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História Hinokami Kagura - Capítulo 29


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Notas do Autor


Qualé! Sem muita criatividade pra nome hoje :v
Não tô com tempo pra corrigir nada hoje, então desculpe os vários erros
espero que gostem, porém :3

Capítulo 29 - Na montanha: Respiração do Trovão


Com um estouro, a lâmina de Tanjiro cravou-se no tronco da árvore.

Cerrando os olhos e os pés contra a madeira dura, Tanjiro sentiu o poderoso cheiro cortando o vento em sua frente, olhos se arregalando. Não era o oni vindo em sua direção, mas sim uma rocha sedimentada e ainda coberta de solo, provavelmente tirada do chão, vindo pra cima de si sem piedade. Rápido no pensamento, seu peito subiu no ritmo das palavras.

Tanjiro – Hinokami Kagura: Hekira no Ten! – gritou, usando seus pés para fazer um mortal de lado, a espada avermelhada engolfando-se nas chamas de Kagura… Diante desse ponto, ele teve que começar a ignorar a latente dor em ambos os calcanhares. Entretanto, o fogo em contato com a pedra não a cortou totalmente, mas fez que ela, entrando numa espécie de giro centrífugo, fosse jogada apenas alguns graus para o lado, destruindo a árvore e sendo mandada com ainda mais força para outras árvores na floresta a dentro. O próprio Tanjiro fora arremessado para outra árvore mais perto intencionalmente, seu olfato sentindo o monstro que já comera quase uma centena de humanos correndo vigoroso para cima dele, a vontade de comer mais um poderoso caçador. Com os pés pousando na dita árvore, sua espada sendo levada para trás, de modo maestrino, Tanjiro mudará de respiração. – Nana no Kata: Asahankei! – seu uivo foi em contato com a luz da Lua quando, de repente, a iluminação aumentará drasticamente, chamas escoando das solas do avermelhado, a espada com uma cauda de brasas era mirada no fio que era preso no pescoço do gigantesco demônio de vários braços.

Na atual claridade, o monstro revelava-se de uma cor sepulcral, variados olhos refletores e uma boca cheia de dentes e presas salivantes. Cabelo branco era uma nota e as tatuagens outras, pois esse monstro era um híbrido de aranha e humano. Ainda sim, era algo que o de cabelos vermelhos ia matar.

—!! Em extrema velocidade, o monstro aranha viu Tanjiro rodando como um caleidoscópio em chamas na sua direção, seus braços sendo levantados a fim de socá-lo e criar um dano massivo…!! Um susto o agarrando, porém, quando tudo se conectara. A espada em chamas fora fincada em sua mão, Tanjiro girando a mão em sua bainha e se propulsionando para cima, a mão na outra espada sendo trajada no momento em que, de pé, ele caíra nos ombros do grande monstro. A técnica de chamas inicial tinha sido tudo uma isca para dá-lo a chance de atacá-lo no ponto mais fraco de um oni; o pescoço. Músculos enrijeceram-se quando a lâmina em suas costas explodiu nas chamas loucas do próprio Sol.

Tanjiro – Hinokami Kagura!! – ergueu a espada alto, sua lâmina parecendo uma lâmina de asteroide…!! E lá estava! O oni, tentando tirar Tanjiro a força de suas costas, girou e levou os braços nas costas… Mas o avermelhado já tinha saltado dos ombros usando a força de sua respiração. ENBU! – insinuou com fervência, a lâmina cortando em um ângulo de 180° numa estrondosa força e dança flamejante. O monstro parou de mover-se diante daquele corte, quase um segundo depois dando dois, três passos para trás… E então, cair para trás, a cabeça rolando há quase seis metros do corpo. Em um suspiro de alívio quase que total, Tanjiro caíra no chão, a espada sendo usada como um suporte… Ofegados iam e vinham. Seus olhos observaram o corpo caído começando a, estranhamente, diminuir-se e modificar-se, um cheiro curioso tomando o ar… Aquela não era a forma original do oni? Ainda sim, não há importância em qual oni seja, se ele arrepende-se no fim de sua vida, cabe a Tanjiro dá-lo uma passagem mais calma para o outro lado. De pernas trêmulas por todo o esforço durante a batalha as usando, Tanjiro colocou a espada enferrujada de volta em sua bainha, pegando a de cor vermelha em seu caminho até a cabeça decepada.

… Abaixando-se de joelhos, Tanjiro deu um calmo sorriso para essa pobre alma. Anteriormente com uma aparência bizarra, o monstro tinha agora uma face de uma pequena criança. Um garoto, apenas. Seus olhos rosas tentavam não encarar Tanjiro enquanto desaparecia, mas não era necessário ver para o avermelhado entender desde que cortara a cabeça do mesmo… Ele sim, se arrependia de tudo.

