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História High School Sucks - Capítulo 39


Escrita por: e GbMr


Capítulo 39 - Medo de Uma Nova Perspectiva


Fanfic / Fanfiction High School Sucks - Capítulo 39 - Medo de Uma Nova Perspectiva

— Espera aí, vocês estão dizendo que não vão mais seguir com o nosso plano? — Icy arqueou a sobrancelha, segurando-se para não perder a paciência. 

— Escute, não é justo agir dessa forma. — Flora disse calmamente.

—  E desde quando elas foram justas com a gente?! Com os outros?! Elas distribuem ódio de graça! — Stormy rangeu os dentes. — Como podem pensar em compaixão com essas criaturas?! 

— Isso é exatamente a forma como elas agem e que não temos que agir. Não queremos nos tornar as novas Nebulosas dessa escola. Só queremos que não existam Nebulosas. — Musa explicou.

— Tanto faz. — Stormy empertigou-se. — Não precisamos da sua ajuda.

Darcy olhou para a amiga, o olhar um pouco pensativo. — Stormy, talvez devêssemos repensar. 

— Repensar?! — Stormy respondeu um pouco alto demais, o que teria feito Barbatea repreende-la de não temesse a garota. — Você acha que elas repensaram quando quando divulgaram os seus sigilos, Darcy?! Quando sem a autorização de Tecna postaram aquela atrocidade?! — A garota parecia prestes a meter um murro na cara de alguém. — Vocês vão mesmo ser piedosas?!

Bloom encarou seu colo. Se não tivesse medo de consequências, talvez ela mesma cometesse assassinato, mas sabia que não resolveria parte das coisas. Na verdade, pioraria e mostraria que sim, aquelas meninas mimadas a afetam.

— Não vamos expô-las. — Bloom declarou, segurando-se para não dizer ao contrário.

Stormy rosnou alto e saiu andando pela biblioteca, agitada. Darcy e Icy observaram a amiga andando para lá e para cá.

— Desconsiderem Stormy. O que estão pensando em fazer? — Darcy olhou para elas e cruzou os braços. 

— Também quero saber. O Baile de Outono é semana que vem. Se não vamos fazer isso, precisamos decidir agora. — Icy cruzou os braços, seus olhos azuis tornando-se gélidos de repente. — Eu estou com Stormy. Não sei se justiça se aplica a garotas como elas. 

— Espere, estão dizendo que… vão fazer isso? — Stella piscou. 

Tecna tocou a madeira da mesa, ligeiramente fria pela falta de contato. Olhou para cima, para as meninas, e respirou fundo.  — Não podemos impedi-las se quiserem prosseguir. Só que nós não teremos nada a ver com isso.  — Ela olhou diretamente para os olhos de Icy, paralisando temporariamente a princesa, que logo saiu do transe e limpou a garganta.

 — E aí? O que vão fazer?  — Aisha arqueou a sobrancelha.

 Darcy olhou de forma sôfrega para Icy, como se quisesse seguir as meninas. Stormy continuou enfurecida, andando para lá e para cá. 

 — Iremos decidir isso juntas.  — A platinada declarou.

 — Pensem com carinho.  — Musa pediu.

 — Não se preocupem.  — Stormy cuspiu as palavras.  — Vocês vão se amargurar se quiserem agir como fadas sensatas. Vão descobrir a vingança da pior forma.  — E saiu, seguida por Icy e Darcy, a última olhando para as meninas, o olhar suplicante.

Bloom assentiu levemente, como se soubesse o que ela queria dizer. Darcy deu um sorriso mais tranquilo e saiu da biblioteca, deixando Barbatea respirando pesadamente, como se prendesse a respiração há tempo.

•        •       •

Timmy gostaria de dizer que não se importava mais com Nex.

Ele não podia afirmar isso, mas já prestava atenção em outra pessoa, em particular.

Seus amigos e ele se encontraram na sala de jogos. Seu crush em potencial comemorava a cada bola fora que seus adversários davam na mesa de bilhar. Sky conversava com Brandon de forma séria, como se ambos fossem empresários discutindo sobre negócios. A única coisa talvez que Timmy sabia era que conversavam sobre uma garota. 

