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História Hiperventilação - Repostada. (Underverse) (Undertale) - Capítulo 6


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Notas do Autor


ywy oremos.

Capítulo 6 - Sentimentos Sufocam...


Fanfic / Fanfiction Hiperventilação - Repostada. (Underverse) (Undertale) - Capítulo 6 - Sentimentos Sufocam...

— N-Night! Para de flertar comigo! - Comentou o menor de terno branco e preto com as mãos na face. O rosto de Cross estava totalmente vermelho enquanto do maior permanecia normal.

— Heh, não aguenta minhas cantadas? - O dono dos olhos ver disse sorrindo de canto.

— N-Não! - Comentou desviando o olhar. A essa altura do campeonato, Nightmare prensava Cross contra a parede. Ainda assim, agiam normalmente.

— Serio? Não aguenta algumas cantadinhas? - O maior sorriu de canto.

— D-Do jeito q-que você esta fa-falando N-Nao!! -

— Ué... Mas eu só elogiei você. •-• -

— EXATAMENTE!!!! >//<-

....

— E é assim que nós invocamos um Demônio do Sexo! - Comentou Fell abraçando a cintura de Blue, que estava com os braços entrelaçados no pescoço do maior. O de cabelos vermelho estava sem touca e o cabelo completamente bagunçado. Não porque ele o deixou assim, mas porque blue adorava mexer nos cabelos do próprio.

— Wow - Comentou Blue. O maior ainda não estava bêbado. Ainda assim, Fell dava indícios de que seria um alcoólatra... Ele e BlackB, entretanto, por motivos diferentes. — Claro porque, invocar um Demônio Ninfomaníaco vai ser tipo; SUPER útil para a minha vida!

Fell vinha de uma família... Complicada. Os pais não suportavam a presença um do outro, mas nunca se divorciaram. O irmão casula um controlador, fora as varias e varias agressões que sofria dos demais. Menos do irmão.

Brigas, álcool, drogas, sempre estiveram a vista do maior. E obviamente ele seguira por esse rumo. O pai era um ex-general já aposentado. Ainda assim tratava os filhos como soldados, esperando que eles seguissem o mesmo caminho, mas... Com Fell não foi assim. Ele prefere a arte do sono. Porque? Porque o cara é preguiçoso pra um caralho. Ainda assim, era o mais irritado do grupo de amigos, sempre os mandando a merda e a caralha a pau.

Vivia brigando. Em becos, lugares abandonados... Foi assim que conseguiu o dente de ouro. Isso por volta dos 10 anos.

Mas foi quando mais velho. Por volta dos 12 anos. Conheceu Reaper, se deram, mais ou menos bem. Logo depois ele lhe apresentou ao restante do grupo. Foi onde conheceu Blue, que era excepcionalmente diferente de si. Com uma boa família, um pai divertido, uma mãe carinhosa e um irmão mais velho... Que dava pra suportar. Ele e Cherry — apelido dado por Lust — se davam bem, um fumava e o outro já bebia, é isso ai, com 12 anos Fell já bebia. Mas enfim, ele meio que se "encantou" com a gentileza e compreensão do de olhos azuis. Sempre andavam juntos, e estava mais do que na cara que aquilo viraria namoro. Com o tempo, Fell lhe ensinou a como se "vestir" e Blue lhe ensinou a "estudar" e a ser mais tolerante.

Eles começaram a ficar... Nunca transaram, eram dois virgens e isso não tinha problema nenhum, não se sentiam prontos para dar aquele passo ainda, por mais que Blue já tivesse varias vezes atiçado Fell para aquilo.

— Não é Útil... Mas é legal saber. - Deram um selinho. E Blue voltou a bagunçar os cabelos vermelhos e tingidos. — Hm... Você adora bagunçar meu cabelo né?

Disse com os olhos cobertos pelas mechas, o menor riu.

— Claro. Ate porque, antes eu achava que ele era ressecado e espinhento - Fell fez uma cara de indignação. — Mas ele é muuuito macio e sedoso... Felpudo ate!

— Aaah Bom. Já ia te xingar, porque porra... Eu faço hidratação nessa merda todo mês. - Ele era... Vaidoso com o cabelo. Era uma das únicas coisas que gostava em si. Blue riu, e Fell adorava quando o menor ria, era tão meigo, fofo... Ria porque, era obvio que o de cabelos vermelhos jamais iria lhe xingar, mesmo que por brincadeira.

Se beijaram. Algo um pouco mais quente... As línguas dançavam nas bocas de forma calma. As mãos de Fell desceram ate a bunda de Blue a apertando, com demasiada força. O menor já estava acostumado com a agressividade do ficante, então não reclamava. Não mais.

