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História High School Sucks - Capítulo 7


Escrita por: e GbMr


Capítulo 7 - Amizade Colorida


Fanfic / Fanfiction High School Sucks - Capítulo 7 - Amizade Colorida

Às quatro horas, Flora passou pelo imenso pátio entre o prédio da escola e o prédio dos dormitórios. Viu os cabelos breus de sua paixão, mas ao se aproximar, o ângulo mudou, e ela pôde ver uma garota de cabelos rosa claro, como flores de cerejeira, a pele bronzeada como se banhasse de sol todos os dias, os olhos num verde pálido. Sabia muito bem de quem se tratava.

Krystal Linphea.

Flora mordeu o lábio, observando os dois, numa distância considerável.

— Helia! Você poderia sim dar uma volta comigo. O que você vê de interessante nessa tal de Flora?! Nos conhecemos desde crianças, fomos criados juntos! Como que pode ter desenvolvido interesse numa menina que a pouco tempo conheceu?!

— Escute, Krystal. — Ele pronunciou seu nome como se fosse algo péssimo de se ouvir. — Podemos ter a melhor relação do mundo, mas nós dois somos amigos! Eu não vejo você como nada mais além disso! E fora que… não sei se você entendeu muito bem essa parte, mas eu estou interessado na Flora!

— Você nem sequer a conhece! Estão nessa escola há três meses e nem sequer conversaram!

Helia rosnou. — Eu não tenho a obrigação de te dar satisfação de nada, e se…

Helia parou quando o olhar de Krystal se desviou para longe, grudado em Flora, que estava ali, assistindo os dois.

Ela rangeu os dentes e se aproximou dela.

— Você acaba de conseguir uma inimiga que não iria gostar de ter. — A cor de rosa sussurrou para ela antes de se afastar, pisando forte no caminho acimentado.

Flora olhou para Helia. Ele usava seu uniforme, porém sem o terno. Corou quando viu a latina se aproximar.

— Eu… bem… eu não sei o quanto você ouviu e…

Ele parou de falar quando Flora lhe deu um beijo na bochecha. Os dois ficaram tão vermelhos que poderiam muito bem de passar por um cosplay de pé de tomate.

— Eu ouvi o suficiente. — Ela sorriu. — Sinto o mesmo em relação a você, Helia.

— Mesmo que agora você possivelmente estará em perigo com ela e seu grupinho? — Ele arqueou a sobrancelha num sorriso tímido.

— Sim. Não me importo com isso.

— Ótimo. Bem… eu tinha chamado você para poder sentar comigo aqui porque… bem… eu queria poder fazer um retrato seu. — Ele corou.

— Um retrato?

Ele assentiu com a cabeça. — Te acho muito linda, Flora. Belíssima.

Ela mordeu o lábio para conter a animação. — Bem, claro! Por que não?

Ele sorriu e indicou a ela o local para sentar. Ela sentou-se na posição. — O que tenho que fazer?

— Nada. Só… seja você. — Ele sorriu e tirou da bolsa carteira um caderno e um lápis. — Do que você gosta de fazer?

Flora pensou um pouco. — Gosto de visitar a estufa quando posso… passar um tempo com minhas amigas…

— Suas amigas? Você diz, as Neb–

— Não! De forma alguma… minhas novas amigas, melhor dizendo.

— Cujo você se juntou no almoço?

— Exatamente.

Helia sorriu. — Elas parecem mais legais e menos tóxicas do que suas antigas amigas.

— Como sabe?

— Te observo há… um tempo. — Ele corou e ela também, diante da observação.

— Você nunca teve coragem de falar comigo? — Ela arqueou a sobrancelha.

— Não sou lá o tipo de menino que se dá bem com as palavras.

— Tá brincando?! Você viu o que você escreveu para mim?! Se você não se dá bem com as palavras, não quero saber quem se dá.

Ele sorriu diante do elogio. — Queria passar um tempo com você mas… — Ele olhou em volta. — Longe de um local onde podemos ser observados.

Flora corou. — O que quer dizer?

— Ah… tipo… sairmos por aí. — Ele deu de ombros.