E então, prestou atenção nos outros meninos.

Valtor o assustava, então estava longe de ser alguém para se apaixonar. O jovem drácula brincava com esferas de metal similares a bolas de gude, mas Timmy não conseguiu identificar o que de fato eram. Darkar possuía aquele clássico sorriso doentio e divertido, como se estivesse tramando um incêndio de potencial destruição em massa. Os cabelos castanhos escuros contrastavam com a pele amendoada. Seria lindo para Timmy se não fosse perturbador.

Os quatro jovens irmãos estavam junto dos dois. Por informações de Tecna, ele sabia que o jeito austero de Ogron estava lhe rendendo algumas admiradoras. Duman, aparentemente o mais novo, ou pelo menos, o mais animado dos quatro, parecia estar apreciando a música que lhe escapava dos fones, e Timmy sentiu curiosidade de saber qual era. Também tinha Glantos. Que merda de nome era esse? Tudo bem que Timmy na verdade se chamava Timóteo e que tinha amigos com nomes peculiares, como Sky: o porquê do menino ser inglês e ter sido nomeado como "céu" era um mistério; mas Glantos o recordava de palavras anatômicas, como glândula e glande. De todos, parecia o mais severo e com o maior potencial de dar uma surra em alguém – ou cometer um assassinato como um renomado serial killer. Os cabelos loiros longos e descuidados o faziam parecer um belo personagem de Final Fantasy, ou até de League of Legends.

Mas quem de fato prendia sua atenção era Anagan Circle Black. O menino era lindo. A pele escura, parecendo creme de avelã, os cabelos crespos presos em um conjunto elegante de dreadlocks. Timmy nunca estivera perto o suficiente dele, mas sabia que ele tinha olhos cor de cacau. Também tinha aquela aparência séria que compartilhava com seus irmãos, mas de forma mais encantadora. 

O pior é que Timmy se iludia com os olhares que Anagan lançava para o ruivo, e o pegou encarando-o enquanto dava um gole em sua garrafa térmica de água. Timmy podia jurar que ele o encarava, mas algo do tipo seria impossível. Mesmo sendo homossexual, nunca havia sido notado por uma garota antes, quem dirá ser notado por um garoto. Homens podem ser ridículos às vezes.

E ele também não era lá um belo exemplo de beldade, diferente do irmão Circle Black. Anagan tinha músculos salientes, um abdome que ele sabia que era engomado e forte sem ao menos ter o tocado. Timmy estava mais para um boneco palito: magricela e esguio. Tinha o rosto composto por sardas e alguns indícios de acne. Era mais um menino na puberdade do que um de seus amigos que malhavam e tinham abdômen trincado.

Seus óculos caíram numa tentativa de desviar o olhar e sentiu suas bochechas corarem, certo de que logo viriam insultos e gozação por sua encarada nem um pouco discreta.

Mas surpreendeu-se quando viu o jovem níger parar diante de si.

 — Err… posso ajudar? — Timmy sentiu a boca secar. Olhar para ele naquele ângulo lhe trouxe uma certa intenção de inferioridade e de tesão.

—  Você é da minha aula de Matemática Financeira.

—  Hm… sou? 

— Eu vejo que você é bom com números. — Ele estreitou os olhos. — Quero que resolva essa sequência para mim.

Anagan entregou-lhe uma folha que ele reconheceu na hora o que eram: códigos de programação.

— Precisa que eu faça o que exatamente? 

— Você sabe o que é isso?

—  Claro. É uma sequência de códigos de programação. Creio que é de aspecto avançado porque envolve algumas funções e números complexos. Mas não é um grande desafio. —  Timmy ajeitou os óculos.

— Preciso dessa programação no meu notebook.

—  É um MacBook? Se for… 

— Não. — O olhar do níger suavizou, e Timmy quase sorriu ao sentir o coração bater em disparada pela atenção do rapaz. — É um Chromebook. 

