História Hikari Are - Capítulo 29


Escrita por: ~

Postado
Categorias Haikyuu!!
Personagens Asahi Azumane, Daichi Sawamura, Kei Tsukishima, Kenma Kozume, Koushi Sugawara, Ryuunosuke Tanaka, Shouyou Hinata, Tadashi Yamaguchi, Tobio Kageyama, Yaku Morisuke, Yuu Nishinoya
Tags Asanoya, Daisuga, Kagehina, Tsukiyama
Visualizações 266
Palavras 2.409
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Esporte, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, Literatura Feminina, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


To chorando mto pra escrever algo aqui

Capítulo 29 - Que haja luz


Fanfic / Fanfiction Hikari Are - Capítulo 29 - Que haja luz

Asahi voltou novamente para Tóquio e em Miyagi, havia alguém que sofria mais do que Nishinoya por sua ausência, sua mãe. A mulher havia emagrecido tanto que se tornara quase irreconhecível, seu semblante abatido também só piorava seu aspecto geral.

Tudo em sua vida funcionava no automático: acordar, se arrumar da forma mais simples possível, sair para o trabalho, pular o almoço, voltar para o trabalho, chegar tarde em casa, comer qualquer coisa e dormir.

Nunca havia trabalhado tanto em sua vida e nem mesmo ela sabia mais o porquê de fazer aquilo, talvez só estivesse tentando se ocupar. Sempre havia trabalhado mais do que o necessário para dar uma boa vida ao filho sem precisar de um tostão do ex marido, mas agora não tinha mais essa necessidade e isso era o que mais doía.

Para quem estava trabalhando tanto? O que faria com todo aquele dinheiro? Não lhe era permitido mandar dinheiro para Asahi, então continuava guardando tudo para que ele pudesse usar algum dia, mesmo sabendo que aquilo não pagava a imensa dívida que tinha com o filho, mesmo sabendo que nada apagaria o mal que havia feito a Asahi.

Já não sabia a quem culpar além dela mesma e até mesmo pensava em simplesmente parar de viver, mas não podia fazer isso enquanto soubesse que tinha um filho que precisaria dela, mais cedo ou mais tarde.

Se sentia ainda mais vazia nos fins de semana e naquele, em especial, estava se sentindo ainda mais péssima, era o aniversário de morte de seu irmão. Aquilo só fazia com que ela se lembrasse ainda mais do próprio filho.

Sem saber bem o que fazia, pegou seu carro e começou a dirigir para qualquer lugar que fosse, dirigiu sem rumo por horas, até sentir suas costas doerem e seus olhos incharem pela quantidade de lágrimas que havia derramado.

Se sentia exausta, derrotada, acabada, vazia, incapaz, inútil, o pior ser humano da terra. Seus pensamentos não processavam bem, só se misturavam, deixando-a cada vez mais perturbada.

Não conseguia ver bem nada que havia a sua frente enquanto dirigia e foi pensando em Asahi, em meio a tantos devaneios, que sentiu o impacto de seu carro se chocando com algo e depois tudo escureceu.

 

Asahi tentava não pensar nas coisas pelo lado ruim, tentava não pensar na imensa saudade que sentia do pequeno líbero, e sim de seu sorriso e da forma espontânea que ele lhe tocava, fazendo todo seu corpo se arrepiar.

Sabia que Nishinoya estava no último ano do ensino médio e desejava que ele se focasse em seu futuro, tentava incomodá-lo o mínimo possível. Por outro lado, sentia uma extrema necessidade de ter o menor junto a ele, mas sabia que não era possível naquele momento, então, tentava se confortar com as lembranças.

Daichi e Sugawara realmente haviam conseguido entrar em uma boa universidade em Tóquio, não era para menos com todo o esforço que tiveram, e vez ou outra os três se encontravam, aquilo melhorava muito o humor do atacante.

Era tão bom ver seus amigos juntos e felizes, mas ao mesmo tempo aquilo o lembrava do quão longe estava do próprio namorado e mais uma vez tentava não se sentir deprimido.

Naquele fim de semana, os dois melhores amigos voltaram para Miyagi e se sentia extremamente sozinho e para baixo. Sua mãe não havia o ligado aquele dia e realmente desejou que ela estivesse tentando se distrair com algo.

Quando seu celular tocou naquele dia, seu peito aqueceu ao ver o nome do baixinho que tanto gostava em sua tela. Atendeu apressadamente.

– Yuu-Chan!

– Asahi... – O nervosismo na voz do líbero fez o corpo de Asahi tensionar.

– Aconteceu algo? – Perguntou com a voz trêmula.

– Sim... – Nishinoya hesitou por um momento. – Sua mãe...

