História Portals - História Interativa - Capítulo 11


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Coreano, Interativo, Luta, Romance
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Palavras 604
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Drogas, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mudei a censura pq ficou mais violento -q
Vou ficar um tempo sem escrever provavelmente, to em semana de provas

Capítulo 11 - Luta.


Fanfic / Fanfiction Portals - História Interativa - Capítulo 11 - Luta.

Era exatamente a mesma coisa. Porém, a atmosfera estava diferente. E algumas partes do cenário pareciam... Erradas, imperfeitas. Era difícil de descrever. Porque, aos meus olhos, era tudo exatamente igual.

O portão da escola estava aberto. Avistei um incêndio próximo, e corri para ver o que estava acontecendo.

Algumas pessoas começaram a correr como loucas. Atrás delas, uma imensa gosma roxa pulava correndo, deixando um rastro gosmento no chão.

- O que está acontecendo aqui?! Onde está Tomoe?!

- Tatiane, acho que devemos ir... – Jack murmurou, olhando em volta preocupado.

- Como assim?! Eu tenho que deter esse monstro!

- Esse é o problema... Não existe monstro...

- H-Hã...?

De repente, a gosma roxa torna-se poeira, junto com as pessoas correndo e a escola inteira. E tudo torna-se o cenário do tribunal.

- O que está acontecendo?!

- Vocês são péssimos com arte – Jack aproxima-se, encarando cada um dos monstros com desdém – Estão mexendo com a pessoa errada.

- Oh, Jack. A nossa querida Tatiane aqui – Diz um júri, distante. Um guarda aproxima-se de mim e me ameaça com uma enorme espada, bem próxima ao meu pescoço – Não pode usar seus poderes nesse mundo.

“Quanta limitação...” – Pensei, encarando o guarda com uma expressão fervente. Ele até se afastou um pouco.

- Por enquanto – Disse o jacaré, alto – Ela logo aprenderá a dominar seus poderes.

- Não se ela morrer aqui e agora – O júri levantou-se de sua poltrona e apontou para mim – Pode fazer as honras, soldado.

O soldado riscou o meu pescoço com a espada, deixando escorrer um pouco de sangue. Gemi alto, desesperada.

Em seguida, a lâmina do soldado teve seu ferro amassado, deixando-a inútil.

- Corra, Tatiane – O jacaré gritou, puxando-me pelo braço – Eu que a a amassei. Não se preocupe, irei te proteger.

- Jack, você não conseguirá ir muito longe! – O júri gargalhou – Soldados, cerquem-os!

Imediatamente, inúmeros soldados fizeram uma meia-lua, cercando-nos na parede, e foram lentamente se aproximando, com suas espadas.

Suas lâminas foram amassadas, e corremos novamente. Porém, senti algo extremamente afiado riscar o meu ombro. Um soldado ainda tinha uma adaga na mão. Ele foi se aproximando, e imediatamente corri. Senti ele puxar o meu cabelo. Me rebati, mas o soldado era muito forte.

Avistei a lâmina amassada da espada pendurada no uniforme, na cintura dele. Ela não estava tão inútil. Com um movimento rápido e preciso, roubei sua arma e cortei meu cabelo. Não foi um corte muito drástico, mas agora ele certamente estava em péssimo estado. O soldado encarou os fios de cabelo em sua mão, espantado. Demorou a se recompor, mas voltou a correr atrás de mim.

Eu agora estava apenas com uma espada com sua lâmina amassada.

Jack e eu avistamos outro soldado correndo e atirando com dois revólveres. De repente, ele simplesmente fica paralisado, e cai duro no chão. O outro soldado com a adaga também caiu da mesma forma.

- O que você fez...? – Perguntei, ofegante.

- Amassei o cérebro deles.

- Nojento. Vamos.

Ele se aproximou do soldado com as armas e as pegou, oferecendo-me uma.

- Sabe usar?

- Huh, não! – Bufei como se fosse óbvio - Nunca usei uma arma antes.

- Isso não facilita... Olha: puxa o gatilho, recarrega se precisar. Tem poucas balas. Faça valer à pena.

- Certo... – Engoli em seco ao olhar a arma – Eu vou pegar a adaga também – Pus a adaga em minha mochila.

Os soldados se aproximavam cada vez mais, dessa vez mais preparados.

Um praticamente pulou em cima de mim. Instintivamente, levei a adaga até sua barriga.

- Filho da mãe... – Murmurei, partindo para o ataque – Preparem-se, seus cuzões!


Notas Finais


Ksksksk ngm pegou a referencia de The Last of Us ;~;


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