— Fica mais fácil então. — Timmy ajeitou os óculos no rosto. Conversaria seriamente com seu oftalmologista por lhe recomendar armações tão grandes. — Onde está o laptop?

— No meu quarto. Combino com você alguma hora. — A suavidade no rosto de Anagan sumiu, voltando-se a aparência azeda. — Meus irmãos estão discutindo sobre algo importante. Posso falar com você na aula da Aurora?

Timmy assentiu cautelosamente.

— Ótimo. Até mais… qual seu nome mesmo?

— Timmy.

— Timmy? Eu jurava que era um nome mais complicado.

— Timóteo é meu nome. Mas por favor não me chame assim.

Os olhos acastanhados do rapaz brilharam com diversão, e Timmy imediatamente se arrependeu de ter revelado seu ridículo verdadeiro nome.

— Ok, Timmy. Até amanhã. — O níger se afastou, juntando-se a seus irmãos novamente.

Timmy encarou a sequência de códigos, os olhos brilhando de forma não tão normal.

— Ei, cara. — Riven se jogou ao lado dele. — O que aquele cara queria com você? Por acaso te ameaçou?

O ruivo negou com a cabeça. — Não. Está tudo bem. É só um dever de Matemática. — Ele puxou os óculos e os limpou em sua camisa de flanela.

— É sério, Timmy? — Ele percebeu que agora Sky tinha sua atenção. — Ele não fez nada?

— Por que ele faria? — Timmy se encolheu ligeiramente. 

Riven estava prestes a fazer uma piadinha quando seu celular interrompeu seus pensamentos. Ele silenciou o telefone e se levantou. — Vejo vocês mais tarde.

— Onde você tá indo, Riven? Vai atrás da sua musa? — Helia implicou, as sobrancelhas arqueadas em diversão.

— Cala a boca seu merda. — Ele resmungou e saiu da sala de jogos.

— É, ele tá revoltado. — Brandon riu.

Timmy percebeu o olhar de Sky sobre ele. Os olhos azuis se estreitaram e ele logo sentiu que Sky lia sua alma. 

— Timmy, posso ter uma palavrinha com você? — O loiro arqueou a sobrancelha.

— Hm, ok.

•           •           •

Riven encontrou Musa na sala de música. Dessa vez, a japonesa não cantava, não tocava nenhum instrumento. Ela observava a noite raiar pelas enormes janelas de vidro, uma vista incrível para os campos nos arredores de Manchester, onde plantações fruticultoras perfumavam e preenchiam o ambiente por ali. 

Os cabelos negros de Musa estavam bem penteados, a brisa fresca da noite abalando o ambiente e o fazendo dançar no vento. Ela usava roupas nem um pouco ortodoxas: saia curta num xadrez de preto e rosa-shocking, meia calça arrastão, um top rosa do mesmo tom da saia, quase escarlate. Coturnos com saltos cobriam seus pés. Ela estava de costas e, se percebeu a presença de Riven, não deixou transparecer.

— Oi. — Ele parou ao lado dela. Ele sentiu um aroma floral penetrar suas narinas, e sentiu uma vontade imensa de afogar o rosto em seus cabelos, mas manteve a postura.

— Sua canção está pronta. — Ela entregou a folha de papel que tinha entregado a ela no dia anterior, na aula de Química.

Riven pegou a folha e analisou sua letra delicada e bem desenhada. Não conseguia crer que a garota conseguira tornar palavras como artes marciais e sangue algo tão poético.

— Obrigado, eu… 

— Riven, você precisa parar com isso.

Ele olhou para ela, sem entender. — Parar com o quê?

— De tentar se aproximar de mim. 

Riven sentiu como se cacos de vidro perfurassem o músculo de seu coração. — Não.

Musa finalmente olhou para ele. — O quê?

— Não, Musa. Eu não vou parar com isso. — Ele pegou sua mão, o que assustou a japonesa. Não assustar no sentido de amedrontar, mas no sentido de surpreender.

