História Highschool DxD - 000 - Capítulo 2


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Notas do Autor


Eu não vou vacilar nessa história, eu vou tentar ao menos, aqui está o novo capítulo, com um personagem "surpresa" nele, espero que gostem.

Capítulo 2 - 001 - Part.1 - The Dragon's Rage


(Floresta nos arredores de Kuoh – 18:30)

 

 

 

-GRHAAAARW! – Ao contrário do que Lucilius e Belial poderiam pensar, eles não foram os únicos que saíram da fenda dimensional, através de uma distorção causada por eles ao tentar expandir a fenda com seus poderes, eles causaram uma distorção espacial no mundo de Skyrealm, e acabaram puxando algo junto deles, rompendo seus selos ao trazer para uma nova dimensão, parte da Besta estava livre. –

-SSSSSHYAAA! – Uma silhueta meio mulher e meio besta partia para cima de uma imensa aura condensada, com poder exalando de dentro dela, e logo várias outras criaturas avançavam contra essa imensa aura condensada. –

-Renascimento e destruição, ao meu comando. – Uma assobio corria pelo vento, trazendo tal frase, e em um momento, uma enorme explosão ocorria, tragando todas as criaturas, as desintegrando, a aura condensada ia se desfazendo aos poucos, revelando uma criatura humanoide andrógena e sem gênero, ela não tinha muitas características humanas fora sua forma e a construção de seu corpo, sua pele possui-a escamas vermelhas opacas cobrindo todo o seu corpo, com exceção deu seu tronco, em uma linha vertical de cor caramelo, que cobria toda a parte central de seu quadril, subindo para o abdômen, se estendendo ao peito e pescoço, e terminando perto do seu osso nasal. Suas mãos também tinham escamas cor caramelo, possuindo apenas três dedos em cada mão, e esses dedos tinham garras afiadas, o mesmo se valia para seus pés, tendo também três dedos com três garras, seus pés eram da cor caramelo. Em sua cabeça repousava dois chifres levemente curvados para frente, sendo coloridos de uma cor roxo vinho, suas orelhas eram grandes, como uma versão muito maior de orelhas de raposas, e mais robustas também, e abaixo das orelhas, saltavam dois pequenos chifres, voltados para fora, da mesma cor roxo vinho, em suas costas, asas roxas semelhantes a cartilagem ou ossos estavam, também da cor roxa. Seus olhos tinham uma cor castanha claro, e da base de seu quadril, uma cauda grande e robusta saia, sendo musculosa e forte. – Baaaaaaaa. – A criatura humanoide grunhia silenciosamente enquanto via diversas criaturas demoníacas se agrupar perto de si, ela os encarava com olhos inocentes, esperando alguma reação deles. – Baaaa.

-MORRA! – Os demônios atacavam a pequena e indefesa criatura humanoide, sua presença havia reunido diversos Stray Devils naquela região, a criatura humanoide rapidamente identificava a intensão assassina dos demônios, e se preparava silenciosamente, quando o primeiro chegava perto de si, um ser com a parte superior de homem, e a parte inferior de um Leão, ela preparava suas garras, e em um movimento cruel e mortal, ela o cortava em dois, dividindo sua cintura assim decepando a parte homem da parte fera, porém isso não era o suficiente da parte fera, que havia perdido sua vida e capacidade de ação ao ser dividida, em sua última ação “antes de morrer”, ela atingia a criatura humanoide com suas garras, a arremessando longe, e assim arrancando parte do abdômen da criatura. –

-Ela está ferida, podemos ganhar! – um Stray Devil de cabelos brancos exclamava, enquanto avançava contra a Criatura que havia adentrado mais a floresta devido ao taque de “seu compatriota”. Em um momento de descuido dele ao falar, a criatura humanoide aparecia em sua frente, e mordia seu pescoço, perfurando sua carne, fazendo sangue espirrar para fora devido a mordida profunda, e em um movimento brusco, a criatura arrancava parte do pescoço do Stray Devil, e nem se dar ao trabalhar de mastigar, simplesmente engolia, e terminava o Stray Devil com sua garra esquerda, o decepando. Os outros Stray Devils sem perderem tempo, avançavam contra a criatura, que usava o corpo do Stray Devil morto como trampolim e se impulsionava para trás, fazendo eles acertarem o corpo morto de seu companheiro. Enquanto voava para trás devido ao seu impulso, a criatura se posicionava em posição de “bola”, e esticava suas pernas, batendo e firmando seus pés em uma árvore, e a usava para ter uma posição sólida para se impulsionar de novo, e assim fazia, se impulsionando para frente, como um raio ela acertava o pescoço de outro Stray Devil, mordendo novamente, só que dessa vez, ela arrancava todo o pescoço do Stray Devil com sua mordida, e novamente, engolia a carne demoníaca. –