Asahi sentiu seu mundo desabar antes mesmo que Nishinoya conseguisse completar sua fala.

 

Quando finalmente acordou, não sabia bem onde estava, depois de uma olhada demorada, constatou que se tratava de um quarto de hospital. Tentou puxar na memória porque havia ido parar ali, mas sua mente parecia confusa.

Enquanto tentava reorganizar seus pensamentos, viu um garoto baixinho com seu típico cabelo esquisito entrar no quarto, trazendo consigo uma bandeja com comida hospitalar e a depositando ao lado da cama e só depois reparando que o corpo que velava já estava acordado.

– Ah, que bom que acordou! – Disse com um largo sorriso.

– Yuu? – Perguntou com confusão.

– Você passou algumas horas inconsciente, mas está bem agora, não completamente, mas vai ficar. – Explicou o líbero.

– O que está fazendo aqui?

– Ah... – Nishinoya hesitou por um momento. – Você precisa de alguém pra te acompanhar e cuidar de você... o Asahi deve chegar logo, logo... então... eu só pensei que devia ficar aqui um pouco.

– Por quê? – Insistiu a mãe de Asahi.

– Porque você é a mãe do Asahi. – Respondeu de forma simples.

– Exatamente, e você devia me odiar, eu fiz de tudo pra separar vocês.

– Mas não conseguiu. – Disse o garoto com um sorriso. – E sei que não fez por mal, você só queria o bem do seu filho. Eu não tenho raiva de você ou algo do tipo, pelo contrário, queria que fossemos amigos. Mas entendo que tenha raiva de mim.

– Eu não tenho raiva de você. – Disse a mulher, apressadamente.

– Obrigado. – Nishinoya soltou um sorriso tímido e sincero.

– Me desculpe, por todo o mal que fiz a você e ao meu próprio filho, me desculpe. – Quando menos notou, a mulher já estava em lágrimas.

– Ah, por favor, não chore! – Em um impulso, Nishinoya abraçou a mulher que retribuiu o abraço na mesma hora.

E a cena da mulher abraçada ao garoto baixinho de 17 anos, foi a primeira e melhor coisa que Asahi viu ao entrar naquele quarto, em muito tempo.

 

Depois do que havia acontecido com sua mãe, Asahi decidiu que precisava passar alguns dias com ela em Miyagi, e claro, também adoraria passar um tempo com Nishinoya, e foi pensando nisso que trancou sua faculdade e trouxe suas coisas de volta para sua antiga casa.

Nishinoya não parava de provocar Asahi enquanto os dois arrumavam suas coisas, fazendo com que as risadas só aumentassem cada vez mais, fazendo com que sua mãe sorrisse largamente do quarto ao lado.

Quando ouviu um carro buzinando desesperadamente em frente à sua casa, Asahi torceu para que estivesse errado sobre sua suspeita, mas ele estava certo, sim. Assim que abriu a porta de sua casa, seu pai saiu de dentro do carro e caminhou até ele furiosamente.

– O que você pensa que está fazendo, seu moleque imbecil!? – Gritou o homem.

– Estou fazendo o que eu quiser da minha vida. – Rebateu Asahi.

– E você acha que tem o direito...

– E você acha que tem algum direito!? – Interrompeu Asahi. – Você acha que pode falar e exigir qualquer coisa que quiser de mim? Sinceramente, é muita cara de pau! Quem é você pra me falar algo?

– Eu sou seu pai!

– Você nunca foi meu pai! – Gritou Asahi. – Você é o único moleque imbecil aqui!

– Engraçado, eu sempre fui seu pai quando mandava seu dinhe... – Asahi foi até a sala e voltou novamente.

– Aqui tá a droga do seu dinheiro! – Disse, entregando algo para o pai. – Todo seu dinheiro tá nessa conta, tudo! Eu nunca usei um tostão seu! Esse dinheiro nunca foi meu, porque você nunca foi meu pai de verdade.

– Você não pode fazer o que bem desejar! – Esbravejou o homem.

– Eu posso, sim! – Rebateu o garoto.

– Você não gosta de garotos, Asahi!

– Eu gosto, sim! Eu sou gay, sim! E não é um erro meu se você não aceita isso! Você é o único errado, ignorante e preconceituoso aqui!

– O meu filho...

– Eu não sou seu filho! Não sou! Vai embora e não me procure nunca mais, finja que eu não existo! Que eu nunca existi! Finja que eu morri, sei lá, só suma da minha vida! Suma pra sempre! Eu não preciso de nada que venha de você!

– Tem certeza disso? – Perguntou o homem, diminuindo o tom de voz.

