? – Kiara pergunta, mas a desconhecida só a deixou ali e foi para sua carteira, sentando-se na região do centro da sala, logo então um aviãozinho de papel caia devagar na cabeça dela. Ela então olha de forma “Raivosa” para trás.

–Quem fez isso? – Uma voz baixa de sussurro pode ser ouvida saindo da boca dela, fazendo todos os meninos ficarem assustados, exceto um Pikachu. Logo os meninos apontaram para o Pikachu que sentava no fundo a esquerda, ele usava um colar de relógio, todos com cara de assustados. O Pikachu então começava a dizer.

 –Já estamos cheios aqui, não queremos seu “tipo” aqui na escola. – Ele dizia com uma cara de raivoso, logo então a Eevee branca ia chegando perto dele, até Kiara chegar interrompendo.

 –Oiii?! Vocês não podem brigar agora? O que vai acontecer se a professora pegar vocês?! – A Eevee branca e o Pikachu ficaram com sombras cobrindo os seus olhos, os meninos e meninas estavam assustados.

 Logo então o professor entrava na sala, era um Kadabra já idoso.

–Certo, sentam-se nas carteiras de vocês, pois nós vamos começar a aula. – Ele avisou logo Kiara corria para achar uma carteira, porém todas elas ficavam ocupadas ou algum atrasado chegava e pegava antes.  A Eevee branca então voltava para sua carteira e o Pikachu sentava-se direito na cadeira. Kiara então viu uma carteira livre que ficava entre a Eevee branca e o Pikachu com o colar de relógio em forma de diagonal, ela se sentou lá e começava a pegar o seu material. O professor então começava a chamada, pois era algo comum, ele foi dizendo os nomes, até ele revelar o nome da Eevee branca.

–Erika Schmidt. – O professor dizia de forma alta, logo a Eevee branca respondeu de forma desanimada

 –Presente... – Então Kiara olhava animada para a Eevee branca, logo então o professor acabou dizendo o nome de Kiara.

 –Erina Kiara Matsumo. – logo Kiara levantava a pata e ficou envergonhada por ser chamada pelo primeiro nome.

 –P-Presente! Mas me chame só de Kiara, por favor! – Ela gaguejou um pouco, acabou chamando a atenção da Eevee branca, ou a Erika, que olhou para ela de forma neutra, depois se virou de novo. Então o professor já ia terminar a chamada, até ele chamar o Pikachu.

–Enzo Giovanni Ribollita... Vamos tentar melhorar desta vez, entendeu? – o professor dizia de uma forma que estava meio preocupado, logo o Pikachu respondia.

 –Tanto faz... Estou presente. – Ele o respondeu de maneira bem quieta e rebelde, logo então o professor começou a passar a sua aula, eu não irei entrar em muitos detalhes nisso, é algo chato já passar pela escola na vida, imagine na leitura? Bem, o recreio começou e Kiara saiu em direção  a cantina, até que ela sentiu uma pata gelada a tocar, ela olhou para a pata que tinha pelagem branca, então viu que era a pata da Erika, então ouvia um sussurro de sua outro lado

–Hey. Erina não é? – Erika disse no ouvido de Kiara, Kiara levou um susto, mas logo se aliviou.

 –AH! Ah! Sim, mas me chame de Kiara. – Ela sorriu para Erika, logo Erika se afastava dela.

–Percebi que você é extrovertida, mas ainda não tem nenhum amigo, certo? – Erika falava de uma forma um pouco intrusiva, logo Kiara respondia

 – O que? Er, sim, mas por que quer saber disso? – Kiara perguntava um pouco confusa, logo Erika ficava mais próxima dela, ela ia falar, mas ambas foram interrompidas pelo Enzo que separou as duas.

 –Saiam de minha frente! Não vêem que estão no meu caminho? – Ele falou irritado, indo para a cantina rapidamente, Kiara se sentiu um pouco irritada. –Nem para pedir licença? – Ela gritava para Enzo, mas ele já estava longe, ele ouviu, mas só ignorou.

  Erika então ficava do lado de Kiara, olhando em direção a cantina – Não ligue para ele, ele sempre foi assim. – logo ela puxava Kiara para a cantina. –Vamos! Talvez sirvam algo bom hoje. –  Erika sorria fraco para Kiara, Kiara retornava com um sorriso bem grande. –Vamos! – Então elas foram para a cantina e comeram o lanche do dia, depois disso Kiara estava retornando para sua casa, até ela esbarrar com o Enzo.

–Ah! Enzo! Me descu- – Enzo então empurrava Kiara, a fazendo cair no chão. Ela começou a chorar do nada, sem entender o porquê dele fazer aquilo. –Eevees sempre são assim... Fingem-se de coitadinhas por um empurrãozinho. – Enzo então se agachava e pegava a orelha de Kiara.