Se separaram sorriram. Fell pegou outro copo de bebida e virou de uma vez. Blue pegou alguns doces...

...

Killer e Dream estavam atrás das cortinas do grande salão. O menor com o terno aberto e repleto de marcas de chupões e mordidas e o maior... Provocando tais hematomas no dono dos olhos dourados.

O que usava a tiara dourada abafava os gemidos com a mão na frente da boca, estava com medo de que alguém ouvisse, o que era impossível já que a música tocava muito alta, e os outros rapazes estavam... 'Ocupados.

Killer subiu próximo ao rosto do menor selando as bocas de forma desejosa, não havia bebido e nem comido nada, só queria transar com Dream mesmo. ;u;

Colaram as bocas, uma massageando a outra.

...

— Seu sorriso poderia ser a 8° maravilha do mundo. - Disse o dono dos olhos verdes. Cross estava a causar inveja a qualquer morango, de tão vermelho que estava. Tremia, suava frio demais. — Bebo, e continuo bebendo, mas só os seus lábios podem matar minha sede.

— V-Vai se-se-se-AAH!... Vai se foder Nightmare! - Disse bravo fazendo o maior rir.

— Ta bem, parei. - Disse por fim e Cross suspirou aliviado. — Não vou nem dizer em seus olhos eu poderia me perder em maldades, e que pelo seu corpo viraria um pecador pelo desejo.

— N-NIGHTMARE!! - Gritou colocando as mãos no rosto, e mais risadas vindas do dono dos olhos esverdeados.

...

Dust deu um chute na porta, entrando no quarto e largando a porta aberta mesmo para quem quisesse ver. Jogou o menor na cama subindo por cima e indo logo de encontro com a outra boca. Estavam com desejo, excitados demais por conta da bebida. O terno do menor teve os botões arrebentados enquanto o menor provocava mordendo o pescoço e falando besteiras no ouvido de Dust, este que estava delirando já. Ele tinha que foder BlackB ou não iria sossegar.


Algum tempo depois...


Lust chegava no quarto. Finalmente. Fechou a porta e encostou a cabeça por alguns segundos na mesma. Olhava o chão, pensativo sobre seus sentimentos quanto a Horror. O rosto se ruborizou e os olhos brilharam rasos de água que não chegaram a escorrer pelo rosto. Sentia angústia por ter medo de sentir o que sentia. De não ser correspondido. De não demonstrar o que estava guardado em si a exatos 2 anos, ou ate mais. Tinha certeza, amava o maior.

Afrouxou a gravata tirando-a e se deitando na cama com o terno mesmo. Ainda era possível ouvir a música da formatura que pelo visto viraria a noite toda. Olhou o teto com a mão no peito tentando reprimir o que sentia. O celular tocou e o de cabelo roxo e azul lhe atendeu, a voz do outro lado lhe surpreendeu.

— ... Mãe?

...

— N-Night ..hmm... - As bocas se colavam, uma massageando a outra, as línguas dançavam. O rosto de Cross estava fortissimamente corado, mas ele retribuía ao beijo. O ar faltou e se separaram, Nightmare se afastou olhando nos olhos heterocromicos.

O menor desviou o olhos. O maior riu.

— T-Tem como v-você p-arar de me se-seduzir desse jeito?! - Murmurou, ainda sem olhar o de olhos verdes.

— Heh.. - Levantou a mão chamando a atenção do menor, com um sorriso travesso se aproximando. — ...Não.

Selou as bocas, novamente. Com mais paixão no ato, as línguas brigavam por espaço. Se separaram, com uma linha de saliva conectava-os, ate sumir.

Nightmare ainda sorria travesso.

— Onde fica o seu quarto mesmo? - Perguntou se afastando e sorrindo ternamente.

— ...Hm...

...

— Então querido, Sinto sua falta e de seu irmão, não nos vemos desde que o pai de vocês... Eu queria que, pelo menos você, viesse morar comigo... -

— ...Olha mãe... Já faz, muito tempo. Eu não sei. - Lust comentou. Era de se analisar que a forma como falava, e como agia eram idênticas a de sua Mãe. Ele não falava nela. Não porque não gostava. Apenas... Não.

— Certo... Você pode pensar melhor se quiser! E depois me liga, qualquer coisa, podemos marcar um encontro, quero ver como meus bebês estão! -

Os bebês que você abandonou na primeira oportunidade que teve. - Era o que queria falar, mas era incapaz de pronunciar palavras amargas. Para ela pelo menos, que sempre lhe ligava, eram 3 vezes na semana, todos os dias, desde de sempre. Ela se preocupava do jeito dela, embora estivesse fora do pais por pelo menos 12 anos.