Tanjiro – Que você tenha mais sorte na próxima vez. – proferiu calmo, a espada avermelhada sendo posta silenciosamente em sua bainha. A mão percorreu os cabelos claros do oni por um único segundo, logo desaparecendo em nada, levado pelo vento em seguida… Mas era apenas um deles. Mordendo o lábio inferior, Tanjiro teve que engolir todo o cansaço do seu recente combate e começar a reformular como ia se reencontrar com os amigos. Começando a andar sem um aparente rumo, o avermelhado encarava os lados e mantinha-se focado na respiração, buscando qualquer tipo de pista. A área montanhosa mostrou-se ficar um pouco mais sólida nessa área, um rio cruzando em interseções algumas partes, coisa que ajudou o de cabelos vermelhos a se locomover por aí—os calcanhares dos pés ainda incomodavam com uma pontuda dor… Nada preocupante, mas ainda o distraía um pouco—uma coisa que ele não gostava, todavia… Era quão parado o ar nessa montanha estava mostrando-se

Tanjiro necessitava que o odor propagasse-se através da movimentação do ar, o vento, para que ele pudesse entender a maioria das coisas com o nariz… Essa montanha tinha uma especialidade que podia minar algo assim; as teias de aranha por todo o lado. Essas teias faziam que o ar espalhasse-se com dificuldades, mas subia com facilidade. Adicione à falta de animais e, de fato, odores tornavam-se algo complexo para Tanjiro. Usar uma respiração nesse lugar também requeria um esforço extra, muito gás carbônico liberado por existir muita vegetação, mas nenhum animal de grande porte por aí. Enquanto todos os pensamentos eclodiam em sua mente, Tanjiro sentia a dor nos calcanhares, gradualmente, desaparecer, um sentimento de urgência surgindo em seu coração…

Ele tinha que achar Zenitsu e Inosuke. O trio havia se separado quando foram cercados por distintos onis, juntamente da Corporação de Assassinos. Foi uma loucura. Caçadores estavam lutando contra caçadores, linhas fantasmagóricas tentavam matá-los sem parar. Zenitsu tinha sido pego por uma dessas cordas e levado para a escuridão da floresta, Inosuke foi atrás dele… Tanjiro continuou tentando ajudar os caçadores, mas todos morreram e, logo após, aquele oni mais cedo apareceu. Ele tem de manter-se atento, muito atento…

Havia mais de um oni aranha nessa montanha, e isso fazia calafrios subirem sua espinha.

Respirando mais profundamente o pouco ar ao redor, Tanjiro apressou seu passo. Ele não podia nem ao menos pensar em não completar a sua promessa com Zenitsu… Todos seus preciosos juramentos seriam inúteis se ele o fizesse. Não importa a dor, não importa a situação… Suas promessas têm de serem cumpridas até o fim!

Fraquejar não é uma opção!


 

Enquanto isso –


 

Zenitsu – AAAAAAAAAAAAAAAAAHH!!! – tropeçando nos próprios pés, Zenitsu sentiu uma linha extremamente afiada arrancar alguns fios de seu cabelo, o medo sendo um espinho enorme em suas emoções logo após. – AAAAAAAAAAAAHHH!! – continuava o extensivo e longo grito, levantando-se todo desengonçado e quase deixando sua Nichirin cair no chão—!! No momento que ele levantou-se, outras várias pontiagudas teias de aranha enrolaram-se nas árvores ao redor, perfurando o lugar onde ele estava um segundo antes. – TANJIRO, SOCORRO!! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHH!! – gritava para o nada, lágrimas enormes descendo de seus olhos num fluxo quase impossível.

Enquanto isso, suando e de dentes trincados, assim como um palpável medo em sua face, uma oni de longos cabelos brancos balançava os braços sem parar, pálpebras quase nunca se fechando enquanto tentava fazer os fios agarrarem aquela praga dourada.

– Fique parado… Por favor, fique parado. – pedia ao nada, imaginando a ira que seu “filho” teria caso percebesse a demora para matar apenas um único caçador. Todos os outros foram fáceis, morreram rápido! O medo insano desse o torna diferente em todos os aspectos… Com certeza, muito mais irritante e chato. Frustração nascia em si durante cada tentativa falha de capturá-lo com a teia. – FIQUE QUIETO!! – gritou, a raiva crescendo no mesmo tempo que seu medo.

Zenitsu – AAAAAAHHH!! – o seu grito tornou-se ainda mais fino ao ouvir a voz do oni tentando matá-lo sem parar, gritos esses que se juntavam aos silvos de ar que as linhas criavam durante as tentativas de acabar com sua vida. Tanjiro, Tanjiro, Tanjiro… Ele tinha que achar Tanjiro!! Se ele não achasse o Tanjiro… Então ele ia morrer!!