  –Escuta bem aqui sua pirralha, eu não gosto e nunca gostarei de Eevees. – Ele então soltava a orelha de Kiara, depois saia andando como se nada tivesse acontecido. Kiara estava um pouco surpresa e preocupada com o Pikachu.

  Kiara então o seguiu, mas assim que ele percebeu que ela estava o seguindo, ele simplesmente entra em um beco e começava a correr, sumindo de vista de Kiara. Kiara decide só voltar para casa, preocupada com o colega de sala. Ao chegar a sua casa, seu pai estava animado, querendo ouvir de Kiara como foi o primeiro dia de aula dela. Kiara então chega um pouco desanimada, com uma cara para baixo, logo seu pai a abraçou bem forte, mas então percebeu a cara dela. Preocupado, perguntou o que havia de errado, ela então respondeu:

–Fiz uma nova amiga na Escola e os professores até que são legais... Porém o comportamento de um colega me deixou um pouco preocupada. – Ela disse enquanto estava com uma expressão de preocupada com algo, seu pai então colocou a pata no queixo dela, levantou a cabeça dela e disse:

 –Olhe, eu não sei como esse aluno deve ser, mas se você está preocupada com ele, então deve tentar falar com ele de forma amigável. Caso já tentou isso, tente falar com a mãe dele, talvez ela possa te ajudar. – Ele falou de forma suave e carinhosa, enquanto sorria para sua filha, então ele deu um beijo na testa dela. – Aliás, o Jantar está na mesa, é uma sopa italiana que se chama Ribollita. – Ele sorriu de forma orgulhosa por ter conseguido fazer uma sopa, porém isso deixou Kiara um pouco mais preocupada com o Enzo.

 Enquanto isso, Erika estava voltando para sua casa, ela morava um pouco mais longe, era perigoso andar de noite nas ruas, e por ela estar em uma escola integral pela primeira vez, era algo novo. Erika passou por varias ruas, só que uma rua movimentada chamava a atenção. Todos olhavam com olhares tortos e rudes para Erika, enquanto ela só andava. Foi então que ela passou por um beco aonde tinha um Espurr shiny que foi abandonado pelos pais, ela pensou em fazer algo, mas só ignorou e continuou a andar. Logo então ela voltou, pegou o Espurr e o enrolou no seu casaco escolar, andou com ele até uma biblioteca, que era próxima a sua casa, deixando o pequeno Pokémon na porta da biblioteca, indo então para casa.

 Ao chegar a casa dela, ela não falou com nenhum dos seus familiares, só foi para o seu quarto e começou a ler. Seu avô então a chamou para ir jantar, ela simplesmente o ignorou. Ela e então subiu e entrou no quarto dela. Ele olhou para ela com um olhar de preocupação, então falou:

–Ei Erika, como foi à escola hoje? Está gostando do ensino médio? – Ele falou com certo medo, Erika virou-se e olhou para ele, logo sorriu e respondeu

 –Bem, está sendo melhor que o fundamental, agora tem alguém para eu conversar. – Ela então se virou e voltou a ler, seu avô ficou surpreso com a reação dela, então ele lembrou-se do por que ele foi para o quarto dela.

 –Ah sim! O jantar já está na mesa e... Sua mãe chegou mais cedo do trabalho hoje. – Logo então Erika ficou desanimada, acabou quebrando o lápis, então ela saiu da cadeira, passou pelo seu avô sem dizer nada, até ela descer as escadas e ver sua mãe sentada na mesa. Ela desceu e ficou olhando para sua mãe com uma cara neutra fazendo sombra em seus olhos, sua mãe estava com a mesma cara, seu avô olhava para ambas enquanto tentava quebrar o silêncio. 

– Então... Como foi o dia de vocês? – Ele falava enquanto pegava um prato com salada, logo Erika virou os olhos para seu avô, permanecendo a expressão séria. –Foi bom... O professor continua o mesmo, e o babaca do Enzo acabou indo na minha sala. – Ela então voltava os olhos para sua mãe.

– E você... Sueli? – O Avô de Erika pergunta, olhando para a mãe de Erika, que era uma Vaporeon  que usava um vestido preto e um chapéu preto com laço branco. Ela olhava para o avô de Erika, que era um Ninetails. 

– Hum, o chefe acabou tendo uma convulsão e teve que ser mandado as pressas ao hospital, nada de mais. – Ela falou também revirando os olhos para o avô de Erika, depois voltava os olhos para Erika. Então o Avô de Erika soltou um leve suspiro.

– Bem... Erika tinha me contado que conseguiu um amigo ou uma amiga, não é? – Friedrich tentou animar um pouco a mesa, mas isso fez Erika olhar para seu avô com a mesma cara que ela estava olhando para a mãe, só que suas sobrancelhas pareciam raivosas.