-Merda! Essa coisa foi ferida na barriga, como ela pode ser tão rápida e ágil assim!? – Um Stray Devil exclamava assustado, enquanto via a criatura cair no chão e rolar por alguns metros, antes de ficar em pé novamente, com medo ele se separava de seus companheiros e dava as costas, decidindo correr, sem dar chance de escape, a Criatura corria com toda a sua velocidade, e saltava para frente, batendo sua boca na nuca do Stay Devil, e novamente, ela mordia e arrancava a nuca do Stay Devil, a engolindo novamente carne demoníaca. –

-Nós vamos todos morrer… – Do Grupo de Stay Devils que estava ali, somente dois ainda estavam de pé, vendo a criatura terminar de engolir a nuca deu seu amigo, enquanto um já havia desistido, o outro tentava lutar, e sem piedade, a criatura avançava contra ele, e com suas garras, rasgava sua barriga, e pulava em direção ao seu pescoço, o arrancando, mas dessa vez, ela não devorava a carne, o Stray Devil paralisado de medo, via a cena atônito, essa criatura matou vários Stay Devils em questão de segundos, e comeu seus pescoços e nucas, o que era essa coisa que estava devorando o pescoço de seus companheiros? Sem obter a resposta, quando ele se dava conta, sua cabeça estava no chão, e sangue espirrava de seu pescoço, ele já estava morto, ele não foi poupado por sua falta de intenção de luta. –

-Baaaaaaa. – A criatura grunhia de novo, banhada em sangue demoníaco fresco, sem se importar com isso, ela olhava em volta, avoada e confusa, sem saber onde estava. –

-Tsubaki! Implemente uma barreira! Rápido! – A criatura levantava sua cabeça, procurando a fonte do som, enquanto sentia o espaço em volta daquele lugar se fechar, de repente, ele via uma garota de cabelos pretos, e olhos roxos pousar em sua frente, ela arregalava os olhos ao ver os corpos mortos e derrotados dos Stray Devils, e essa criatura infante banhada em sangue. Sem perder a compostura, Sona não se deixava levar pelo medo pela Carnífica que essa criança poderia ter feito, ela respirava fundo, e encarava a criança, ela poderia ser boa, ela poderia somente ter sido atacada indiscriminadamente pelos Stray Devils. – Você foi atacada? – Sona dizia com seriedade e firmeza na voz, a criança tombava sua cabeça para o lado, não entendo o que Sona disse. – Vou repetir novamente, você foi atacada? – Após cerca de 50 segundos, a criança arregalava seus grandes olhos, e acenava com sua cabeça, em sinal de confirmação ao que Sona disse. – Agora, foi você que matou esses Stray Devils? – Novamente, a criança acenava que sim, fazendo o coração de Sona se acalmar, ela se agachava, sem medo de sujar seus joelhos e tornozelos com lama e sangue. Ela encarava a criança nos olhos, e dava a pergunta final. – Você está mentindo? – Dessa vez, a criança estufava o seu peito, e levantava seu nariz, enquanto acenava que não, assim, matando as “últimas suspeitas” de Sona. – Você está bem sujo, em? – Sona dizia sorrindo, enquanto afagava a cabeça da criança, a criança dava um sorriso doce enquanto aconchegava sua cabeça na mão de Sona. – “Será que a aura de destruição condensada que eu vi foi essa criança? Não, não faz sentido… tanta energia não some do nada, mas ainda sim, essa criança foi capaz de matar tantos Stray Devils. Não é impossível… Mas eu não vou matar essa criança, não até ter certeza que ela é um perigo, do contrário.” – Tsubaki, desfaça a barreira. – Sona abria suas asas, e abraçava a criança, apesar de seu difícil por suas assas ósseas, ainda era possível, ela abria suas asas, e voava para Tsubaki, que olhava confusa, mas pelo olhar confidente de seu Rei, decidia não discutir contra, e só obedecer. Ambas voavam para a Resistência Sitori, ou melhor, Sitri, e paravam em frente a entrada, apesar de estar voando com estranhos, ela não se preocupava com isso, e apenas se aconchegava nos braços de Sona, após alguns minutos de voo, os três chegavam numa casa modelo vitoriana, AO sentir Sona tocar o chão, a criança se preparava para ser solta, e assim era feito. – Tsubaki, me ajude preparar um banho e uma muda de roupas para essa criança. – Sona segurava a criança pela mão, e a levava para dentro da mansão, a criança olhava espantada e com surpresa, mas decidia seguir o ritmo. Ao entrar na mansão, a criança encarava os diversos detalhes, a enorme escada que levava para o segundo andar, as estátuas bonitas, quadros, estantes, lá era muito rico em detalhes e decoração, a criança era levada por Sona e Tsubaki a um cômodo em específico, a criança observava que lá tinha diversas máquinas e cestas, junto a potes de algo. Sona abria a porta, e retirava suas roupas, as jogando numa cesta, enquanto Tsubaki fazia o mesmo. Novamente pegava a criança nos braços, e a levava para uma porta que estava mais a frente na sala, e a abria, revelando uma enorme sala de banho, sem perder tempo, Sona ligava o chuveiro, e colocava três bancos embaixo dele, um para ela, outro para Tsubaki, e o último para a criança, respectivamente. –