— Ta... Eu vou pensar..

— Oh, Otimo!! Tenho que desligar, até mais querido! Mamãe te ama! Beijinhooos~ - Cantarolou a ultima parte, e os celulares se desligaram. O de cabelo roxo com mechas azuis bufou pesadamente, bagunçando os cabelos.

...

Nightmare e Cross entraram no quarto.

— Wow, nem me lembro da última vez que entrei aqui. - Comentou olhando o quarto. O menor fechava a porta ainda não acreditando no que estava prestes a fazer com o MELHOR AMIGO.

Cross virou encostou na porta. Nightmare virou sorrindo e se aproximando do menor.

— E-Espera. - Pediu.

— O que foi?

— É muito estranho s-sentir, o que e-eu sinto pelo seu irmão e f-fazer isso com você! - Comento desviando o olhar.

— ... O problema, é Dream? E o que você sente? - Nightmare se afastou. — É, eu não costumo fazer isso mas... Se você ficar mais a vontade... - Ele soltou os cabelos escuros, e os prendeu, do jeito que o irmão prendia. — E que tal agora?

Quando os olhos pousaram no maior, Cross sentiu o coração aceleradíssimo. Ali, estava, Dream. A semelhança chegava a ser um pouco assustadora, mas isso não incomodou muito o que usava o terno preto e branco que se jogou encima de Nightmare, lhe beijando. Os dois haviam bebido e comido alguns doces "batizados", e isso contribuía para as ereções.

O maior começou a caminhar de costas tentando achar a cama, e a encontrou, os dois caíram e Nightmare aproveitou para trocar a posição ficando por cima e entre as pernas de Cross retribuindo ao beijo apressado que o menor lhe dava. As mãos tentando arrancar o terno do de olhos verdes. Se afastaram, retomando o fôlego.

Nightmare começou a tirar a parte de cima da roupa do menor, o corpo de Cross era realmente muito pálido com algumas cicatrizes vermelhas, que pareciam mais tatuagens de tão bem desenhadas que eram.

O maior já havia visto. Não era a primeira vez que via. Conhecia Cross desde que eram crianças. Ele parecia que sempre preferia Dream. Não só ele, como todos ao seu redor, o de olhos dourados tinha uma certa Luz. Nightmare já havia se acostumado com isso, e era até muito tranquilo, claro, teve seus problemas em outras escolas... Chegou a ser odiado por muita gente. Mas isso tudo mudou, ele simplesmente parou de se lamentar e de tentar ser o que não era ou o que os outros queriam que ele fosse. Agora, simplesmente era ele mesmo.

Passou a morder e chupar o pescoço de Cross conseguindo vários gemidos em troca. Desceu para o peitoral deixando um rastro de saliva e mordidas. Mais gemidos foram ouvidos, um pouco mais altos devido a pressão imposta ali. Nightmare parou no cinto e o tirou com a boca mesmo (N/A: nuss. ;///;), agora com a mão desabotoando a calça e a deslizando pelas pernas de Cross, em seguida a box, o corpo do dono dos olhos heterocromicos se arrepiou ao sentir a boca do outro encostando na Glande. Abriu os olhos, e lá estavam, o outro par de olhos, verdes agua, brilhantes, lhe encarando. O coração acelerou e o rosto se ruborizou ainda mais se possível.

A mão de Nightmare veio segurando o pênis ereto do parceiro. Começou os movimentos de ir e vir, com a mão fazendo movimentos contrários aos de sua boca.

Cross sentia, dentro da boca de Nightmare era tão quente e molhado. E sentir a língua dele passando por toda a extensão, era tão macia.

O menor apenas fechou os olhos se entregando, Gemeu alto, satisfazendo aquele que lhe levava ao delírio.

A tensão se fez presente no corpo de Cross e ele tenciono, se desmanchando por completo na boca de Nightmare. Este que levantou, subindo e indo de encontro com a boca do menor. As colando e despejando um pouco do sêmen na boca do outro e engolindo um pouco também. As línguas travavam uma batalha por espaço, Cross entrelaçou os braços no pescoço do maior lhe trazendo para mais perto e soltando os cabelos negros.

Se separaram, Nightmare estava um pouco surpreso pela atitude de Cross que expressava um sorriso apaixonado com uma forte coloração avermelhada no rosto. Os olhos semiabertos brilhavam.