Mas não…

Um negrume começou a surgir na mente de Zenitsu, suas memórias batendo-se umas com as outras, sons do seu próprio coração refletindo o perene medo dentro dos rios de sua alma. Zenitsu quis agarrar seus próprios cabelos e puxar em puro nojo e terror. As memórias de seu avô o chamando de inútil estavam confrontando as de Tanjiro falando que ele podia matar o oni… E, apenas por esse motivo, ele se sentia ainda mais inútil.

Do que valeu todo o sacrifício do amigo naquele dia da cidade em chamas? Tudo para que, ainda sim, Zenitsu fosse agarrado pelos pés em seu medo. Ele odiava sentir-se desse jeito, pois era o medo que trazia seus piores sentimentos. A inveja, o terror, o pânico, a insensibilidade. Todos esses sentimentos foram engarrafados lá no fundo de seu ser quando, pela primeira vez, ele conseguiu matar um oni acordado… A sensação… Foi única. Diante daquele momento, o mundo ganhará um pouco mais de sentido. Parecia até mesmo que ele havia se encaixado nele.

Mas… Comparado a antes…

Esse oni que tentava o matar… Era outro nível… O outro estava tão longe e só parecia aterrorizante… Já esse… Está tentando matá-lo constantemente, assim como seus sons são tão perturbadores. Por que ela tá com tanto medo?! Por que ela tá tão frustrada?! Ela via Zenitsu apenas como mais um pedaço de carne a ser morto… Como se ele não tivesse chance alguma de derrotá-la. Todos os gritos dela estavam deixando-o ainda mais temeroso, mais assustado… Como se, até mesmo, ele tivesse voltado a ser aquele seu eu tão frágil, tão fraco…

—!! Num segundo de contemplação, uma das linhas acerta fatalmente Zenitsu… Perfurando totalmente o seu braço esquerdo, quase que arrancando-o.

Um grito avassalador de dor correu do loiro qual, de repente, caíra de bruços no chão, rolando pelas folhas frias sentadas no solo… Com aquele segundo de contemplação, ele havia entendido. Começando a sangrar profusamente, Zenitsu ouvira um suspiro aliviado da oni que estava tentando matá-lo.

… Todos esses sentimentos dela… Lembraram-no de uma memória afastada de sua infância…

Num momento onde até mesmo sua mãe o odiava.

Respiração descompassada, a mão trêmula segurando o braço sangrento e com um buracão aberto em sua parte superior e caído… Zenitsu, simplesmente, não podia fazer mais nada… Diferente de Tanjiro, ele não era forte. Ele não era incrível… Ele não era corajoso…

Ainda sim…

Seus ouvidos ouviram quando, velozmente, as linhas cruzaram as árvores, enrolando-se nos galhos acima e mirando sua cabeça… Ia ser uma morte rápida e cruel… Sua mão direita, branca pela falta de sangue, começou a descer pelo seu braço.

Tinha… Uma única coisa que o dava forças…

—!! Sua mão direita foi contra o solo, jogando-o pro lado e, desse modo, evitando por muito pouco a morte.

– O QUÊ?! – a oni gritou ao longe.

Em sua mente, a imagem de seu único amigo piscou em flashes imparáveis. Seu sorriso, suas palavras… Todas as vezes que ele não falhou em protegê-lo. Do começo na Seleção… Tanjiro esteve ao seu lado.

– NÃO!! VOCÊ VAI MORRER!! – novamente um grito, sua raiva alcançando os céus. Linhas torceram-se na frente de Zenitsu, mirando seu coração…!! E um raio azulado as cortou. A oni não viu nada, também não entendeu o exato motivo de não ter conseguido matá-lo. Agora, a mão direita de Zenitsu segurava sua espada, a lâmina contra o chão, estática correndo dela de um modo muito fraco. Mais e mais linhas vieram em sua direção…

Quase o mesmo resultado. Antes que uma fosse cortada inteiramente, ela acertou Zenitsu em sua perna, sangue começando a eclodir do buraco.

Mas… Ele manteve-se de pé.

Uma mão fantasmagórica esteve em seu ombro, ajudando-o a levantar no momento de maior dificuldades…

– Zenitsu… Você não é mais um garoto. Você consegue fazer isso sozinho. – a voz era de seu já falecido avô, olhos arregalando-se nesse entendimento. Uma surpresa correu nas veias do loiro, mas foi ignorada por sua mente cansada—todos os danos físicos acumulados, assim como o stress…. Virar-se para tentar observar não funcionou—!! E, antes mesmo que ele notasse, mais várias linhas vieram em sua direção… Trovões cortaram todas dessa vez. A presença de seu avô segurando seu ombro já tinha sumido a esse ponto…

Outra!!… E essa mão quente… Gentil… Ele conhecia especialmente bem, um brilho surgindo em seus olhos próximos da morte.