-Baaaa. – A criança grunhia feliz enquanto sentia a água limpar seu corpo do sangue e sujeira, sem, perder tempo, Sona pegava uma esponja de banho, e começava a esfregar pelo corpo da criança para a limpar melhor. – BaaAAaa – A criança estava relaxando, sentindo seu abdômen sendo limpo. – BaaaaaAAAAAAA – A criança relaxava de mais e se inclinava para trás, por não ter um apoio para apoiar as costas, a criança caia no chão. – Baaaaaaaaa. – A criança fazia uma expressão emburrada, e voltava a se sentar no banco, claramente emburrada. –

-Tsubaki, olhe para o lado esquerdo do Abdômen dele. – Ao sona notar, ela mandava um olhar atento para a barriga da criança, que ela não era humana, estava óbvio, porém dava para ver uma clara cicatriz de dilaceração em sua barriga. Sona se surpreendia pela cicatriz ir diminuindo cada vez mais, essa criança não aparentava, mas havia sido ferida enquanto “lutava” contra os Stray Devils, e sua regeneração estava a curando, era realmente uma regeneração espantosa. –

-Que regeneração… Incrível, acho que só vi uma regeneração superior a essa só na família Phenex. – Tsubaki dizia surpresa, encarando a criança se regenerar rapidamente. Enquanto ela observava os detalhes da criança, Sona a limpava. – Escamas, garras… É um palpite incerto mas, com certeza é um dragão, talvez? – Tsubaki se perguntava um pouco, apesar da aparência humanoide, aquela criança parecia definitivamente com um dragão. –

-Talvez seja realmente um…? – Apesar de concordar com Tsubaki, ela sentia algo diferente naquela criança, ela parecia ser diferente de tudo que já viu. Sona lavava as três garras da criança dragão, vendo dois dedos, um equivalente a anelar e um médio, fora um polegar, ele era fofo se você parasse para analisar, ela parava para prestar atenção em sua boca, vendo que ela tinha uma formato semelhante a um bico, achando curioso essa aparência. – Me pergunto o que ele estava fazendo naquele lugar. – Sona levava sua mão para abaixo do queixo da criatura, fazendo afagando seu queixo, fazendo a criança dragão ronronar. – Será que você pode tomar forma humana normal? Isso ajudaria em muito na questão disfarce.

-Baaaa. – Apesar de ainda entender o que a garota a sua frente falava, ele não tinha capacidade para falar, então, enquanto ele afagava seu pescoço, ele mordia a mão de Sona, fazendo ela recuar a sua mão, e colocando Tsubaki em alerta e pronta para Eliminar. – BAAAaaaa. – Ele grunhia um pouco alto antes de abaixar o tom, fazendo Tsubaki e Sona entrarem em alerta, porém sua forma começava a mudar, virando semelhante a uma criança humana, cinco dedos nas mãos, pele macia e rosada, cabelos vermelhos, olhos castanhos, e estranhas sombrancelhas brancas, e orelhas pontudas, mas ainda humanas, a questão mais “preocupante” foi ele não ter genitais, mas de resto, sua aparência era humana, não parecendo ser nem garota e nem garoto em específico, sendo andrógeno. –

-Tsubaki, acalme os ânimos, ele só fez isso ao meu pedido… Mas realmente, ele entende o que nós dizemos, mas não consegue se comunicar, hã? – Ela sorria, aquela criaturinha adorável não fez por mal ou selvageria, apenas respondeu aos seus pedidos. Ela sorria vendo que tanto ela quanto Tsubaki estavam limpas, e a criança também. – Você tem, um nome?