– Vô! – Erika abaixava as sobrancelhas, desconfortável que seu avô tivesse contado sobre sua amizade para a Sueli. Logo então, sua mãe mudou de expressão neutra para riso.

– Huh, uma nova amizade... – Sueli então se levantava, pegava o prato já vazio dela e levava até a cozinha. Com aquele tom sarcástico, ela parecia um pouco invejada, mas estava orgulhosa por dentro.

  Um pouco longe dali, acontecia algo entre os becos da cidade. Um banette estava vagando sem rumo pelos vastos becos, até uma criatura amarela parar na frente dele, era um pouco menor do que um Pikachu e um Pichu, mas era um pouco maior do que um Joltick e um Azurill sem contar a cauda.  A criatura usava roupas idênticas a de Enzo, a única diferença era que eram roupas mais velhas e ele não tinha um relógio.

–Está pronto? – O Banette perguntou, enquanto a criatura ia até a região de luz, revelando ser um Mimikyu, porém estava com uma das orelhas da fantasia cortada e usava um laço vermelho. – Ainda não, há muita gente aqui. – Mimikyu dizia para o Banette, enquanto soltava um leve suspiro.

–Coitados, mal sabem o perigo que os aguarda. – O Banette falou com um tom de preocupação. –Bem, temos que avisar alguém, se não podem acabar como nós... – Dizia Mimikyu em afirmação, também preocupada.

–Hapi, se nós ficarmos podemos ser mortos, mas se irmos nós morreremos, de novo... – Banette começava a chorar, quando a Mimikyu começou a consolá-lo. –Ei, calma. Vai ficar tudo bem. Ninguém vai morrer mais, eu prometo. – Hapi olhava para Bane, sorrindo por baixo da fantasia, mas só podia demonstrar pelos olhos. Bane então abraçava Hapi, a segura com cuidado para a fantasia não sair dela.

– Eu espero... Espero que não...  Que ele não mate mais ninguém, mamãe e papai já avisaram sobre ele, mas nós só ignoramos... – Bane solta Hapi, ficando preocupado de novo, Hapi o abraça enquanto eles lentamente caem no sono naquele beco frio e solitário.

 No dia seguinte, Kiara estava animada para o segundo dia de aula, ela levantou da sua cama e foi correndo para a mesa tomar o café, falou pouco com seu pai, só disse bom dia e saiu correndo para fora de casa com sua pasta de estudante. Ela foi andando para a escola até ela avistar Erika no caminho.  Ela ficou feliz em ver Erika, gritou pelo seu nome e acenou para ela, mas Erika só olhou para trás e continuou andando. Kiara então correu até ela e ficou ao lado dela.

–Ei, o que foi? Algo aconteceu? – Kiara estava um pouco preocupada com Erika, Erika só parou um pouco e observou Kiara por exatos dois minutos. Apôs isso, Erika virou-se para frente, continuou a andar. Kiara então a seguiu. –Não quer mais falar comigo? – Kiara falou um pouco preocupada, com um olhar de tristeza, então Erika finalmente responde.

–Não é nada... Só foi uma discussão que tive em casa. – Erika então dava um sorriso pequeno para Kiara, que de volta deu um sorriso bem animado, se sentindo aliviada. –Ah que bom! Digo, que bom que não é comigo. –  ela disse enquanto andava, Erika então ria baixo, elas continuaram a andar até chegar no portão da escola, lá estava Enzo.

 Enzo estava apoiado na porta da entrada da escola, parecia estar esperando Kiara. Quando ela chega, Enzo então vai até ela.

–Ah Kiara, eu só queria me desculpar pelo o que eu fiz ontem, eu estava meio irritado. – Ele falou com certo tom de deboche na fala, mas então Kiara o respondeu. –Ah aquilo? Tudo bem, não machucou muito. – Ela sorria para Enzo, enquanto Erika ficou na frente dela, olhando profundamente para Enzo.

–O que você fez a ela? – Ela falou com uma voz séria e nervosa, logo todos na rua foram correndo para dentro da escola, deixando só os três lá fora, enquanto alguns curiosos olhavam pela porta. Enzo ficou quieto e olhava Erika com uma cara de raiva, logo Kiara entrou na frente dos dois. –Parem! Não briguem por causa de um empurrão! Ele já pediu desculpa! – Kiara tentou afastar ambos para que ninguém saia machucado, logo Enzo começou a rir.

–Eevees... Todas iguais, só pensam em si mesmas. – Enzo então se virava e ia até a escola, gritando para os outros alunos saírem da frente dele. Erika ia correr atrás dele, mas foi segurada pela Kiara.