– Não quer dizer, porém, que não haverá alguém te apoiando. – agora… Essa foi de Tanjiro.

O coração do loiro estava alcançando mil por hora. Cada linha que vinha em sua direção era destruída por um trovão cada vez mais alto, a espada Nichirin dourada faiscando mais e mais forte a cada corte… Respirando profundamente, sangrando por dois membros e todo sujo, Zenitsu fechou seus olhos por um momento. Todas as imagens de seu amigo pararam na mesma hora… Apenas uma coisa sobrou em sua mente negra.

Ondas sonoras.

Tudo ao seu redor era apenas som… Todas as linhas por todo aquele perímetro estavam no seu alcance. A ponta da espada levantou-se, uma repentina frenesi de fios vindo em sua direção, a oni perdendo a cabeça na própria frustração e raiva lá longe… Cada fio era cortado e dilacerado individualmente por trovões. Lentamente, respirando devagar, Zenitsu levou sua espada de volta para a bainha—!! E o momento que ela entrou totalmente foi o momento em que o oni assustou-se por completo! O chão ao redor explodi em trovões! As folhas queimaram e desapareceram, arbustos foram descabelados de qualquer vegetação… O choque da mulher demônio embaralhou sua mente toda.

Aquela criança não era uma total idiota?! Uma total covarde e fraca?! Ela começou a estranhar quando seus fios estavam sendo destruídos… Mas essa súbita explosão de poder?! Que tipo de brincadeira de mal gosto era essa?! Seu corpo estava tremendo de medo agora, confusão se espalhando por toda a e cada fibra por toda a extensão da oni… Enquanto isso, os raios retumbando para todos os dezesseis lados… Zenitsu começara a se abaixar, ar escapando por sua boca.

Em sua mente negra, as ondas sonoras estalaram… Assim como um último pensamento.

Ele pode viver…

Ele pode ganhar—

Zenitsu – Ichi no kata… – com esse pequeno sussurro, o chão desfez-se em um vulto de ouro e azul, pedras voando e linhas começando a queimar. Zenitsu, na pura velocidade, seguiu cada e todo barulho que todas as linhas daquele perímetro faziam… E cortou todas. A oni, absurdamente assustada com a situação, viu o trovão correr em espiral pela floresta , destruindo seus receptores e qualquer linha que ela tinha. Dando passos para trás e virando-se sem parar para observá-lo, chegando cada vez mais perto, seu coração começara a disparar… O que ela ia fazer?! Como ela fugiria—

!! E então, uma outra explosão… Um trovão no céu…

Queimando tudo em seu caminho numa espiral no chão, Zenitsu subirá aos ares e, como uma águia, observou a oni de baixo… Enfim abrindo seus olhos… Ele estava acordado. Suas pupilas de ouro remetiam trovões imparáveis para todos os lados. Usando apenas seu único braço, o loiro apontou a espada para baixo… Para o pescoço da oni.

Ele pode… Matar qualquer oni!!

Zenitsu – Hekireki Issen! – gritou e, num raio dourado, Zenitsu avançara contra a oni lá no chão, sua espada erguida para matá-la na velocidade imensa… A oni observou sua morte vir em um clarão de luz… E ela lutou! Gritando sem nenhuma esperança, ela ergueu suas mãos pro céu, a pele descascando na mesma hora e sua verdadeira imagem revelando-se em sangue… E, com o máximo de poder, centenas de linhas subiram simultaneamente, mirando a estrela de ouro.

!! Em zigue-zague, Zenitsu passou por dentro das linhas e cortou todas em seu caminho…

O último corte sendo a cabeça da oni quando, sutilmente, ele caíra abaixado no solo, a espada sendo colocada na bainha com apenas uma mão… Já a oni… Nem notou exatamente o momento em que tudo acontecerá, demorando algum pouco tempo para cair no chão e começar a se desfazer… Todo o ódio e toda a raiva, subitamente, virando um pequeno alívio ao ter os olhos mirando o garoto…

O braço esquerdo caiu completamente do corpo.

E, depois, ele mesmo caiu de cara no chão… Com toda a perda de sangue, ele ia morrer em meros minutos.


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


Notas Finais


o arco vai ser um pouco mais compacto, sem todas os flashbacks e conversas que tiveram no anime. Ainda sim, vamos ter desenvolvimento de personagem!

== comentários e favoritos fazem o vagabundo escrever pra caralho :v ==


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