-Baaaaa – A criança respondia encarando Sona. –

-Seu nome é Baa? – Tsubaki perguntava arqueando uma sombrancelha, talvez por ela não saber falar a língua delas ela não sabia como dizer o seu nome, em todos esses anos, foi a primeira vez que ela viu a habilidade de idioma falhar completamente. –

-Baaaaa… Baaaa…

-Certo Baa, esse é o seu nome, certo? – Sona dizia sorrindo doce, não esperando uma resposta além de Baa vindo da criança. –

-Baaaaaaa. Baaaaaaaaaaa. Baaaaaaa. Baaaahaaamut…. Bahamut. – Após “praticar” algumas vezes, a criança dizia seu nome, fazendo Sona e Tsubaki darem um “leve pulo” ao ouvir o nome que a criança se dizia ter. –

-Bahamut? O Servo de Sirzechs Lúcifer? – Tsubaki dizia tremendo, não era possível, ela não queria acreditar que aquela criança era um servo de Sirzechs, ou melhor, não tinha como, esse Bahamut e o de Sirzechs eram diferentes, mesmo sabendo disso, ela não poderia evitar tremer. –

-Se acalme Tsubaki, acho que ele se refere ao Deus Dragão da… Mesopotâmia… – Ela dizia, seu corpo suava frio, mesmo debaixo do chuveiro quente, ele suava frio, ela estava na frente de algo, de alguém que só foi dito em lendas, no sentido literal. Aquela criança amável, era realmente Bahamut? – Enfim! Vamos lá! O banho terminou, vamos nos vestir e ir dormir. Sona fechava o registro do chuveiro, e ia até uma cômoda, pegando três toalhas, ela passava uma para Tsubaki se secar, e outra para “Bahamut”, que segurava sem saber o que fazer com o objeto, mesmo após terminar de se secar, ela via que “Bahamut” ainda não havia se cado, Sona suspirava pesado, e se agachava, e começava a secar a criança que se nomeava como Bahamut. Ao ser “afagada” em vários pontos, “Bahamut” começava a ronronar, adorando os carinhos que Sona estava fazendo. – Pronto, Baha, você está seco, Tsubaki, vou procurar uma roupa que caiba nele. – Ela pegava “Bahamut” pela mão, e seguia para fora da sala de Banho, e andava em direção ao seu quarto no segundo andar da mansão, sem muito esforço, ela e “Bahamut” chegavam no quarto de Sona, e a mesma o pegava no colo, e o deixava sentado em cima da borda da cama, ela abria uma das gavetas de um de seus três armários, e pegava roupas íntimas da cor rosa, com desenhos de pétalas brancas bordadas sobre o sutiã e calcinha, depois ela ia para a área superior do armário, abrindo suas portas, e colocando um pijama cor azul-escuro, sendo um pijama leve. Após isso, ela ia para outro armário, abrindo outra gaveta, pegando uma peça infantil de calcinha, e a colocando em cima da cama, ela voltava para o armário, e abria a parte de cima, procurando um pijama, encontrando um pijama vermelho leve, e colocava em cima da cama também, ao terminar, ela ia e fechava as duas gavetas e as duas portas dos dois armários que ela abriu. – Você sabe se vestir? – Sona dizia encarando “Bahamut”, que a olhava com um olhar confuso. – Isso vai ser difícil… – Sona suspirava, enquanto ajudava “Bahamut” a se trocar, levando cerca de dois minutos para isso. –

-SONAAAAAAA! – Uma voz claramente poderia ser ouvida entrando na casa, era Rias Gremory, o que ela queria a essa hora? Eram plenas 20:30, e Sona agora tinha problemas para lidar, chamado “Bahamut”. –

-Péssima hora, Rias! – Sonas exclamava enquanto pegava sua coberta e a desdobrava sobre Bahamut. – Tenho assuntos a resolver, Baha, fique aqui e durma bem? Ok? Eu já volto. – Sona dizia apressada, saindo do seu quarto, mas não antes de abrir uma gaveta no criado-mudo, pegando uma chave, e trancando no quarto por fora quando saiu dele, sem se importar, Bahamut dormia e um sono pesado. –

 

 

 

Fim do Capítulo


Notas Finais


Espero que tenham gostado desse capítulo diferenciado, principalmente por dar foco a outras personagens além da dupla Lucilius e Belial. E por colocar e desenvolver personagens que eu gosto razoavelmente, a Sona e a Tsubaki. Sobre a frequência dessa história, vou tentar fazer ela mais frequente que as demais, mas não esperem muito, todos os capítulos vão ter essa média de tamanha, ou quase todos ao menos. Se puderem dar ideias, sugestões, tudo é bem vindo. Enfim, tenham um bom dia, uma boa tarde, uma boa noite, e uma boa madrugada também, fui.


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