– Por favor! Ele só me empurrou e eu acabei chorando, está tudo bem. Eu não me machuquei e ele já se desculpou! Por favor, esqueça. – Kiara falava para Erika, então Erika se soltava dela e ficava parada, então Kiara abraçava Erika. Erika ficou surpresa e então retornava o abraço, ambas começaram a brilhar, mas Erika soltou-se de Kiara antes. 

–Vamos, se não iremos nos atrasar. – Erika falava enquanto ela e Kiara iam em direção a escola, todos os alunos correram para dentro das suas salas só da Erika colocar o pé na escola. Erika e Kiara andavam juntas para sua sala, sentaram em suas carteiras e fizeram todas as suas lições. Tudo ocorreu bem, até chegar à hora do intervalo.  No intervalo, Kiara saiu em direção á cantina, Erika estava indo junto com ela. Mas os alunos estavam rodeando algo, com olhares horrorizados. Kiara teve um deja-vu ao ver os alunos parados daquele jeito, então Enzo separou as duas, correndo na direção dos alunos. 

–Saiam da frente! Não vê que alguém está em apuros?! – Enzo correu até a multidão, empurrando todos para sair da frente, até ver um Rockruff caído no chão sem metade de seu corpo, porém ainda vivo.

–... Não... Não... GNOCHIII!!! – Enzo gritava pelo nome do Rockruff, pegava a cabeça dele e puxava o corpo dele para seu colo.

–O que aconteceu? Quem fez isso com você? – Enzo dizia enquanto segurava o choro ao máximo, olhando para o Gnocchi. Quando então ele respondeu

– T-Tudo aconteceu quando eu saí para ir ao banheiro... – Gnocchi então começou a contar o que aconteceu com ele para ele ficar daquele estado. 

Eu tinha acabado de sair da sala, estava indo em direção ao banheiro para fazer minhas necessidades, até que o comportamento de certa pessoa me intrigou. Ele estava com uma faca na mão e suas roupas não pareciam ser de um funcionário ou de um aluno. Então eu perguntei para ele o que ele estava fazendo.  

–Me desculpe senhor, mas quem é você e o que desejas? – Eu disse olhando para ele, mas ele só olhou e apontou a faca para mim, sem dizer nenhuma palavra. Eu fiquei em choque, tentei me afastar dele, mas só conseguia ficar parado na parede olhando, sem se mexer, com muito medo. Então ele sorriu para mim, começou até rir. Ele colocou a faca em meu pescoço, logo desceu ela para os meus quadris, eu fiquei muito assustado, quando então, ele puxou a faca com tudo e me cortou. Eu tentei me segurar nele, ele foi andando de volta para aonde ele estava quando eu fiquei sem forças para segurá-lo, eu simplesmente apaguei... 

 Todos ficam quietos, até que Gnocchi solta suas ultimas palavras.

–Por favor, não deixe que ele pegue vocês. – Logo Gnocchi fecha seus olhos, sua cabeça perde a força de ficar levantada. Enzo então o solta, os alunos estavam gritando e dizendo varias coisas, até que Enzo pega em seu relógio, chorando muito. Kiara observava Enzo e se aproximava dele para tentar consolá-lo, Erika acabou indo junto com isso, ambas encostaram-se à costa de Enzo, bem na hora em que Enzo começou a mexer a corda do relógio, retrocedendo ele, logo Enzo, Erika e Kiara acabaram sendo jogados para de volta na sala. Erika e Kiara não entenderam o que aconteceu, mas Enzo levantou-se de sua cadeira e foi correndo para fora da sala. O professor tentou parar ele, mas sem sucesso, Erika e Kiara foram junto com ele, quando então viram Enzo indo para cima de um Delphox de terno, porém o Delphox o chutou para longe, acabou fazendo Enzo quebrar o relógio. O Delphox então foi embora, sumindo pelos corredores do fundo da escola.  Enzo então começava a acordar, olhando para o relógio quebrado, ele ficou com medo.

–O R-Relógio quebrou?! Oh não... Isso só pode significar... – Enzo olhava para Gnocchi, logo então Gnocchi foi cortado ao meio, acabou caindo com o corpo no chão. Kiara correu até Gnocchi para tentar fazer alguma coisa, Erika só olhou para Enzo. Enzo estava muito concentrado no relógio. –... Eu tenho que ver minha mãe! – Enzo então corria para a porta da escola, tentava arrombar a porta com tudo. Conseguindo abrir só parte dela. Erika estava enojada do Enzo se importar muito com aquele relógio mais do que com a vida de um colega. Erika então correu atrás dele, Kiara que foi deixada atrás acabou vendo eles saírem, sem muito o que fazer acabou saindo com eles. Enquanto isso uma Braixen olhava a situação, um pouco inconformada, olhava para o Gnocchi e ficou com ele.

