História Hipnose - Imagine Jeongguk - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Hentai, Hipnose, Imagine, Jeongguk, Jungkook, Violencia, Você
Visualizações 126
Palavras 1.385
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shounen, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Uau olha eu aqui, cumprindo com o diazinho posto a

* Fanfic sempre terá capítulo novo as quartas feiras a TARDE.

aaa espero mesmo que a fanfic esteja agradando vocês

** Esse capítulo contém estupro, nada aqui é real muito menos apoio a ações como esta. Os personagens daqui são meramente fictícios.
Aviso foi dado, se não prefere, não leia!

Capítulo 4 - Noite


Era quase nove da noite, eu estava sentada na ponta da cama decidindo qual livro eu leria hoje. Hoseok estava trabalhando, ele não se importava muito em como eu me sentia agora com suas chegadas tardes, e também, ele já não ligava mais e tinha até mesmo dias que ele não voltava para casa.

Eu não gostaria de bater de frente com ele, e não hoje que é sexta-feira. Dias de sexta-feira eram dias de “farra” de um secretário executivo, eu entendia quando ele me dizia que não poderia voltar para casa por causa da festa que ele iria com os amigos do trabalho. Mas quando ele chegava bêbado era a pior parte.

A primeira vez em que o Hoseok levantou a mão para mim foi a quase três meses, na noite em que ele me perguntou como tinha ido o trabalho. Seu ciúme era estranho, eu tinha medo de como ele poderia agir comigo, tinha medo de suas loucuras e ameaças. Quando cheguei no ponto “Jeongguk” ele enlouqueceu, disse que eu apenas tinha olhos para o adolescente problemático e que não o dava atenção. Eu claramente ri, dizendo o quanto era infantil de sua parte agir daquela maneira.

Eu não serei infantil quando te atirar dessa janela

Ele tinha agarrado meu pescoço com força, me tirando do chão. Eu tentava respirar, mas quem disse que adiantava? O Hoseok apenas apertou o meu pescoço com força e quando me viu perder o ar ele me atirou no chão, ouvindo minha tosse forte. Olhei para ele de do chão e ele me encarou e saiu. Ele parecia um demônio quando se transformava em minha frente, eu tinha medo, apenas isso. Uma vez li em um livro que podemos usar a hipnose em nosso favor, eu poderia claramente fazê-lo esquecer de quem eu era, eu precisava apenas dele sóbrio e um estalar de dedos.

Eu tinha trancado a porta, e estava quase perto dele chegar. As marcas roxas no meu pescoço iriam piorar se eu o deixasse entrar, por isso preferi que ele ficasse fora de minha casa por esse tempo. Joguei o livro em cima da cama, entediada com o silêncio de minha casa. Às vezes eu me pegava pensando em Jeongguk e como ele estava naquela prisão, ele quase nunca estava em sua sela e vivia preso em solitárias – alguns policiais me disseram que ele fazia tudo de propósito, para apenas não ter que ficar perto dos outros presos –, Jeongguk era uma espécie de psicopata sim, mas ele não passava de um adolescente.

Quando meu telefone tocou o peguei imediatamente, o número do diretor da prisão federal brilhava, assim como seu nome. Olhei atentamente e recuei quando decidi atender; quando apertei na parte verde logo ouvi a voz grossa e profunda que aquele velho tinha, me assustei um pouco quando ele chamou meu nome tão formalmente.

- Senhorita ________, o que tem a dizer sobre hoje de manhã? – Eu estranhei sua fala.

Normalmente o diretor não se importava muito com as minhas consultas, ele sempre dizia que os garotos eram obrigados a isso – mas ele estava errado, o lema era: faz quem quer. Ele ignorava principalmente ao Jeongguk e ao seu colega de sela Kim Namjoon, eles eram realmente um dos mais loucos que ali tinha, mas apenas Jeongguk aceitou fazer consultas comigo.

- Como assim senhor? – Ele forçou a garganta, demostrando um certo desconforto com minha fala, ele queria claramente uma explicação de algo, algo que eu não sabia o que era – Bem, as consultas foram boas e...

- Estou falando de Jeon Jungkook. – Engoli todas as minhas palavras e repensei em tudo, até mesmo em hoje de manhã.

- A consulta dele progrediu muito. – Ele riu alto.

- Está debochando de mim senhorita?! – Eu neguei rapidamente, procurando alguma frase coerente para me tirar dessa – O que ele disse, é verdade?