— Só podemos sair nos fins de semana.

— Eu sei… e… eu gostaria de sair com você. — Ele olhou para ela, que piscava, atordoada.

— Você quer dizer… um encontro? — Ela segurou as rédeas para não sorrir tanto.

Ele assentiu com a cabeça. — Poderíamos ir ao The Allotment Vegan Eatery, se você quiser.

— Você até sabe que eu sou vegana…

Ele corou mais. Ela sorriu e aproximou, beijando sua bochecha.

— Claro que quero, Helia. — Ela encarou seus olhos que se assemelhavam a jabuticabas. Ele sorriu.

— Perfeito. — Ele olhou para o esboço que havia começado a fazer.

_________Enquanto isso…_________

Bloom observou a biblioteca. Batia o lápis na mesa freneticamente, quase desistindo de esperar por Sky. Já estava dez minutos atrasado.

— Ei… Desculpe. — Ele sentou-se ao lado dela e pôs uma montoeira de livros sobre a mesa, que ela ficou encarando sem entender. — Eu peguei uns livros emprestados com um amigo meu que curte química.

Ela estreitou os olhos. — Você está mesmo levando a sério?

— Você acha que eu quero repetir o semestre, cenoura? — Ele implicou. Ela revirou os olhos.

— Tá. Temos que fazer uma espécie de receita com experimento e análises de acerto e erro. — Ela analisou a pilha de livros. — Tem alguma ideia do que podemos fazer?

— Que tal nós primeiro darmos uma olhada em experiências não perigosas antes de qualquer coisa?

— Podemos fazer isso e testar em laboratório para ver qual fica melhor de fazer.

— Boa ideia.

Eles sorriram um para o outro e começaram aos trabalhos.

Depois do que se pareceu vinte minutos, Sky a chamou.

— Tenho uma ideia que parece ser boa. — Ele mostrou o que lia. — Permanganato de potássio, vinagre de álcool e água oxigenada.

— O que acontece?

Sky mostrou as figuras para Bloom.

— Bem, então vamos para o laboratório. — Ela deu de ombros.

. . .

O corredor dos laboratórios estava vazio, assim como os mesmos. Os dois colegas entraram em um laboratório de química. Havia vários instrumentos perfeitamente arrumados no local.

— Pega os recipientes. Eu pego as substâncias. — Sky pediu.

Bloom decidiu não discutir. Pegou um Becker, um Erlenmeyer, um almofariz com pistilo e um tubo de ensaio. Sky dispôs num balcão os elementos necessários.

Ambos sentaram-se nos bancos dispostos. Bloom pegou os comprimidos de permanganato e os pôs no almofarix. Com um pistilo, começou a macerar o comprimido. Sky lia a quantidade necessária de cada substância para dispôr no recipiente.

Bloom parou quando os comprimidos agora eram apenas poeira roxa.

— Tem que colocar ali. — Sky apontou para o Becker.

— Mas tem que jogar no vinagre primeiro!

— Na água.

— Sky, é no vinagre! — Ela olhou para ele com as sobrancelhas franzidas.

Sky se virou para ela. — Você é uma cenoura muito teimosa!

Ela estava prestes a responder com uma série de insultos quando seu olhar se dirigiu para sua boca. Percebeu o quanto estavam próximos, e sentia uma tentação extrema em beijá-lo.

E Bloom não é uma garota que adia as coisas. É extremamente impulsiva. O puxou pela nuca e o beijou com veracidade. Sky não tardou em retribuir, agarrando sua cintura. Ele a ergueu para cima e a pôs sobre a bancada. Ela enroscou as pernas em sua cintura.

Suas línguas pareciam brigar por domínio. A respiração entrecortada com o tesão acumulado. As mãos dele foram para suas coxas, sentindo suas pernas torneadas. Subia para seus seios delicados, e um gemido ocorreu na boca da ruiva.

Ela tirou seu terno que já estava aberto. O tecido de algodão no azul marinho agora repousava entre seus pés. Ele pôs a mão por baixo de sua blusa e tocou sua pele macia, os seios sobre o sutiã.