  Enzo corria em direção a sua casa, chorando e olhando para o relógio despedaçado em suas mãos. Logo então Erika e Kiara estavam perseguindo ele, Erika queria parar ele, enquanto Kiara só queria saber por que ele não estava ajudado. Enzo então guardou os restos do relógio no bolso para conseguir correr mais rápido, então ele acabou ficando mais rápido que Kiara e Erika, mas ambas continuaram a perseguir ele sem perder de vista, até ele entrar em sua casa. Erika então pulou na casa dele, olhando para ele.

–ENZO! POR QUE VOCÊ FU- – Antes que ela pudesse terminar, ela viu Enzo pendurado na mesa com uma Pikachu um pouco mais velha com a ponta da cauda preta mexendo no relógio dele. – -Giu... – Ela se sentiu um pouco constrangida, mas tentou fingir fazendo uma cara de expressão neutra, virando-se para esconder a cara de vergonha, logo Kiara chega gritando.

– Erika! Enzo! – Ela olhava para Erika envergonhada, então olhava Enzo dentro da casa dele, ia entrando na casa dele, olhando para ele e uma Pikachu fêmea com uma cauda com ponta preta, a pikachu olhava para as duas Eevees enquanto concertava um relógio.

–Essa é suas amigas? Achei que não gostasse de Eevees. – Ela riu um pouco, enquanto o Enzo estava com uma cara de choro, acabou ficando envergonhado também. – Mãe! – Ele disse enquanto estava desesperado, olhando para ela concertar o relógio.

–Oh... Você é a mãe do Enzo? – Kiara olhava para ela, maravilhada pelos brincos dela  –É um prazer conhecer a senhora! – Ela sorria enquanto Erika chegava ao lado dela. A Pikachu sorriu de volta e respondeu com uma voz suave.

–Ora, é um prazer conhecer as duas moçinhas também. –Ela disse com um sorriso, porém Enzo ficou mais envergonhado  –Mãe!!! – Ela riu enquanto continuava a concertar o relógio.

  –Meu nome é Alice, mas pode me chamar de Sr.ª Alice. – Ela sorriu, terminando de concertar o relógio. –Meu nome é Kiara! – dizia Kiara sorrindo de forma educada. –O meu é Erika. – Disse Erika um pouco quieta, ainda mantendo a expressão séria. Alice então terminava de arrumar o relógio, dando ele para Enzo.

–Aqui. Tente não quebrar de novo, sabe como esse relógio é importante. – Ela falava em um tom de bronca, apontando a mão para Enzo. –Está bem! Entendi! Obrigado! Ciao! – Ele então saia correndo, sem esperar por Erika ou Kiara, até ele acabar esbarrando em uma Braixen de uniforme escolar, era a mesma Braixen que estava com Gnocchi nos últimos momentos da vida dele.

–Ei! Saia da frente! – Enzo estava cara a cara da Braixen, com uma expressão de raiva. Ele ia se levantar, mas a Braixen acabou o pegando no colo. Começou a acariciá-lo, isso o deixou bem constrangido.

–Hein... O que está fazendo? – Ele falou com um pouco de raiva. – Me solte! Preciso salvar meu amigo! – Disse ele, preocupado. Logo a Braixen começou a falar com uma voz suave.

–Calma... O destino o levou já... Mesmo que conseguisse, você nunca iria conseguir salvar ele... – Ela disse tentando o acalmar, mas então Enzo ficou um pouco chocado. –Pera... Você sabe do relógio?! – Ele disse com certo medo, já que ele ficava um pouco inseguro perto de gente que sabe o poder do relógio. Ela então sorri, ainda a acariciar.

–Sim, meu pai é de uma máfia onde perseguem sua família para saber onde está o seu relógio, ele me contou tudo. – Ela continuava a acariciar ele, mas então Enzo sai do colo dela, se afastando dela com medo.

 –Máfia... A mesma máfia que matou meu primo?! A mesma máfia que tentou roubar o relógio dele?! Por que acha que devo confiar em você se você acaba revelando isso?! E se você na verdade quiser roubar o relógio de mim?! Fale logo quem é você! – Enzo disse enquanto estava com medo e cheio de perguntas. A Braixen só sorriu e começou responder as perguntas.

–Meu nome é Evy, eu sou do segundo ano. Meu pai veio aqui para tentar roubar o relógio de você, mas eu menti sobre onde o relógio estaria, e ele não viu você cair em cima do relógio. – Ela dava um sorriso, Enzo ficou mais aliviado.

–Tá bom... Mas isso ainda não muda o fato de saber se eu deva confiar em você ou não! – Ele disse um pouco raivoso, até Kiara e Erika chegarem.

–O que está acontecendo? – Kiara chegava enquanto via Evy e Enzo naquela situação, Erika chegava logo atrás, sem dizer muita coisa. Então a Braixen só olhou para elas e sorriu.