– Toda certeza do mundo.

– Espero que seja feliz com sua mãe e amigos fracassados. – Seu pai lhe lançou um sorriso sarcástico.

– Espero que seja bastante infeliz com sua filhinha e sua homofobia tão nojentas. – Asahi praticamente vomitava suas palavras.

– Você vai se arrepender disso! – Seu pai cerrava o punho em sinal de puro ódio.

– Não, é você que vai. – Disse Asahi, fechando a porta para o homem que já havia chamado de pai e para um grande mal que havia atormentado tanto sua vida.

 

Quatro anos depois...

A cada novo ponto marcado, Sugawara berrava tanto que os outros quase ficavam surdos, Tanaka também não ficava para trás, para cada grito exaltado demais, Shimizu puxava sua camisa e lhe mandava um olhar cortante, fazendo com que o garoto se comportasse na mesma hora.

Daichi já havia desistido de tentar controlar o namorado, então só aceitava enquanto o garoto gritava, pulava, se agarrava a ele, tudo ao mesmo tempo.

Yamaguchi parecia consideravelmente comportado. Parecia. Pois era só Tsukki marcar um ponto que ele não parava de gritar o nome do loiro que o olhava com tédio, mas abria um pequeno sorriso antes de voltar completamente ao jogo.

Uma vez ou outra a empolgação de Sugawara era interrompida pelo casal que adorava discutir no meio da partida.

– Hinata idiota, não fique na minha frente! – Disse Kageyama.

– Eu não estava na sua frente, eu tava do seu lado! – Rebateu Hinata.

– Você me entendeu!

– Ok, então, não fale comigo depois. – Disse o ruivo.

– Também não exagere. – Disse Kageyama, diminuindo o tom de sua voz. – Desculpe.

– Ok, se concentre no jogo. – Hinata passou pelo moreno, dando-lhe um tapa na bunda e voltando para o seu lugar.

Sugawara sempre suspirava ao ver os dois daquele jeito, mesmo sabendo que eles iriam sempre se reconciliar no final. Preferia observar o outro casal que jogava junto, que eram sempre os primeiros a se abraçarem quando marcavam um novo ponto.

– Yuu! – Gritou Asahi, e imediatamente a bola foi direcionada a ele pelo líbero, junto com um sorriso.

Mais um ponto marcado, mas aquele não era apenas mais um ponto, era “o” ponto. O ponto que deu a vitória ao time profissional de vôlei, do qual Asahi, Nishinoya, Tsukki, Kageyama e Hinata faziam parte agora.

Imediatamente, todos se abraçavam, pulavam e comemoravam juntos e enquanto tantas câmeras fotografavam o time campeão, Nishinoya puxou o atacante até o canto e o abraçou, afastando-se em seguida para lhe puxar para um beijo.

E mais uma vez, aquele beijo se espalharia por diversos jornais, sites, revistas, redes sociais e tudo mais, mas os dois já estavam completamente acostumados com aquilo.

Depois de se despedirem dos outros amigos que não paravam de falar todos ao mesmo tempo, Asahi e Nishinoya foram direto para a casa dos dois. Sentiam-se completamente exaustos, o líbero se jogou no sofá, enquanto Asahi ia até o banheiro.

– Ei, vá logo tomar um banho! – Disse o mais velho, enquanto entrava no banheiro.

– Ah, só um tempinho, por favor. – Pediu o mais novo.

– Você pode até ter crescido alguns centímetros, mas continua o mesmo do colegial, Yuu. – Reclamou Asahi.

– E isso é tão ruim assim mesmo? Ou isso tudo é só porque quer que eu vá tomar banho com você? – Perguntou o líbero, com um sorriso sacana no rosto.

– Não, eu não quero! – Completou Asahi, fechando a porta do banheiro.

Depois de terminar seu banho, Asahi foi direto para o quarto dos dois, se vestindo e deitando-se. Nishinoya acompanhou tudo de longe e finalmente tomou seu banho depois que o outro se deitou.

Enquanto se vestia, Nishinoya ouvia Asahi falar com a mãe pelo celular, os dois riam e contavam as novidades, enquanto a mulher o parabenizava por mais uma vitória e o filho lhe pedia que viesse visitá-lo e trouxesse com ela seu novo namorado.

Nishinoya notou que o atacante estava tentando lhe ignorar e voltou para sala, onde passou algum tempo trocando mensagens com o melhor amigo, Tanaka. Depois de encerrada a ligação, Asahi se sentiu frustrado ao notar o pouco caso do mais novo e decidiu tentar dormir.