Suas mãos vieram ao encontro ao fecho de seu sutiã, o tirando rapidamente sem precisar por um fim à camisa branca da Manchester Hall.

Sky logo pôde sentir seus mamilos se endurecendo em suas mãos. Bloom gemeu quando seus lábios partiram para seu pescoço. Bloom puxou sua nuca, o calor e o excitação cada vez mais intensos, a região entre as pernas ficando úmida e ansiosa.

Ouviram passos e um ruído como se fossem rodas se arrastando no chão. Se afastaram rapidamente, olharam um para o outro. Bloom desceu do balcão e ajeitou a saia e a camisa. Sky deu a ela o pistilo.

— Eu já terminei com isso! — Ela sussurrou.

— Finge que tá fazendo alguma coisa! — Ele sussurrou de volta.

A porta se abriu. Um homem gorducho, com a barba por fazer e cabelos castanhos apareceu na porta com um carrinho de limpeza. O uniforme dele era vermelho, o brasão da Manchester Hall em um bolso em seu peito. O homem usava óculos, e os ajeitou para enxergar os jovens no meio da sala.

— Hm… — Ele resmungou.

— Sr. Knut! Err… Estamos fazendo um trabalho! — Sky se prontificou, um sorriso falso nos lábios. O zelador resmungou algo como "volto mais tarde" e saiu, deixando os dois sozinhos novamente.

Bloom respirou fundo, sem ter percebido que estava prendendo o fôlego. Ela apoiou as mãos na bancada e debruçou-se sobre ela. Sky passou a mão no rosto e nos cabelos loiros.

— Vamos… — Ela voltou a olhar para a bancada um pouco bagunçada. A água destilada estava derramada e a o permanganato de potássio em pó estava derramado no chão. — Vamos arrumar e… continuar o que temos que fazer. — Ela corou.

Eles começaram a arrumar. Sky juntou o pó roxo e o pôs no almofarix. Bloom ofegou quando arrumaram a bagunça.

— Pelo menos não quebramos nada. — Ela mordeu o lábio.

— É. Isso foi bom. — Ele murmurou.

— Então… é na água primeiro, não é? — Ela olhou para ele. Ele voltou a olhar para seus olhos azuis piscina.

— Merda…

— O qu… — Antes que ela pudesse responder, Sky a puxou pela cintura e a beijou novamente, a lubricidade como se não houvesse amanhã. Bloom não conseguiu resistir. Retribuiu quase que imediatamente, as bochechas rosadas de calor. Ele a pegou pelas coxas e a puxou para cima, e ela percebeu o quanto ele era forte. Ele a encostou na parede e continuou o beijo, uma de suas mãos na parede e a outra em seu corpo curvilíneo.

Bloom arranhou sua nuca, trazendo arrepios ao loiro. Ele roçou a virilha contra a dela, ambos dando um gemido abafado pelos lábios colados.

O telefone dele tocou. Sky praguejou ao se afastar e pegou o dispositivo do bolso. Bloom ofegava sofregamente, observando a ereção entre as pernas dele, um volume bem maior do que ela imaginava. Ela o segurou pela gravata frouxa, ansiando por seus lábios.

— Droga… — Ele suspirou e fez o som parar. Olhou para e suspirou. — Está na hora do meu treino.

— Treino? — Ela arqueou a sobrancelha.

— Eu sou do time de Lacrosse. — Ele pôs Bloom no chão. — Eu… caralho eu tenho que ir! — Ele de um soco de leve na parede.

Isso fez ela rir. — Bem… foi… bom. — Ela deu de ombros, ainda segurando sua gravata. Ele sorriu e assentiu com a cabeça.

— Sim. Foi. — Ele se afastou e foi pegar seu terno do chão. Ele pegou o sutiã dela. — Acho que isso é seu.

Ela corou um pouco quando ele jogou para ela a lingerie. Ela mordeu o lábio.

— Quer que eu me virei pra…

— Não! — Disse ela, como se fosse óbvio. Ela pôs o sutiã sem precisar tirar completamente a camisa.

— Como você… ah esquece! — Sky levantou as mãos. — Acho melhor eu ir antes que Brandon venha atrás de mim.