–Meu nome é Evy, podem confiar em mim, irei proteger vocês do meu pai... Ele é um assassino horrível. – Ela falou em tom calmo, parecia não mostrar nenhuma emoção a não ser uma felicidade bem forçada, só que no sentido que parecesse real. Enzo então se aproximou dela, indo devagar.

 

–Pelo seu olhar e sua falta de emoção, vejo que você sofre com ele e não quer que outras pessoas sofram o mesmo que você ou alguma vitima dele sofreu. – Ele olhava para ela, então estendeu sua mão para ela.

  –Você disse que iria nos ajudar, mas nós vamos ajudar você. – Falou sorrindo, logo Erika e Kiara ficaram confusas com o “Nós” de Enzo, mas concordaram por dentro.

 O dia estava acabando, a escola ficou fechada apôs o acontecimento. Quando anoiteceu, todos estavam indos para suas casas, juntos. Erika e Evy meio que eram vizinhas, então ambas conseguiram andar juntas um pouquinho mais, só que não falaram nada no caminho, permaneceram quietas. Então Erika chegou a sua casa, Evy foi para a sua e entrava nela. Ela cumprimentou seu pai. Não falou muito com ele, só deu uma boa noite e foi para seu quarto, no quarto dela tinha uma área com umas velas aromáticas e a foto de um Fennekin com uma marca de nascença por parte de pai na bochecha, seu pelo também era um pouco maior do que a pelagem de uma linha evolutiva de Fennekin comum. Ele era o irmão de Evy, mas era de outro relacionamento que a mãe dele tinha, ele não estava lá, pois aquilo era um memorial para ele, ele já tinha se passado já faz dois anos, Evy ficou ajoelhada olhando para a foto dele.

– Ei irmão... Já faz dois anos não é? Pois é... Muita coisa aconteceu desde que você partiu, mamãe acabou se separando do papai e... Ela simplesmente sumiu! Papai acha que ela saiu da cidade, mas eu não sei... – Ela suspirou enquanto olhava para ele, logo abria um sorriso

 – Mas também tenho boas notícias, fiz novos amigos... Bem, acho que só um amigo e duas conhecidas. Eles são bem legais! Apesar de dois deles não terem um histórico muito bom... – Ela falou rindo um pouco baixinho, logo olhava de volta para a foto e levantava-se do chão. Ela dava seu ultimo boa noite para seu irmão e ia indo até sua cama, deitando e logo dormindo.

  No dia seguinte, a escola recebeu uma aluna nova, ela iria ficar na sala de Kiara, Erika e Enzo, substituindo Gnocchi. Kiara estava entrando na sala junto com Erika, elas pareciam estar conversando de algo, era do livro Mil e Uma Mentiras por Mandie Hudson.

– Jura que você já leu esse livro? – Erika perguntou falando em um tom baixo em que só Kiara podia ouvir. –Claro! É meu livro favorito! Só que a parte em que o Jonathan vai embora me deixou bem triste... – Kiara disse em um tom de voz normal, abaixando um pouco a cabeça. Erika sorri para ela.

 Quando ambas estavam entrando na sala, Kiara foi empurrada por outra aluna, Erika segurou Kiara para ela não cair de novo, Kiara então olhou para a aluna. 

–Hey, tome mais cuidado! – Kiara disse enquanto ela se limpava – Me desculpe... – Uma Mimikyu olhava para ela, ela tinha um laço vermelho com suas pontas rasgadas. Ela então entrava na sala e ia indo até uma carteira solitária.

–... Que garota estranha. – Disse Erika. Kiara olhava para a menina com preocupação, ela ia falar com ela até ser empurrada de novo, desta vez pelo Enzo.

– Cuidado! – Enzo corria em direção da carteira da nova aluna, olhando diretamente a ela. 

–Então é você... Hapi Zucchero... 16 anos... Nunca completou o fundamental... Ficou um ano sem estudar... É conhecida por causa de uma lenda de fantasmas... O que você veio fazer em nossa escola?! – Enzo parecia um pouco irritado, mas era por causa da rivalidade entre os Pikachus e os Mimikyus.  Hapi na verdade estava muito depressiva para tentar atacar ou até fazer algo contra Enzo, ela então só abaixou a cabeça da fantasia dela.

–... Enzo Giovanni Ribollita... 15 anos, solteiro... Mora com sua mãe e seu irmão pequeno... Seu pai e seu primo foram vitimas de uma morte por homens de facções criminosas... Você vivia brigando com uma Eevee para conseguir revidar o que você não conseguiu com o seu primo e seu pai... Você não tem amigos, só tem uma conhecida que vivia brigando com você... – Hapi então levantou a cabeça da fantasia.