- O seu depoimento sobre a noite em que matou seus pais?

- Sim senhorita.

- Eu não tenho cem por cento de certeza, mas possa ser que sim. – Ele pareceu pensar sobre aquilo, pelo menos o silêncio indicava isso.

- Vamos ter que usar a gravação no tribunal. – Ele disse.

- Quando vai ser o próximo julgamento? – Eu estava apreensiva, não é como se meu emprego não estivesse em jogo.

- Daqui a duas semanas.


%

Uma da manhã.


Eu tinha esperado Hoseok demais, a chuva acontecia fortemente e os raios começaram cobrir todo o barulho pela cidade. Eu estava no sofá, olhando para a televisão ligada, tentando não me importar tanto assim com meros trovões. Duas batidas na porta chamaram minha atenção, e logo após a terceira, quarta e quinta – eu tremi – a sexta veio com força, e por fim a sétima batida. Me levantei e parei em frente ao olho mágico, vendo um Hoseok – aparentemente – sóbrio em minha porta, ele estava com a gravata frouxa e o terno em mãos, a pasta com os documentos ao lado do corpo e seus olhos estavam cansados.

Eu não disse nada, continuei calada esperando por algo, foi então que ele decidiu dizer algo, algo baixo mas claro.

- Me deixe entrar querida, até parece que não moro mais aqui. – Ele riu e bateu mais uma vez na porta, me fazendo pular para trás – Você está aí, não está? – Estranhei o tom da sua voz e me mantive aleta – Eu sei que fiz muita merda, principalmente te tratando daquela forma... – Ele olhava para o olho mágico com uma certa culpa nos olhos – Me deixe te pedir desculpas formalmente. – Ele sorriu.

Eu sei que não deveria, mas girei a chave da porta e a destranquei, ele não esperou muito para entrar dentro da casa e agarrar meu corpo com força, não foi como um homem agarraria a sua esposa, mas sim como um leão agarrava um veado quando o encontrava solto pela selva a tarde, sem bando e sem proteção, totalmente sozinho. As mãos fortes dele foram até meu pescoço e ele me arrastou para cima, vendo novamente a minha agonia ao sentir aquilo novamente.

Eu queria chorar, queria chorar muito, mas eu sabia que não adiantaria muita coisa, por isso apenas deixei ele fazer o que quisesse, era como se eu não me preocupasse tanto assim.

- Trancou a porta para quê bebê? – Meus olhos estavam quase se fechando, quando vi um sorriso aparecer em seus lábios – Não pense que vai se livrar de mim assim tão fácil.

Eu fechei os olhos quando senti o impacto em meu corpo. Ele agarrou meu braço e me arrastou para o “nosso” quarto, ele me jogou em cima da cama com força e começou a desabotoar a calça. Não, eu não o queria a muito tempo, ele passou a me dar repulsa e me dar nojo desde a primeira vez em que me bateu. Observei tudo enquanto lutava para não chorar e quando ele se aproximou de mim um novo sorriso maléfico apareceu em seus lábios. Ele desabotoou o botão do meu shorts com rudez, e então o jogou junto com a calcinha que antes estava em meu corpo.

- Fique calada. – Ele se posicionou em minha frente, mas apenas não fez nada porquê as minhas mãos estavam em seu peitoral o empurrando com toda a força que eu conseguia.

Ele praguejou contra mim, me xingou e bateu em meu rosto, o gosto metálico apenas apareceu quando ele bateu mais duas vezes, eu chorava mais não adiantava, parecia que ele estava cego, cego por mim. – Fique quieta, vadia imprestável. – Ele então foi para dentro de mim, com a força que ele conseguia ele estocou forte dentro de meu interior. Eu olhei para o telhado e chorei, senti a dor invadindo meu ser e meu coração, as mãos dele agarraram meu pescoço com força e logo ele passou a ir mais rápido, ele então viu que eu não tinha se quando bati em sua mão para me soltar, aquilo só contribuiu com meu sofrimento.

Ele enfim saiu de cima de mim, ajeitando a calça e sorrindo. Um beijo foi deixado em minha testa e minhas lágrimas apenas continuavam. Ele saiu do quarto indo para o banheiro perto de nós, procurei a ponta da cama e me deitei lá, apenas relembrando a sensação fria que era o ter ali quando eu não queria, aquilo me assustava. 

Hoseok me assustava.



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