— Riven…

— Não, você me escuta. — Ele a fez virar-se completamente para ele. O top de Musa tinha um decote onde linhas atravessavam o feixe, mas ele não prestava atenção em seus seios no momento. Estava magoado. — Eu entendo que você tem algum tipo de problema de confiança e tudo o mais, mas não pode exigir que eu deixe de fazer as coisas que quero. Não pode mudar o que eu sinto por você!

Musa manteve-se quieta.

— Não é fácil ter você perto de mim quando estamos na aula de Wizgiz. Não é fácil suportar a mudança que tivemos no nosso relacionamento desde que você me beijou! Não

— E o que você espera que eu faça, caralho?! — A voz de Musa soou pela acústica do salão. Riven percebeu uma mudança em sua voz, embargada na garganta. Ele a soltou imediatamente ao perceber que seus olhos estavam cheios de lágrimas, na beira dos prantos.

— Eu… Eu não…

— Vai tomar no cu, Riven! — Ela gritou. Antes que ele se afastasse, suas mãos delicadas o puxaram pela nuca até seus lábios. Riven ficou chocado demais num primeiro momento, afinal, como podia concluir que uma garota antes histérica gritando com você agora estivesse lhe dando um beijo?

Ela se afastou antes que ele pudesse retribuir o beijo, a respiração mais pesada. Riven não tinha reação nem mesmo para falar alguma coisa.

— Eu odeio você! — Musa rangeu os dentes e aproximou seu rosto do dela novamente. Riven hesitou mas logo tocou sua cintura. Ela não recuou.

— Isso quer dizer que você quer me beijar mais?

— Você é um idiota.

— Acho que essas ofensas são algo bom, não são?

— Cala a boca, Riven! — Musa voltou a beijá-lo e dessa vez ele não hesitou em retribuir. Seus lábios estavam quentes e úmidos, um gosto delicioso de cereja para seu deleite.

Suas línguas logo estavam em harmonia, os pulsos acelerados e o ar faltando em seus pulmões, mas o beijo era mais importante que o oxigênio. O calor entorpecedor fez Musa logo se afastar, buscando ar e brisa fresca. Seu corpo tremia, o tesão a consumindo, as lágrimas cessadas. 

— Riven… vem. — Ela o chamou de forma sensual, puxando o colarinho de sua camisa para si. 

Eles pararam quando Musa encontrou o piano. Ela se forçou a sentar sobre a proteção das teclas e o puxou para si novamente, o beijando com mais veracidade, entrelaçando as pernas em seu quadril. 

Riven estava com medo de tudo isso ser um sonho e ele ainda ter que acordar. Sua intimidade pareceu dar sinais de vida, mas ao invés de receber um tapa de Musa por tal atrocidade, recebeu uma prensada com a dela, o que o fez ofegar. Estar impedido apenas por sua calça e cueca e a calcinha dela o fez quase socar o piano.

Eles logo afastaram para recuperar o ar enquanto Musa puxava a barra de sua camisa para cima. Riven obedeceu à vontade dela, sua camisa agora se juntando ao chão de linóleo enquanto as mãos dele tocavam o top justo em seu corpo. 

— Riven, quero que você me ame. — Ela murmurou, os olhos ansiando novamente por seus lábios. 

— Musa… — Ele desviou o olhar do dela, olhando para o ambiente em que se encontravam. — Estamos… não estamos num lugar muito apropriado. 

— Eu lá me importo com locais apropriados? — Ela arqueou a sobrancelha. — Até parece que você não me conhece. 

— Você dança em cima da mesa nas festas enquanto vira uma garrafa de bebida. Eu não vou julgar se algo acontecer em cima desse piano. — Ele beijou seu pescoço delicadamente.

— Você vai desfazer logo minha blusa ou não? — Ela reclamou.

— Nossa, que brava.

— Cala a boca, seu idiota. — Ela disse com um sorriso nos lábios.

Riven sorriu de volta e a beijou intensamente, seus corpos colados um no outro. Suas mãos foram para suas coxas torneadas e macias. Musa não pôde evitar um gemido quando ele chupou sua pele com vigor.

Antes que ele pudesse pôr um fim em seu top rosa-shocking, o sinal do jantar soou pelos corredores.

Musa socou o piano e rangeu os dentes. — Aff!