Mais ou menos, cinco minutos depois, sentiu algo se mover próximo aos seus pés e se arrastar por baixo de seu cobertor, até que o rostinho de Nishinoya saísse debaixo das cobertas e se aproximasse do seu.

– Não acredito que ia dormir sem mim. – Disse o mais novo, apoiando a cabeça no peito de Asahi.

– Eu não conseguiria. Preciso de você pra tudo, você é a minha luz, Yuu. – Asahi abraçou Nishinoya.

– Você também é a minha. – Disse Yuu.

– Então, que haja luz.

 

Como se acendendo um fogo em todas as células do seu corpo,
Você respirou o ar com toda a sua força.
Com sangue e suor como seus sacrifícios,

Desejo como seu fogo sagrado.
Grite em ato e bom som:

Que haja luz!

Enquanto uma oração pelo futuro dá o sinal e começa.

Que haja luz!

Siga adiante, fazendo da escuridão sua pista de decolagem,

Corra devotamente pelo seu próprio caminho.
Que haja luz!

Com o desespero um passo adiante,
Continue acreditando que a glória está um passo além.

Que haja luz!
Há somente uma razão para o seu pé continuar pisando essa terra,
Eu sei que posso voar, resplandecendo ainda mais adiante.
Que haja luz!
Seu esplendor de hoje,
Iluminará o caminho do amanhã para os seus companheiros perdidos.

Carregue seus sonhos como uma cruz,
Por todos os guerreiros buscando o Éden!

Defronte um enorme muro, e demônios que regalam a ansiedade.
A única coisa que pode perfurar um buraco no ar é a esperança.
É a menor possibilidade, e a coragem para acreditar até o fim.
Grite em alto e bom som

Que haja luz!

Siga em frente, seguindo os passos da sua sombra.
Abençoado por estes dias batalhando contra si mesmo!
Nunca se dobrando, nunca desistindo, continue perseguindo seus ideais!
Deixe que esta determinação seja conhecida como luz!

Que haja luz!
Siga adiante, fazendo da escuridão sua pista de decolagem,
Corra devotamente pelo seu próprio caminho.
Que haja luz!
Com o desespero um passo adiante,
Continue acreditando que a glória está um passo além.

Que haja luz!
Sua estrela cadente, voando pelo céu desta noite,
Queimando sua vida como um catalisador.
Que haja luz!
Seu brilho hoje,
Iluminará o caminho para o amanhã para os seus companheiros perdidos!

Enquanto uma oração pelo o futuro dá o sinal, comece!
Carregue seus sonhos como uma cruz,
Por todos os guerreiros procurando o Éden!

 

- Hikari Are.

 


Notas Finais


Obrigada pelos mais de 100 favoritos, eu nunca achei que Hikari Are fosse chegar a isso, pois eu reconheço que essa não é uma fanfic boa, o inicio é muito fraco devido a minha inexperiência, depois pensei em desistir da fic pq minha escrita havia mudado, mas eu nunca conseguiria fazer isso, graças ao quão especial essa fic se tornou pra mim, seria mais fácil desistir da minha vida huahuaha Foram nove meses escrevendo Hikari Are, apesar de ser uma fic curta, eu levei mais tempo do que o planejado pra escrevê-la, e eu não sei como agradecer a todos que me acompanharam e me deram forças ao longo de todo esse tempo, não sei como agradecer por não terem desistido de Hikari Are, mesmo não sendo uma boa fanfic. Eu nunca fui muito boa em nada, eu nunca me sobressai em nada, por mais que eu me esforce em algo, eu acabo sempre ficando na média ou um pouco mais abaixo e eu até acabei me acostumando com isso. Se vocês repararem, eu fiz minha conta no spirit no dia primeiro de janeiro desse ano e comecei a postar Hikari Are no dia dois. Eu já tinha uma conta em 2013/2014 em que eu postava fics, mas muitas coisas aconteceram naquela época e eu acabei tendo que excluir todas as minhas redes sociais. Eu não lia fanfic há anos, eu escrevi de forma completamente inexperiente pra o meu novo nível de escrita, com o tempo eu fui me adaptando e por isso essa mudança ao longo da fanfic. 2016 foi um ano extremamente difícil pra mim e eu precisava de algo que me motivasse a continuar sobrevivendo, então, na virada do ano, eu decidi que voltaria a escrever fanfics, eu precisava de uma luz na minha vida e foi assim que surgiu Hikari Are, que significa "que haja luz". Obrigada por tudo, vocês prolongaram minha existência, me dando muitos momentos felizes, eu quero desejar tudo de mais maravilhoso pra cada um dos leitores de Hikari Are. Eu criei uma dívida com vocês que não posso pagar. Hikari Are acaba aqui, mas minha gratidão será eterna <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...