— Você fica mais lindo com o cabelo assim - Comentou sem tirar o sorriso. Foi a vez de Nightmare sentir o coração acelerado e o rosto esquentando. Retribuiu o sorriso, se aproximando e dando um curto selo no menor.

Se separaram e Nightmare se posicionou sentado começando a tirar a própria roupa. Cross desviou o olhar, ele era tímido. Pelo menos agora ele estava tímido, ate demais.

Quando nu, o maior olhou o corpo branco a sua frente com uma expressão seria. Seria ate demais. Cross começou a suar frio.

— O-Oque foi?! - Perguntou um pouco estressado por Nightmare não ir logo com aquilo.

— E que.. - Os olhos verdes se desviaram. — Eu não queria machucar você.

O coração de Cross parou por alguns segundos e ele engoliu seco.

— N-Não tem p-problema Night. - Comentou sorrindo. — Eu a-aguento! eu acho...

— Tem certeza? -


— CRISTO! QUANTA ENROLAÇÃO, SE COMAM LOGO CACETE! - Lust gritou impaciente no outro quarto. Já que ele iria ouvir a festa toda mesmo, eles pelo menos tinham que agilizar as coisas ali.


Os dois ficaram pasmos, começando a rir.

— haha, Foi mal ae Lust! - Nightmare comentou olhando para a parede de onde ressoou a voz do amigo.

E logo o rapaz de olhos esverdeados, olhou Cross que ainda ria daquilo, se aproximou e selou suas bocas em outro beijo, aquilo estava se tornando um vício. Durante o beijo começou a penetrar o menor, que gemia de dor sem quebrar o ato de massagens entre suas bocas.

Os olhos lacrimejaram contra a vontade do menor, mas aquilo estava doendo pra caralho. Serio, e ainda estava entrando, ele sentia cada centímetro. E não acabava nuncaaa!

Quando já estava tudo dentro, se separaram com a falta de ar, e Nightmare aproveitou para limpar as lagrimas que escorriam dos olhos de Cross. Esperou que o menor se acostumasse, o que estava difícil já que o próprio tinha espasmos de dor, agarrando os lençóis e tentando se conter. Aos poucos os espasmos sumiram, assim como as lagrimas, e os baixos gemidos agora, eram mais confortáveis comparados aos anteriores.

E então Nightmare entendeu que poderia prosseguir, começou as estocadas afim de tentar se ajeitar no pouquíssimo espaço que tinha, 25 centímetros, não é pra qualquer um não.

Cross que o diga.

Quando conseguiu se ajeitar melhor, alimentou a força nos movimentos encontrando a próstata e se focando exatamente naquele ponto. Os gemidos de C., já eram mais familiares a gritos de prazer, a cama batia contra a parede e o barulho era bem alto.

A força e a velocidade alimentaram mais, visto a tensão em ambos os corporal indicando a proximidade do ápice. Começaram uma serie de beijos, conectando as bocas a todo momento. Ate tencionar em e enfim gozarem juntos, os gemidos do menor eram abafados pelo beijo enquanto sentia preencher por completo.

Se separaram ofegantes.

Mas algo mudou enquanto se entre olhavam. Cross virou para o lado e Nightmare, saiu de seu interior, se sentando na cama e começando a se trocar. Sem colocar o smoking e sem abotoar a camisa, pegou a gravata e foi direção a porta. Olhou uma ultima vez o hibrido que permanência na mesma posição. Se virou, suspirando e indo embora.

Cross começou a chorar. Estava tão confuso, com tudo o que aconteceu, com o que sentia. Não sabia o que pensar, tudo estava uma bagunça na cabeça do hibrido e ele se sentia sem opções sobre o que fazia. Amava Dream. E fazer o que fez com Nightmare fazia o próprio ter grandes duvidas sobre o que sentia. Amava os dois? Era o que pensava.

Havia acabado de ser chutado por Dream que estava com Killer, estava um pouco sensível por isso, e talvez Night só tenha tentado lhe ajudar, mas acabaram confundindo as coisas... Não. Não era isso. Tinha algo a mais.

Foi quando se deu conta de que, o que sentia por Dream era uma ilusão, talvez, que colocou em sua cabeça.

Sempre soube, a partir do momento em que viu, o dono dos olhos verdes, lhe ajudando a andar quando caiu do Skate e torceu o tornozelo quando eram crianças. Sabia que era ele. Mas ao conhecer o irmão gêmeo, quis tentar sentir o que sentia por Nightmare com Dream. E se foram anos, tanto que ate mesmo ele acreditava que sentia aquele amor platônico.



Notas Finais


Ai ai, eu vo vomita, é serio qwq


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