– Eu lhe pergunto Enzo, por que está nessa escola ao invés de um psicólogo? Sua vida emocional está bem baixa, precisa de ajuda. – Enzo ficou quieto e envergonhado, seu rosto ficou vermelho. Erika no fundo parecia cobrir a mão no que seria uma risadinha bem fraca. Kiara ficou surpresa com a reação da nova aluna. Kiara então foi indo até a nova aluna, Erika a seguiu. Os meninos ficaram assustados e afastaram as suas carteiras do caminho que Erika passava.

 Enzo estava bem envergonhado e irritado, soltando faíscas de suas bochechas, mas então Kiara encostou-se ao ombro dele.  – Nem pensar! Acalma-se um pouco, vai. – Kiara disse o puxando para ela poder falar com a nova aluna, Enzo então foi jogado para o lado e se segurou na carteira.

 – Ei! Por quê? – Enzo disse irritado, mas antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, Erika o puxou e deu-lhe um soco para ele sentar na carteira dele.

–Fique quieto, relóginho.  – Erika disse enquanto ia até Kiara e a outra aluna. Ambas ficaram conversando com ela, se apresentando antes. –Então, meu nome é Erina, mas pode me chamar de Kiara. Ela é Erika e aquele Pikachu que conversou com você, bem, vocês já se conhecem né? – Kiara sorriu enquanto olhava para Hapi, mas Hapi então respondeu com uma voz fria.

–Eu sei o nome de todos vocês. E não, não conheço vocês. – Elas ficaram quietas por um momento, até Enzo chegar ali no meio. –Ei! Por que fizeram aquilo? Eu só queria conhecer ela!!! – Enzo disse irritado, olhando para Kiara e Erika.

–Daquela forma? – Debochou Erika. Enzo olhava então para a Mimikyu com um rosto de nervoso. –... Não sei por que estou irritado com você mais do que com Eevees... Mas é um prazer conhecer você. Sério, você tem sido a lenda urbana dessa cidade á décadas. – Ele sorriu enquanto olhava Hapi, Hapi só suspirou e abaixou a cabeça da fantasia.

–Por favor... Deixem-me sozinha. – Disse Hapi para os três, então todos foram para suas carteiras e sentaram-se nelas. A aula começou e Kiara ficava virando-se para olhar Hapi, ela parecia preocupada. O intervalo chegou, Kiara e Erika ficaram juntas no intervalo, conversaram do livro de “Mil e Uma Mentiras” e também de algumas outras coisas. Até que Hapi parecia estar em problema.

– Hey sua menina estranha, pode passar o que você tem ai. – Um Purrloin de cabelo liso falava para Hapi, enquanto ela estava lendo um livro e contando o dinheiro para ela comprar algo na cantina. Hapi ficou-se em silencio, não disse nenhuma palavra. O Purrloin irritado então bateu na fantasia dela.

– Ei! Ninguém ignora o grande Risotto! Se achares mesmo que vai me ignorar por ser diferente, então achou errado! – O Purrloin então deu um soco em Hapi, lhe fazendo cair no chão, Risotto virou-se segurando o livro dela e o dinheiro, começando a rasgar o livro e indo até a cantina usar o dinheiro. – Fácil. Fácil de mais. – Risotto dizia até ele se esbarrar com Enzo.

 – Ai! Huh? Ei! Você é o que apanha da Erika não é? Quer apanhar de mim por acaso? Trair é pecado, você sabe disso! – Risotto dizia enquanto olhava para Enzo, Enzo o encarou e depois olhou para a Hapi. –... O que você fez á ela? – Ele disse puxando a camisa de Risotto, o enforcando um pouco.

– O-O que você está fazendo? – Risotto tentou o segurar, mas Enzo então deu um choque elétrico nele. –EU TE FIZ UMA PERGUNTA, NÃO ME RESPONDA COM OUTRA! – Enzo olhava para ele com raiva, Risotto então soltava o dinheiro e o livro.

–C-Calma eu só roubei o dinheiro dela e o livro bobo dela... Una-se a mim, vamos atacar ela juntos! Você sabe como Pikachus e Mimikyus se odeiam. – Risotto olhava para Enzo sorrindo, Enzo então o jogou com tudo na parede e pegou o livro rasgado e o dinheiro. Ele encostou-se ao relógio e entregou o livro inteiro para Hapi.

 – Aqui, e tome cuidado com esses idiotas. Posso até te odiar e alguma coisa sem motivo... Mas não te quero ver sofrer. – Ele então saia andando, Kiara e Erika olharam tudo, Kiara estava impressionada, enquanto Erika estava fazendo o mesmo rosto de sempre, porem com os olhos mais abertos mostrando que estava impressionada.