Bloom observou ele andar entre as bancadas, e logo ele parou. — Bem… olhe, não é que eu tenha vergonha de você, cenoura, mas… será que podemos manter isso apenas entre a gente?

Bloom assentiu freneticamente. — Sim! Eu ia lhe pedir a mesma coisa! — Ela se aproximou e suspirou. — Creio que…

— Diaspro não ia se portar muito bem se descobrisse.

— Sim. Bem… — Ela remexeu o pé no chão. — Nos vemos por aí.

— Semana que vem, na mesma hora? — Ele arqueou a sobrancelha.

— Sim. — Ela mordeu o lábio. — Até.

Ele saiu primeiro. Bloom esperou um pouco e viu a hora. Faltava apenas uma hora para seu encontro com as meninas.

Mas ela precisava se acalmar. Céus, o que tinha acontecido? Por que ela beijou aquele menino? Ela tocou os próprios lábios. Ainda podia sentir o toque quente dos lábios dele. Que beijo… maravilhoso. Não era à toa que Diaspro a ameaçou. Se também tivesse poderio sobre alguém tão sensual, não ia querer compartilhar com ninguém.

Ela saiu do laboratório cerca de dez minutos depois, se dirigindo para os prédios dos dormitórios, sentindo cócegas entre as pernas.

. . . 

Após tomar um banho e colocar jeans e seu confortável suéter de lã cor de rosa, Bloom encontrou as meninas sentadas na escada do prédio do dormitório, esperando por ela.

— Demorou hein, ruiva? — Aisha arqueou a sobrancelha.

— Ah, eu perdi a hora. — Ela deu uma risada e se juntou as meninas. — E então? Vamos para nossa "jornada"?

As meninas atravessaram a estrada acimentada até o prédio principal. Por incrível que pareça, não choveu naquele dia, apesar de ter amanhecido com o céu nublado. Stella correu na frente, abrindo a porta para elas passarem.

O prédio principal estava escuro. As meninas usaram lanternas para poderem se guiar nos corredores.

— Bem, vamos fazer um tour de verdade hoje, incluindo as coisas secundárias que Griselda não nos apresentou. — Musa se prontificou. — Primeiramente, essa porta. — Ela apontou para a uma porta e madeira comum, como se existisse um verdadeiro mistério atrás dela. As meninas riram.

Aisha abriu a porta, e deram de cara com a sala de música.

— Esse local é o meu favorito. Recebeu o nome de Auditório Dourado em homenagem à professora Diletta. Ela não morreu, tá bem viva e ainda dá aulas pra gente, mas sugeriu o nome e enfim… — Musa adentrou, imitando a voz de uma guia turística. — Como podem ver, temos piano,. guitarras, baixos, contrabaixos…

Depois de mais algumas salas, de zoarem com as fantasias no teatro e de quase terem sido pegas pelo vigia noturno, o sinal do jantar soou e elas foram para o refeitório.

Foram as primeiras a chegar.

— Ieeeee! Tem salmão! E eu vou pegar o salmão mais fresquinho! — Stella comemorou, levando o peixe imediatamente ao prato. As meninas riram.

— Vou ficar com meu espaguete de abobrinha, obrigada. — Flora riu, servindo-se.

Os meninos entraram no refeitório. Alguns deles tinham os cabelos molhados, subentendendo-se que saíram a pouco do banho. Sky era um deles. Os cabelos loiros estavam mais escuros por causa da água. Brandon também.

— Agora não tem como vocês não sentarem com a gente! A maior mesa tá disponível! — Riven se serviu e pôs o prato na mesa das Winx. Musa olhou mortalmente para ele.

— Vai tomar no cu!

— Ei… tudo bem. Vamos abrir uma exceção. — Flora sorriu ao ver Helia, que sorriu para ela de volta.

Musa revirou os olhos. — Tanto faz.

Os meninos sentaram-se. Por ironia do destino (ou não), Sky sentou-se ao lado de Bloom. Os dois trocaram olhares rápidos antes de começarem a comer.