— Teremos todo o tempo do mundo, Musa. — Riven deu um último chupão em seu pescoço e se afastou. 

_________Enquanto isso…_________

Sky interrompeu a passagem de Timmy no corredor, o puxando pela camisa. Os meninos não perceberam o atraso dos dois, e pela fila até o refeitório, talvez não notassem tão cedo.

— O que tá havendo? — Os olhos azuis do loiro se estreitaram para o ruivo.

— Hm? Como assim?

— O que Anagan queria? — Sky olhou para trás, onde era possível enxergar os dreadlocks do rapaz. 

— Eu já disse.

Sky encarou Timmy por um momento e o soltou. — Desculpe. Eu… pensei que ele tinha te desafiado… ameaçado, ou algo assim.

Timmy ficou internamente agradecido por ter um amigo como Sky. Ele ajeitou os óculos, meio reflexivo. — Está dizendo que eu não saberia lidar com uma ameaça?

Sky piscou. — N-não… quero dizer… é. Eu sei que você não curte briga, Chamas.

Timmy revirou os olhos. — De novo esse apelido?

 — Desculpa cara, mas não consigo evitar. — Sky dessa vez não riu.

 — Olha, você tá certo. Se fosse uma ameaça, eu não saberia lidar. — Timmy desviou o olhar. — Mas eu juro. Ele só estava precisando de ajuda.

O ruivo sentiu o olhar intenso do loiro sobre ele.

— O que foi?

— Você gostaria de me contar alguma coisa?

Timmy levantou o olhar novamente. — O quê?

— Contar. Você tem algo a dizer, não tem?

Maldito seja o radar de Sky para problemas. Não que ser gay fosse um problema, mas o jeito que as pessoas agiriam se soubessem… isso sim seria um problema. Timmy franziu os lábios e Sky suspirou, tendo a prova que de fato havia acontecido alguma coisa.

— Não precisa falar, Timmy. Não vou te forçar a-

— Eu sou gay.  — O peito do ruivo se desfez num mix de sensações: medo de ser julgado, raiva por ser zoado, esperança pela compreensão e alívio por não ter mais aquilo guardado. A esperança foi a mais forte dos três, pois esperava mais que Sky risse e o chamasse de marica, mas o que o loiro fez o surpreendeu ainda mais.

Sky pôs a mão em seu ombro e respirou fundo. — Eu meio que já sabia, cara.

Timmy piscou. — O quê?

O loiro deu de ombros e fez um som estranho com a boca pelo movimento de seus lábios, pondo as mãos nos bolsos da calça. — Sei lá, Timmy. Eu sempre suspeitei que você tivesse gostos diferentes dos nossos. — Ele apontou para o grupo com a cabeça.  — Aposto que ninguém vai te julgar.

— Pode por favor deixar isso só entre a gente por enquanto? Eu… eu acabei de descobrir.

Sky sorriu de forma tranquilizadora e compreensiva. — Como quiser, Cham… quero dizer, Timmy.

— Por que Chamas, cara? Eu concordo que meu nome é horrível, mas Chamas?

Sky deu de ombros. — Você me lembra um cavaleiro das Cruzadas. Por ser ruivo e…

— Ter incendiado bruxas. — Timmy estreitou os olhos. Sky ergueu as mãos, na defensiva.

— Sinto muito e não me julgue. Me esforçarei para te chamar de Chamas, Timmy. Quero dizer… — Ele riu.

O ruivo revirou os olhos, mas não pode evitar um sorrisinho.

— Meninos! Andem logo! A não ser que não se importem de ficar sem salsichas hoje! — Griselda os repreendeu e eles tiveram ciência que a fila já tinha se desfeito.

— Vamos jantar. Tô cagado de fome. 

— Pode não usar jantar e cagar na mesma frase? Não soa bem. — Timmy pediu.

Sky olhou para ele. — Posso te chamar de Chamas?

— Ah cala a boca.


Notas Finais


Muito obrigada por sua audiência, por sua paciência e por ser essa pessoa maravilhosa!!!

Beijos, GbMr ~


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