História Hijutsu no Dragon - Aprendiz de arcanista. - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Adulto, Anime, Aventura, Épico, Magia, Medieval, Original, Romance, Shonen, Terror
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Palavras 1.132
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Harem, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Shounen, Terror e Horror, Violência

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Pessoal, o nome da cidade do início se chama Pine, se lê "Paine"

Capítulo 1 - Capítulo 1 - As barrigudas da Floresta de Pine


Fanfic / Fanfiction Hijutsu no Dragon - Aprendiz de arcanista. - Capítulo 1 - Capítulo 1 - As barrigudas da Floresta de Pine

Aos arredores da calma floresta de Pine, o velho Janus tentava ensinar ao seu neto, enquanto esfolava um urso.

“Deve se aproveitar tudo, Vik, desde a pele até os ossos. Sem desperdício. Essa é  uma de nossas leis mais importantes. Um caçador sempre honra sua caça, dando um bom uso para cada parte dela.” Disse o velho Janus ao seu neto.

Rudovik escutava as palavras do avô de forma atenta. Embora fosse uma criança de apenas seis anos, Vik tinha um talento nato para se aprender coisas. Principalmente coisas relacionadas a Caça , principal atividade de sua família. Desde muito novo, ele escutava historias sobre os grandes feitos de seu avô, e as grandes bestas mortas pelo seu pai. Ele queria que sua vez chegasse também. Queria caçar uma besta mágica. Queria ser um caçador!

“Vovô, e quando eu vou pode caçar também?”

Janus sorriu e o olhou , achando graça de uma criança  tão  pequena querendo caçar.

“ Bem, daqui uns 8 ou 9 anos. Primeiro voce teria que aprender a caçar animais comuns; lebres, pacas e talvez alguns gatos do mato. Estes últimos são bem dificeis para pessoas normais. Mas voce já seria grande e rapido o suficiente.  Além  disso, o sangue dos Blackpine corre em suas veias. Sangue da mais pura linhagem de caçadores. Acho que por conta disso, voce consiga aprender a caçar em até menos tempo. Talvez daqui uns seis anos!” Janus olhava para o ar, tentando imaginar um futuro em que o neto se tornasse um grande caçador,  assim como o pai de Rudovik, seu filho.

“Mas eu não quero caçar daqui a seis anos. Quero caçar agora..” lamentou Vik, fazendo um biquinho.

“Hahahhahahahah!” Explodiu Janus numa gargalhada que fez os pássaros ao redor  voarem ao redor assustados.

“Garoto! Você é  mesmo igualzinho ao seu avô aqui. Tem interesse! Tem culhoes. Gosto disso. Mas vamos com calma. Você esta muito novo para caçar bestas magicas.  Na verdade, se mijaria todo se uma aparecesse em sua frente. Daqui a alguns meses o Vovô  aqui vai pessoalmente  te ensinar a caçar lebres. E quando você  estiver acostumado, iremos caçar gatos, lobos, Javalis selvagens e por ultimo ursos. Só  então  você  poderá caçar a sua primeira besta mágica: uma raposa dos ventos. Todos os caçadores precisam conseguir capturar uma dessas para passar no último teste e se chamar de caçador. “ Concluiu Janus.

“Eu não  ia me mijar! Eu não  sou mijao! E eu não  quero caçar lebres e Javalis, isso eu  já sei fazer. Quero  caçar bestas com o senhor e o papai.” Disse Vik cruzando os braços com a cara amarrada.

“Você  o quê? Voce já cassou uma lebre?” indagou Janus

“Sim. Muitas vezes. Mas ai eu enjoei e agora acho melhor os javalis pretos" respondeu Vik

“Javalis Negros, você  quer dizer.  E é muito feio mentir para o Vovô  desse jeito. Javalis normais já seriam muita coisa para um garoto de seis anos. Javalis negros são  muito mais difíceis.”  Disse Janus num tom de reprovação.