— O que vocês estão fazendo para o trabalho do Wizgiz? — Stella perguntou, uma garfada de salmão com purê e aspargos prestes a entrar em sua boca.

— Eu estou pensando em fazer um tipo de pé de elefante. — Tecna refletiu. — Mas não sei se minha dupla vai querer fazer algo do tipo.

— Eu tive essa mesma ideia! — Um menino de cabelos ruivos sorriu para ela. — Eu pensei em fazer um mega elegante! Usar corante multicolorido e fazer cobrir o pátio inteiro!

Os olhos de Tecna cintilaram. — Qual é o seu nome mesmo?

— Timmy. — Ele sorriu, ajeitando os óculos que estavam prestes a cair sobre o rosto.

— Você está olhando para o melhor hacker que esse instituto já viu! — Brandon bateu no peito de Timmy, que corou.

— Eu… eu não sou tão bom assim…

— Será que é tão bom quanto eu? — Tecna arqueou a sobrancelha, Riven e Brandon fazendo um "o" com a boca.

— Isso é um desafio? — O ruivo arqueou a sobrancelha.

— Ah pode apostar que sim.

. . .

O jantar acabou logo após uma torta de morango como sobremesa. As meninas e os meninos estavam saindo do refeitório, quando Sky ficou mais atrás com Bloom.

— Podemos fazer isso regularmente. — Ela lançou-lhe um sorriso malicioso.

— Santa cenoura… — Sky passou a mão no rosto, os dois riram.

— Amigos coloridos. — Ela sussurrou, fechando o punho com a mão.

— E secretos. — Ele retribuiu o sorriso malicioso e seu punho encontrou-se com o dela.

— Sky! — Ouviu uma voz atrás deles chamar. Ele revirou os olhos antes de se virar.

— Deveria falar com ela sobre isso. Tá na cara que você não a suporta. — Bloom sussurrou antes de correr para se juntar as outras meninas, no exato momento que Diaspro abraçou Sky.

— Parece que vocês dois estão bem próximos. — Musa deu uma cotovelada em Bloom, que resmungou.

— Estamos fazendo um trabalho juntos.

— Trabalho. — Aisha soou um tanto mal intencionada. — Sei.

Bloom revirou os olhos e elas riram. — Acha mesmo que eu perderia meu tempo com ele? — Ela arqueou a sobrancelha. "Claro que eu perderia, ele é um delicinha." respondeu para si mesma mentalmente.

As Winx e os meninos se despediram no pavilhão do corredor, se separando para suas respectivas alas. Stella e Brandon trocaram um beijo rápido.

Bloom se jogou em sua cama, exausta. Olhou para a mesa de cabeceira e pegou a foto de Andy. Será que conseguiria falar com ele? Ela suspirou e a pôs sobre o peito. Era loucura o que estava fazendo, experimentando outras formas de amar, ou de se magoar, mas sentia necessário para tirar o músico da cabeça, pelo menos por ora.

— Sente falta dele, não sente? — Stella observou a companheira de sua cama.

— Sim e… acho tão errado eu ter ficado com Valtor e… — Stella interpretou isso como uma pausa retórica, mas Bloom por pouco não citou o nome de Sky.

— Eu entendo, Bloom. — Stella se levantou da cama dela e deitou-se com a amiga. — São apenas três dias…

— Mas se parecem semanas já. — Bloom olhou para ela. — Não está sentindo isso?

Stella assentiu com a cabeça. — Nunca em tão pouco tempo eu fiz amizades como agora. — Ela sorriu. — Nos conhecemos há pouco mas sinto que se eu precisasse de alguém para me salvar, escolheria uma de vocês. — Bloom sorriu e Stella a abraçou. — Andy deve estar morrendo de saudades de você. Tenta ligar pra ele de novo!

— Amanhã. — Bloom suspirou. — Agora eu só preciso… bem, descansar.

Stella sorriu. — Imagino que sim. Boa noite, ruiva. — Ela se levantou e voltou para sua cama, apagando o abajur e deixando o quarto escuro. 


Notas Finais


Muito obrigada por sua audiência, por sua paciência e por ser essa pessoa maravilhosa!

Beijos, GbMr ~


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