 Kiara e Erika voltaram a conversar, até que uma Eevee chegou perto dela, ela parecia um pouco tímida. – Ah, olá! – A Eevee disse para ambas. – Meu nome é Max, qual o nome de vocês? – Ela disse chegando até elas, Kiara estava um pouco confusa de ela ter chegado assim do nada.

– Erm, meu nome é Kiara e o nome dela é Erika. – Kiara disse enquanto apontava para Erika, olhando para Max. – Me desculpa o que você deseja? –  Kiara disse enquanto olhava para Max, Max então abriu um sorriso

– Ah, é que vocês são Eevees tão bonitas... (Assim como eu.) Então eu pensei em conversar um pouquinho. – Max sorri para elas, Kiara e Erika pareciam um pouco confusas.  Até que então Erika percebeu. – Ah, oi prima. –  Kiara e Max ficaram quietas por um segundo, até que Kiara começou a falar.

– Primas!?!? Você tem uma prima e nem me contou?! – Kiara olhava para Erika um pouco surpresa, mas Erika olhava para Kiara. – Ué, você nunca nem perguntou. –  Kiara e Max se sentiram emburradas, mas logo Max lembrou-se do que ia dizer.

– Ah sim! Vocês querem ir ao treino Eeveelution? Lá é onde têm dançarinas eeveelutions que faz shows todos os dias. – Max dizia em um tom amigável. – Urhm, por que está perguntando isso para nós?  – Erika olhou confusa, Max sorriu.

– Por que tenho três ingressos!!!  – Ela então mostrava os três ingressos que ela tinha ganhado em um jogo.  Kiara e Erika ficaram um pouco estranhadas, meio que Kiara nem conhecia Max direito.

 – Bem, isso é inesperado... Mas deve ser divertido! Acho que vou querer ir. – Kiara disse sorrindo para Max. Erika só ficou quieta.

 – Ótimo! E você priminha? Vai querer ir? – Max olhava para Erika, Erika ficou quieta um pouco, mas logo respondeu

 – Bem, não tenho nada pra fazer mesmo. – Ela sorriu devagar, logo então Max pulou de felicidade no ar. –Sim! Vamos! – Gritou Max toda feliz, logo tiveram mais um tempo de aula.

 Kiara, Erika e Max estavam na saída da escola juntas até então notarem Hapi estar seguindo Enzo, só que ela parecia estranha.  Kiara só quis ignorar, tentou se afastar dos problemas um pouco. Com isso, o avô de Erika e tio avô de Max, chegou com um carro para pegar ambas e levá-las ao show.

–Ah, então essa é a sua nova amiga Erika? – O avô de Erika disse olhando para ela, Erika ficou bem envergonhada.

– Vô!!!  – Disse Erika, então Kiara só deu uma risadinha, ela ia entrar no carro, porém quando abriu a porta, tinha uma vaporeon toda vestida, era a mãe de Erika.

– Ah, você é a amiga. – Sueli olhava para Kiara com uma cara profunda e um olhar penetrante. Erika então foi para frente de Kiara e sentou-se ao lado de sua mãe. Kiara sem entender nada só sentou-se ao lado de Kiara, enquanto Max sentava-se no banco da frente junto do vô de Erika.

 Passou-se um tempo até eles chegarem lá. Erika, Kiara e Max saiam do carro e iam correndo para a entrada, quando o segurança as barrou.

– Desculpe, sem adultos é proibida a entrada. – O segurança que era um Pangoro olhava para elas, mesmo elas mostrando os ingressos para ele.

– Poxa! – Max disse um pouco triste.

– Que pena... – Kiara disse olhando para baixo.

– Mas que saco... – Erika reclamava.

– Cibozinho, por que está barrando a minha filha, a amiga dela e minha sobrinha de verem o show?~ – Sueli disse com uma voz de bronca para o Pangoro, o olhando com um olhar penetrante escondendo uma cara feliz. Então o mesmo voltou a sua posição, com medo.

– Ah! Senhorita S! Eu não sabia que era sua filha! M-Me perdoa!! – Ele então deixou com que as meninas entrassem. Kiara e Max abriram um sorriso e foram correndo para dentro, enquanto Erika olhava para sua mãe um pouco confusa, até Kiara a chamar.

–Vem logo! Não vamos perder nada!! – Kiara então volta e puxa Erika, ela ainda estava confusa, mas então foi para dentro. Era cinco e meia da tarde, Kiara e Max se se divertiam muito, Erika só as acompanhavam elas, sem fazer muita baderna, mas se divertindo também.

 Logo então Kiara teve uma surpresa ao chegar à sala aonde era para assistir as dançarinas. 

 

Continua no próximo capitulo. 


Notas Finais


Obrigado por lerem até aqui, essa é uma das fanfic que eu nem sabia que ia fazer. Obrigado novamente.


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