“Eu não to mentido! Vovó disse que homens de verdade nunca mentem. Eu matei sim um Javali Pre.. Negro. Deixei ele la nas barrigudas. Posso levar o senhor la se quiser.” Disse o pequeno Vik, ofendido

“Barrigudas? Quem lhe contou sobre elas? Você  sabe ir até  lá?”

As barrigudas eram árvores de formatos irregulares no meio dos troncos, dando a impressão  de árvores “grávidas” ou “barrigudas". Era um lugar bem remoto da floresta de Pine, usado como ponto de referência para os caçadores. Ir até lá  poderia ser bem perigoso  para crianças e pessoas comuns. Uma criança  de seis anos como Rudovik  com toda certeza se perderia ou seria devorada por algum predador.

   No entanto lá  estava Janus em frente a seu neto, um garoto de seis anos, que não  só  afirmava ter ido lá,  como também  ter matado um Javali Negro  e deixado o corpo no local.

 Janus olhou no fundo dos olhos de Vik, tentando buscar algum traço de mentira, porem o neto o olhou de volta, seus olhos refletiam um dourado desafiador, quase qie como um lobo preparado para o bote.

“Pelos Deuses garoto! Não  precisa me olhar assim, voce parece muito a sua avó.”  Disse Janus desviando o olhar.

“Então vamos até  lá,  ver se esse Javali Negro realmente  existe. Se estiver mentindo, o Vovô  nunca mais te ensinará  nada, ficou claro?” disse Janus, observando bem o neto para ver se a ameaça  o faria dizer a verdade.

“Mas e o que ganho se o Javali estiver lá? “ Perguntou Vik.

“Como assim, o que você ganha?”

“Se eu vou perder  algo se não  tiver  nada, então se tiver eu tenho que ganhar alvo. Nada mais justo"

“Masoquediabos....” cochichou Janus enquanto olhava para o neto espantado, sem saber se o que o assustara era a certeza inabalável que Vik demonstrava ao falar que matou mesmo um Javali Negro, ou o fato de estar barganhando com um garoto de seis anos.  Isso o divertiu.

“Tudo bem meu grande caçador de bestas mirin. Se voce souber o caminho até  as barrigudas, o vovô aqui vai te dar um presente tão bom, que dará  inveja ate mesmo num adulto.”

“Mesmo!?” os olhos de Vik brilharam acompanhados de um grande sorriso. Um presente só  por saber o lugar? Isso era moleza! Para Vik, o presente estava praticamente garantido.

“Espera vovô,  isso não  me parece justo” disse Vik pensativo.

“O quê? Ainda quer mais? Mas voce é  um garoto bem gananciodo pra sua idade. O que mais voce quer?” questionou Janus, com um leve sorriso.

“Não  vovô.  Eu não  quero mais nada. To dizendo que não  é  justo pro senhor. Se eu ganhar só  de saber o caminho não  tem graça. Seria melhor se eu ganhar quando o senhor ver o corpo do bixo morto.” Disse Vik, com um ar decidido.

Janus perdeu um pouco o equilíbrio. Não  esperava que o garoto estivesse tão  confiante. Será  mesmo que seu neto sabia o ir até  o lugar? Talvez  alguém o tivesse levado até  lá.  Talvez  ele tenha decorado.  Mas mesmo assim, as barrigudas eram praticamente 3 horas de caminhada floresta adentro. Não  tinha como uma criança  de seis anos decorar um caminho  tão  longo.

“ Aaahh garoto, se voce conseguir levar o Vovô  até  sozinho, sem ajuda de ninguém, o Vovô  aqui vai ficar muito orgulhoso, pode acreditar.”

“Sério?! Então  vamos lá !“

Por mais que as barrigudas fosse um lugar remoto e perigoso, nada aconteceria se ele fosse até  lá  com o neto. Afinal de contas, Janus, apesar de ser um idoso bem acima do peso, era o caçador  mais forte daquele vilarejo, e além  disso, era um Arcanista real. Nada poderia feri-lo. Nem a ele e nem seu neto. Como não  tinha  nada a perder, Janus aceitou a proposta.


Notas Finais


O capitulo 2 se chamará: O garoto Prodígio.


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